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Usina Petribu nega relação com fábrica de Cimento Pajeú

Por Nill Júnior

Prezado Nill Júnior,

A Usina Petribu e a Família Petribu, em vistas da notícia veiculada na vossa rede social, vem através da presente notificação, trazer esclarecimentos em vistas a solicitar que seja realizada errata na notícia, mais especificamente quando fala se traz a expressão “Grupo Petribu” e o trecho que traz o entendimento que houve má gestão e briga na família, antes da sucessão do negócio.

É sabido, que a família Petribu tem uma história de trajetória de sucesso no agronegócio e em outros segmentos, mas sempre manteve seu foco na fabricação de álcool e açúcar. E quando tomou conhecimento da notícia, se viu “constrangida”, quando da veiculação nas redes sociais, que trouxe um fato que atual empresa (Cimento Pajeú), objeto da notícia, teria sido idealizada pelo Grupo Petribu, premissa que, com a devida venia, não é verdadeira, visto que a família Petribu é muito grande e quando se fala em grupo pode “macular” todos os negócios que não têm nada a ver com o caso em questão.

A empresa foi idealizada por um dos membros da família, que foi sócio de uma das empresas da família, mas tal notícia macula, por exemplo, a Usina Petribu, que fica localizada em Lagoa de Itaenga e que hoje gera pouco mais de 5 mil empregos diretos, tendo um papel social muito importante na zona da Mata Norte, beneficiando mais de 10 municípios no entorno da região com a geração de empregos.

E quanto se tomou conhecimento da notícia, houve muita surpresa, especialmente no tocante a uma falsa premissa de grupo econômico, quando na verdade o negócio idealizado nos idos de 2013, foi por um membro da família e não pelo grupo.

Nesse sentido, a fim de evitarmos questionamentos, especialmente no tocante a questão de responsabilizações por haveres, que podem ser objeto de interpretação, trazendo uma “falsa” impressão da imagem da Família, Usina e das empresas que fazem parte dela, solicitamos, que seja realizada errata na publicação, a fim de retirar a expressão “Grupo Petribu” e substituir por “membro da família Petribu”, calibrando melhor a questão do imbróglio da gestão e brigas, visto que estas ficaram com as empresas que sucederam a administração, fato que de certa medida macula a imagem da família frente ao que ela representa no Estado de
Pernambuco pelo fato que está sendo narrado na notícia.

Dessa forma, com todo respeito, pedimos a Vossa compreensão frente a seriedade que o tema merece, esperamos a errata, calibrando o fato narrado na notícia, evitando a exposição, que não é o que efetivamente aconteceu, considerando o nome Petribu.

Sem mais para o momento, aproveitamos a oportunidade para renovar nossos protestos de elevada e estima e distinta consideração.

Cordialmente,

Usina Petribu S/A e Família Petribu

Outras Notícias

Procurador-geral de Justiça aconselha novos promotores sobre dia a dia na carreira

O procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, participou, na útlima quinta-feira (22), de uma das atividades que integram o curso de formação dos novos 20 promotores de Justiça que tomaram posse no mês passado. A aula aconteceu no auditório da Escola Superior do Ministério Público de Pernambuco (ESMP), no quinto andar do Edifício Ipsep, na […]

O procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, participou, na útlima quinta-feira (22), de uma das atividades que integram o curso de formação dos novos 20 promotores de Justiça que tomaram posse no mês passado.

A aula aconteceu no auditório da Escola Superior do Ministério Público de Pernambuco (ESMP), no quinto andar do Edifício Ipsep, na Rua do Sol, bairro de Santo Antônio, na região central do Recife.

Francisco Dirceu Barros tirou dúvidas dos colegas que vão assumir seus postos no próximo dia 5 de março em 14 cidades do Sertão, cinco do Agreste e uma da Zona da Mata. Também participaram da atividade o diretor da ESMP, Sílvio Tavares, e o secretário-geral do MPPE, Alexandre Bezerra.

Dos 20 promotores, aprovados no concurso público realizado em 2015 e prorrogado até 2019 pelo procurador-geral de Justiça, Francisco Dirceu Barros, 14 vão para municípios do Sertão (Bodocó, Cabrobó, Carnaíba, Custódia, Exu, Flores, Floresta, Inajá, Petrolândia, Serrita, Tabira, Tacaratu, Terra Nova e Trindade).

São cinco para cidades do Agreste (Águas Belas, Buíque, Ibirajuba, Jupi e Lagoa dos Gatos) e um para Chã Grande, na Zona da Mata. São todas Promotorias de Primeira Entrância e é praxe no Ministério Público de Pernambuco (MPPE) a entrada na instituição pelas comarcas de cidades mais afastadas da capital.

Acordo entre Lula e Bivar esbarra em limitações em Pernambuco

Lula está conduzindo negociação para que Luciano Bivar desista da pré-candidatura à Presidência da República Um eventual acordo para que Luciano Bivar (União Brasil) desista da pré-candidatura à Presidência da República para apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esbarra em limitações principalmente em Pernambuco, reduto eleitoral de Bivar. As informações são da Coluna do […]

Lula está conduzindo negociação para que Luciano Bivar desista da pré-candidatura à Presidência da República

Um eventual acordo para que Luciano Bivar (União Brasil) desista da pré-candidatura à Presidência da República para apoiar Luiz Inácio Lula da Silva (PT) esbarra em limitações principalmente em Pernambuco, reduto eleitoral de Bivar. As informações são da Coluna do Estadão.

Pelos cálculos do partido, o União Brasil deve eleger apenas dois deputados, e a expectativa é de que as vagas sejam ocupadas pelos ex-ministros Fernando Coelho Filho e Mendonça Filho, considerados mais fortes eleitoralmente do que Bivar.

O União Brasil chegou a sugerir que Mendonça Filho disputasse vaga ao Senado, mas o candidato resiste.

O partido também tem candidato ao Governo de Pernambuco, Miguel Coelho, que deseja continuar na disputa, o que emperraria eventual acordo com o PSB de Geraldo Alckmin.

Aliados de Bivar afirmam, no entanto, que as conversas foram frequentes nos últimos dias – ele e Lula se falaram pelo menos duas vezes ao telefone. O petista em pessoa está conduzindo a negociação.

No PSB e no PT a aliança é vista com menos crédito. Petistas dizem que não abririam mão da candidatura na Bahia, por exemplo, em prol de ACM Neto (União).

No PSB, as conversas são vistas como uma tentativa extra do União Brasil em pressionar Rodrigo Garcia (PSDB) pela vice em São Paulo.

Senadores defendem CPI e impeachment por Covid 

Senadores de oito partidos, inclusive integrantes da base aliada, criticaram a postura de Jair Bolsonaro e defenderam a necessidade criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar e responsabilizar a atuação do presidente durante a pandemia. A reportagem é de Guilherme Amado/Revista Época. A coluna teve acesso a prints de mensagens trocadas no sábado 27 no […]

Senadores de oito partidos, inclusive integrantes da base aliada, criticaram a postura de Jair Bolsonaro e defenderam a necessidade criar uma Comissão Parlamentar de Inquérito para investigar e responsabilizar a atuação do presidente durante a pandemia. A reportagem é de Guilherme Amado/Revista Época.

A coluna teve acesso a prints de mensagens trocadas no sábado 27 no grupo de WhatsApp que reúne os 81 senadores, em que, conclamados por Tasso Jereissati, do PSDB do Ceará, senadores de PSD, MDB, PT, Cidadania, Rede, PROS, Podemos e Republicanos concoradaram com a necessidade de responsabilizar Bolsonaro.

Escreveu Jereissati, às 14h27 deste sábado:

“Senadoras e senadores, o presidente Bolsonaro esteve no Ceará, ontem, sexta-feira, quando cometeu pelo menos dois crimes contra a saúde pública, ao promover aglomerações sem proteção e ao convocar a população a não ficar em casa, desafiando a orientação do governo do estado e ainda ameacando o governo de não receber o auxílio emergencial. Desta maneira a instalação da CPI no Senado tornou-se inadiável. Não podemos ficar omissos diante dessas irresponsabilidades que colocam em risco a vida de todos brasileiros”.

A partir daí, começaram os apoios.

“Toda razão amigo Tasso, o PR (Bolsonaro) afronta os governadores que estão na ponta cuidando da saúde nos estados, cabe ao Senado, a Casa da federação, contestar essa ação equivocada do PR JB, que leva a quebra de protocolos e leva à expansão da doença no país”, escreveu Otto Alencar (BA), do governista PSD, acrescentando: “O PR receitou cloroquina, depois reconheceu que era placebo, muitos usaram. Aqui na Bahia alguns morreram por parada cardíaca, inclusive um médico morreu, Dr Moisés, de Ilhéus, por parada cardíaca”.

“Isto, mestre Tasso. Dói na alma estas coisas. Ainda bem que temos governadores e prefeitos que cumprem seus deveres”, criticou Confúcio Moura, do MDB de Roraima.

“Concordo 100%”, escreveu Alessandro Vieira, do Cidadania do Sergipe.

“Concordo, Tasso”, respondeu a senadora Zenaide Maia, do PROS do Rio Grande do Norte.

“Registrei imediatamente as inconsequentes posturas presidenciais, com o respeito cabível e exigível, ao fazer carreata no dia que se verificara o maior número de óbitos de nacionais”, concordou Veneziano Vital do Rêgo, do MDB da Paraíba.

“Esse negacionismo já passou do limite. O Brasil já ultrapassou os 250 mil mortos e vamos ter lamentavelmente próximos dias muito graves em mortes e colapso da rede pública em vários estados”, criticou Eduardo Braga, do MDB do Amazonas.

“Concordo e apoio a iniciativa do senador Tasso! Nosso PR tem tido um comportamento totalmente errado em relação a como cuidar dos brasileiros no que diz respeito à pandemia. Desde o início, tudo errado. Não é razoável que depois de tudo o que aconteceu no mundo ele continue nagacionista”, escreveu Oriovisto Guimarães, senador pelo Podemos do Paraná.

“Um depoimento que contrapõe a insensatez e dureza de coração de muitos”, comentou Mecias de Jesus, líder do Republicanos e eleitor por Roraima, em cima de um vídeo em que o secretário de Saúde de Rondônia critica as aglomerações e faz um apelo pela conscientização.

“Concordo com Tasso Jereissati. Agora mais do que nunca sobejam razões para instalar a CPI”, escreveu Randolfe Rodrigues, da Rede do Amapá.

“Uma grande verdade, Tasso! Está na hora”, concordou Eliziane Gama, do Cidadania do Maranhão.

“Concordo plenamente. Não há outro caminho”, acompanhou Humberto Costa, do PT de Pernambuco.

“Concordo 100% (II). Aqui em Natal, há ‘discípulos’ até hoje: o prefeito”, escreveu Jean Paul Prates, do MDB do Rio Grande do Norte, compartilhando um vídeo em que o prefeito de Natal, Álvaro Costa Dias (PSDB), recomenda o uso de ivermectina, medicamento sem comprovação científica para o combate à Covid-19.

Aécio diz que eleger Marina é trocar um PT “por outro tipo de PT”

O candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) disse nesta segunda-feira (15),  após uma caminhada pelo centro de Linhares, no interior do Espírito Santo, que eleger a candidata Marina Silva (PSB) é substituir o PT “por um outro tipo de PT”. Aécio afirmou que Marina iniciou a carreira política no partido e nele passou 27 anos. […]

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O candidato a presidente Aécio Neves (PSDB) disse nesta segunda-feira (15),  após uma caminhada pelo centro de Linhares, no interior do Espírito Santo, que eleger a candidata Marina Silva (PSB) é substituir o PT “por um outro tipo de PT”. Aécio afirmou que Marina iniciou a carreira política no partido e nele passou 27 anos.

“Eu quero dizer a vocês hoje, de forma muito franca, que está chegando a hora da onda da razão. Nós não vamos substituir o governo do PT por outro tipo de PT. Até porque 80% da trajetória da candidata Marina foi feita dentro do partido e, provavelmente será com uma parcela importante do PT, se ela vencer as eleições, que ela vai governar”, salientou o tucano.

Aécio disse ainda que o partido da presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição, divulga uma “grande falácia” quando afirma que mudou a vida dos brasileiros e rebateu: “O que muda a vida de cada brasileiro é cada brasileiro, que acorda cedo trabalha, estuda, se prepara. O Estado tem a obrigação de, a partir da vocação de cada uma das nossas regiões, ser a mão estendida, o parceiro, como a Petrobras deixou de ser”.

Aécio fez novas críticas à Petrobras. “A estatal adia investimentos estratégicos para os Estados”, disse. “Um exemplo é o polo de gás químico que, mais uma vez, está sendo adiado porque a Petrobras não demonstra condições de cumprir seu cronograma de investimentos”.