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VIII Simpósio de História AESA-CESA celebra os 200 anos da Confederação do Equador

Por André Luis

Entre os dias 22 e 25 de abril de 2024, o Departamento de História da AESA-CESA promoveu o VIII Simpósio de História, cujo tema central foi “Memórias da Resistência: 200 anos da Confederação do Equador”. O evento marcou o início das celebrações e debates em torno desse importante movimento histórico, que completou dois séculos de existência no Estado.

O Simpósio reuniu renomados especialistas nacionais e internacionais na temática, proporcionando quatro dias intensos de reflexão, aprendizado e troca de experiências. Além de palestras e mesas de debates, o evento também incluiu conferências, apresentação de trabalhos e lançamentos de livros, enriquecendo ainda mais o debate sobre a Confederação do Equador.

O apoio de diversas entidades foi fundamental para o sucesso do evento, destacando-se a Secretaria de Educação de Arcoverde, a GRE do Vale do Ipanema-Moxotó, o SINTEPE, o Posto Cruzeiro e o SESC-Arcoverde. Além disso, a AESA e a direção do CESA, juntamente com estudantes e professores do departamento de História, desempenharam papéis essenciais na organização e realização do Simpósio.

O VIII Simpósio de História AESA-CESA não apenas contribuiu para a disseminação do conhecimento histórico, mas também fortaleceu os laços entre a academia, a comunidade e as entidades parceiras, promovendo uma reflexão profunda sobre a importância da memória e da resistência no contexto histórico do Brasil.

Outras Notícias

Saiba quem é Ivan Monteiro, o novo presidente da Petrobras

Diretor financeiro é consenso para substituição Por Nicola Pamplona / Folha de São Paulo A escolha de Ivan Monteiro para comandar a Petrobras indica que o governo tem percepção de que precisa manter na estatal um nome com apoio do mercado financeiro. Monteiro esteve à frente de ajuste das finanças da companhia após a crise […]

O novo presidente da Petrobras, Ivan Monteiro. Foto: Alan Santos/PR/Folhapress

Diretor financeiro é consenso para substituição

Por Nicola Pamplona / Folha de São Paulo

A escolha de Ivan Monteiro para comandar a Petrobras indica que o governo tem percepção de que precisa manter na estatal um nome com apoio do mercado financeiro. Monteiro esteve à frente de ajuste das finanças da companhia após a crise gerada pelo esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato.

A Folha apurou que a indicação foi bem recebida na estatal, por ser sinal de continuidade das políticas em curso. Pelo mesmo motivo, foi criticada por sindicatos que pediam a cabeça de Pedro Parente.

Monteiro foi levado à Petrobras ainda na gestão Dilma Rousseff por Aldemir Bendine, ex-presidente da estatal e do Banco do Brasil condenado em janeiro pelo juiz Sergio Moro por corrupção.

Engenheiro eletrônico, ele fez carreira no Banco do Brasil, onde se tornou o braço direito de Bendine. Na Petrobras, chegou a ser apontado internamento como o principal gestor da companhia, enquanto seu chefe era criticado por passar poucos dias da semana na sede da empresa.

Quando Monteiro chegou na diretoria financeira da Petrobras, em fevereiro de 2015, a empresa ainda enfrentava dificuldades para fechar o balanço de 2014 por resistência dos auditores independentes em aprovar fórmula de cálculo das perdas com a corrupção.

Ele é apontado por analistas como o principal responsável por tirar a Petrobras da encruzilhada em que a empresa estava no início de 2015, correndo o risco de sofrer resgate antecipado de dívidas por falhar em cumprir prazos legais para a entrega de documentos financeiros.

Sob seu comando, a companhia iniciou um programa de gestão de dívidas, empurrando para meados dos anos 2020 parte do excessivo volume de vencimentos, cuja concentração no final desta década chegou a levantar boatos de necessidade de aporte de recursos para evitar a falência.

Além disso, promoveu grandes baixas contábeis em valores de ativos da estatal, considerando o cenário de preços de petróleo mais baixos e revertendo avaliações exageradas feitas quando os processos foram aprovados em gestões petistas.

Ainda com Bendine, deu início ao primeiro grande plano de venda de ativos da estatal, com a meta de vender US$ 15,1 bilhões entre 2016 e 2018 – o resultado final foi um pouco menor, US$ 13,6 bilhões.

Com a chegada de Parente, foi convidado a permanecer no cargo, assim como boa parte da diretoria montada por Bendine. Apesar da condenação do ex-chefe, não tem contra si nenhuma acusação de crimes nem na Petrobras nem no BB.

Para os sindicatos de petroleiros, porém, o nome representa continuidade com o que chamam de “desmonte da Petrobras”. “Eles não iriam indicar alguém que não tivesse o mesmo pensamento do que o Pedro Parente. Acho que a política [de venda de ativos] se mantém”, comentou José Maria Rangel, coordenador da Federação Única dos Petroleiros.

Prefeitura de Itapetim paga funcionalismo público municipal

O prefeito Adelmo Moura anunciou que nesta terça-feira (31) será realizado o pagamento do salário do mês de julho dos funcionários públicos municipais. O pagamento será transferido ainda nesta segunda-feira (30). “Nosso maior compromisso é não atrasar salário e valorizar o trabalho de todos os nossos funcionários. Seguimos com todos os salários de 2018 sendo […]

O prefeito Adelmo Moura anunciou que nesta terça-feira (31) será realizado o pagamento do salário do mês de julho dos funcionários públicos municipais. O pagamento será transferido ainda nesta segunda-feira (30).

“Nosso maior compromisso é não atrasar salário e valorizar o trabalho de todos os nossos funcionários. Seguimos com todos os salários de 2018 sendo pagos em dia”, disse Adelmo.

O prefeito se reuniu com a equipe de Finanças para anunciar que as seguintes secretarias receberão nesta terça-feira: Educação, Saúde, Cultura, Infraestrutura, Administração e Finanças, Ação Social e Gabinete, além de inativos e pensionistas.

Segue indefinido o nome do substituto de Alan Dias na saúde em Tabira

Por Anchieta Santos Que o filho do prefeito Sebastião Dias (PTB) deixará a Secretaria de Saúde no segundo governo que começa dia 1º de janeiro não é mais novidade. O próprio gestor deu a notícia em sua primeira entrevista depois de eleito ao Programa Cidade Alerta da Cidade FM de Tabira. A dúvida está no substituto. […]

dsc_2440-600x390Por Anchieta Santos

Que o filho do prefeito Sebastião Dias (PTB) deixará a Secretaria de Saúde no segundo governo que começa dia 1º de janeiro não é mais novidade.

O próprio gestor deu a notícia em sua primeira entrevista depois de eleito ao Programa Cidade Alerta da Cidade FM de Tabira.

A dúvida está no substituto. O primeiro nome lembrado foi da Diretora do Hospital Municipal Maria José, a Zeza.

Ontem o Blog Radar do Sertão anunciou que o vereador Marcílio Pires, com a experiência de quem administrou o Hospital Regional de Afogados da Ingazeira estaria no páreo, como forte candidato.

Outra informação que chega à produção do Rádio Vivo é de que o Prefeito Sebastião Dias entregaria a pasta da Saúde ao ex-prefeito Rosalvo Sampaio, o Mano, para este fazer a indicação de alguém ligado ao seu grupo político.

À CPI da Petrobras, Vaccari diz que todas as doações ao PT são legais

Em depoimento à CPI da Petrobras, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, reafirmou nesta quinta-feira (9) que todas as doações recebidas pelo partido são legais, feitas por meio de transações bancárias e mediante entregue de recibo. Na sessão tumultuada, na qual ratos foram soltos no plenário, o dirigente petista destacou que todas as doações […]

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Em depoimento à CPI da Petrobras, o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, reafirmou nesta quinta-feira (9) que todas as doações recebidas pelo partido são legais, feitas por meio de transações bancárias e mediante entregue de recibo. Na sessão tumultuada, na qual ratos foram soltos no plenário, o dirigente petista destacou que todas as doações ao PT são declaradas à Justiça Eleitoral.

“Todas doações são feitas por meio de transações bancárias, estão dentro da legislação vigente e são declaradas à Justiça eleitoral”, declarou o tesoureiro aos integrantes da CPI.

O nome de Vaccari apareceu na delação premiada do ex-gerente da Petrobras Pedro Barusco, um dos delatores do esquema investigado pela operação Lava Jato. Segundo o executivo da estatal, o dirigente petista recebia propina de empresas que firmavam contratos irregulares com a Petrobras.

O doleiro Alberto Youssef, outro dos delatores do esquema, disse contou às autoridades que Vaccari recebia a fatia da propina destinada ao PT. Desde que surgiram as denúncias, o tesoureiro nega participação no esquema.

Antes de responder às perguntas dos parlamentares, Vaccari fez uma apresentação no telão em que mostrou reportagens publicadas pela imprensa que mostram que doações feitas pelas empresas investigadas na Operação Lava Jato também abasteceram os caixas de outras legendas. “A forma de arrecadação entre os partidos se mantém”, disse.

Relação com acusados: Vaccari Neto foi perguntado pelo relator da CPI sobre a relação que mantinha com outros acusados de envolvimento no esquema de corrupção que atuava na Petrobras, entre os quais os ex-diretores da estatal Paulo Roberto Costa (Refino e Abastecimento) e Renato Duque (Serviços). Ele admitiu conhecer os dois ex-dirigentes da petroleira, mas negou que tenha tratado sobre financiamento de campanha com eles. Costa e Duque também são réus da Operação Lava Jato.

“Nunca discuti qualquer tipo de assunto financeiro do PT com o senhor Paulo Roberto Costa [ex-diretor de Abastecimento]. Estive com ele uma vez, em jantar, por volta de 2010. Desde então nunca mais tive qualquer contato”, disse.

Sobre Renato Duque, Vaccari afirmou que conhecia o ex-diretor de Serviços, mas assegurou que não falavam sobre doações quando se encontravam. “Nunca discuti com Renato Duque qualquer assunto que envolvesse finanças do PT. Sempre soube dos limites nas relações com as empresas públicas, que são vedadas de fazer doações.”

O petista também negou ter tratado de contribuições a campanhas com o doleiro Alberto Youssef. Em depoimento ao Ministério Público Federal, o doleiro afirmou que entregou dinheiro de propina da Petrobras a Vaccari, para que ele abastecesse o caixa do PT.

“Conheci Youssef casualmente há muitos anos atrás. Não tenho relacionamento com ele e nunca tratei de assuntos financeiros do PT”, disse o tesoureiro. (G1)

Para Humberto, reeleição de Dilma abrirá novo ciclo histórico no Brasil

O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), declarou nesta quarta-feira (25), em discurso na tribuna, que as conquistas alcançadas nos últimos 12 anos no país serão ampliadas com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Para o parlamentar, um novo ciclo histórico será implementado na nova gestão de Dilma. No último sábado, centenas de […]

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O líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE), declarou nesta quarta-feira (25), em discurso na tribuna, que as conquistas alcançadas nos últimos 12 anos no país serão ampliadas com a reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Para o parlamentar, um novo ciclo histórico será implementado na nova gestão de Dilma. No último sábado, centenas de delegados do PT oficializaram a candidatura da presidenta durante o encontro nacional do partido em Brasília.

O segundo mandato de Dilma será pautado em quatro grandes eixos previstos no chamado Plano de Transformação Nacional (PTN): as reformas urbana, dos serviços públicos, federativa e política. “Estou convicto que a realização dessas reformas absolutamente essenciais ao país garantirá a entrada do Brasil em uma nova e importante fase da sua história. Já avançamos muito ao longo desses últimos 12 anos e não podemos deixar o Brasil parar: precisamos avançar ainda mais”, afirmou Humberto.

De acordo com o senador, o governo dará prioridade a empreendimentos que melhorem a vida dos brasileiros nas cidades, com novas obras em aeroportos, metrôs, corredores exclusivos de ônibus, de BRTs, de VLTs, e em empreendimentos de saneamento básico. Além disso, os serviços públicos nas áreas de saúde, educação e segurança darão um imenso salto de qualidade.

No campo federativo, Humberto crê que as atribuições dos entes federados precisam, urgentemente, serem redefinidas, com menos centralismo e mais reforço ao papel dos municípios. Ele também avalia que um plebiscito deve convocar uma Assembleia Nacional Constituinte exclusiva para a população expressar a sua opinião direta sobre a reforma política que deseja.

No discurso, o senador ressaltou ainda diversos avanços econômicos e sociais durante os governos do PT, como a multiplicação do PIB por quatro, o controle da inflação e a geração de mais de 25 milhões de empregos com carteira assinada. O senador também citou programas fundamentais para o desenvolvimento do país, como o Pronatec, o Mais Médicos, o Bolsa Família e o Minha Casa Minha Vida, que, somente nos últimos cinco anos, chegou a 3,4 milhões de imóveis distribuídos em todo o território nacional.