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Veto ao reajuste do Judiciário será apreciado no Congresso na semana que vem

Por Nill Júnior

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Agência Brasil – O presidente do Senado, Renan Calheiros, marcou para a próxima quarta-feira (30), às 11h30, a sessão do Congresso Nacional que vai concluir a análise dos vetos da presidenta Dilma Rousseff a propostas aprovadas por deputados e senadores, como a que reajusta entre 53% e 78% os salários de servidores do Judiciário.

“Eu acho que essa convocação explicita uma preocupação do Congresso Nacional, com a economia, com o Brasil, com o interesse nacional. É muito importante que o Congresso, mais uma vez, colabore com a solução desse problema”, disse Renan ao lembrar que os parlamentares estão conscientes da situação atual do país. “Na verdade o que existe é uma consciência de que nós temos que tirar esses assuntos da Ordem do Dia. Mais uma vez colaboramos com saídas, com caminhos para o Brasil. O Brasil está cobrando isso do Congresso Nacional”, avaliou.

A derrubada de qualquer veto da Presidência da República exige apoio de pelo menos 41 senadores e 257 deputados. O veto integral (VET 26/2015) ao projeto de lei que reajusta os salários do Poder Judiciário foi publicado no Diário Oficial da União em 22 de julho.

A justificativa da presidente Dilma Rousseff foi que o projeto geraria impacto financeiro de R$ 25,7 bilhões para os próximos quatro anos, sendo “contrário aos esforços necessários para o equilíbrio fiscal na gestão de recursos públicos”.

Na última terça-feira (22) a sessão do Congresso destinada a apreciar 32 vetos foi encerrada já na madrugada, por falta de quórum, após os parlamentares manterem 26 vetos, entre eles o que trata do fim do fator previdenciário e o que acaba com a isenção do PIS/Cofins para o óleo diesel.

Outras Notícias

Abastecimento de combustível começa a voltar ao normal no país

Bloqueios ainda afetam circulação em oito estados Os caminhoneiros continuam fazendo protestos em rodovias do país nesta quarta-feira (30), o 10º dia da greve. Há manifestações em pelo menos 18 estados e no Distrito Federal, mas os bloqueios à passagem de veículos de carga ou caminhões-tanque só ocorrem em 8 deles: Bahia, Ceará, Maranhão, Mato […]

Bloqueios ainda afetam circulação em oito estados

Os caminhoneiros continuam fazendo protestos em rodovias do país nesta quarta-feira (30), o 10º dia da greve.

Há manifestações em pelo menos 18 estados e no Distrito Federal, mas os bloqueios à passagem de veículos de carga ou caminhões-tanque só ocorrem em 8 deles: Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Pará, Paraná e Santa Catarina. No Sudeste, não há mais rodovias bloqueadas.

Durante uma coletiva pela manhã, Raul Jungmann, ministro de Segurança Pública, disse que são 540 pontos de “aglomerações” pelo país, que há apenas 2 pontos de obstrução total, e que eles estão “cuidando de removê-los”. Jungmann não especificou onde seriam estes pontos.

Na terça (29), o presidente Michel Temer afirmou que pode reexaminar a política de preços da Petrobras.

A declaração obrigou o Palácio do Governo a enviar uma nota nesta quarta, dizendo que o governo vai “preservar” a política de preços da empresa, um dos pontos criticados pela greve dos caminhoneiros.

Desde julho do ano passado, a estatal promove os reajustes com base na variação do dólar e dos preços do petróleo no mercado internacional.

Deputados aprovam pacote de medidas contra ações criminosas no Ceará

G1 CE Os deputados estaduais do Ceará aprovaram, em sessão extraordinária realizada neste sábado (12), um pacote de medidas com o objetivo de combater a onda de crimes que ocorre no estado há 11 dias. Estiveram presentes 36 dos 46 parlamentares da Assembleia Legislativa. O pacote enviado pelo governo do estado inclui: Lei da Recompensa, […]

G1 CE

Os deputados estaduais do Ceará aprovaram, em sessão extraordinária realizada neste sábado (12), um pacote de medidas com o objetivo de combater a onda de crimes que ocorre no estado há 11 dias. Estiveram presentes 36 dos 46 parlamentares da Assembleia Legislativa.

O pacote enviado pelo governo do estado inclui:

Lei da Recompensa, que paga em dinheiro quem denunciar autores de ataques ou fornecer informações que possam prevenir crimes;

Retirada das tomadas em celas de presídios, para evitar que criminosos possam usar carregadores de celular;

Aumento de 48 para 84 o máximo de horas extras que policiais civis, militares e bombeiros podem fazer por mês;

Convocação de policiais da reserva para aumentar o efetivo nas ruas;

Criação de um banco de informações sobre veículos destruídos na onda de ataques;

Restrição da presença de pessoas no entorno dos presídios, com objetivo de evitar fugas;

Criação do Fundo de Segurança Pública, que terá reserva para investir na prevenção de crimes e pagar beneficiados da Lei da Recompensa;

Regularização do comando de tropas de policiais militares cedidas por outros estados (o que na prática já está acontecendo com agentes cedidos pelos governos de Bahia, Piauí, Santa Catarina e Pernambuco)

O valor pago pela Lei da Recompensa será definido por decreto a ser assinado pelo governador Camilo Santana.

A sessão durou sete horas, e todo o debate ocorreu nas comissões. Após acordo prévio, o pacote foi aprovado por aclamação (de maneira simbólica).

A onda de violência no estado chegou ao 11º dia com 195 ataques coordenados por facções criminosas em 43 municípios. O Ministério da Justiça confirmou que 35 membros dessas organizações já foram transferidos para presídios federais.

A Secretaria da Segurança Pública do Ceará comunicou que 330 suspeitos de envolvimento nos crimes foram detidos. Os atentados começaram após o anúncio de medidas do governo para tornar mais rígida a fiscalização nos presídios cearenses.

O governo do estado promete acabar com a entrada de celulares e com a divisão de facções dentro das unidades prisionais. Os ataques foram ordenados por chefes de organizações criminosas para tentar fazer com que o governo desista das medidas. O governador do Ceará, Camilo Santana, afirmou que “não há recuo”.

Santana pediu apoio da Força Nacional, que atua no Ceará desde 4 de janeiro. Paraíba, Bahia e Pernambuco também enviaram policiais militares ao Ceará como apoio.

Buíque: Arquimedes 44,3%, Jonas 32,7% e Miriam 12,7%

Segundo pesquisa estimulada Múltipla, divulgada nesta sexta-feira (06.11), o atual prefeito de Buíque e candidato à reeleição, Arquimedes Valença (MDB), abre uma vantagem de 11,6 pontos percentuais para o segundo colocado. Arquimedes lidera as intenções de voto com 44,3% contra 32,7% de Jonas Camelo (PP) e 12,7% de Miriam Briano (PSD). Brancos e nulos somam […]

Segundo pesquisa estimulada Múltipla, divulgada nesta sexta-feira (06.11), o atual prefeito de Buíque e candidato à reeleição, Arquimedes Valença (MDB), abre uma vantagem de 11,6 pontos percentuais para o segundo colocado.

Arquimedes lidera as intenções de voto com 44,3% contra 32,7% de Jonas Camelo (PP) e 12,7% de Miriam Briano (PSD). Brancos e nulos somam 3% e não opinou 1% e indecisos são 6,3%.

O Múltipla também ouviu a opinião dos eleitores de forma espontânea, quando não é apresentado o cartão com os nomes dos candidatos. Nela, o atual prefeito também lidera com uma diferença um pouco maior de 12%. Tem 40,7% contra 28,7% de Jonas Camelo que está em segundo lugar. Miriam Briano foi citada por 10% dos eleitores. Outros 2,7% são de brancos e nulos; 2,7% não opinou e 15,3% estariam indecisos.

No índice rejeição, o prefeito Arquimedes Valença tem o menor percentual com 37% contra 51,7% de Jonas Camelo e 68% de Miriam Briano.

A pesquisa Múltipla foi realizada no dia 3 de novembro, terça-feira, ouvindo 300 pessoas em todo o município com margem de erro de 5,7% e intervalo de confiança de 95%. Foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-08033/2020.

Avaliação do Governo

O Instituto Múltipla também fez uma avaliação do governo Arquimedes Valença. Pelos dados levantados a gestão é aprovada por 54,3% contra apenas 34,7% que não aprovam. Outros 11% não opinaram.

Guga e Júlio César lideram rejeição em Sertânia

O Prefeito e candidato a reeleição Guga Lins lidera no critério rejeição, segundo pesquisa realizada pelo instituto Múltipla para o blog. Dos ouvidos pelo instituto, 53% afirmaram que não votam no gestor sertaniense de jeito nenhum. 11,3% dizem que talvez votem nele.  34,3% afirmaram votar com certeza nele. O dado ajuda a explicar o resultado […]

sertania rejeição guga

O Prefeito e candidato a reeleição Guga Lins lidera no critério rejeição, segundo pesquisa realizada pelo instituto Múltipla para o blog. Dos ouvidos pelo instituto, 53% afirmaram que não votam no gestor sertaniense de jeito nenhum. 11,3% dizem que talvez votem nele.  34,3% afirmaram votar com certeza nele.

O dado ajuda a explicar o resultado da pesquisa revelada a pouco, em que Ângelo Ferreira lidera o cenário estimulado e espontâneo. Ou seja, o desafio do gestor é reduzir o quanto antes o número de rejeição à sua reeleição, para buscar equiparação com o ex-prefeito Ângelo Ferreira.

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No caso deste último, 32,3% não votam de jeito nenhum, 15,7% afirmaram que talvez votem nele, contra 50,7% que afirmam votar nele com certeza.

Já o nome da chamada terceira via, Júlio César Leite, também aparece com uma rejeição alta, na casa dos 50%. Já 15% admitem talvez votar nele e 6,7% com certeza votam nele.

A pesquisa foi registrada sob o número PE-08425/2016. O período de realização da coleta aconteceu entre 04 e 06 de agosto, com 300 entrevistados. A margem de erro é de 5,7% para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Localidades pesquisadas nos Bairros: Centro, COHAB, Alto da Conceição, Nova Sertânia, Jardim COCANE, Pedra Grande, Ferro Novo, Ferro Velho, Alto do Cemitério, Alto da Cerâmica, Alto do Rio Branco, Odilon Pierre, Mário Melo Nova, Alto do Céu e Vila da Caixa

Localidades pesquisadas na zona rural: Henrique Dias, Cruzeiro do Nordeste, Moderna, Algodões, Caroalina, Várzea Velha, Valdemar Siqueira, Rio da Barra, Albuquerque Né, Pernambuquinho, Umburanas, Ariu, Cacimbinha, Brejinho, Malhadinha, Lagoinha, Severo, Capim, Maxixe, Fazenda Santa Marta, Caatinga, Jacu, Riacho dos Porcos, Berto, Baixa Grande, Açude Barra, Bom Nome, Jacuzinho, Campos, Caianas, Imbé, Pantaleão, Poço da Pedra, Caldeirão de Baixo, Barro Branco, Queimada do Milho, Giquiri, Cacimba da Mata, São Francisco, Caroá de Baixo, Caroá de Cima, Várzea Limpa, Cipó, Passagem de Pedra, Cachoeira, Caroá, Riacho do Feliciano, Cerece de Baixo, Riacho do Caroá, Urubu, São Bento, São José, Dois Serrotes, Pinheiro, Cerece de Cima, Riacho Verde, Maniçoba, Pinheiro de Cima, Jibóia, Fazendinha, Tigre da Maniçoba, Santo Antonio, Xique Xique, São Gonçalo, Bela Vista, Salgado, Viana, Feliciano, Frade, Favela, Mansinho, Cacimba Velha, Tapagem, Cacimba de Cima, Pitombeira, Barro Vermelho, Itan, Jatobá, Ameixa, Bravo Novo, Empoeira do Meio, Santana, Quixabeira, Barra da Serra e Santana.

Daqui a pouco, a avaliação da gestão Guga Lins.

Médicos defendem ajuda de municípios ao Hospital Emília Câmara

Por Anchieta Santos Enquanto o Hospital Regional Emília Câmara recebe R$ 140 mil mês para as suas despesas gerais, o Hospital Regional de Arcoverde gerenciado por uma OS, recebe R$ 2 milhões. Sem contar que por aqui nos últimos dias os recursos diminuíram e a direção da unidade foi obrigada a reduzir de 200 para […]

Por Anchieta Santos

Enquanto o Hospital Regional Emília Câmara recebe R$ 140 mil mês para as suas despesas gerais, o Hospital Regional de Arcoverde gerenciado por uma OS, recebe R$ 2 milhões.

Sem contar que por aqui nos últimos dias os recursos diminuíram e a direção da unidade foi obrigada a reduzir de 200 para cerca de 80 cirurgias eletivas ao mês.

Referência no atendimento para 12 municípios do Pajeú, o “nosso regional” está precisando da ajuda das prefeituras. Em contato com a produção do Rádio Vivo, alguns médicos defenderam que o Cimpajeú poderá interferir junto aos prefeitos.

“Já que nenhum município pode doar dinheiro ao hospital por ser do estado, o caminho seria a doação de medicamentos, ceder médicos pagos pela municipalidade e outras participações. Afinal, todos precisam do regional”, disse um médico do quadro do Emília Câmara.