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Votação de medidas provisórias mobiliza Senado esta semana

Por Nill Júnior

Agência Brasil – O Senado deverá votar esta semana três medidas provisórias que tratam do ajuste fiscal do governo e que vencerão no dia 1º de junho. Um dos textos, a MP 664, trata originalmente de mudanças nas regras para acesso dos trabalhadores à pensão por morte. No entanto, as principais discussões sobre a medida mudaram de foco depois que a Câmara dos Deputados incluiu nela uma emenda que altera o cálculo do fator previdenciário.

Atualmente, o fator incide para reduzir as aposentadorias pagas pela Previdência Social quando as pessoas param de trabalhar antes da idade prevista – 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres. Mesmo que já tenham cumprido o tempo mínimo de contribuição de 35 anos para os homens e 30 anos para as mulheres, se não tiver atingido a idade, o benefício é reduzido.

A emenda estabelecida pela Câmara determina que seja aplicado um novo cálculo, no qual a soma da idade com o tempo de contribuição deverá ser 85 anos para as mulheres e 95 anos para os homens. Assim, uma mulher que tenha 55 anos de idade e 30 anos de contribuição, poderá se aposentar recebendo integralmente o valor do seu salário, obedecido o teto de R$ 4.663 do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Já os homens se aposentarão com o valor integral se trabalharem 35 anos, atingindo a idade de 60 anos.

Como a MP perderá a validade por decurso de prazo se não for votada até o dia 1º, e se for alterada ainda precisará voltar para a Câmara, o governo acertou com os líderes da base aliada que ela será aprovada do jeito que está, inclusive com a emenda. No entanto, ao longo das últimas semanas, representantes do governo se manifestaram contrários à emenda que trata do fator previdenciário. O último cálculo do Ministério da Previdência, de 2012, estimava que o fim do fator pode gerar um impacto de até R$ 40 bilhões em dez anos. Por isso, apesar do acordo para que a MP 664 seja votada do jeito que está, não há compromisso da presidenta Dilma Rousseff de que o texto será sancionado integralmente.

“Depois é uma outra história”, disse o líder do governo, senador Delcídio Amaral (PT-MS), após reunião com o articulador político do governo e vice-presidente da República, Michel Temer. “Eu já conversei com o governo sobre isso, mas o governo não tem ainda nenhuma posição fechada. O governo vai aguardar os desdobramentos da votação para ter uma posição. A única orientação é votar o texto que está na MP”, afirmou.

A avaliação entre membros da própria base alida, no entanto, é a de que, se a presidenta vetar a emenda, sofrerá nova derrota quando o veto for votado em sessão do Congresso Nacional. “Se ela não quiser experimentar uma segunda derrota, ela que não vete. Porque vai ser acachapante”, afirmou o senador Walter Pinheiro (PT-BA). Segundo ele, no Senado, já estão garantidos pelo menos 42 votos para derrubar o veto, caso isso ocorra. São necessários 41 votos no Senado e 257 na Câmara.

Para o senador baiano, o governo falhou nas negociações com a Câmara antes da aprovação da emenda e sabia que a medida seria aprovada. Mesmo assim, não conversou com os relatores da medida provisória e não conseguiu evitar a modificação. “Não faltou previsão não, eu acho que sobrou soberba”, definiu. “O governo não quis nem discutir esse assunto. Não sei onde eles estavam lastreados de achar que isso [a medida provisória] podia passar sem essas coisas [alterações como a mudança do fator previdenciário]. Faltou um observador com política na cabeça.”

Outro petista que aposta em derrota do governo caso a nova fórmula 85/95 seja vetada pela presidenta é o senador Paulo Paim (PT-RS). Ele lembra que agora o voto dos parlamentares é aberto e acredita que eles não teriam coragem de votar contra uma melhoria nas aposentadorias do trabalhadores. “Tem um fato novo que o governo parece que desconhece: não é mais voto secreto. Agora o voto é aberto. Consequentemente, você acha que algum deputado ou senador vai votar contra o [novo] fator na votação do veto? Não vai. Se vetar é um equívoco histórico e o veto cai e o fator cai também”, declarou.

O senador é conhecido por sua luta histórica contra o fator previdenciário desde que a medida foi criada, em 1999, e é autor de projetos que propõem o fim do fator. “O fator confisca o salário da mulher. Ele confisca em 50% o salário da mulher e em 45% o do homem”, alegou. “Nós temos que garantir que a mulher, com 30 anos de contribuição e 55 de idade, se aposente. E o homem com 35 anos de contribuição e 60 de idade. Essa proposta está embutida na MP 664 e nós temos que olhar com carinho e politicamente para que ela seja aprovada.”

A votação da MP 664 deverá ocorrer na próxima terça-feira (26), logo após a votação da MP 665, que trata de mudanças nas regras para acesso a seguro-desemprego, seguro-defeso e abono salarial. Ainda nesta semana, os senadores deverão apreciar a MP 668, que aumenta as alíquotas de PIS e Cofins sobre mercadorias industrializadas. Todas as três medidas provisórias estão relacionadas ao ajuste fiscal do governo e devem ser aprovadas sem alterações para não perderem a validade por decurso de prazo.

Outras Notícias

Com Julio Lóssio de licença médica, Prefeitura de Petrolina precisa de um substituto provisório

O prefeito de Petrolina, Julio Lóssio (PMDB), enviou à prefeitura nesta quarta-feira (9) um pedido de afastamento de 60 dias, período em que permanecerá em São Paulo para se recuperar da cirurgia de retirada de um coágulo na cabeça. A informação é do Diário de Pernambuco. Com a licença médica, a lei determina que o […]

lossio-e-guilherme-2O prefeito de Petrolina, Julio Lóssio (PMDB), enviou à prefeitura nesta quarta-feira (9) um pedido de afastamento de 60 dias, período em que permanecerá em São Paulo para se recuperar da cirurgia de retirada de um coágulo na cabeça. A informação é do Diário de Pernambuco.

Com a licença médica, a lei determina que o vice-prefeito Guilherme Coelho (PSDB) assuma o cargo enquanto o titular estiver afastado. No entanto, se o vice resolver ocupar o posto, o tucano terá que desistir de sua candidatura ao cargo de deputado federal nas eleições deste ano.

De acordo com a assessoria de Guilherme Coelho, o vice-prefeito será notificado na próxima quinta-feira (10) e terá dois dias úteis para anunciar sua decisão. Caso ele decida prosseguir com sua candidatura, o próximo da linha de sucessão é o presidente da Câmara dos Vereadores do município, Osório Siqueira (PSB), vereador da oposição.

Governadores pedem que União autorize operações de crédito pelos estados

Agência Brasil – O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, recebeu hoje (28) em Brasília os governadores de Tocantins, Distrito Federal, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco e Piauí, além do vice-governador do Maranhão. O grupo levou uma pauta concisa com ponto referentes à relação dos estados e […]

Outra reivindicação dos governadores feita ao ministro Nelson Barbosa foi em relação à dívida dos estados
Outra reivindicação dos governadores feita ao ministro Nelson Barbosa foi em relação à dívida dos estados

Agência Brasil – O ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, recebeu hoje (28) em Brasília os governadores de Tocantins, Distrito Federal, Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Goiás, Pernambuco e Piauí, além do vice-governador do Maranhão. O grupo levou uma pauta concisa com ponto referentes à relação dos estados e municípios com o governo federal e que podem impactar na melhora da situação econômica dos entes federados.

O principal ponto tratado com o ministro pelos governadores foi o pedido para que o governo federal volte a autorizar operações de crédito pelos estados. Segundo o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), os estados até têm condições fiscais de contrair empréstimos com bancos internacionais. Não estão conseguindo porque dependem de autorização do governo federal. “O primeiro e principal ponto foi a questão das operações de crédito. Nós passamos este ano inteiro com capacidade de contrair crédito, sem autorização”, explicou.

De acordo com Alckmin, foi solicitada também a criação de um fundo garantidor para que os estados e municípios possam firmar parcerias público-privadas (PPPs). “Os estados querem fazer as PPPs. Isso é bom, é investimento na veia. Agora, precisa ter crédito e isso não se faz em 24 horas, às vezes leva mais de um ano”, disse.

Outra reivindicação dos governadores foi em relação à dívida dos estados. O Congresso Nacional aprovou uma nova lei que autoriza a redução dos juros cobrados pela União sobre a dívida dos entes federados, mas o assunto ainda precisa de regulamentação do governo federal. Ao fim da reunião, o grupo ouviu do ministro Nelson Barbosa a promessa de que o assunto será resolvido já em janeiro. “O ministro colocou que nos próximos dias o governo regulamentará a lei aprovada no Congresso Nacional que modifica os indexadores, e isso vai modificar tanto o estoque, quanto o fluxo da dívida dos estados”, disse o governador do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg.

Planos de saúde

Outro assunto que preocupa os governadores é o financiamento da saúde pública. Eles pediram ao ministro que a União delegue aos estados e municípios a prerrogativa de cobrar dos planos de saúde os atendimentos oferecidos na rede pública a pessoas conveniadas. Segundo o governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, cerca de 30% das pessoas atendidas nos hospitais públicos têm plano de saúde.

“Com essa crise econômica, as pessoas estão com dificuldade de pagar seus planos de saúde e cada vez mais se socorrem na rede pública – tanto das prefeituras, quanto dos hospitais estaduais. E isso está nos sobrecarregando muito em um momento em que estamos com queda de receita, ainda mais com queda de repasses para a saúde. Então se a gente puder fazer essa cobrança dos planos de saúde – que hoje é feita pelo governo federal, mas não é feita fortemente –, passar essa cobrança para os estados e municípios, pode ser uma nova fonte de receitas”, disse.

Os governadores não chegaram a um consenso sobre a CPMF e o imposto não foi discutido na reunião com o ministro Nelson Barbosa
Os governadores não chegaram a um consenso sobre a CPMF e o imposto não foi discutido na reunião com o ministro Nelson Barbosa

Previdência

Os governadores cobraram ainda que o governo federal faça o repasse referente à previdência dos funcionários públicos estaduais. Trata-se da chamada contagem recíproca, em que a União repassa aos estados ou municípios o que foi pago ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) antes do cidadão entrar para o serviço público estadual ou municipal, o que ele contribuiu quando atuava no serviço privado. Segundo os governadores, atualmente, a Previdência reconhece que tem a dívida, mas não paga o devido valor aos entes federados.

“Na verdade a proposta era que fosse abatido da dívida dos estados, mas o ministro disse que prefere resolver a compensação sem misturar as questões, sem fazer o abatimento direto da dívida”, disse Rollemberg.

Foi pedido ainda que o governo federal dê apoio para que o Congresso aprove a proposta de emenda à Constituição que alonga o prazo de pagamento dos precatórios, para dar alívio às contas estaduais neste momento de crise.

CPMF

Os governadores disseram não ter tratado com Nelson Barbosa sobre a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) – que é defendida pelo governo como incremento de arrecadação a ser dividida com os entes federados. O tema não alcançou consenso entre os participantes do encontro e não foi discutido.

O governador Fernando Pezão, no entanto, disse que os governadores se propuseram a colaborar com o governo em outros temas em que a ajuda for necessária, com a discussão com as bancadas no Congresso pela aprovação de reformas estruturantes para o país. “A gente quer não só pedir, mas nos colocar à disposição para ajudarmos nessas reformas”, disse. A ideia deles é formar um fórum que se reunirá periodicamente para discutir pautas de curto, médio e longo prazo.

Polícias realizam Operação Força no Foco em São José do Egito

Nas primeiras horas dos dias 22 e 23, foi desencadeada na cidade de São José do Egito, a operação força no Foco, coordenada pelo Delegado Especial de Polícia Dr. Edson Augusto, com apoio da 20ª DESEC, e do 23 BPM. A operação visa a elucidação de homicídios, bem como o combate ao tráfico de drogas […]

Nas primeiras horas dos dias 22 e 23, foi desencadeada na cidade de São José do Egito, a operação força no Foco, coordenada pelo Delegado Especial de Polícia Dr. Edson Augusto, com apoio da 20ª DESEC, e do 23 BPM.

A operação visa a elucidação de homicídios, bem como o combate ao tráfico de drogas ilícitas na cidade.

Foram cumpridos até o momento 10 mandados de busca e apreensão domiciliar, e 2 mandados de prisão, bem como foram feitas várias oitivas na Delegacia de Policia, objetivando a elucidação de crimes de homicídio outrora ocorridos na cidade.

A operação Força no Foco também contou com a participação do Corpo de Bombeiros, que fiscalizou bares na cidade, tendo sido feita a interdição de seis estabelecimentos.

Prefeitura de Flores reforça ações de prevenção à AIDS no Dezembro Vermelho

A Prefeitura de Flores, através da Secretaria municipal de Saúde (SMS), tem desenvolvido, uma programação voltada para o mês dedicado à mobilização de prevenção ao vírus HIV, AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) – o Dezembro Vermelho. Adriano Vieira, Secretário de Saúde explica que durante todo o mês de dezembro, as ações de prevenção, […]

A Prefeitura de Flores, através da Secretaria municipal de Saúde (SMS), tem desenvolvido, uma programação voltada para o mês dedicado à mobilização de prevenção ao vírus HIV, AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis (IST) – o Dezembro Vermelho.

Adriano Vieira, Secretário de Saúde explica que durante todo o mês de dezembro, as ações de prevenção, diagnóstico e adesão ao tratamento do HIV serão intensificadas.

“As ações foram iniciadas logo no início deste mês, com ações em todos os postos de saúde do nosso município, e, neste trabalho estamos alertando a população para o cuidado com a prevenção, para a busca pelo teste rápido para HIV nas unidades de saúde”; disse completando:

“Também estaremos reforçando a importância da adesão ao tratamento para aqueles pacientes que têm o vírus HIV”, frisou.

O Dezembro Vermelho é uma mobilização nacional com o objetivo de alertar a população sobre a importância da prevenção e do tratamento precoce contra o HIV (Vírus de Imunodeficiência Humana), a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis.

Tadeu Alencar fecha agenda no Sertão visitando Bodocó, Moreilândia e Araripina

Depois de começar a agenda por Exu e Ouricuri, Sertão do Araripe no último final de semana, o deputado federal Tadeu Alencar (Podemos), fechou os dois últimos dias com visitas a três cidades: Bodocó, Moreilândia e Araripina. “Foram quatro dias intensos e de muita conversa, a reforçar laços e construindo ações que possam beneficiar as […]

Depois de começar a agenda por Exu e Ouricuri, Sertão do Araripe no último final de semana, o deputado federal Tadeu Alencar (Podemos), fechou os dois últimos dias com visitas a três cidades: Bodocó, Moreilândia e Araripina.

“Foram quatro dias intensos e de muita conversa, a reforçar laços e construindo ações que possam beneficiar as populações dessas cidades. Volto para o Recife renovado e pronto para seguir na caminhada. Seja no Sertão, no Recife ou em Brasília, representando esse povo generoso que me levou até lá. E o fez para defender os seus interesses”. comentou Tadeu.

Em Bodocó, Tadeu Alencar participou da Procissão de São José e da missa que encerrou o Novenário em homenagem ao Santo padroeiro do município. Tadeu esteve ao lado de vereadores, como Adalto, Pedro Pedrosa e Nílson de Anchieta, além de Secretários e de lideranças do seu grupo político e do Prefeito Otávio Pedrosa, que não esteve presente por estar acometido de Covid, mas com sintomas leves.

“Foi mais uma passagem importante por Bodocó, conversando com os amigos que fizemos ao longo desses anos em que representamos o município. Infelizmente não pudemos encontra o Prefeito Otávio, em razão da Covid, mas nos falamos por telefone e fui muito bem recebido por sua equipe. Também conversei por telefone com o amigo Danilo Rodrigues, ex-Prefeito, e que não estava na cidade por motivos profissionais. E visitei Klevinho Xavier, com quem trocamos impressões sobre as prioridades do Município. Sempre bom estar em Bodocó, cidade que é sempre rota da nossa atuação”.

Em Moreilândia, a agenda foi na residência do ex-Prefeito Eri Oliveira, que reuniu os vereadores Eliete Freitas e Zé Barros e diversas lideranças do município para uma conversa sobre a parceria, que também já dura desde 2014. Tadeu esteve ao lado do Deputado Estadual eleito e atual Secretário de Turismo de Pernambuco Rodrigo Novaes na visita.

“Tivemos uma agenda importante também em Moreilândia. Um encontro com lideranças que estão ao nosso lado e que seguirão caminhando com a gente para defender a população e no propósito de renovar o mandato na Câmara dos Deputados. O ex-Prefeito Eri, como líder do grupo, tem o nosso apoio nas ações que idealiza para melhorar a vida do povo de Moreilândia”.

Por fim, Tadeu esteve em Araripina para uma visita ao Hospital e Maternidade Santa Maria, gerido pelo Instituto Social Medianeiras da Paz, que tem a Irmã Fátima como uma das diretoras.

“O sonho realizado de Dom Campelo de ter uma maternidade e um hospital no sertão do Araripe vem sendo ampliado ao longo dos anos, com a implantação de diversos serviços, como hemodiálise, leitos de UTI, UTI neonatal, hemodinâmica e agora com o grande desafio de construir o hospital do câncer da região. Irmã Fátima é sinônimo de carinho, bondade, perseverança e, acima de tudo, de uma grande capacidade de trabalho que vem revolucionando o atendimento de saúde ao povo simples de toda a região. Seu lema, ‘atender o povo do Araripe no Araripe’, é uma provocação a todos nós, representantes da região, para unirmos forças em favor do nosso povo”.

Com uma forte atuação no Sertão do Araripe, Tadeu Alencar já destinou R$ 38 milhões de suas emendas parlamentares para a Região. Ampliando o recorte para todos os sertões, o número chega a R$ 57 milhões. Para Pernambuco, são mais R$ 150 milhões investidos, com ações e obras em todas as regiões e em todas as áreas.