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Vixe…Secretário Executivo de Cultura entrega cargo ao vivo

Por Nill Júnior
Na Onda César Tenório (de vermelho) estava tranquilo e não externou insatisfação. Foi a Cobra entrar na avenida e ele entregou o cargo ao vivo. Posição pode ser revista...
Na Onda César Tenório (de vermelho) estava tranquilo e não externou insatisfação. Foi a Cobra entrar na avenida e ele entregou o cargo ao vivo. Posição pode ser revista…

Chamou a atenção o desabafo do Secretário Executivo de Cultura, César Tenório, falando a veículos de imprensa como o Portal Pajeú Radioweb. Sem explicitar especificamente o motivo, César entregou o cargo em entrevista ao vivo à Pajeú e falando ao Portal.

Disse apenas que o motivo seria a insatisfação com a falta de reconhecimento da gestão. “Estou cansado de fazer e não ser reconhecido”, desabafou. A declaração foi feita esta tarde no bar de Diná, durante a concentração do bloco A Cobra Vai Subir.

Ninguém soube ao certo explicar se o pedido  era pra valer ou só um “exagero de carnaval”. Isso porque três horas e algumas cervejas antes do desabafo ele deu entrevista à própria Rádio Pajeú e não deu sinais de insatisfação.  Pelo o que o blog apurou, César não teria explicitado o pedido ao prefeito Patriota diretamente.

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Tabira: campanha de Nicinha confirma marqueteiro

Depois de semanas de conversações,  o prego foi batido e a ponta virada. Neto Spinelly será o marqueteiro, editor e locutor (estúdio) da campanha de Nicinha e Genedi em Tabira. Neto é a voz padrão do programa do Mução, da Rede TV de João Pessoa e várias emissoras de rádio no Brasil.O profissional costuma ser […]

FOTODINCADepois de semanas de conversações,  o prego foi batido e a ponta virada. Neto Spinelly será o marqueteiro, editor e locutor (estúdio) da campanha de Nicinha e Genedi em Tabira.

Neto é a voz padrão do programa do Mução, da Rede TV de João Pessoa e várias emissoras de rádio no Brasil.O profissional costuma ser bastante assediado no período e vai emprestar sua voz ao projeto do grupo do ex-prefeito Dinca Brandino.

Neto tem uma vasta experiência política e é conhecido por suas chamadas alegres e vibrantes, além do alto nível na produção do guia eleitoral, para todas as regiões do Estado.

No palanque de Sebastião Dias, o blog já havia antecipado a contratação do radialista e blogueiro Júnior Alves, do Blog Radar do Sertão e Cultura FM.

Carta de Temer a Dilma: “Sempre tive ciência da sua desconfiança em relação a mim”

Presidente nacional do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, enviou uma carta à presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (7) na qual apontou episódios que demonstrariam a “desconfiança” que o governo tem em relação a ele e ao PMDB. A mensagem, segundo a assessoria da Vice-Presidência, foi enviada em “caráter pessoal” à chefe do Executivo. […]

Presidente nacional do PMDB, o vice-presidente da República, Michel Temer, enviou uma carta à presidente Dilma Rousseff nesta segunda-feira (7) na qual apontou episódios que demonstrariam a “desconfiança” que o governo tem em relação a ele e ao PMDB.

A mensagem, segundo a assessoria da Vice-Presidência, foi enviada em “caráter pessoal” à chefe do Executivo. Ainda de acordo com assessores, “em face da confidencialidade” da correspondência, Temer “surpreendeu-se com sua divulgação”.

Leia abaixo a íntegra da carta obtida pela GloboNews:

São Paulo, 07 de Dezembro de 2.015.

Senhora Presidente,

“Verba volant, scripta manent”. (Palavras ditas voam. A escritas permanecem)

Por isso lhe escrevo. Muito a propósito do intenso noticiário destes últimos dias e de tudo que me chega aos ouvidos das conversas no Palácio.

Esta é uma carta pessoal. É um desabafo que já deveria ter feito há muito tempo.

Desde logo lhe digo que não é preciso alardear publicamente a necessidade da minha lealdade. Tenho-a revelado ao longo destes cinco anos.

Lealdade institucional pautada pelo art. 79 da Constituição Federal. Sei quais são as funções do Vice. À minha natural discrição conectei aquela derivada daquele dispositivo constitucional.

Entretanto, sempre tive ciência da absoluta desconfiança da senhora e do seu entorno em relação a mim e ao PMDB. Desconfiança incompatível com o que fizemos para manter o apoio pessoal e partidário ao seu governo.

Basta ressaltar que na última convenção apenas 59,9% votaram pela aliança. E só o fizeram, ouso registrar, por que era eu o candidato à reeleição à Vice.

Tenho mantido a unidade do PMDB apoiando seu governo usando o prestígio político que tenho advindo da credibilidade e do respeito que granjeei no partido. Isso tudo não gerou confiança em mim, Gera desconfiança e menosprezo do governo.

Vamos aos fatos. Exemplifico alguns deles.

1. Passei os quatro primeiros anos de governo como vice decorativo. A Senhora sabe disso. Perdi todo protagonismo político que tivera no passado e que poderia ter sido usado pelo governo. Só era chamado para resolver as votações do PMDB e as crises políticas.

2. Jamais eu ou o PMDB fomos chamados para discutir formulações econômicas ou políticas do país; éramos meros acessórios, secundários, subsidiários.

3. A senhora, no segundo mandato, à última hora, não renovou o Ministério da Aviação Civil onde o Moreira Franco fez belíssimo trabalho elogiado durante a Copa do Mundo. Sabia que ele era uma indicação minha. Quis, portanto, desvalorizar-me. Cheguei a registrar este fato no dia seguinte, ao telefone.

4. No episódio Eliseu Padilha, mais recente, ele deixou o Ministério em razão de muitas “desfeitas”, culminando com o que o governo fez a ele, Ministro, retirando sem nenhum aviso prévio, nome com perfil técnico que ele, Ministro da área, indicara para a ANAC. Alardeou-se a) que fora retaliação a mim; b) que ele saiu porque faz parte de uma suposta “conspiração”.

5. Quando a senhora fez um apelo para que eu assumisse a coordenação política, no momento em que o governo estava muito desprestigiado, atendi e fizemos, eu e o Padilha, aprovar o ajuste fiscal. Tema difícil porque dizia respeito aos trabalhadores e aos empresários. Não titubeamos. Estava em jogo o país. Quando se aprovou o ajuste, nada mais do que fazíamos tinha sequência no governo. Os acordos assumidos no Parlamento não foram cumpridos. Realizamos mais de 60 reuniões de lideres e bancadas ao longo do tempo solicitando apoio com a nossa credibilidade. Fomos obrigados a deixar aquela coordenação.

6. De qualquer forma, sou Presidente do PMDB e a senhora resolveu ignorar-me chamando o líder Picciani e seu pai para fazer um acordo sem nenhuma comunicação ao seu Vice e Presidente do Partido. Os dois ministros, sabe a senhora, foram nomeados por ele. E a senhora não teve a menor preocupação em eliminar do governo o Deputado Edinho Araújo, deputado de São Paulo e a mim ligado.

7. Democrata que sou, converso, sim, senhora Presidente, com a oposição. Sempre o fiz, pelos 24 anos que passei no Parlamento. Aliás, a primeira medida provisória do ajuste foi aprovada graças aos 8 (oito) votos do DEM, 6 (seis) do PSB e 3 do PV, recordando que foi aprovado por apenas 22 votos. Sou criticado por isso, numa visão equivocada do nosso sistema. E não foi sem razão que em duas oportunidades ressaltei que deveríamos reunificar o país. O Palácio resolveu difundir e criticar.

8. Recordo, ainda, que a senhora, na posse, manteve reunião de duas horas com o Vice Presidente Joe Biden – com quem construí boa amizade – sem convidar-me o que gerou em seus assessores a pergunta: o que é que houve que numa reunião com o Vice Presidente dos Estados Unidos, o do Brasil não se faz presente? Antes, no episódio da “espionagem” americana, quando as conversar começaram a ser retomadas, a senhora mandava o Ministro da Justiça, para conversar com o Vice Presidente dos Estados Unidos. Tudo isso tem significado absoluta falta de confiança;

9. Mais recentemente, conversa nossa (das duas maiores autoridades do país) foi divulgada e de maneira inverídica sem nenhuma conexão com o teor da conversa.

10. Até o programa “Uma Ponte para o Futuro”, aplaudido pela sociedade, cujas propostas poderiam ser utilizadas para recuperar a economia e resgatar a confiança foi tido como manobra desleal.

11. PMDB tem ciência de que o governo busca promover a sua divisão, o que já tentou no passado, sem sucesso. A senhora sabe que, como Presidente do PMDB, devo manter cauteloso silencio com o objetivo de procurar o que sempre fiz: a unidade partidária.

Passados estes momentos críticos, tenho certeza de que o País terá tranquilidade para crescer e consolidar as conquistas sociais.

Finalmente, sei que a senhora não tem confiança em mim e no PMDB, hoje, e não terá amanhã. Lamento, mas esta é a minha convicção.

Respeitosamente,

\ L TEMER

A Sua Excelência a Senhora

Doutora DILMA ROUSSEFF

DO. Presidente da República do Brasil

Palácio do Planalto

Campanha do Agasalho: Mais de mil peças foram doadas na primeira etapa de distribuição em Petrolina

A primeira etapa de distribuição da Campanha do Agasalho 2020 entregou mais de mil peças para pessoas em situação de rua, famílias em vulnerabilidade social e casas de acolhimento em Petrolina. A iniciativa é promovida pelo  Transforma Petrolina, em parceria com a secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDESDH) e a Organização Não Governamental […]

A primeira etapa de distribuição da Campanha do Agasalho 2020 entregou mais de mil peças para pessoas em situação de rua, famílias em vulnerabilidade social e casas de acolhimento em Petrolina. A iniciativa é promovida pelo  Transforma Petrolina, em parceria com a secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos (SEDESDH) e a Organização Não Governamental Águas para Irmãos com Sede.

A entrega dessa etapa começou em julho e terminou nesta quinta-feira (6), atendendo mais de 400 pessoas na cidade e no interior. As famílias das comunidades Cruz de Salina, das invasões Dilma, Vila Marcela, João de Deus e assistidas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e Centros de Referência Especializada de Assistência Social (CREAS) receberam roupas infantis e de adulto, agasalhos, cobertores e máscaras de tecido.

A arrecadação para a 4ª edição da Campanha do Agasalho vai até o dia 15 de agosto. Os pontos de coleta são na sede do Transforma Petrolina, no Parque Municipal Josepha Coelho; na SEDESDH, endereçada na Rua Santa Cecília nº 35; na Agência do Empreendedor, na Rua Castro Alve, nº 55, ambas no Centro; e na frente do Big Bompreço, no River Shopping.

Sertanejo aprovado para cursar Direito na USP

O estudante petrolinense João Henrique de Souza Coelho, de 18 anos, foi um dos 392 aprovados na FUVEST para cursar Direito na Universidade de São Paulo (USP), a mais conceituada instituição de ensino da América Latina. Aluno do colégio Plenus, ele conta que para alcançar seu objetivo praticamente “morou na escola”. Aprovado no segundo curso […]

O estudante petrolinense João Henrique de Souza Coelho, de 18 anos, foi um dos 392 aprovados na FUVEST para cursar Direito na Universidade de São Paulo (USP), a mais conceituada instituição de ensino da América Latina. Aluno do colégio Plenus, ele conta que para alcançar seu objetivo praticamente “morou na escola”.

Aprovado no segundo curso mais concorrido da universidade paulista, atrás apenas de Medicina, João Henrique alcançou 658,2 pontos na média geral absoluta e 82 em redação. O que lhe reservou o 194º lugar entre os novos calouros. “Passar em Direito na USP foi meu único alvo, então me dediquei bastante. Em 2017, quando estava me preparando, participei de vários simulados do Plenus, das bancadas de redação, das provas semanais. Eu passava o dia na sala de estudos do colégio”, relata.

Tendo superado a concorrência de 10.742 vestibulandos só em Direito, o rapaz afirma que seu objetivo é a USP porque é a universidade com maior peso no país. “Ela está no topo das qualificações, nível educacional e é a mais procurada. É uma faculdade tradicional e que tem uma das melhores avaliações de mercado do Brasil, então por mais que eu passasse em outras, meu objetivo era ela”, explica João Henrique, que também foi aprovado em instituições como UNIVASF, UFPE e UFPR, através do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).

O jovem sempre teve facilidade nas áreas de Português, Literatura, Redação e Matemática. Mas, segundo ele, as ciências exatas da FUVEST tiveram um alto nível de dificuldade. “As questões do vestibular da USP foram mais difíceis que as demais que respondi no ENEM, por exemplo, o que me fez prestar mais atenção aos enunciados”, comenta.

De acordo com o aluno, a “bagagem acadêmica” que adquiriu na escola em 2017 foi determinante para seu êxito. “Cara, a qualidade educacional dos professores do Plenus por si só já é muito relevante. Mas, para além disso, recebíamos todo apoio necessário, tínhamos educadores sempre disponíveis seja no colégio ou em aplicativos. Tudo isso me fez sentir mais confiante”.

Para a Diretora Pedagógica do Plenus, Sílvia Santos, a aprovação de João Henrique na USP é o coroamento da proposta educacional do colégio. “Sempre buscamos dar todo apoio e estrutura aos nossos alunos, para que eles possam alcançar seus objetivos. O Plenus não brinca com sonhos. Aqui, nós acreditamos que cada ação bem realizada, com foco no futuro de nossos estudantes, produzirá excelentes resultados”, salientou.

Em números parciais, a gestora ressalta que até agora o colégio já conseguiu uma grande aprovação nas principais universidades do Vale do São Francisco e do país, com vários alunos tendo alcançado as primeiras colocações em cursos como Medicina, Direito, Engenharia, Ciências da Computação, dentre outros. “Para nós isso é motivo de comemoração, uma vez que reforça nosso comprometimento e nos consolida de vez como a melhor escola de Petrolina e a 19ª de Pernambuco”, conclui.

Modelo do debate gerou apreensão, mas ao final, escaparam todos

Se em relação à pergunta sobre quem ganhou o debate cada um age como em uma torcida organizada, há uma unanimidade em relação ao formato inovador da Band, com uma hora de confronto direto entre os candidatos. Se o nível não foi dos melhores, culpa da polarização, o encontro gerou imagens e aquele clima de […]

Se em relação à pergunta sobre quem ganhou o debate cada um age como em uma torcida organizada, há uma unanimidade em relação ao formato inovador da Band, com uma hora de confronto direto entre os candidatos.

Se o nível não foi dos melhores, culpa da polarização, o encontro gerou imagens e aquele clima de “o que vai acontecer”. Havia receio de como eles se comportariam andando livremente pelo estúdio.

Um dos medos era de que eles se estranhassem. Mas não ocorreu. O momento em que Jair Bolsonaro (PL) tocou em Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate provocou risos entre os aliados dos dois candidatos presente na sala ao lado onde acontece o embate.

A interação ocorreu quando Lula respondia sobre os questionamentos sobre a corrupção na Petrobras e atacou o legado da Lava Jato no setor.

Para evitar as confusões como no 1º turno, quando Ricardo Salles e André Janones se exaltaram e precisaram ser contidos, a emissora colocou grades para separar os aliados de Bolsonaro e Lula. A estratégia deu certo.