Provas foram realizadas neste domingo (9), em 25 prédios do estado. Gabarito preliminar será publicado a partir das 15h
Um total de 7.470 candidatos participaram das provas do Vestibular de meio do ano do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), realizadas na manhã deste domingo (9), em 25 prédios espalhados pelo estado. O índice de abstenção registrado foi de 21,86%.
Essa primeira fase do Vestibular IFPE 2017.2 foi voltada para candidatos dos Campi Abreu e Lima, Afogados da Ingazeira, Belo Jardim, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Garanhuns, Igarassu, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Pesqueira, Recife e Vitória de Santo Antão. Os inscritos foram submetidos a uma prova objetiva de 30 questões.
O certame ofertou 2.147 vagas em diversos cursos técnicos, distribuídos em 14 campi da instituição. A maior concorrência ficou com o curso Técnico Subsequente em Enfermagem, do Campus Abreu e Lima, com mais de 20 candidatos disputando uma vaga. Na modalidade Técnico Integrado ao Ensino Médio, o curso mais procurado foi Técnico em Química (manhã) do Campus Recife.
O gabarito preliminar foi divulgado na tarde deste domingo (9), a partir das 15h, no site da Cvest. Os candidatos interessados em interpor recursos ao gabarito ou a questões da prova terão somente esta segunda (10), das 8h às 17h, para adotar o procedimento, pessoalmente, no protocolo geral dos campi em que estão inscritos. A data prevista para divulgação do listão com o nome dos aprovados é 18 de julho.
Barreiros e Palmares – Já os Campi Barreiros e Palmares, que tiveram um calendário diferenciado devido às enchentes que atingiram à Mata Sul do estado, realizam as provas do Vestibular no próximo dia 23 de julho.
Para esses dois campi foram oferecidas 284 vagas em diversos cursos técnicos e no Superior de Licenciatura em Química (Barreiros).
Nada contra o disciplinamento do trânsito. Tudo contra o que chamam de “precipitação “da gestão do Prefeito Sebastião Dias que definiu mão única para saída e entrada com as vias sem condições. Motoristas de caminhões e ônibus e empresários procuraram ontem em Comissão a produção dos Programas Rádio Vivo e Cidade Alerta, com Anchieta Santos, […]
Nada contra o disciplinamento do trânsito. Tudo contra o que chamam de “precipitação “da gestão do Prefeito Sebastião Dias que definiu mão única para saída e entrada com as vias sem condições.
Motoristas de caminhões e ônibus e empresários procuraram ontem em Comissão a produção dos ProgramasRádio Vivo e Cidade Alerta, com Anchieta Santos, para reclamar pela inviabilidade das vias de saída da cidade.
Inicialmente a rua definida como saída foi a Desembargador João Paes, conhecida como Rua de Zé Maria. Em poucos dias a via afundou em vários lugares e já foi fechada para correção muitas vezes como agora, transferindo a saída da cidade para a Rua Pe. Luiz Flóridi onde o trânsito é de mão dupla numa rua estreita, com carros estacionados e a saída no sentido do Terminal Rodoviário dificulta a manobra de ônibus e caminhões.
Os motoristas sugerem que a saída volte a acontecer como antes pelas praças Gonçalo Gomes e Pedro Pires até a Prefeitura asfaltar em maio como o prometeu a Rua Desembargador João Paes. Ficando como está os profissionais ameaçam fechar o trânsito durante a feira livre.
A Secretaria de Educação e Esportes da Prefeitura de Arcoverde promoveu, nesta segunda-feira, 18 de novembro, na Escola Municipal Severina de Souza Bradley, localizada no Distrito de Caraíbas, uma roda de conversa em alusão ao Dia da Consciência Negra. Na ocasião, os estudantes tiveram como convidado especial o Mestre Assis Calixto, Patrimônio Vivo de Pernambuco […]
A Secretaria de Educação e Esportes da Prefeitura de Arcoverde promoveu, nesta segunda-feira, 18 de novembro, na Escola Municipal Severina de Souza Bradley, localizada no Distrito de Caraíbas, uma roda de conversa em alusão ao Dia da Consciência Negra. Na ocasião, os estudantes tiveram como convidado especial o Mestre Assis Calixto, Patrimônio Vivo de Pernambuco e integrante do Samba de Coco Raízes de Arcoverde.
Expondo em sala de aula produções artesanais de sua autoria, como as populares tamancas de madeira, Mestre Assis, que também é educador social, abordou a importância do respeito como principal sentido da data, a qual será manifestada no próximo dia 20 de novembro. Entre outros temas dialogados, o mestre falou um pouco sobre a sua história pessoal de vida, envolvendo ainda a carreira como artista plástico, compositor musical e poeta.
“Foi uma atividade muito produtiva no repasse de saberes e de experiências, que o Mestre Assis Calixto gentilmente possibilitou para os nossos estudantes”, destacou a secretária municipal de Educação e Esportes, Zulmira Cavalcanti.
Pré-operação do novo sistema será iniciada em julho A equipe da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realiza os últimos ajustes para iniciar a fase de testes e pré-operação das Adutoras do Moxotó e Agreste, que vão operar de forma integrada, para levar água do Rio São Francisco à Arcoverde e mais nove cidades do Agreste. […]
Pré-operação do novo sistema será iniciada em julho
A equipe da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) realiza os últimos ajustes para iniciar a fase de testes e pré-operação das Adutoras do Moxotó e Agreste, que vão operar de forma integrada, para levar água do Rio São Francisco à Arcoverde e mais nove cidades do Agreste.
O presidente da Compesa, Roberto Tavares, permaneceu na cidade para inspecionar, hoje (21), a nova adutora, que será a primeira ligação do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco com a região Agreste. Junto com o diretor Técnico e de Engenharia, Rômulo Aurélio, e engenheiros responsáveis pelas obras, Tavares também acompanhou os ajustes finais em todas as unidades operacionais que compõem o novo sistema, antes da fase de testes, que inicia em julho.
Mais de 250 trabalhadores estão divididos em 20 frentes de serviços para concluir as interligações dos sistemas que permitirão a água chegar nas cidades. Na visita de hoje, o presidente da Compesa vistoriou os pontos de derivação da adutora principal que irá transportar água para as cidades de Arcoverde, Pesqueira, Belo Jardim e São Caetano.
A operação da adutora, empreendimento bastante aguardado por mais de 400 mil pessoas que residem nas dez cidades beneficiadas, vai transportar água do Rio São Francisco numa extensão de 70 quilômetros, até a Estação de Tratamento de Água (ETA) em Arcoverde, município do Sertão, que sempre sofreu com a escassez de recursos hídricos, e que será agora a ‘porta das águas’, o ponto de partida para a distribuição para as demais cidades.
Também em Arcoverde, a Adutora do Moxotó foi interligada à Adutora do Agreste – cerca de 110 quilômetros de trechos de tubulações já assentadas – para transportar água para as cidades de Pesqueira, Alagoinha, Venturosa, Pedra, Sanharó, Belo Jardim, Tacaimbó, São Bento do Una e São Caetano.
O Sistema Adutor do Moxotó é composto por três estações elevatórias (bombeamento) – EEAB 1 e EEAB 2 localizadas nos distritos de Rio da Barra e de Cruzeiro do Nordeste, respectivamente, ambos em Sertânia, e EEAB 3, em Arcoverde – além da própria adutora, com capacidade de transportar 450 litros de água, por segundo.
A repercussão da nota da coluna Fogo Cruzado especulando um possível WO em favor do prefeito José Patriota parece ter feito com que as oposições se movimentassem para buscar mostrar o contrário. Depois do PT ter anunciado que Emídio Vasconcelos é o pré-candidato a prefeito da legenda agora foi a vez do Psol confirmar após […]
A repercussão da nota da coluna Fogo Cruzado especulando um possível WO em favor do prefeito José Patriota parece ter feito com que as oposições se movimentassem para buscar mostrar o contrário.
Depois do PT ter anunciado que Emídio Vasconcelos é o pré-candidato a prefeito da legenda agora foi a vez do Psol confirmar após reunião que colocará o nome de Fernando Moraes para o debate.
Ele se une a nomes como Antonieta Guimarães, Zé Negão e Vicentinho, cotados para formação da chapa que vai enfrentar o gestor e candidato a reeleição. No momento, o debate em torno de candidatura de Totonho Valadares esfriou.
Nunca escondi ninguém minha gratidão a uma trinca de pessoas que ajudaram a dar identidade a um jovem de 16 anos que, tendo perdido o pai um pouco antes, Nivaldo Alves Galindo, ajudaram a gerir os rumos de toda minha vida. A Padre Luis Marques Ferreira, o Luizinho, que me “achou” em um grupo de […]
Nunca escondi ninguém minha gratidão a uma trinca de pessoas que ajudaram a dar identidade a um jovem de 16 anos que, tendo perdido o pai um pouco antes, Nivaldo Alves Galindo, ajudaram a gerir os rumos de toda minha vida.
A Padre Luis Marques Ferreira, o Luizinho, que me “achou” em um grupo de jovens e viu potencial para me apresentar ao rádio, ao Monsenhor João Carlos Acioly que foi uma referência paterna e me forjou nos valores que defendo e Anchieta Santos, que me descobriu para o rádio profissional.
Sempre disse que sou da escola “Anchieteana”, desde que aquele vozeirão me chamou no corredor da Rádio Pajeú perguntando: “Nivaldo, você gosta de futebol?” Até hoje brinco que mesmo que não gostasse, diria que sim, pois ele na verdade me sondava para integrar a equipe esportiva Seleção do Povo, uma espécie de máquina de produzir radialistas, tendo ele como o chefe de produção.
O primeiro teste foi de testa na casa dele, quando morava quase em frente onde hoje é a UPA. “Você tem jeito, se tiver vontade”, disse com cara de quem gostou do que ouviu.
Segui, indo de plantão esportivo a repórter. Na primeira transmissão como plantonista, com um rádio de pilha, sintonizava a Rádio Clube ou a Jornal e corria quando saía cada gol de um time do estado. Ele, o narrador, terminou a transmissão me fazendo um elogio público. “Quero parabenizar o jovem Nivaldo Júnior pelo show no plantão”. Isso, Nivaldo Júnior, porque ele achava que o Filho não pegava bem. Fui virar Nill quando saí da rádio para trabalhar na Transertaneja, que prometia salário melhor que o pinga pinga das transmissões esportivas. Ele ficou arretado por a Rádio me deixar ir. “O menino crescendo e vão deixar ele sair daqui?” – esbravejava…
Voltei pra Pajeú pouco depois. Assim como para ele, a Pajeú era minha casa, nosso grande amor. Lembro do convite para volta e da festa que ele fez na chamada me anunciando como grande atração na cobertura dos Jogos Escolares de 1994. Só saí da Pajeú uma única vez e com ele, quando fomos trabalhar no projeto de restauração da Rádio Cardeal Arcoverde, em 1998. Praticamente moramos juntos esses meses. Nas idas e vindas no seu Vectra, aprendi a gostar de Lenine, ainda mais de Belchior, Fagner, Zé Ramalho, fruto de seu gosto alinhado com o que é bom. Ou seja, até na minha formação musical ele foi importante, somado aos bons vinis do Padre João.
Voltamos a ficar juntos um tempo depois na nossa casa, a Rádio Pajeú, até aquele 18 de junho, último dia em que estivemos juntos. “Até a volta se Deus quiser”, disse quase sucumbindo às fortes dores de cabeça. Foi tão firme na luta contra a doença como era ao microfone, sem titubear, sem medo, com força e esperança. A maior preocupação mesmo com um problema desse tamanho era uma entrevista agendada para o sábado com o promotor Lúcio Almeida Neto, que criticara dias antes pela liberação das fogueiras. No fundo, estava com receio de acharem que estava indo antes pra não enfrentar o promotor. Logo ele, que da vida à morte enfrentou tantos políticos corruptos, desalmados e podres sem medo.
Brincamos muito até pouco antes do procedimento. Ele contando de um almoço com Geraldo Freire, Evaldo Costa e Daniel Bueno. Eu, de uma brincadeira que tinha tirado com Aldo Vidal. Ele riu muito. “Bom pra descontrair numa hora dessas”. Falava em “desarmar a bomba relógio” e que Jesus comandaria a cirurgia, contando com as orações. O que foi possível aos homens foi feito. Mas não era a vontade de Deus que Anchieta voltasse a soltar seu vozerão. Entre a invalidez e a morte, Deus nos indicou que ele começaria uma nova caminhada, sem a gente perto, como foi nos últimos 30 anos de nossas vidas. É como se dissesse: “essa vida, sem a Rádio Pajeú, minha família, meus amigos, não me serve”…
Se deu pra perceber, não há nada que eu pudesse fazer que pagasse minha dívida de gratidão a Anchieta Santos. Ele está em mim a cada palavra que pronuncio, a cada vez que defendo os desiguais, a cada brincadeira, a cada texto, a cada suspiro e voz solta na Rádio Pajeú.
Sabendo que esse débito me colocaria no SPC de minha própria alma, decidi que o melhor gesto, a melhor forma de pagar quem me deu a identidade que se reproduz nos meus próprios filhos, portanto, algo muito mais profundo que se possa imaginar, é com o exemplo, a entrega e a retidão.
Porque a cada vez que ele ouvia alguém falar de mim, do homem que me tornei, do profissional que busco ser, do pai e marido que sou, do amigo brincalhão que o abraçava e beijava a cada encontro, sei que tinha no coração a certeza de que valeu a pena acreditar em mim. Que se orgulhava ao falar de quem me tornara, que sabia do seu papel e importância da construção dessa vida.
Esse compromisso não morre com ele. Porque Anchieta Santos vive em mim…
Você precisa fazer login para comentar.