O Twitter colocou esta noite uma marcação no post do presidente Jair Bolsonaro.
Ele falava sobre um “tratamento precoce” contra Covid-19 que não tem comprovação médica, alertando que a mensagem viola as regras da plataforma sobre publicação de informações enganosas.
Este tipo de medida restringe a circulação do tuíte, mas mantém a mensagem no ar.
Na postagem feita às 15h36 desta sexta, Bolsonaro disse que “Estudos clínicos demonstram que o tratamento precoce da Covid, com antimaláricos, podem reduzir a progressão da doença, prevenir a hospitalização e estão associados à redução da mortalidade”.
Mas pesquisadores de diferentes universidades e países comprovaram que não há prevenção e/ou tratamento com a ajuda de medicamentos.
Esta não foi a primeira vez que o Twitter agiu contra postagens do presidente. Em março de 2020, tuítes de Bolsonaro foram apagados também por violação de regras relacionadas a conteúdos que envolvam a pandemia.
A Secretaria de Defesa Social informou em nota que, nesta segunda-feira (3), atenderá à imprensa para falar sobre as medidas do Governo do Estado, no combate à violência no futebol, em Pernambuco. Será no Auditório da SDS, na Rua São Geraldo, no bairro de Santo Amaro, Recife, às 11h30. São aguardados o Secretário de Defesa Social, […]
A Secretaria de Defesa Social informou em nota que, nesta segunda-feira (3), atenderá à imprensa para falar sobre as medidas do Governo do Estado, no combate à violência no futebol, em Pernambuco.
Será no Auditório da SDS, na Rua São Geraldo, no bairro de Santo Amaro, Recife, às 11h30.
São aguardados o Secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho, o Comandante Geral da PMPE, Coronel Ivanildo Cesar Torres de Medeiros, além de outros membros da segurança no Estado.
As principais questões que devem ser respondidas são porque a segurança institucional não previu e muito menos evitou a barbárie entre as torcidas de Santa Cruz e Sport no sábado, além de qual real plano de ação será adotado para evitar esses episódios.
A determinação na justiça para prisão de apenas 20 criminosos envolvidos no episódio, a determinação de ausência de torcidas em jogos dos dois times determinada pelo Estado ou mesmo torcida única, proposta pela Federação Pernambucana de Futebol são todas medidas inócuas, que não vão na raiz do programa.
Em pleno 2025, inadmissível não haver um processo de identificação facial dos torcedores, cadastramento individual de membros de torcidas organizadas com verificação de antecedentes, plano unificado de combate envolvendo governo, MP, Judiciário e clubes, além de atuação planejada e firme em dia de jogos.
O presidente do diretório municipal do PSDB em Serra Talhada, Dr Jailson Araújo, rebateu neste sábado (10) as declarações feitas recentemente pelo vereador Vandinho da Saúde e pelo presidente municipal do PSOL na cidade, Ari Amorim, acerca da gestão da prefeita Márcia Conrado. Durante entrevista à TV Farol, Dr Jailson disse que o rompimento de […]
O presidente do diretório municipal do PSDB em Serra Talhada, Dr Jailson Araújo, rebateu neste sábado (10) as declarações feitas recentemente pelo vereador Vandinho da Saúde e pelo presidente municipal do PSOL na cidade, Ari Amorim, acerca da gestão da prefeita Márcia Conrado.
Durante entrevista à TV Farol, Dr Jailson disse que o rompimento de Vandinho com o governo teria sido motivado por falta de diálogo e que o vereador estaria com o ego ferido, por isso vem publicando duras críticas contra a gestão de Márcia.
“Eu não quero julgar ninguém, mas creio que Vandinho, o que ele está dizendo agora e o que ele divulga na mídia e nas redes sociais, é muito por uma questão de ego ferido. O rompimento partidário não se dá da noite para o dia, e o que aconteceu com ele foi uma questão de ego e falta de diálogo. Eu acredito que houve precipitação de Vandinho na questão de romper com a gestão Márcia Conrado, faltou diálogo”, disse Dr Jailson, rebatendo a fala de Vandinho de que o governo Márcia seria um dos piores da história de Serra Talhada.
Sobre as declarações feitas por Ari Amorim de que Márcia estaria repetindo os erros de Geni Pereira ao não ouvir e não atender aliados, Dr Jailson disse que o presidente do PSOL perdeu o ‘passo’ dentro da política serra-talhadense. “Eu tenho o maior respeito por Ari, acho um cara inteligente, estudioso, mas Ari há alguns anos eu venho tentando mostrar como ele deve se inserir de novo na política local. Ele perdeu o passo, o andar da carruagem na política local, ficou parado, por isso que perdeu o mandato naquela época, e quem cresceu dentro do partido onde ele foi criado, que foi o PT, foi Sinézio Rodrigues”, afirmou.
Gestão manteve proposta de 5,45% mais vale transporte de até R$ 176,00, Apesar da decisão de suspensão da greve de professores da rede municipal de Serra Talhada, assinada pelo desembargador Carlos Moraes, houve nova rodada de negociações. Na tarde se hohojehouve reunião com representantes da Educação. No encontro, foi reafirmado o compromisso de reajuste em […]
Gestão manteve proposta de 5,45% mais vale transporte de até R$ 176,00,
Apesar da decisão de suspensão da greve de professores da rede municipal de Serra Talhada, assinada pelo desembargador Carlos Moraes, houve nova rodada de negociações.
Na tarde se hohojehouve reunião com representantes da Educação. No encontro, foi reafirmado o compromisso de reajuste em 5,45% no salário de todos os profissionais da área. Junto com o reajuste concedido no ano passado, a categoria somaria 30,45%.
Além disso, a administração de Serra Talhada também anunciou um benefício de concessão de vale transporte para todos os servidores municipais, de até R$ 176,00, que também engloba os professores da rede municipal.
Ao contrário da reunião anterior, a prefeita Márcia Conrado esteve com os representantes da Educação, mais outros nomes da equipe de governo, como o vice, Márcio Oliveira. As categorias ainda não avaliaram a proposta.
A bela imagem é de Bruno Lopes, responsável pelo Iguaracy News, gentilmente cedida ao blog. Mostra o município de Iguaracy em imagem noturna, a 165 metros, registrada a partir de um drone. Foi o mesmo equipamento que recentemente, filmou em plano amplo a Barragem da Ingazeira, importante manancial da região, em fase final de construção. […]
A bela imagem é de Bruno Lopes, responsável pelo Iguaracy News, gentilmente cedida ao blog. Mostra o município de Iguaracy em imagem noturna, a 165 metros, registrada a partir de um drone. Foi o mesmo equipamento que recentemente, filmou em plano amplo a Barragem da Ingazeira, importante manancial da região, em fase final de construção.
Segundo dados do Wikipedia, Iguaracy tem população estimada de 12.175 habitantes, sendo o 10º município mais populoso da Microrregião do Pajeú. É composto pelos distritos: Jabitacá, Irajaí, povoado da Caatingueira e sede.
Primitivamente o município era uma área de pastagem conhecida como Logrador, de propriedade de Antonio Rabelo. As terras foram por ele doadas à Igreja, para o patrimônio de São Sebastião, em 1912. O padre Carlos Cottart construiu uma casa, onde celebrava o culto, o que atraiu o comércio e moradores para o local. Em 1914, o povoado era conhecido como Macacos. Em 1948, o nome foi mudado para Iguaraci.
Mais tarde, a Lei Estadual nº 4.954 , de 20 de dezembro de 1963 , desmembrou de Afogados da Ingazeira os distritos de Iguaraci , Jabitacá e Irajaí , para formar o novo município de Iguaracy (ex-Iguaraci) , cuja grafia foi alterada por essa mesma lei.
É conhecida por ser a terra de Maciel Melo, um dos maiores compositores do gênero do país, também intérprete. Maciel cantou Iguaracy na música Um Veio D’água:
Se aprovada a MP, Municípios com menos de 50 mil habitantes, como Afogados da Ingazeira, por exemplo, terão até 2023 para atender à determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Congresso em Foco Pauta dos prefeitos, o adiamento do prazo para que todos os lixões do país sejam desativados pode ser aprovado no Congresso até […]
Se aprovada a MP, Municípios com menos de 50 mil habitantes, como Afogados da Ingazeira, por exemplo, terão até 2023 para atender à determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Congresso em Foco
Pauta dos prefeitos, o adiamento do prazo para que todos os lixões do país sejam desativados pode ser aprovado no Congresso até a primeira semana de junho. Esta é a data limite para que a Medida Provisória 868/2018 seja aprovada pelos senadores e deputados. O tema dos lixões não constava no texto original da MP, mas foi incluído por meio de emenda no relatório do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), aprovado na comissão especial no dia 7 de maio.
A emenda apresentada pelo deputado Benes Leocácio (NOVO – RN) altera a Política Nacional de Resíduos Sólidos e prevê um escalonamento de datas para que os lixões sejam extintos, de acordo com o tamanho dos municípios. Na prática, o que as cidades precisam fazer obrigatoriamente até o final de dezembro de 2019 é elaborar plano intermunicipal de resíduos sólidos ou plano municipal de gestão integrada de resíduos sólidos.
Cumprindo esse requisito, os municípios que ficam em regiões metropolitanas terão até agosto de 2020 para desativar lixões. Municípios com menos de 50 mil habitantes, de acordo com o Censo 2010, terão, por exemplo, até 2023 para atender à determinação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
De acordo com estimativa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2017, 68,3% dos municípios brasileiros têm menos de 20 mil habitantes. O texto também afirma que União e Estados “manterão ações de apoio técnico e financeiro” aos municípios para o cumprimento dos prazos.
A emenda passou praticamente despercebida em meio às discussões polêmicas sobre o novo marco legal do saneamento básico do país, tema central da medida provisória. Mas em audiência pública realizada em abril, Cláudia Lins, supervisora técnica do Núcleo de Desenvolvimento Territorial da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), havia indicado que o escalonamento previsto na emenda era a proposta que mais atendia às necessidades dos prefeitos, inclusive pela questão do apoio técnico.
Na justificativa para o adiamento, o deputado Benes Leocácio menciona que ao aprovar o prazo para extinção dos lixões, o Congresso não estabeleceu previsão sobre recursos financeiros para isso. “Cabe destacar que a promulgação da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) resultou em novas obrigações aos gestores municipais, mas o Congresso Nacional não indicou a fonte orçamentária para o cumprimento da lei. Em função disso, o Tribunal de Contas da União realizou auditoria e apontou que há inexistência de fonte orçamentária para que a PNRS seja cumprida, o que explica o fato de menos da metade dos Municípios ter conseguido cumprir com a meta de eliminar lixões e implantar aterros sanitários até agosto de 2014”, destaca.
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