Vice-prefeito de Serra Talhada tem WhatsApp hackeado
Por André Luis
Por André Luis
O vice-prefeito de Serra Talhada, Márcio Oliveira, usou as suas redes sociais para informar que o seu WhatsApp foi hackeado.
Em agosto de 2021, Márcio foi surpreendido pelo surgimento de mensagens enviadas para algumas lojas do Centro da cidade, e até para alguns amigos, onde seu nome foi utilizado para fazer compras.
Em um dos golpes, os bandidos chegaram a lucrar cerca de R$ 2 mil. Numa das operações, a bandidagem chegou a enviar mensagens para a loja, via WhatSapp, perguntando o valor de um determinado produto, fazendo a compra online, informando que depois o dinheiro seria repassado via pix. Desta vez é diferente, visto que em agosto o número utilizado não era o do vice-prefeito.
Márcio alerta para que caso alguém entre em contato pedindo transferência ou depósito de valores, que não façam.
Outros políticos da região já passaram por situação semelhante, como o ex-vereador e ex-candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira, Zé Negão; o presidente da Amupe, José Patriota; o prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira, o prefeito de Belmonte, Romonilson Mariano, o deputado Rogério Leão, e até o Ministério Público teve que alertar sobre golpistas que estavam se passando por promotores de Justiça, pedindo dinheiro através de transferências por PIX.
O Governo Municipal de Itapetim implantou e já está em funcionamento o serviço de vídeo monitoramento. O sistema conta com mais de 40 câmeras de alta definição instaladas em pontos estratégicos na sede e nos distritos de Piedade e São Vicente. A ação tem como objetivo proporcionar mais segurança e tranquilidade à população, além de […]
O Governo Municipal de Itapetim implantou e já está em funcionamento o serviço de vídeo monitoramento. O sistema conta com mais de 40 câmeras de alta definição instaladas em pontos estratégicos na sede e nos distritos de Piedade e São Vicente.
A ação tem como objetivo proporcionar mais segurança e tranquilidade à população, além de auxiliar as polícias Militar e Civil no combate à criminalidade.
“De forma inesperada recebemos ontem esta triste notícia da morte do Ex governador de Pernambuco e candidato a presidente Eduardo Campos, de imediato cancelamos todas as atividades de campanha em sinal de respeito à sua família, amigos, correligionários e a sua história política ligada a nossa região do Pajeú e ao estado de Pernambuco. Não existe […]
“De forma inesperada recebemos ontem esta triste notícia da morte do Ex governador de Pernambuco e candidato a presidente Eduardo Campos, de imediato cancelamos todas as atividades de campanha em sinal de respeito à sua família, amigos, correligionários e a sua história política ligada a nossa região do Pajeú e ao estado de Pernambuco.
Não existe morte para quem amou e defendeu a vida, tudo é plantação na grande roça do reino de Deus”. Desta forma deixamos nossos sentimento de pesar para os pernambucanos e principalmente para seus filhos, esposa, mãe e toda sua família”.
Do PT de Afogados, da União Pelo Povo, dos vereadores Zé Negão, Renon de Ninô, Antonieta, Pedro Raimundo, Vicentinho, Cícero Miguel, Augusto Martins e militância.
Da Ascom/Prefeitura de Tuparetama Com recorde de público durante os três dias de festas, o São Pedro de Tuparetama se firmou como o maior evento junino do Pajeú. Na quinta-feira (4), depois do sucesso do show de Avine Vinny que abriu os festejos no Pátio Prefeito João Tunú, a sexta-feira (5) foi a vez do […]
Com recorde de público durante os três dias de festas, o São Pedro de Tuparetama se firmou como o maior evento junino do Pajeú. Na quinta-feira (4), depois do sucesso do show de Avine Vinny que abriu os festejos no Pátio Prefeito João Tunú, a sexta-feira (5) foi a vez do público dançar ao som da banda Pinga Fogo, Novinho da Paraíba e a grande atração da noite, o trio Fulô de Mandacaru, que fez do pátio um grande arrasta pé.
Finalizando o evento no sábado (6), o grupo Rimas em Canto, formado por jovens da cidade, encerrou a programação do Beco do Forró, polo cultural que durante seis noites apresentou o melhor da cultura regional. Já no palco principal, a abertura da noite ficou por conta do tuparetamense Galego do Pajéu e encerrando o último dia os cantores Luan Douglas e Batista Lima levantaram o público com sucessos do forró atual e das antigas.
Para o prefeito Sávio Torres, a festa chegou ao fim consolidando de vez a grandiosidade do São Pedro de Tuparetama. “Fizemos um dos maiores eventos do calendário festivo do Sertão do Pajeú. Além de uma programação com artistas locais e de projeção nacional, tivemos um impacto positivo na economia local, com aumento de vendas no comércio e pousadas lotadas.”, afirmou o gestor.
O charme do evento ficou por conta do Beco do Forró, promovido pela Secretaria de Cultura, responsável também pela produção de todo o evento. O polo cultural foi incluído na programação festiva, funcionando do dia 27 de junho ao dia 5 de julho. O local se tornou um polo de preservação das tradições culturais sertanejas com o objetivo de promover o autêntico forró pé de serra e as manifestações artísticas da terra.
Cidade ganha novas praças e requalificação da Unidade hospitalar
A sexta-feira (5) também foi marcada pela entrega de novos espaços públicos. O prefeito Sávio Torres esteve acompanhado do deputados Ricardo Teobaldo (federal) e Clodoaldo Magalhães (estadual), que cumpriram agenda com visita ao canteiro de obras da nova escola municipal localizada ao lado do ginásio de esportes.
Em seguida a comitiva formada por políticos, secretariado municipal e população, seguiram até a Unidade Mista de Saúde Severino Souto de Siqueira, onde aconteceu o descerramento da placa de inauguração da reforma e ampliação. Com um novo estacionamento, rampas de acessibilidade, bancos e nova iluminação, a unidade hospitalar passou por uma reforma interna e externa.
Em seguida, foi a vez de inaugurar a Praça Anchieta Mendes, localizada na Vila Bom Jesus. O equipamento público conta com academia ao ar livre, áreas de convivência e quiosques. A obra foi iniciada com recursos do Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento Municipal- FEM e concluída com recursos próprios.
Por último, a comitiva encerrou o ciclo de inaugurações na Praça Alonso Rodrigues, localizada no início da passarela que liga o centro a Vila Bom Jesus. O local recebeu o letreiro turístico com o nome da cidade e será ponto de parada na Princesinha do Pajeú.
A ação é executada pela Casa da Mulher do Nordeste, através da ASA, e faz parte do Projeto Agrobiodiversidade do Semiárido, que integra o Programa de Apoio à Inovação Social e ao Desenvolvimento Territorial Sustentável (InovaSocial) – Embrapa/BNDES O ano já começou com um olhar mais cuidadoso para o bem mais precioso da humanidade, as […]
A ação é executada pela Casa da Mulher do Nordeste, através da ASA, e faz parte do Projeto Agrobiodiversidade do Semiárido, que integra o Programa de Apoio à Inovação Social e ao Desenvolvimento Territorial Sustentável (InovaSocial) – Embrapa/BNDES
O ano já começou com um olhar mais cuidadoso para o bem mais precioso da humanidade, as sementes crioulas que habitam os municípios do Sertão do Pajeú. A equipe técnica da Casa da Mulher do Nordeste foi a campo, seguindo todos os protocolos de segurança na prevenção ao COVID-19, para realizar testes de transgenia de uma amostragem dos Bancos de Sementes.
Dos 100 testes disponíveis pelo Projeto Agrobiodiversidade do Semiárido, 80 já foram realizados para verificar se as sementes crioulas foram contaminadas pelas proteínas transgênicas, como a Vip3A; mCry3A; CP4 EPSPS; Cry1A; LL.
Os testes de transgenia são importantes para manter vivas as sementes crioulas que foram selecionadas por décadas, passadas de geração em geração e seguem até hoje preservadas por famílias de agricultoras/es, guardiã e guardiões ou bancos de sementes.
Considerando que as sementes crioulas são, variedades desenvolvidas, adaptadas ou produzidas por agricultoras/es familiares ou camponeses, assentados da reforma agrária, quilombolas ou indígenas, com características bem determinadas e reconhecidas pelas respectivas comunidades.
De maneira geral, a semente é a primeira etapa da cadeia alimentar. Por meio de sementes é que se tem origem de praticamente de todos os alimentos (arroz, feijão, milho, hortaliças etc.).
Em meio a pandemia, foi um fator determinante para a soberania e segurança alimentar de milhares de famílias na convivência com o semiárido.
Para a agricultora Lucineide Cordeiro, da comunidade de Lage dos Gatos, de Afogados da Ingazeira, receber o resultado do teste é quase igual à notícia de ser mãe, por causa do tamanho da felicidade.
“Há 3 anos que eu venho plantando sementes de milho dente de burra crioulo. E quando fui chamada pela CMN para fazer o teste foi de grande felicidade. Para mim, parece com o teste de gravidez de tanta ansiedade e expectativa de que dê tudo certo. Parece que o coração vai sair pela boca. E quando vi o resultado, quando só subiu uma fita rosa, eu gritei de alegria”, contou.
“Sei o quanto é difícil manter o roçado sem contaminação. Eu sempre tento deixar a proteção de barreira, ao lado do roçado, de um lado tem uma mata da caatinga, e ao redor da cerca eu deixo com mata para não ter cruzamento. Sabemos que os pássaros e as abelhas são polinizadores, mas o meu não estava. Essas sementes eu adquiri em um intercâmbio, e hoje reproduzo e agora posso estar passando para outras famílias que queiram continuar essa tradição”, emendou.
O Brasil é ainda berço de várias espécies cultivadas ou apresenta regiões com alta variabilidade genética das populações crioulas ainda em cultivo, situação que requer muita cautela. Como avaliar adequadamente este tipo de risco é sem dúvida um grande desafio.
“Este desafio tem causado a população do campo receio por um eventual avanço do cultivo de transgênicos leve a uma multiplicação dos danos provocados por esse tipo de plantação, como a diminuição da variedade de alimentos. E, infelizmente, tem se mostrado uma realidade na região do Pajeú. Mesmo com os esforços de Organizações Não Governamentais, como a Casa da Mulher do Nordeste e de guardiãs e guardiões de sementes, os testes têm mostrado que a contaminação por transgênicos, tem crescido de maneira expressiva. Por isso os testes são tão importantes, identificando rapidamente, é possível orientar as famílias a adotarem medidas mais rígidas, como o distanciamento de plantios dos vizinhos (sementes transgênicas), além de cerca viva e bordaduras, com outras plantas (a exemplo do girassol), como forma de mitigar a possibilidade de mais contaminação”, contou Sara Rufino, assessora técnica da Casa da Mulher do Nordeste.
Para a agricultora Maria de Lourdes Nascimento, da comunidade do Sítio Retiro, de São José do Egito, foi uma surpresa ter seu milho contaminado por proteína transgênica.
“Nós ficamos bem surpresos. Porque sabemos o que estamos plantando, que são sementes crioulas que vem de anos de geração, da junção de duas famílias. Ainda é difícil para as pessoas entenderem que a semente crioula é de qualidade. Acreditamos que veio do vizinho, vemos e sabemos que eles plantam sementes transgênicas. Então acabou contaminando o nosso roçado”, relatou.
“Recebemos várias dicas da assessoria de fazer uma cerca viva, e esse ano vamos fazer uma com girassol, gergelim e feijão guandu. Mesmo que ao redor já tenha árvores, nós somos apicultores, e ao lado do roçado ficam as colmeias. É claro que a abelha vai para o roçado do vizinho que é próximo, e com a polarização vai contaminando”, relatou a agricultora”, concluiu a agricultora.
A agricultura familiar tem uma missão e uma virtude muito grande em manter a disponibilidade e a continuidade das sementes crioulas. Além da preservação deste tipo de material, a possibilidade de não depender de nenhuma empresa ou país, é fundamental para garantir a segurança e soberania alimentar dos povos.
As sementes crioulas por serem adaptadas aos locais, são mais resistentes e menos dependentes de insumos externos.
Apresentam também uma garantia de diversidade de alimentos e contribuem com a biodiversidade dentro dos sistemas de produção. Garantir a biodiversidade é assegurar a sustentabilidade dos sistemas naturais (ecossistemas) e dos sistemas cultivados (agroecossistemas). É garantir a vida.
Sobre o Projeto Agrobiodiversidade no Semiárido – é uma ação em rede, que está sendo desenvolvida simultaneamente em sete territórios em cinco estados do Nordeste – Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Piauí. Com ações de valorização do material genético, execução de estratégias de conservação e multiplicação destas sementes e também com intenção de influenciar políticas públicas.
Quatro dias depois de ter vindo a público a informação de que uma funcionária vinha alertando a atual presidente da Petrobras, Graça Foster, há cinco anos, sobre desvios, e que se omitiu diante das denúncias, a empresa decidiu negar que tais comunicações de fraude tivessem sido feitas antes de 20 de novembro deste ano, quando […]
Quatro dias depois de ter vindo a público a informação de que uma funcionária vinha alertando a atual presidente da Petrobras, Graça Foster, há cinco anos, sobre desvios, e que se omitiu diante das denúncias, a empresa decidiu negar que tais comunicações de fraude tivessem sido feitas antes de 20 de novembro deste ano, quando a empregada perdeu o cargo de gerente.
O novo comunicado, enviado na madrugada desta terça-feira (16), é o terceiro que a Petrobras emite sobre o caso, desde que foi divulgado pelo “Valor Econômico”.
Nos dois anteriores, a Petrobras informava que os casos relatados na reportagem por Venina Velosa da Fonseca, ex-gerente da área de abastecimento entre 2006 e 2009, então subordinada ao ex-diretor Paulo Roberto Costa, haviam sido alvo de investigação e que, portanto, providências haviam sido tomadas.
Segundo a reportagem, Venina havia enviado, desde 2009, uma série de e-mails relatando problemas de desvios. Inicialmente, teriam sido relatados os problemas na área de comunicação da área do abastecimento. Na época, a Folha de S.Paulo publicou que o então gerente da área havia sido demitido depois de investigações determinadas por Venina, então sua superiora hierárquica.
A reportagem da última quinta-feira informava, ainda, que Venina havia demonstrado, em emails enviados em 2009, que se opunha à forma como as licitações eram feitas na refinaria de Abreu e Lima, dando margem a aumento de preços por aditivos, e que o atual diretor de abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, havia sido alertado sobre problemas nas obras de terraplanagem do empreendimento. Na época, Cosenza era seu colega, como gerente de refino.
Venina também teria avisado Cosenza, em abril deste ano, sobre desvios supostamente encontrados na área de comercialização de combustíveis de navio (bunker).
Se, no texto enviado na sexta-feira, a Petrobras punha em xeque o motivo pelo qual Venina trazia a público as denúncias, afirmando que ela agia em resposta à perda do cargo de gerente em novembro, como já havia ameaçado, desta vez a empresa partiu para o desmentido.
O novo texto diz que, quatro mensagens enviadas por Venina, em 2009, 2011 e em fevereiro deste ano, enviadas pela funcionária, “não explicitaram irregularidades relacionadas à Rnest [como é conhecida internamente a refinaria], à comunicação do abastecimento e à área de comercialização de combustível de navio”.
De acordo com a Petrobras, “os temas supracitados foram levados ao conhecimento da presidente através de e-mail recente, de 20/11/2014, quando a empregada já havia sido destituída de sua função gerencial. Nesta data, as irregularidades na comunicação do abastecimento e na Rnest já haviam sido objeto de averiguação em comissões internas de apuração, bem como as irregularidades da área de comercialização de combustível de navio, em grupos de trabalho”.
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