Vereador de Petrolândia aparece com grande quantia de dinheiro
Por Nill Júnior
Um vídeo gravado pelo vereador Said Sousa (Podemos) viralizou horas depois da cerimônia de posse do prefeito Fabiano Marques (PTB), do vice Rogério Novaes (PSD) e dos onze novos vereadores de Petrolândia e da eleição da Mesa Diretora da Câmara Municipal.
Nas imagens, o parlamentar aparece ao lado de centenas de notas de R$ 100 e R$ 50.
No vídeo com duração superior a cinco minutos, Said não esclarece a origem da quantia vultosa, mas dá um prazo a quem entregou o dinheiro para resgatar até às 19h.
Na gravação, reproduzida pelo Blog do Magno, o vereador faz insinuações sobre corrupção e ameaça distribuir as cédulas com a população em praça pública.
Em Serra Talhada, São José do Egito e Afogados da Ingazeira, a população tem se humilhado na busca de atendimento. Em Afogados, pessoas tem sido flagradas dormindo na agência. Durante o dia, filas quilométricas. Até o fim da tarde, pessoas ligavam para a Rádio Pajeú alegando estar esperando atendimento. Pessoas revoltadas, venda de vagas nas filas, […]
Em Serra Talhada, São José do Egito e Afogados da Ingazeira, a população tem se humilhado na busca de atendimento.
Em Afogados, pessoas tem sido flagradas dormindo na agência. Durante o dia, filas quilométricas.
Até o fim da tarde, pessoas ligavam para a Rádio Pajeú alegando estar esperando atendimento.
Pessoas revoltadas, venda de vagas nas filas, pessoas que viraram a noite na rua aguardando vaga e incerteza de atendimento, foram algumas das queixas, segundo relatos do Mais Pajeú.
Além do atendimento aos clientes, a Caixa é o banco oficial para vários serviços, como pagamento de FGTS, seguro desemprego e rescisões, programas como Pé de Meia e outros.
“Lamentável a situação em relação à Caixa. Pessoas da zona Rural de Iguaracy que moram muito distante, a 40 quilômetros da sede do município tem que se deslocar 60 quilômetros e muitas vezes perdem a viagem”, diz o vereador Amaury da Ração, de Iguaracy.
Falei com o vice-presidente nacional da Caixa, Antônio Ermírio, e com a Gerência de uma das agências. Todos dizem a mesma coisa. “Estamos com um aumento de demanda por conta do programa Pé de Meia. Todo esforço tem sido feito pra regularizar 100% das situações”, diz.
Identifica-se que a Caixa não planejou a inclusão do programa e um plano de ação. Deu no que deu…
O Tribunal de Contas do Estado desenvolveu uma nova metodologia para auxiliar no trabalho de auditoria referente às aquisições emergenciais realizadas pelo Governo estadual e prefeituras municipais para o enfrentamento à Covid-19. A metodologia está sendo utilizada para apuração de sobrepreço ou superfaturamento, por acaso identificados, nos contratos e compras analisados pela equipe técnica do […]
O Tribunal de Contas do Estado desenvolveu uma nova metodologia para auxiliar no trabalho de auditoria referente às aquisições emergenciais realizadas pelo Governo estadual e prefeituras municipais para o enfrentamento à Covid-19.
A metodologia está sendo utilizada para apuração de sobrepreço ou superfaturamento, por acaso identificados, nos contratos e compras analisados pela equipe técnica do TCE.
Desde o início da pandemia e com o anúncio das primeiras ações de combate ao coronavírus pelo Poder Público, o Tribunal de Contas tem acompanhado as diversas aquisições emergenciais de serviços e produtos. Um dos grandes desafios para a fiscalização foi a apuração do sobrepreço ou superfaturamento, diante da urgência imposta e da escassez dos insumos no mercado.
A partir de ampla discussão realizada com unidades de fiscalização das áreas municipal e estadual, a Coordenadoria de Controle Externo do Tribunal desenvolveu uma forma de análise de sobrepreço e/ou superfaturamento dessas aquisições para garantir a observância aos princípios da legalidade, razoabilidade, isonomia, economicidade e da vantajosidade e conferir maior padronização aos procedimento de análise de preços.
A metodologia a ser aplicada pelos auditores consiste na identificação do preço de mercado por meio da aplicação de cálculo estatístico. O valor será calculado a partir de ampla pesquisa dos preços públicos praticados no mercado durante o período de pandemia e considerando a data da aquisição. Toda a análise é realizada considerando as peças apresentadas pelos gestores nos autos do processo de aquisição, incluindo as justificativas para escolha do fornecedor e cotações realizadas.
Na metodologia tradicional, o “preço de mercado” é calculado a partir da média da pesquisa de preços. Entretanto, a equipe técnica do Tribunal entende que esse valor deve ser encontrado a partir da análise dos preços mais comuns do mercado, não necessariamente por todos os existentes. Quando todos os valores são considerados, aqueles que porventura sejam discrepantes (muito altos ou muito baixos) podem distorcer a média aritmética e, consequentemente, o “Preço de Mercado”.
Nesse contexto, a metodologia utilizada pelo TCE envolve um mapeamento do mercado através de uma ampla pesquisa de preços, utilizando-se das mais diversas fontes de pesquisa disponíveis, tais como Painel de Preços do Governo Federal e demais bancos de preços disponíveis, bem como consultas a sítios oficiais e propostas de possíveis fornecedores dos produtos.
Ressalte-se que na pesquisa dos dados é realizada criteriosa verificação das especificações dos produtos obtidos para que atendam às características do produto a ser adquirido, bem como são ponderados aspectos como a escala da compra, o período da aquisição e o local onde ocorreram. Tudo para que haja segurança de que os dados obtidos são relevantes e em quantidade razoável para a boa aplicação do modelo. Em seguida é aplicado tratamento estatístico para que os dados discrepantes (outliers) sejam expurgados da amostra.
Por fim, nos dados restantes, com o objetivo de determinar o preço que melhor reflete a pesquisa, nova estatística é aplicada aos dados restantes, chegando ao “Preço de Mercado” do produto, por meio do qual poderá ser realizada a análise acerca da ocorrência do sobrepreço ou do superfaturamento da contratação.
“O desenvolvimento da metodologia é mais um marco na atuação do TCE, pois favorece a uniformização dos critérios utilizados pela fiscalização, a transparência quanto aos cálculos adotados na identificação do sobrepreço e superfaturamento e a efetividade do controle em função do ganho de qualidade das peças produzidas pela auditoria”, afirmou Adriana Arantes, coordenadora de Controle Externo do Tribunal.
A nova metodologia foi apresentada e aprovada em reunião administrativa ordinária do Pleno do TCE no último dia 15 e passará a ser adotada por todos os segmentos técnicos da Casa na análise das aquisições de insumos de saúde para o combate à pandemia.
Na era dos smarthfones, muitos foram os registros dos estragos feitos pela força da natureza e pelo medo que tomou conta da população do Pajeú na tarde de ontem. Passado o susto, já para, de forma mais descontraída, escolher o registro mais hilário da ventania. O repórter popular campeão nos registros do vendaval foi Aderbal […]
Na era dos smarthfones, muitos foram os registros dos estragos feitos pela força da natureza e pelo medo que tomou conta da população do Pajeú na tarde de ontem. Passado o susto, já para, de forma mais descontraída, escolher o registro mais hilário da ventania.
O repórter popular campeão nos registros do vendaval foi Aderbal Ned Leite De Brito, o Bal de Riacho do Meio. No afã de descrever o fenômeno natural, Bal adotou tom sensacionalista. “Preste atenção! Algo muito estranho está acontecendo! Deus tenha pena de Riacho do Meio!”
Bal segue com seu relato enquanto é possível ver o vento varrendo a comunidade. Muita poeira, alarmes de carros disparando, copas de árvores sacudindo com o vento e gritaria de menino. Agora, depois do susto que ele e a população passou, dá pra se divertir um pouco com essa descrição.
Clique abaixo e ouça o relato de Bal em áudio. E clicando aqui, você pode ver o vídeo com imagens da ventania no Distrito.
Na manhã desta terça-feira, dia 23, representantes dos municípios da Região Turística da Fé e Arte estiveram reunidos no auditório do CDL de Arcoverde para consolidar sua reestruturação dentro do Programa de Regionalização do Turismo – PRT, do Ministério do Turismo. O evento foi promovido pela Secretaria de Turismo da Prefeitura de Arcoverde, com o […]
Na manhã desta terça-feira, dia 23, representantes dos municípios da Região Turística da Fé e Arte estiveram reunidos no auditório do CDL de Arcoverde para consolidar sua reestruturação dentro do Programa de Regionalização do Turismo – PRT, do Ministério do Turismo. O evento foi promovido pela Secretaria de Turismo da Prefeitura de Arcoverde, com o apoio da Secretaria Estadual e Empetur.
Atualmente as cidades que fazem parte da Região Turística de Fé e Arte são: Arcoverde, Belo Jardim, Bom Conselho, Sanharó, Garanhuns, Ibimirim e Pesqueira. Outros municípios estão querendo fazer parte deste grupo: Poção, Buíque, Saloá, Lajedo, Pedra, Águas Belas e São Bento do Una. Outros ainda, poderão se integrar. Tanto que foram anotadas as presenças de representantes de Tupanatinga e Palmerina.
O gestor de Unidade de Destinos e Produtor Turístico da Empetur, Gil Marinho, apresentou uma Oficina de Atualização da Regionalização do Turismo. Ele falou da necessidade de apoiar a gestão nas cidades, estruturar a promoção de turismo no país de forma regionalizada e descentralizada. “A Empetur trabalha em conjunto para recriar a instância de governança junto com as cidades”, explicou.
O secretário de Turismo de Arcoverde, Albérico Pacheco, explicou a seriedade do momento, onde foram mostradas novas diretrizes do PRT e criada uma instância de governança regional com interlocutores municipais para fazer esta ligação com os órgãos estaduais e federais.
“Daí, a importância da presença não apenas dos municípios que já integram o PRT, mas dos que não participam e têm interesse em ser reconhecidos como de interesse turístico. Sem falar, claro, da integração de todos para o fortalecimento do turismo, principalmente, como vetor de desenvolvimento econômico e social”.
23 estão concentrados em parte do Sertão, área da X Geres. Diário de Pernambuco Pernambuco tem 53 casos confirmados de dengue. A informação é do novo boletim de arboviroses da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgado na última quarta-feira (29), e mostra uma tendência de crescimento em relação ao boletim anterior, divulgado dia 20, que […]
23 estão concentrados em parte do Sertão, área da X Geres.
Diário de Pernambuco
Pernambuco tem 53 casos confirmados de dengue. A informação é do novo boletim de arboviroses da Secretaria Estadual de Saúde (SES), divulgado na última quarta-feira (29), e mostra uma tendência de crescimento em relação ao boletim anterior, divulgado dia 20, que contabilizava 40 ocorrências. Também aumentaram o número de casos confirmados de chikungunya – de 2 para 6.
Desses 53 casos de dengue, 23 estão concentrados em parte do Sertão, área da X Gerência Regional de Saúde (Geres), que engloba cidades como Afogados da Ingazeira, Iguaraci e Itapetim, por exemplo. Outra parte considerável de ocorrências está na região da I Geres, que cobre a Região Metropolitana do Recife e parte da Zona da Mata – 17 confirmações de dengue e 4 de chikungunya.
Segundo a SES, o número de casos no Sertão está dentro do esperado para o período. “Mesmo assim, o estado reforça a importância dos municípios intensificarem suas ações de campo, para que a população mantenha permanentemente a atenção para evitar possíveis criadouros do mosquito em suas casas. No Sertão, com a intermitência de água, é preciso destacar, ainda, que os locais para armazenamento devem ser devidamente tapados”, pontua a pasta, em nota ao Diario.
A V Geres, sediada em Garanhuns e responsável pelo Agreste meridional, contabiliza 9 casos de dengue e 1 de chikungunya. Já na IV Gere, de Caruaru, são 2 casos de dengue e 1 de chikungunya detectados em sua área de atuação (Agreste setentrional). Por fim, a XII Gere, de Goiana, e a II Gere, de Limoeiro, tiveram um caso confirmado cada.
A reportagem solicitou a relação exata das cidades em que há casos confirmados de arboviroses, mas a SES limitou-se a encaminhar a relação de ocorrências por Geres.
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