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TRE-PE homologa candidatura de Albérico Rocha à Prefeitura de Iguaracy

Por André Luis

Nesta sexta-feira (4), o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) decidiu, por maioria, homologar a candidatura de Albérico Rocha (PSB) para a Prefeitura de Iguaracy. A decisão encerra um processo que se arrastava desde o final de setembro, colocando fim à incerteza sobre a elegibilidade de Albérico nas eleições municipais.

A decisão foi anunciada com o seguinte trecho: “Acordam os membros do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), por maioria, negar provimento ao recurso nos termos do voto divergente do desembargador Rodrigo Cahu Beltrão”, indicando que a maioria dos magistrados optou por manter a candidatura de Albérico Rocha, apesar da impugnação movida pelo Ministério Público Eleitoral.

Entenda o caso

No dia 24 de setembro, o TRE-PE iniciou o julgamento do recurso apresentado pelo Ministério Público Eleitoral, que visava impugnar a candidatura de Albérico Rocha. A contestação baseava-se na rejeição das contas do candidato pelo Tribunal de Contas da União (TCU), especificamente relacionadas ao Convênio 172/2008-SESAN, que teria resultado em dano ao erário público.

O relator do processo, Desembargador Eleitoral Rogério de Meneses Fialho Moreira, deu parecer favorável ao recurso, recomendando a inelegibilidade de Albérico. De acordo com o relator, a condenação definitiva pelo TCU, já transitada em julgado, representava um impedimento legal à candidatura, conforme a legislação eleitoral.

No entanto, o julgamento foi interrompido após o pedido de vista do Desembargador Eleitoral Rodrigo Cahu Beltrão, que solicitou mais tempo para analisar o caso antes de emitir seu voto. Este pedido abriu margem para um reexame detalhado das alegações e dos fundamentos jurídicos que envolviam o caso.

Com o voto divergente de Beltrão, o Tribunal decidiu, por maioria, negar o provimento ao recurso e, assim, garantir o registro de candidatura de Albérico Rocha, permitindo que ele continue na disputa pela Prefeitura de Iguaracy.

Outras Notícias

Em Serra Talhada, grupo de Zapzap protagoniza debate político

Com muitos políticos e protagonistas locais, grupo já realizou até Arraial neste sábado A revolução digital é tão veloz e surpreendente que não tem mais barreiras. O que você diria ao saber que em uma cidade do Pajeú, dentre os principais fóruns de debate, figura um grupo de WhatsApp? Isso mesmo, esse aplicativozinho que revolucionou […]

Imagens do Arraial do Serra On Line
Imagens do Arraial do Serra On Line

Com muitos políticos e protagonistas locais, grupo já realizou até Arraial neste sábado

A revolução digital é tão veloz e surpreendente que não tem mais barreiras. O que você diria ao saber que em uma cidade do Pajeú, dentre os principais fóruns de debate, figura um grupo de WhatsApp? Isso mesmo, esse aplicativozinho que revolucionou a comunicação no mundo, que criou uma “zapdependência”, em Serra Talhada criou um jeito novo de debater a política.

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Os debates no grupo: tão rápidos quanto intermináveis

Tudo fruto da ideia de um bancário local, o Glewbber Mourato. Aos poucos, após criar o grupo, ele foi reunindo gente importante e com peso de discussão na cidade: radialistas, jornalistas, políticos e formadores de opinião. Um a um, foram encorpando o grupo. Hoje, tem quase setenta integrantes.

Para ser ter uma ideia do peso, entre os políticos, nomes como Augusto César e Lucas Ramos (Deputados Estaduais), vereadores como Marcos Oliveira e Sinézio Rodrigues,  pré-candidatos a prefeito  vice como Waldemar Oliveira, Fonseca Carvalho  e Faeca Melo, radialistas como Adriano Roberto (Frente a Frente), Francys Maya (Líder FM) e Anderson Tennens (Cultura), o Presidente da OAB Esterfferson Nogueira, o médico Luiz Pinto, blogueiros, poetas, formadores de opinião, empresários. O Prefeito Luciano Duque não faz mais parte do grupo, mas não faltam assessores como seus integrantes da Assessoria de Imprensa.

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Resultado: com a velocidade do aplicativo, os temas da política serra-talhadense são debatidos à medida que os fatos acontecem. Notícias que repercutem nas outras mídias, como blogs, são imediatamente colocados na pauta. O poder  é tanto que versões de fatos publicados nas outras mídias já chegaram a ser confirmados ou desmentidos no grupo. Ações de governo, ou ausência delas, debatidas efusivamente. O lançamento do disciplinamento do trânsito na cidade foi sendo aperfeiçoado a partir do grupo, claro, com colaboração de blogs e rádios. Mas muito foi debatido e aprimorado no Serra On Line.

A força pôde ser percebida por este blogueiro na recente posse do vereador Marcos Oliveira. Nas clássicas saudações de vereadores e do prefeito, o Serra On Line (Ou SOL na abreviatura) é citado com destaque.

Outra prova foi o Arraial do Serra On Line, realizado na residência do Secretário Faeca Melo, por articulação do grupo. Suprapartidário e com pessoas de diversos setores, na mesma pluralidade do grupo, o encontro reuniu várias pessoas que protagonizam o debate politico, social , econômico na cidade.  Dificil acompanhar tanta evolução, tão rapidamente.

Pedro Corrêa: “Como recebi R$5 mi para minha eleição se não me candidatei?”

O ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) apontou uma suposta contradição na delação do doleiro Alberto Youssef ao depor na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras em audiência, hoje, em Curitiba. Questionado pelo deputado Celso Pansera (PMDB-RJ) sobre a suspeita de ter recebido cerca de R$ 5 milhões para recursos de campanha de uma candidatura a […]

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O ex-deputado Pedro Corrêa (PP-PE) apontou uma suposta contradição na delação do doleiro Alberto Youssef ao depor na CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras em audiência, hoje, em Curitiba.

Questionado pelo deputado Celso Pansera (PMDB-RJ) sobre a suspeita de ter recebido cerca de R$ 5 milhões para recursos de campanha de uma candidatura a deputado, Corrêa diz que não é possível ter recebido este dinheiro porque não se candidatou em 2010. O deputado afirmou que o dado consta da delação de Youssef.

“Eu fui cassado em 2006, isso significa que fico proibido de me eleger por oito anos. Como que posso receber R$5 milhões para minha eleição se não me candidatei?”, declarou Corrêa.

Corrêa é suspeito de receber propinas do esquema envolvendo a Petrobras. Ele já estava preso após condenação no julgamento do mensalão. Após novas suspeitas o ligando ao esquema descoberta pela Lava Jato, ele foi encaminhado para a carceragem da Polícia Federal em Curitiba.

Ele inicialmente declarou que não responderia as perguntas dos deputados na audiência.

“A única coisa que pode me acontecer nessa CPI, além de ser ‘bipreso’ [pelo mensalão e pela operação Lava Jato], é ser ‘tripreso'”, disse o ex-deputado.

Posteriormente, passou a responder as perguntas dos deputados. Durante o depoimento, Corrêa disse que conheceu Youssef pelo deputado José Janene, morto em 2010. Mas diz que a delação de Youssef que o liga ao escândalo não é verdadeira.

“Se essa delação fosse confirmada eu teria de ter um patrimônio entre R$ 20 milhões e R$ 25 milhões. Meu patrimônio não foi aumentado. Se existe, eu gostaria de saber onde está esse dinheiro”, afirmou.

O ex-deputado afirmou que nunca recebeu dinheiro ilegal de Youssef. Corrêa também declarou que a indicação de Paulo Roberto Costa teve a chancela do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele disse que ele soube disso por Janene.

Corrêa também comentou a suspeita de que recursos do esquema investigado pela Lava Jato abastecer partidos. “Eu acho que precisam ser punidos quem doa, não os partidos que receberam na forma da lei.” (Uol)

O Blog e a História: MP no pé de Luciano Duque

Em 18 de dezembro de 2013 – o Ministério Público está na cola da gestão Luciano Duque em Serra Talhada. Semana passada, recomendou à prefeitura de Serra Talhada que no prazo de 60 dias disponibilize o Portal na Transparência na internet. A página deverá ser incluída no site da prefeitura municipal e apresentar ícones contendo […]

Em 18 de dezembro de 2013 – o Ministério Público está na cola da gestão Luciano Duque em Serra Talhada. Semana passada, recomendou à prefeitura de Serra Talhada que no prazo de 60 dias disponibilize o Portal na Transparência na internet.

A página deverá ser incluída no site da prefeitura municipal e apresentar ícones contendo informações sobre execução orçamentária e financeira, despesas, arrecadação, licitações, processos administrativos, editais, projetos, dados de fornecedores, custos gerais, informações sobre servidores e secretarias municipais. Deve conter também explicações sobre as leis municipais vigentes e os decretos e portarias.

Agora, a Prefeitura foi alvo de instauração de inquérito civil público para investigar a prática do transporte escolar irregular no município.

A iniciativa é resultado de uma parceria entre Ministério Público de Pernambuco (MPPE) e o Ministério Público Federal (MPF) para a regularização do fornecimento do serviço de transporte de crianças e adolescentes no âmbito dos municípios da região do Sertão do Pajeú, Moxotó e São Francisco.

A abertura do inquérito civil público foi divulgada no Diário Oficial do Estado (DOE) com a finalidade de colher elementos quanto ao uso do transporte de crianças e adolescente em caminhões “paus de arara”. Os órgãos requisitaram várias informações ao prefeito Luciano Duque para serem respondidas no prazo de dez dias.

Rádio Corredor: Danilo anunciado até quarta, Carlos Veras pro Senado e vice do MDB

Está sendo confirmada por fontes governistas ao blog uma reviravolta no debate sobre a chapa governista ao Governo do Estado. Pelo que foi apurado, cresceu muito a possibilidade do petista Carlos Veras ser o candidato ao Senado da chapa, com a decisão do PSD de Kassab e André de Paula de não apoio a Lula […]

Está sendo confirmada por fontes governistas ao blog uma reviravolta no debate sobre a chapa governista ao Governo do Estado.

Pelo que foi apurado, cresceu muito a possibilidade do petista Carlos Veras ser o candidato ao Senado da chapa, com a decisão do PSD de Kassab e André de Paula de não apoio a Lula no primeiro turno.

Com a arrumação,  também perde força a articulação inicial do PT na vice com Teresa Leitão ou Doriel Barros. E ganha maior chance de emplacar o nome o MDB de Jarbas e Raul Henry.

Outra notícia é de que o anúncio oficial de Danilo não passa da quarta-feira da semana que vem.

Corregedor do TSE envia relatório de ações que pedem cassação de Bolsonaro à PGE

Reuters O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, enviou nesta sexta-feira relatório com o resumo de duas ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), apesar de pedido da defesa do presidente Jair Bolsonaro para que fosse tomado depoimento de um empresário bolsonarista. Agora, a PGE terá 48 horas […]

Reuters

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, enviou nesta sexta-feira relatório com o resumo de duas ações que pedem a cassação da chapa Bolsonaro-Mourão à Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), apesar de pedido da defesa do presidente Jair Bolsonaro para que fosse tomado depoimento de um empresário bolsonarista.

Agora, a PGE terá 48 horas para se manifestar sobre as ações que pedem a cassação dos diplomas de Bolsonaro e do vice-presidente Hamilton Mourão e a declaração de inelegibilidade por oito anos do presidente da República e de seu vice por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação nas eleições de 2018.

“As provas foram amplamente produzidas e foram compartilhados conosco os inquéritos em tramitação no STF (Supremo Tribunal Federal). As ações foram investigadas a fundo. Fizemos um esforço para julgá-las, encerrá-las e agora estamos conseguindo finalizar”, disse o ministro do TSE, ressaltando que em algumas ocasiões foi reaberto o processo de instrução.

Após esse prazo de 48 horas, caso não haja a necessidade de novas diligências, as ações podem ir a julgamento pelo plenário do TSE, em data a ser definida.

Mais cedo, a defesa de Bolsonaro pediu ao TSE a tomada do depoimento do empresário bolsonarista Otávio Fakhoury, que admitiu em depoimento no mês passado à CPI da Covid do Senado ter custeado material de campanha para o então candidato ao Palácio do Planalto em 2018.

À CPI, Fakhoury disse que os valores tiveram como destinatários um grupo de apoiadores de Bolsonaro, sem ser direcionada para alguma campanha política e, por essa razão, não foram declarados à Justiça Eleitoral.

Contudo, desde 2015, quando o STF (Supremo Tribunal Federal) declarou inconstitucional as doações de empresas para campanhas eleitorais, as doações de pessoas físicas para campanhas precisam ser registradas à Justiça Eleitoral sob pena de serem consideradas caixa 2, um crime.

Fakhoury e também a jornalista Patrícia Campos Mello foram listados pela defesa de Bolsonaro para depor no TSE em ações que apuram se empresários bancaram disparos de mensagens em massa no WhatsApp para favorecer a chapa presidencial em 2018.

Se tivessem sido aceitos, esses pedidos poderiam atrasar o andamento de ações contra Bolsonaro e Mourão e até mesmo inviabilizar a permanência do relator das ações, o ministro Luís Felipe Salomão, à frente dos casos. Ele deixa o posto dia 29 de outubro e será substituído pelo ministro Mauro Campbell.