Zé Gomes e Paulo Câmara participam do primeiro debate eleitoral de Pernambuco
Por Nill Júnior
O candidato a governador Zé Gomes (PSOL) participa nesta terça-feira (22/7), às 8h, do primeiro debate entre candidatos desde o início da campanha eleitoral em Pernambuco. Ele e Paulo Câmara (PSB) vão discutir suas propostas para o Estado em encontro promovido pela Associação das Empresas de Planejamento e Consultoria Empresarial do Nordeste (ASSEMP) e Clube de Engenharia de Pernambuco, com mediação do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco. O evento ocorre no Hotel Mercury, localizado na Rua Estado de Israel, 203, na Ilha do Leite.
Para Zé Gomes, esta é uma importante oportunidade para pautar na campanha temas de interesse da população. “Os debates são fundamentais para que, numa situação de equidade, seja possível estabelecer as diferenças entre os projetos políticos representados por cada candidato. Seguramente as pessoas que acompanharem e participarem do encontro desta terça-feira poderão conhecer melhor nossas propostas e perceber que representamos uma alternativa concreta para o Estado de Pernambuco”, afirmou.
O encontro, aberto ao público, terá mediação da jornalista Ana Cláudia Elói, presidente do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco. Nele, após a apresentação, cada candidato terá 20 minutos para se apresentar. Para o debate com o público, foram reservados outros 30 minutos. Outros cinco minutos serão destinados às considerações finais.
Zé Gomes é candidato pela coligação Mobilização Por Poder Popular (PSOL-PMN). O candidato é técnico em administração, trabalha com educação popular, e iniciou sua militância no movimento estudantil. Foi militante do PT e é fundador do PSOL, tendo sido o candidato a Deputado Federal mais votado da legenda em Pernambuco nas eleições de 2006. Também foi candidato a vice-prefeito do Recife em 2008. Tem tido atuação destacada nas últimas mobilizações populares na região metropolitana em relação à luta pelo transporte público e no movimento Ocupe Estelita.
Por Anchieta Santos Depois da ordem de serviço assinada no final de 2014, a Prefeitura de São José do Belmonte começou 2015 iniciando os trabalhos de construção do novo Hospital Municipal. Quase dois milhões serão investidos na obra pelo governo Marcelo Pereira (PR). Do total, R$ 1 milhão será fruto do FEM – Fundo Estadual […]
Depois da ordem de serviço assinada no final de 2014, a Prefeitura de São José do Belmonte começou 2015 iniciando os trabalhos de construção do novo Hospital Municipal.
Quase dois milhões serão investidos na obra pelo governo Marcelo Pereira (PR). Do total, R$ 1 milhão será fruto do FEM – Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal.
O Ministério da Saúde só destina recursos para construção de hospital em cidades com mais de 50 mil habitantes. Por isso, Belmonte não contará com recursos federais para a construção da sua unidade hospitalar.
Mais uma etapa da obra de requalificação do Aeroporto de Serra Talhada foi concluída. Testada e aprovada na noite desta quinta-feira (21), a nova iluminação atende todos os requisitos técnicos que permitem as aeronaves pousarem e decolarem no equipamento durante o período noturno. O primeiro avião a testar as luzes do aeroporto transportou o cantor […]
Vista de dentro da aeronave que trouxe artista Pedrinho Pegação. Aproximação e pouso sem problemas
Mais uma etapa da obra de requalificação do Aeroporto de Serra Talhada foi concluída. Testada e aprovada na noite desta quinta-feira (21), a nova iluminação atende todos os requisitos técnicos que permitem as aeronaves pousarem e decolarem no equipamento durante o período noturno.
O primeiro avião a testar as luzes do aeroporto transportou o cantor Pedrinho Pegação, que faz show na Capital do Xaxado. Ainda nesta noite, outra aeronave pousará na cidade, desta vez levando Wesley Safadão, que também fará uma apresentação em Serra Talhada.
“Muitas pessoas estão envolvidas e focadas para que consigamos entregar à população o aeroporto em condições de receber aviões comerciais o mais rápido possível”, disse o Secretário Sebastião Oliveira.
“Muito em breve, estaremos com todas as certificações em mãos. É mais uma importante ação da gestão do governador Paulo Câmara voltada para o desenvolvimento do Sertão do Pajeú”, concluiu.
Uol A ex-presidente Dilma Rousseff denunciou nesta sexta-feira em Montevidéu o que considera ser um processo que tenta “reverter” conquistas sociais no continente americano, em um ato organizado pela principal central sindical uruguaia. Dilma está no Uruguai, em sua primeira viagem ao exterior desde que sofreu o impeachment, para participar de vários eventos organizados pela […]
A ex-presidente Dilma Rousseff denunciou nesta sexta-feira em Montevidéu o que considera ser um processo que tenta “reverter” conquistas sociais no continente americano, em um ato organizado pela principal central sindical uruguaia.
Dilma está no Uruguai, em sua primeira viagem ao exterior desde que sofreu o impeachment, para participar de vários eventos organizados pela central PIT CNT e pelo partido do governo, Frente Amplio. Segundo ela, há na região quem queria “continuar com a mais perversa desigualdade”.
“Querem reverter todas as conquistas sociais. Me preocupa muito que esse seja um processo que tenha uma característica continental”, afirmou sob aplausos de trabalhadores que marcharam na “Jornada continental pela democracia e contra o neoliberalismo”.
Dilma também aproveitou a ocasião para defender os governos de esquerda da região, afirmando que na América Latina “houve ganhos para os trabalhadores mais pobres”, embora “não tenha se acabado com a desigualdade”. A ex-presidente fez uma árdua defesa da democracia, em referência ao “golpe parlamentar” denunciado por setores da esquerda.
“Sem democracia não há como lutar contra a desigualdade, não há como ser solidário, não há como colaborar entre nossos povos”, afirmou entre gritos de “Fora Temer” vindos da multidão.
Em um ato político na sede do partido governista Frente Ampla, Dilma advertiu que “há um processo em curso na América Latina que é muito grave. Não estou falando da volta de uma ditadura militar (…). O que estamos vivendo no mundo é a convivência dentro do regime democrático de medidas de exceção. Vejo o ‘impeachment’ como uma medida de exceção”.
Neste contexto, “surgem pessoas como (o candidato republicano nos EUA, Donald) Trump, surgem propostas de direita quase neofascistas que são extremamente perigosas”. Dilma, destituída pelo Senado no dia 31 de agosto passado, almoçou na sede da Frente Ampla com diversos políticos uruguaios, incluindo o vice-presidente da República, Raúl Sendic. Também foi declarada cidadã ilustre de Montevidéu.
Durante entrevista coletiva, Dilma não respondeu sobre a conveniência da realização de um referendo revogatório do mandato do presidente venezuelano, Nicolás Maduro, mas perguntou aos jornalistas se a “cláusula democrática” que alguns membros do Mercosul desejam aplicar na Venezuela não deveria ser utilizada para o Brasil.
O presidente uruguaio, Tabaré Vázquez, sempre manifestou seu apoio ao governo do PT e na ocasião do impeachment, emitiu um comunicado em que considerou a destituição de Dilma Rousseff “uma profunda injustiça”. “Apesar da legalidade invocada (do processo de impeachment), o governo uruguaio considera uma profunda injustiça essa destituição”, manifestou a chancelaria uruguaia no dia 1º de setembro.
Mais tarde, o Uruguai teve um embate com o Brasil, já sob o governo Temer, no Mercosul, por conta da passagem da presidência rotativa do bloco à Venezuela. O chanceler Rodolfo Nin Novoa denunciou no Congresso uruguaio uma tentativa do Brasil de “comprar” a posição do Uruguai na questão, o que custou ao país a inédita convocação para consultas do embaixador uruguaio em Brasília por parte da chancelaria brasileira.
O imbróglio parece ter se encerrado depois que Vázquez se reuniu com Temer em Nova York, à margem da Assembleia Geral da ONU a fim de aparar as arestas.
A TV Nova, Radio Cultura do Nordeste, Diario de Pernambuco, Rádio Clube de Pernambuco, Estampa Mídia Exterior e a Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco (ASSERPE), promovem, na noite desta sexta-feira (21), o debate com as candidatas que disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno. A Rádio Pajeú, como emissora parceira, […]
A TV Nova, Radio Cultura do Nordeste, Diario de Pernambuco, Rádio Clube de Pernambuco, Estampa Mídia Exterior e a Associação das Empresas de Rádio e TV de Pernambuco (ASSERPE), promovem, na noite desta sexta-feira (21), o debate com as candidatas que disputam o Governo de Pernambuco no segundo turno. A Rádio Pajeú, como emissora parceira, retransmitiu no seu dial e nas redes sociais.
Marília Arraes e Raquel Lyra, mais uma vez discutiram o apadrinhamento de Paulo Câmara e Bolsonaro.
O primeiro bloco teve melhor gestão do tempo por Raquel Lyra que por Marília Arraes. Ela abriu e fechou o bloco com banco de minutos, com doze sendo gerados por cada uma.
A gestão de Raquel na FUNASE também voltou à pauta. Marília voltou a acusá-la de ser responsável pela morte de adolescentes, invocando o vídeo de uma mãe que a acusou de negligente. Raquel rebateu e disse que entregou o cargo pouco após sua primeira licença maternidade.
Sobre Compesa, Raquel acusou Marília Arraes de faltar à votação do Marco Civil do Saneamento. Marília disse estar de licença médica e rebateu dizendo que as propostas de Raquel para a Compesa se alinhavam as de Bolsonaro, dizendo que a oponente pretende privatizar a Compesa.
O jogo de apelidos entre as candidatas continuou. Depois do “Raquellândia” que Marília cunhou sobre Raquel, a tucana disse que a adversária deveria se chamar “Mentirilha”.
O presidente da Asserpe, Nill Júnior, questionou as candidatas sobre uma pauta institucional, perguntando quais os compromissos das candidatas com a liberdade de imprensa, de informação e expressão do rádio e da TV em nosso estado. Ambas se comprometeram em respeitar a democracia e os veículos de comunicação.
Sobre a necessidade de menos fake news, briga de apadrinhamento e necessidade de uma campanha mais propositiva, Raquel e Marília mantiveram ataques.
Raquel disse ter ganhado mais direitos de respostas em relação à Marília, que rebateu dizendo que tem sido vítima até de disparos de mensagens do exterior.
No último bloco, Marília invocou o nome de Fernando Lira, que segundo ela, até se sacrificou politicamente por ter lado. Raquel disse ser sobrinha de Fernando e que suas ações falavam por ela. Voltou a negar apoiar Bolsonaro. Como exemplo, usou os apoios da prefeita de Serra Talhda, Márcia Conrado (PT), que vota em Lula e da prefeita de Bezerros, Lucielle Laurentino (UB), que vota em Bolsonaro.
Já Marília, ao se defender das acusações de representar a continuidade do governo Paulo Câmara, mais uma vez destacou que Raquel ajudou o governador a chegar onde está e desafiou a achar foto dela com Câmara.
Raquel voltou a defender sua política de construção de creches, invocando o apelido de “Racreche”. Marília: “de 8 mil, entregou 3 mil vagas de creche”.
Em mais de uma vez, as candidatas se perderam no banco de tempo, proposta da emissora parecida com o debate da Band entre Lula e Bolsonaro. Algumas vezes, uma perguntou a outra sobre o que mesmo havia perguntado.
Do Farol de Noticias O ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro, participou, no sábado (6), em Gravatá, do seminário Gestão Socialista: um olhar para o futuro, promovido pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). Evandro é presidente da legenda em Serra Talhada, e aproveitou para trocar ideias com o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, sobre a […]
O ex-prefeito de Serra Talhada, Carlos Evandro, participou, no sábado (6), em Gravatá, do seminário Gestão Socialista: um olhar para o futuro, promovido pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Evandro é presidente da legenda em Serra Talhada, e aproveitou para trocar ideias com o presidente estadual do PSB, Sileno Guedes, sobre a conjuntura 2020 na capital do xaxado.
O encontro contou com nomes como o do prefeito do Recife, Geraldo Júlio, do governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e do ex-governador da Paraíba, Ricardo Coutinho, além de deputados estaduais e federais da sigla.
Em conversa com o Farol, o ex-prefeito que contou com a companhia de João Duque Filho (Duquinho), presidente do MDB, evitou falar sobre as eleições em Serra Talhada, mas não descartou entrar na briga.
“Faço parte de um grupo e não tenho ambição de ser prefeito toda hora. Fu prefeito da minha terra, por duas vezes, e sempre calço as sandálias da humildade sobre este assunto, que será decidido em grupo”, disse ‘Carlão’, adiantando que se reunirá com o deputado Sebastião Oliveira, logo após a Semana Santa, para tratar de estratégias políticas.
Você precisa fazer login para comentar.