Veja fotos da agenda de Patriota com Dilma e Ministros
Por Nill Júnior
Brasília - DF, 22/10/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante audiência com a Confederação Nacional dos Municípios no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Brasília – DF, 22/10/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante audiência com a Confederação Nacional dos Municípios no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PRBrasília – DF, 22/10/2015. Presidenta Dilma Rousseff durante audiência com a Confederação Nacional dos Municípios no Palácio do Planalto. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Como o blog noticiou, o Prefeito de Afogados da Ingazeira e Presidente da AMUPE, José Patriota, representou os Prefeitos Pernambucanos no encontro de hoje com a Presidente Dilma Roussef. O Blog teve acesso a fotos do encontro.
Coordenado pela Confederação Nacional dos Municípios, o encontro trouxe à mesa de negociações alterações nos critérios de redistribuição dos recursos do ISS, sobretudo os relacionados às cobranças de cartões de crédito e de débito – hoje repassadas apenas para alguns poucos municípios onde estão instaladas as operadoras de crédito -repasses do FMP, subfinanciamento de Programas Federais e recriação da CPMF, com uma parcela do imposto sendo repassada para os municípios.
Patriota com Ministro Jacques WagnerCom Ministro Ricardo Berzoíni
“Foi uma reunião bastante proveitosa, demonstrando a abertura do governo para o diálogo com os demais entes federados e que abre uma possibilidade de mantermos esse canal de negociações aberto. Já está agendada uma próxima reunião, para o próximo dia 27, desta vez também com as presenças dos Governadores dos Estados”, informou Patriota.
O encontro de Dilma com os Prefeitos contou com a participação de diversos Ministros de Estado. Dentre eles, dois dos mais importantes auxiliares da Presidente, os Ministros da secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, e da Casa Civil, Jacques Wagner.
A Prefeitura de Serra Talhada realizou, na manhã desta sexta-feira (05), a entrega de uma nova ambulância à Secretaria Municipal de Saúde. A ambulância é fruto de emenda parlamentar do deputado federal Pastor Eurico no valor de R$160 mil e será destinada ao transporte de pacientes do Tratamento Fora de Domicílio – TFD. A entrega […]
A Prefeitura de Serra Talhada realizou, na manhã desta sexta-feira (05), a entrega de uma nova ambulância à Secretaria Municipal de Saúde.
A ambulância é fruto de emenda parlamentar do deputado federal Pastor Eurico no valor de R$160 mil e será destinada ao transporte de pacientes do Tratamento Fora de Domicílio – TFD.
A entrega da ambulância aconteceu em frente à sede da nova Secretaria de Saúde, onde funcionava o antigo Fórum. Estiveram no evento o prefeito Luciano Duque, a secretária de Saúde, Márcia Conrado, o secretário executivo de Saúde, Aron Lourenço, os vereadores José Raimundo, Ronaldo de Dja, Manoel Enfermeiro, Paulo Melo e Alice Conrado, secretários municipais,servidores da saúde e populares.
O prefeito Luciano Duque destacou a entrega como mais uma conquista para reforçar a frota da Secretaria de Saúde.
“Estamos entregando hoje a primeira de uma série de dez ambulâncias que vamos entregar em breve, renovando a frota mais antiga do município e levando mais atendimento à população, porque ambulância é um instrumento fundamental para o atendimento de urgência, para transportar pacientes da zona rural para a cidade, levar os pacientes do TFD que fazem hemodiálise ou outros tratamentos para cidades como Recife, Arcoverde, Caruaru e Salgueiro, além de ajudar a atender a demanda do Hospital Regional”, disse.
Pernambuco registrou sua terceira morte em decorrência da dengue este ano. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta quarta-feira (8), por meio do mais recente boletim epidemiológico emitido pela pasta. O óbito mais recente foi do menino Luiz Davi, de 10 anos, morador de Tabira. Segundo a SES, o menino, identificado […]
Pernambuco registrou sua terceira morte em decorrência da dengue este ano. A informação foi confirmada pela Secretaria Estadual de Saúde (SES) nesta quarta-feira (8), por meio do mais recente boletim epidemiológico emitido pela pasta. O óbito mais recente foi do menino Luiz Davi, de 10 anos, morador de Tabira.
Segundo a SES, o menino, identificado como Luís Davi, não possuía comorbidades e apresentava sintomas graves da doença, incluindo febre, dor articular, cefaléia, dor retro-ocular, entre outros. Luís Davi não resistiu à dengue e faleceu, no dia 14 de abril, após ser transferido para o Hospital Eduardo Campos, em Serra Talhada, com um quadro de dengue hemorrágica.
Luís Davi, apesar de sua pouca idade, já era uma promessa no mundo das corridas, seguindo os passos do pai, Luiz Carlos, um maratonista dedicado. O pai, orgulhoso, via no filho um futuro promissor, especialmente após o feito histórico de Luís Davi em dezembro de 2023, quando se tornou a primeira criança do Brasil a disputar uma prova de 26 km, percorrendo 26,8 km na cidade de Cupira, Pernambuco.
Desde o início do ano, o Estado já soma 2.749 casos confirmados da doença. Isso equivale a um aumento de 12,3% se comparado com o último informe epidemiológico, divulgado pela SES no dia 30 de abril.
Além disso, dos quase 2,8 mil casos confirmados, 47 são graves. Além da morte de Luiz Davi confirmada nesta quarta-feira, duas pessoas já morreram em decorrência da doença neste ano, uma em Tuparetama e outra em Moreilândia, todas as cidades do Sertão do Estado.
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, do PT, falou ao programa Frente a Frente, com o jornalista Magno Martins, retransmitido pela Rádio Pajeú. Duque falou inicialmente sobre os desafios que enfrentará no primeiro de seu governo. “Esse ano que vem com a crise que o país está vivendo para os novos gestores e reeleitos, […]
O Prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, do PT, falou ao programa Frente a Frente, com o jornalista Magno Martins, retransmitido pela Rádio Pajeú. Duque falou inicialmente sobre os desafios que enfrentará no primeiro de seu governo.
“Esse ano que vem com a crise que o país está vivendo para os novos gestores e reeleitos, o cenário não é nada fácil. A gente tem que apertar o cinto porque o Governo Federal tem tido quedas enormes de arrecadação. Os governos estaduais e municipais passarão por um teste”. O gestor disse ainda que “o tempo da bonança passou”.
E acrescentou: “vamos ter que governar com freio de mão puxado, a economia está retraindo. É desafio para prefeitos porque as coisas acontecem nas cidades. Isso nos impõe um desafio enorme para esse segundo mandato”.
Luciano afirmou que as receitas federais variaram negativamente e isso prejudicou o planejamento. “Não tem gestor que consiga fazer planejamento com esse cenário de queda de receita. A economia derretendo e as medidas não resolveram. De cada dez prefeituras, oito estão em crise. Dificilmente gestores honrarão compromissos com essa queda de arrecadação”.
Ele falou em torcer por uma retomada ano que vem para planejar melhor investimentos e pelo menos manter o custeio da maquina pública. Disse que a previdência é um dos problemas que o país terá que resolver. “As previdências municipais estão em sua maioria quebradas. Cenário é de incerteza, mas vamos ter fé e coragem”.
Duque disse não acreditar que o fato de o governo Temer ser hoje adversário político do PT, seu partido, prejudique sua gestão. “Quem governa bem, consegue buscar parcerias com qualquer governante. Temos parcerias com Paulo Câmara, não votei nele, mas nem por isso tratou mal Serra Talhada”.
O prefeito revelou que os dois eixos da próxima gestão serão desenvolvimento econômico e agricultura. “vamos buscar a atração de investimentos da iniciativa privada, de outros setores”, disse, destacando a previsão de entrega do IF Sertão e do Sest Senac Serra Talhada. “Na área de desenvolvimento rural, vamos trabalhar a perfuração de poços, criação de pequenos animais, irrigação”.
Ele ainda apelou para que o Governo do Estado dê suporte com mais carros pipa na estiagem e prometeu ajudar Sandra da Farmácia, a prefeita eleita de Calumbi. “Vai encontrar a previdência com sete folhas em atraso, fornecedores, cenário muito ruim. Para ela o primeiro passo é fazer uma auditoria e tomar medidas duras para sanear a prefeitura. Mas não tem nada que não tenha solução”.
A candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, e o candidato ao Senado, André de Paula, iniciaram, na manhã deste sábado, agenda na região. Ao lado do vice-prefeito da cidade, Delegado Israel (PP) – que também é candidato a deputado federal – a dupla participou de uma caminhada na feira de Arcoverde. Também estiveram na […]
A candidata ao Governo de Pernambuco, Marília Arraes, e o candidato ao Senado, André de Paula, iniciaram, na manhã deste sábado, agenda na região.
Ao lado do vice-prefeito da cidade, Delegado Israel (PP) – que também é candidato a deputado federal – a dupla participou de uma caminhada na feira de Arcoverde.
Também estiveram na caminhada os vereadores Siqueirinha, Rodrigo Roa e Célia; a ex-vereadora Cibele Roa; o vereador de Caetés, Jocelino Ferreira; a vereadora de Garanhuns, Fany Bernal e Gláuria Simões, candidata a deputada estadual.
Ainda hoje, os candidatos irão visitar os municípios de Buíque, Pedra, Venturosa, Sertânia e Custódia.
O Sertão também registra o fenômeno do aumento da fome e da pobreza, que não é exclusividade dos grandes centros. O flagrante é de Arcoverde, onde assim como ocorreu em outros centros, com destaque na imprensa nacional. Na foto, pessoas fazem fila em um populoso bairro da cidade, São Cristóvão, onde um açougue distribuía ossos […]
O Sertão também registra o fenômeno do aumento da fome e da pobreza, que não é exclusividade dos grandes centros.
O flagrante é de Arcoverde, onde assim como ocorreu em outros centros, com destaque na imprensa nacional. Na foto, pessoas fazem fila em um populoso bairro da cidade, São Cristóvão, onde um açougue distribuía ossos para famílias mais carentes.
Na Terra do Cardeal, o fenômeno gerou críticas à gestão local, do prefeito Wellington da LW. “Mostra que nossa cidade está sem governo. Só se governa para ricos em Arcoverde, enquanto pobres precisam ficar esperando osso para se alimentar dignamente”, questionou o PT em nota.
De fato, políticas públicas locais e estaduais precisam acudir quem passa necessidade. Mas o nó é mais em cima também. Essa semana, toda a equipe econômica, inclusive o todo poderoso Paulo Guedes ficaram no “balança mais não cai” por conta da decisão de levar o Auxílio Brasil, novo nome do Bolsa Família da era Bolsonaro a míseros R$ 400. O valor não cobre nem a cesta básica, hoje oscilando entre R$ 600 e R$ 700. Isso sem considerar moradia, energia nas alturas, água, educação…
O mercado, esse ser invisível que manda e desmanda no país não gostou dos R$ 400 pelo mal que fará ao teto dos gastos. O fenômeno social que a pandemia causou ao Brasil empobreceu ainda mais os mais pobres e enriqueceu ainda mais os mais ricos. Além de um fenômeno econômico, o aumento da fome é uma crueldade social com cor e identidade. Os pretos e pardos correspondem a 72,7% dos que estão em situação de pobreza ou extrema pobreza, ou 38,1 milhões de pessoas. Dentre aqueles em condição de extrema pobreza, as mulheres pretas ou pardas compõem o maior contingente: 27,2 milhões de pessoas. Vale destacar que o rendimento domiciliar per capita médio de pretos ou pardos é metade do recebido pelos brancos. Um quarto da população brasileira, 52,7 milhões de pessoas, vive em situação de pobreza ou extrema pobreza.
O mais cruel é que o Brasil, gigante pela própria natureza, produz alimentos que permitiriam ao país exportar e matar a fome por aqui. Hoje, o País produz comida suficiente para estimados 1,6 bilhão de pessoas, ou seja, um excedente de 1,4 bilhão, já que somos 200 milhões. Mas a voracidade do “mercado”, do agronegócio, do empresariado, dos homens brancos de gravata que decidem o futuro do país não permite que isso aconteça.
Assim, aumenta a disparidade, a concentração de renda para poucos, a falta dela para muitos. A cada dia, ouve-se com mais insensibilidade o grito de fome de crianças para o desespero de suas mães, assiste-se a mais pessoas revirando o caminhão do lixo por comida. São vozes e dores que o mercado e os políticos reféns não veem, não escutam, não sentem. E aumenta a fila do osso, dobrando a esquina de um país derrotado, por produzir sem conseguir sustentar seus filhos…
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