A Universidade de Pernambuco (UPE) divulga o resultado do Vestibular – Educação a distância (EAD).As matrículas acontecerão entre os dias 17 e 19 de janeiro deste ano, nos Polos da EAD para o qual o candidato prestou vestibular, nos seguintes horários: 8h às 12h e 13h às 17h.
Os candidatos aprovados com as maiores notas foram:
AMPLA CONCORRÊNCIA
1° lugar: Sebastião Ferreira da Silva (nota 79,75) – curso: Licenciatura em Letras no Polo de Águas Belas.
2° lugar: Maurílio Mendes da Silva (nota 77,75) – curso: Administração Públoca no Polo Surubim
3° lugar: José Diógenes de Oliveira Carvalho (nota 76,75) – curso: Licenciatura em Ciências Biológicas no Polo Gravatá
AÇÕES AFIRMATIVAS (COTAS)
1° lugar: Elizianne Pereira Costa (nota 71,25) – curso: Licenciatura em Ciências Biológicas no Polo Gravatá
2° lugar: Catarina Pires Quirino de Sá (nota 66,50) – curso: Administração Públoca no Polo Cabrobó
3° lugar: João Vitor de Sousa Barbosa (nota 64,50) – curso: Licenciatura em História no Polo Surubim.
A criançada tomou conta da Avenida Rio Branco na tarde deste domingo (26). O terceiro dia de Carnaval foi animado pela garotada do Bloco infantil Unidunitê, organizado pelo homenageado do Carnaval 2017, Luciano Pires. Eles seguiram em direção à praça de alimentação, o Polo do Frevo. Após o percurso, houve concurso de fantasias infantis promovido […]
A criançada tomou conta da Avenida Rio Branco na tarde deste domingo (26). O terceiro dia de Carnaval foi animado pela garotada do Bloco infantil Unidunitê, organizado pelo homenageado do Carnaval 2017, Luciano Pires. Eles seguiram em direção à praça de alimentação, o Polo do Frevo.
Após o percurso, houve concurso de fantasias infantis promovido pela Secretaria de Cultura e Esportes. As crianças desfilaram ao som da orquestra show de frevo. Os concorrentes foram distribuídos em duas categorias: de 0 a 06 anos, e de 07 a 12.
Mais do que o resultado, o importante foi expressiva participação das crianças, que vestiram a fantasia para brincar ao lado dos pais e responsáveis. A Prefeitura distribuiu 1.200 Reais em premiações.
Por Heitor Scalambrini Costa* Depois de adiar a decisão a ser tomada em relação aos resultados dos estudos apresentados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sobre a participação do capital privado na Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), o governo de Pernambuco retomou o que considera importante para os pernambucanos, a privatização da […]
Depois de adiar a decisão a ser tomada em relação aos resultados dos estudos apresentados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), sobre a participação do capital privado na Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), o governo de Pernambuco retomou o que considera importante para os pernambucanos, a privatização da empresa. Desde março deste ano as propostas já são conhecidas: a de concessão total, a de concessão parcial, e a de conceder ao capital privado somente os serviços de coleta e tratamento de esgoto.
Inicialmente a governadora anunciou que o modelo a ser adotado seria tornado público, no mês de abril corrente, mas calou-se diante das eleições municipais de outubro, já que defender concessões de serviços essenciais ao capital privado nos dias atuais é um assunto no mínimo indigesto, junto à opinião pública.
Como quem foge da cruz, o governo estadual tem evitado falar diretamente em privatização e, sim, em concessão, que nada mais é do que uma forma de privatização. Membros do governo tentam iludir, mentir, esconder da população que de fato a intenção é de transferir ativos da empresa pública para a iniciativa privada, alienando os bens da empresa.
Ao longo dos anos os pernambucanos da capital, agreste e sertão sofrem as consequências do descaso dos governantes em relação ao abastecimento de água, bem essencial à vida. Com acenos a população, o governo age como vendedor de ilusão, prometendo que o acesso à água será universalizado, juntamente com o esgotamento sanitário até 2033. Assim o fez o governo de Jarbas Vasconcelos (PMDB) em relação a antiga Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), prometendo com a privatização a modicidade tarifária, a melhoria na qualidade dos serviços prestados com investimentos em tecnologia, em inovação, e uma eficiente gestão empresarial. Todos sabem no que deu.
Além das tarifas estratosféricas, a privatização da energia teve como consequência a degradação e precarização das condições de trabalho dos eletricitários, o que resultou em péssimo atendimento e baixa qualidade dos serviços prestados. Com a privatização, houve demissões de pessoal que desmantelaram a capacidade operativa de manutenção e atendimento das demandas dos usuários. Sem dúvida é o que acontecerá com a privatização da Compesa.
Segundo levantamento do banco de dados Public Futures, coordenado pelo Instituto Transnacional (TNI), na Holanda, e pela Universidade de Glasgow, na Escócia; no mundo é crescente o número de casos que vão na direção oposta, com a retomada do serviço público de água por prestadores públicos após períodos de concessão privada.
O que se verifica mundialmente é que o processo de privatização de serviços de água e energia, essenciais à população, só tem beneficiado aos investidores privados, cujo compromisso é somente com o lucro, o que contraria os interesses dos consumidores. A ausência do Estado no setor impede o acesso generalizado da população à água potável e ao saneamento básico, mantendo-os com níveis muito baixos de atendimento, além de perpetuar a grande discrepância entre as áreas urbanas e rurais.
No Brasil, a direita e extrema direita de uma maneira geral, representados pelo governador de São Paulo, Tarcisio de Freitas (Republicanos) e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), estão entre as correntes políticas que defendem a venda do patrimônio público, aliando-se ao interesse de grandes corporações interessadas em expandir seus lucros. Em Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSDB) é uma entusiasta da privatização assim como seu partido, considerado o “pai das privatizações do setor elétrico” no país.
A Compesa tem sofrido nos últimos anos com a estratégia deliberada de “sucatear para privatizar”. Sucatear serviços essenciais reduz o bem-estar da sociedade e exclui uma parte considerável da população, que passa a não ter acesso a direitos básicos. É cruel, mas aplicada com bastante frequência. Os entreguistas do patrimônio público acabam provocando junto à população uma grande animosidade contra a empresa pública e seus funcionários. Acreditam assim, que jogando a população contra a empresa, favorecem a aceitação de que a solução aos problemas correntes virá pelas mãos da iniciativa privada.
Os exemplos no mundo são muitos, mostrando que a privatização da água e da energia tem acarretado tarifas abusivas, atendimento precário, priorização do pagamento de dividendos aos seus acionistas em detrimento da realização dos investimentos prometidos e, contrariamente aos interesses da população, fornecendo remuneração escandalosa aos dirigentes das empresas. Estes são alguns dos problemas que têm levado várias cidades e países à reestatização destes serviços.
Espero que, devido ao exemplo da privatização da Celpe e suas consequências nefastas à população, não caiamos no “canto da sereia” da governadora de que a solução para o abastecimento da água e a universalização do saneamento em Pernambuco passem pela privatização da empresa.
Diga NÃO à privatização da COMPESA A água é um direito e não uma mercadoria.
*Heitor Scalambrini Costa é Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
Foto: Célio Azevedo/Agência Senado A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, nesta quinta-feira (12), projeto que declara o ex-presidente Tancredo Neves como Patrono da Redemocratização Brasileira. A decisão é terminativa e segue para sanção presidencial, salvo recurso para votação em Plenário. Tancredo de Almeida Neves (1910—1985) foi eleito presidente da República pelo Colégio […]
A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, nesta quinta-feira (12), projeto que declara o ex-presidente Tancredo Neves como Patrono da Redemocratização Brasileira. A decisão é terminativa e segue para sanção presidencial, salvo recurso para votação em Plenário.
Tancredo de Almeida Neves (1910—1985) foi eleito presidente da República pelo Colégio Eleitoral (formado pelas duas casas do Congresso) em 15 de janeiro de 1985. Sua eleição marcou o fim de 21 anos de ditadura militar. Porém, em 14 de março, véspera da posse, o político mineiro foi internado com problemas abdominais, e seu companheiro de chapa, José Sarney, assumiu a Presidência. Tancredo morreu em 21 de abril, em São Paulo, e Sarney completou seu mandato até 1990.
O relatório na CE foi do senador Confúcio Moura (MDB-RO). O PL 3.778/2021 foi apresentado em 2005, pela então deputada federal Fátima Bezerra (posteriormente senadora e atual governadora do Rio Grande do Norte), como PL 5.851. Foi aprovado na Câmara dos Deputados em outubro passado. Teve origem em uma sugestão (SUG 100/2005) da Associação Comunitária de Chonim de Cima, distrito de Governador Valadares (MG).
Presente à reunião, o senador Izalci Lucas (PSDB-DF) exaltou a trajetória de Tancredo:
— Eu, como mineiro, não poderia deixar de manifestar a importância de reconhecer Tancredo Neves pelo seu trabalho.
Símbolo
Na justificação do projeto, Fátima Bezerra ressaltou que a atividade política de Tancredo foi decisiva para a consolidação das instituições democráticas: “Tancredo Neves ocupou papel de destaque no processo político que se convencionou chamar de ‘redemocratização’, um período marcante na história republicana do país, que culminou com sua eleição.”
No Senado, Confúcio lembrou que, pela legislação (Lei 12.458, de 2011), patronos podem ser escolhidos entre brasileiros mortos há pelo menos dez anos, que tenham demonstrado especial dedicação ou se distinguido por excepcional contribuição ao segmento para o qual sua atuação servirá de paradigma.
O Panteão da Pátria e da Democracia, na Praça dos Três Poderes, em Brasília, leva o nome de Tancredo Neves. As informações são da Agência Senado.
Não foi preciso concentração de pessoas como aconteceu em muitas capitais para vê o espetáculo do eclipse da lua na noite deste domingo. Na calçada de casa, no muro, na rua, todos no Sertão do Pajeú viram o espetáculo da Superlua e eclipse lunar, com ajuda de um céu sem nuvens e com posição privilegiada […]
Não foi preciso concentração de pessoas como aconteceu em muitas capitais para vê o espetáculo do eclipse da lua na noite deste domingo.
Na calçada de casa, no muro, na rua, todos no Sertão do Pajeú viram o espetáculo da Superlua e eclipse lunar, com ajuda de um céu sem nuvens e com posição privilegiada do satélite.
Para o professor de Física do Campus de Planaltina da Universidade de Brasília (UnB), Paulo Brito ressalta a importância do evento.
Ele explica que ocorreu pela última vez em 1982 e só se repetirá em 2033.
O advogado e procurador do município de Afogados da Ingazeira, Carlos Marques, segue internado no Hospital Português, em Recife, após ter sido transferido ontem. Carlos sofreu uma pancada na cabeça em um acidente doméstico e apresentou quadro de sangramento, vômito e confusão mental. Pessoas próximas que o acompanham, entretanto, informaram que os prognósticos indicam que […]
O advogado e procurador do município de Afogados da Ingazeira, Carlos Marques, segue internado no Hospital Português, em Recife, após ter sido transferido ontem.
Carlos sofreu uma pancada na cabeça em um acidente doméstico e apresentou quadro de sangramento, vômito e confusão mental.
Pessoas próximas que o acompanham, entretanto, informaram que os prognósticos indicam que nesses casos, a perspectiva de recuperação é boa e precisa de um tempo mínimo de 72 horas. Exames mostraram que não há diagnóstico de AVC ou aneurisma, o que tranquilizou a todos.
Resumindo, os médicos buscaram tranquilizar familiares e apontaram a necessidade de aguardar o processo de recuperação com monitoramento clínico para prevenir e reduzir o risco de complicações.
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