Notícias

Veja pesquisas Datafolha para presidente em SP, MG, RJ, RS, PR, PE e DF

Por Nill Júnior

5

Pesquisas Datafolha realizadas em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Distrito Federal mostram como está a corrida à Presidência da República nas sete unidades da federação (que, juntas, abrigam quase 60% do eleitorado brasileiro). O nível de confiança de todas as pesquisas, realizadas nos dias 25 e 26 de setembro, é de 95%. Isso significa que, se forem realizados 100 levantamentos, em 95 deles os resultados estariam dentro da margem de erro prevista. As margens de erro variam de pesquisa para pesquisa.

Em São Paulo, a diferença de Marina para os adversários diminuiu, mas a candidata do PSB segue na liderança. Já em Minas Gerais, ela está agora a dez pontos de Aécio (PSDB), que ocupa a segunda colocação, e a 17 de Dilma (PT), em primeiro. No Rio Grande do Sul, Dilma abriu larga vantagem; Marina aparece empatada com Aécio. Confira todos os números:

Média nacional
Dilma Rousseff (PT) – 40%
Marina Silva (PSB) – 27%
Aécio Neves (PSDB) – 18%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Eduardo Jorge (PV) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 5%
Não sabe – 6%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou menos

O Datafolha ouviu 11.474 eleitores em 402 municípios do país. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00782/2014

6

São Paulo – 22,4% do eleitorado brasileiro
Marina Silva (PSB) – 34%
Dilma Rousseff (PT) – 27%
Aécio Neves (PSDB) – 22%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Eduardo Jorge (PV) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Zé Maria (PSTU) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 7%
Não sabe – 4%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 2.114 eleitores em 60 municípios de SP. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-SP sob o número 00046/2014.

7Minas Gerais – 10,7% do eleitorado brasileiro
Dilma Rousseff (PT) – 36%
Aécio Neves (PSDB) – 29%
Marina Silva (PSB) – 19%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 5%
Não sabe/não respondeu – 9%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.457 eleitores em 63 municípios de MG. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-MG sob o número 00115/2014.

8Rio de Janeiro – 8,5% do eleitorado brasileiro
Marina Silva (PSB) – 36%
Dilma Rousseff (PT) – 33%
Aécio Neves (PSDB) – 14%
Pastor Everaldo (PSC) – 2%
Luciana Genro (PSOL) – 2%
Eduardo Jorge (PV) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 6%
Não sabe – 5%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.405 eleitores em 33 municípios do RJ. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-RJ sob o número 00046/2014.

9Rio Grande do Sul – 5,9% do eleitorado brasileiro
Dilma Rousseff (PT) – 44%
Marina Silva (PSB) – 19%
Aécio Neves (PSDB) – 19%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Branco/nulo – 4%
Não sabe/não respondeu – 10%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais, para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.374 eleitores em 53 municípios do RS. A pesquisa, encomendada pelo Grupo RBS e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-RS sob o número 00021/2014.

10Paraná – 5,5% do eleitorado brasileiro
Dilma Rousseff (PT) – 33%
Aécio Neves (PSDB) – 27%
Marina Silva (PSB) – 24%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Eduardo Jorge (PV) – 1%
Branco/nulo – 5%
Não sabe/não respondeu – 8%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais, para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.333 eleitores em 51 municípios do PR. A pesquisa, encomendada pela RPC TV e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-PR sob o número 00039/2014.

11Pernambuco – 4,5% do eleitorado brasileiro
Dilma Rousseff (PT) – 42%
Marina Silva (PSB) – 40%
Aécio Neves (PSDB) – 4%
Pastor Everaldo (PSC) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 6%
Não sabe – 7%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.222 eleitores em 44 municípios de PE. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-PE sob o número 00031/2014.

12Distrito Federal – 1,3% do eleitorado brasileiro
Marina Silva (PSB) – 37%
Dilma Rousseff (PT) – 25%
Aécio Neves (PSDB) – 20%
Pastor Everaldo (PSC) – 2%
Zé Maria (PSTU) – 1%
Luciana Genro (PSOL) – 1%
Rui Costa Pimenta (PCO) – 1%
Branco/nulo/nenhum – 6%
Não sabe – 8%
Os outros candidatos não atingem 1%
Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos

O Datafolha ouviu 1.127 eleitores no DF. A pesquisa, encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S.Paulo”, está registrada no TRE-DF sob o número 00058/2014.

Outras Notícias

PSOL pede investigação de responsabilidade de Júnior e Clarissa Tércio por atos de terrorismo

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão de políticos na investigação sobre a responsabilidade pelos atos terroristas de bolsonaristas criminosos em Brasília, no domingo (8). Dois deles são a deputada federal eleita Clarissa Tércio (PP) e o marido dela, deputado estadual eleito Júnior Tércio (PP). Os […]

A bancada do PSOL na Câmara dos Deputados pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a inclusão de políticos na investigação sobre a responsabilidade pelos atos terroristas de bolsonaristas criminosos em Brasília, no domingo (8). Dois deles são a deputada federal eleita Clarissa Tércio (PP) e o marido dela, deputado estadual eleito Júnior Tércio (PP).

Os golpistas que invadiram a Praça dos Três Poderes depredaram o prédio do STF, o Palácio do Planalto e o Congresso Nacional. Eles quebraram vidraças e destruíram obras de arte, itens históricos e inúmeros equipamentos, deixando um rastro de vandalismo na capital federal.

No pedido, direcionado ao ministro do STF Alexandre de Moraes, o PSOL afirma que Clarissa Tércio e Júnior Tércio, ambos políticos bolsonaristas, publicaram em redes sociais o vídeo feito por uma terrorista que furou bloqueio policial para invadir o teto do Congresso Nacional.

O documento afirma que a ação “endossa a mensagem que o poder fora “tomado pelo povo'”, e afirma, ainda, que os deputados inseriram, no vídeo, créditos com os endereços de suas próprias redes sociais.

O casal de políticos obteve algumas das maiores votações em Pernambuco, nas eleições de 2022. Clarissa Tércio, que é deputada estadual, foi a segunda mais votada para o cargo de deputada federal. Júnior Tércio, que é vereador do Recife, foi o mais votado para a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). As informações são do G1.

As lições do ciclo Wellington Maciel

Da Coluna do Domingão Nas últimas horas,  dentre os temas mais debatidos entre os entendedores e curiosos sobre a política,  está a decisão anunciada nesta sexta pelo prefeito Wellington Maciel,  de Arcoverde,  de não disputar a reeleição. Wellington recebeu três tacadas em uma semana, com a divulgação das pesquisas Ipec, Múltipla e Opinião. Em reprovação,  […]

Da Coluna do Domingão

Nas últimas horas,  dentre os temas mais debatidos entre os entendedores e curiosos sobre a política,  está a decisão anunciada nesta sexta pelo prefeito Wellington Maciel,  de Arcoverde,  de não disputar a reeleição.

Wellington recebeu três tacadas em uma semana, com a divulgação das pesquisas Ipec, Múltipla e Opinião.

Em reprovação,  apareceu com 81% em um instituto, 75% em outro e 73,4% no último,  média de 76,4% de não aceitação da gestão.  Como pré-candidato,  apareceu com 6%, 5% e finalmente,  6,3% das intenções de voto, média pífia de 5,8%.

Mas a pergunta que precisa ser levada a estudos por analistas políticos,  acadêmicos e nas disciplinas e cursos ligados a ciências políticas é: como se dilui em três anos e meio tão acentuadamente uma aprovação de governo? Que fenômeno foi esse?

O primeiro passo seria avaliar as motivações administrativas,  de gestão.  Para isso, é fundamental analisar o perfil do candidato,  como se colocou e sua plataforma de governo.

Wellington se apresentou à sociedade como o empresário bem sucedido que faria na gestão pública o sucesso que teve na gestão privada,  empresarial. Era tido numa expressão moderna um outsider da política.  Alguém que não é do jogo tradicional e que,  portanto, não teria os vícios de quem já estava nesse campo. Na prática,  essa previsão de um gestor moderno não se confirmou.

Outro ponto fundamental é analisar a proposta de governo de Wellington Maciel.

O documento que sua campanha disponibilizou para a justiça eleitoral em 2020 é genérico,  vago, e relativamente pobre, que não preenche quatro páginas,  mas passava eixos que considerava essenciais em sua gestão.

Ele tratava da “Gestão do Cotidiano”, com limpeza urbana, a segurança cidadã, a cultura de paz, a preservação do meio ambiente a conservações das vias e a melhoria das condições de moradias saudáveis. Ainda “Organização Urbana”, com oferta de praças, equipamentos de saúde, transporte, lazer e segurança cidadã para todas as crianças, jovens e adultos, mais abertura de novas vias urbanas, a melhoria da preservação do patrimônio histórico e cultural, a segurança cidadã, o turismo e a atração de novos negócios.

No eixo “Políticas Sociais Estruturadoras”, mais avanços nos indicadores sociais,  políticas como educação em tempo integral, e uma saúde diferenciada, ampliação da tecnologia, das jornadas ampliadas nas escolas e novos equipamentos na saúde, serviços de média complexidade – incluindo um Centro Cirúrgico e a intensificação do programa da saúde da família ampliando a assistência laboratorial, além de manutenção de remédios continuados.

Também “Promoção Social e Solidariedade”, incluindo a conclusão do famigerado Compaz e o eixo mais importante,  fazer de Arcoverde uma “Cidade Empreendedora”, com “agência de fomento para realizar feiras, exposições, ter um plano de articulação permanente com outras cadeias produtivas regionais e nacionais complementares a produção do município”.

Não precisa dizer, nenhuma área estratégica teve o avanço esperado, principalmente no desenvolvimento de Arcoverde como potencial gerador de empregos, polo de empreendedorismo e desenvolvimento.

Outros pecados giraram em torno da demora em se adaptar ao ritmo e condicionantes da gestão pública,  muito diferentes da privada, pela negação da política,  os erros grotescos de condução e até uma boa dose de esquizofrenia política, rompendo com aliados e vendo potenciais parceiros como adversários.

Muito desse último fenômeno se credita à esposa, Rejane Maciel, tida como uma personagem que,  lamentavelmente,  mais atrapalhou que ajudou. Dos relatos de auxiliares que simplesmente não a suportavam a decisões administrativas e políticas atabalhoadas e da passividade de LW, muito cai na conta da primeira-dama.

Sexta-feira,  Wellington ao menos se mostrou humano, de carne e osso,  impotente em reverter a curva que decretou seu fracasso administrativo e político.  Agora, se souber também ouvir conselhos,  evita se envolver na sua própria sucessão,  foca todas as suas forças em um fim de governo digno, sem o erro dos que lavam as mãos,  se entregam e até permitem o aumento do desmantelo gerencial. Conclui a sucessão,  retoma a rédea dos seus bem sucedidos negócios e, repetindo como um mantra que ao menos tentou, vai viver em paz.

Apenas Olinda, Recife, Salgueiro e Carnaíba não aderiram à paralisação

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) reivindicou, em todo o país, o envio de mais recursos do governo federal às prefeituras, que vem através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Em Pernambuco, a adesão foi massiva, com quase 100% das prefeituras participando, com exceção de Olinda, Recife e Salgueiro, este último impedido por decisão […]

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) reivindicou, em todo o país, o envio de mais recursos do governo federal às prefeituras, que vem através do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Em Pernambuco, a adesão foi massiva, com quase 100% das prefeituras participando, com exceção de Olinda, Recife e Salgueiro, este último impedido por decisão judicial.

Mesmo os prefeitos que não participaram, se solidarizaram com a manifestação. De acordo com o manifesto da entidade, as cidades têm enfrentado uma redução “brusca e constante” nos últimos meses.

“Hoje, 51% dos municípios estão no vermelho. No mesmo período do ano passado, apenas 7% registraram déficit primário no período. E o futuro é pessimista. A cada dia, Brasília cria novas atribuições sem a fonte para o custeio. Não há mais condições de governabilidade. Esse cenário motivou as prefeituras de ao menos 16 estados a promoverem protestos nesta quarta-feira, 30 de agosto”, relatou o comunicado da CNM.

A Confederação justifica, ainda, que a redução acontece graças a uma série de medidas que estão sendo aprovadas na Câmara, Senado e governo federal sem planejamento orçamentário. Em Pernambuco, 82 dos 184 municípios fecharam o primeiro semestre de 2023 no vermelho, o que representa 45% das prefeituras do estado.

No Estado, apenas Olinda, Recife, Salgueiro e Carnaíba não aderiram à paralisação. As duas primeiras alegaram que o volume de atividades e o público alvo fariam da paralisação um prejuízo à população. Em Salgueiro, a manifestação não aconteceu por ordem jurídica, após uma ação puxada pela oposição. E em Carnaíba, o prefeito Anchieta patriota foi solidário á manifestação, mas evitou parar por alinhamento político com o governo Lula.

Pacheco defende equilíbrio entre políticas fiscal, monetária e social

O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco, afirmou em seu discurso durante a posse do presidente Lula que o novo governo precisa encontrar o ponto de equilíbrio entre políticas fiscal, monetária e social, a fim de que o Brasil volte a crescer e gerar empregos. “O Congresso é, por excelência, o lugar onde a diversidade […]

O presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco, afirmou em seu discurso durante a posse do presidente Lula que o novo governo precisa encontrar o ponto de equilíbrio entre políticas fiscal, monetária e social, a fim de que o Brasil volte a crescer e gerar empregos.

“O Congresso é, por excelência, o lugar onde a diversidade dos interesses pode buscar a convergência”, afirmou.

Segundo Pacheco, o Parlamento “está ávido” por ver o Brasil atingir o máximo de seu potencial e estará de prontidão para oferecer todo o arcabouço legislativo necessário para garantir segurança jurídica ao mesmo tempo em que viabilize o desenvolvimento nacional.

 O senador considerou que a eleição de Lula representa o anseio das políticas públicas reivindicadas pela população brasileiras — sobretudo as parcelas mais desfavorecidas “e que tão fortemente distinguiram suas passagens anteriores pela Presidência da República”.

“Tenho certeza que alguém que acumulou tantas dificuldades ao longo da vida saberá enfrentar os reais e urgentes problemas da nossa população”, destacou Pacheco. Leia aqui o discurso de Rodrigo Pacheco na íntegra.

São José do Egito: prefeitura entrega praça, pavimentação e dá pontapé a programa infantil

O prefeito Evandro Valadares, acompanhado do Deputado Estadual Clodoaldo Magalhães, vereadores e equipe de governo entregaram na manhã desta sexta a praça do Beco de Pecutia. Ainda na programação, na Lagoa Primeira, foi entregue rua pavimentada e assinada ordem de serviço para calçamento de mais duas ruas. Valadares, junto com o Deputado e o Secretário […]

O prefeito Evandro Valadares, acompanhado do Deputado Estadual Clodoaldo Magalhães, vereadores e equipe de governo entregaram na manhã desta sexta a praça do Beco de Pecutia.

Ainda na programação, na Lagoa Primeira, foi entregue rua pavimentada e assinada ordem de serviço para calçamento de mais duas ruas.

Valadares, junto com o Deputado e o Secretário de Educação Henrique Marinho, fizeram o lançamento do Programa Minhas Crianças, que atenderá a partir de novembro centenas de crianças egipcienses matriculadas na rede municipal, numa integração entre esporte e educação.

O programa tem parceria com a iniciativa privada, através de algumas empresas da cidade. As crianças participantes vão ganhar camisa, calção, tênis, além de ter profissionais que farão o acompanhamento das atividades.