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Tuparetama: Sávio confirma Diógenes Patriota como nome do grupo para 2024

Por André Luis

Mal acabou o processo eleitoral municipal de 2020, já tem político de olho em 2024. segundo o blog do Marcello Patriota, o prefeito reeleito de Tuparetama, Sávio Torres, revelou, em conversa com o vice-prefeito Diógenes Patriota e o presidente da Câmara de Vereadores, Arlã Markson, que Diógenes será o nome do grupo para a disputa municipal de 2024.

”O nosso vice Diógenes é um nome forte, que tem uma  aceitação abrangente no grupo e está se cacifando cada vez mais para isso, portanto estamos construindo essa força”, afirmou Sávio.

A conversa aconteceu na chácara do presidente da Câmara, Arlã Markson e ainda segundo Marcello, que estava presente no local, Arlã afirmou que a decisão tem o aval do grupo.

O vice-prefeito Diógenes é filho do ex-prefeito de Tuparetama, Vitalino Patriota. Ele foi eleito vereador a primeira vez em 2012 com 626 votos e em 2016 obteve o 1º lugar como o vereador mais votado com 707 votos pelo Solidariedade.

Outras Notícias

PT pede urgência ao TSE sobre recurso de Lula

Da Folha de S. Paulo – Por Letícia Casado O PT pediu na noite deste sábado (8) para a ministra Rosa Weber, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), analisar com urgência um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a decisão da corte que, na semana passada, barrou sua candidatura da eleição de […]

Da Folha de S. Paulo – Por Letícia Casado

O PT pediu na noite deste sábado (8) para a ministra Rosa Weber, presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), analisar com urgência um recurso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a decisão da corte que, na semana passada, barrou sua candidatura da eleição de outubro.

O recurso ainda não foi admitido por Rosa. Cabe a ela, como presidente da Corte, decidir se envia ou não o material ao STF (Supremo Tribunal Federal).

Para o PT, o Supremo deve analisar o caso de Lula antes do dia 11, data limite para oficializar a troca do petista pelo vice Fernando Haddad na cabeça de chapa.

“É imperioso que a Suprema Corte possa se pronunciar sobre a matéria. Até mesmo por uma questão de prestação jurisdicional efetiva. Por questão de legitimidade. Impedir uma candidatura presidencial sem facultar uma última palavra pela Suprema Corte é algo que fere o próprio senso de justiça”, escreveram os advogados de Lula no documento.

“Um dia não pode enterrar viva (sub judice) uma candidatura que tem 40% das intenções de votos nas pesquisas”, acrescentaram.

A defesa destaca que Lula foi impedido de fazer campanha, o que classificam como “inequívoca guinada jurisprudencial”. Eles ressaltam que Rosa Weber se posicionou contra essa decisão do TSE.

Os advogados também argumentam que a corte impôs o dia 11 como data limite para o PT trocar a candidatura de Lula, mas que, por lei, o prazo é dia 17 de setembro.

Rosa Weber aguardava manifestação do Ministério Público, que, também neste sábado, apresentou posição contrária à da defesa do petista.

Para o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, a ministra não deve enviar o recurso do petista ao STF porque a decisão do TSE seguiu as regras impostas pela lei da Ficha Limpa e determinou que Lula está inelegível por ter sido condenado por órgão colegiado.

Lula foi condenado na Lava Jato em segunda instância pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4a Região) e está preso desde abril.

O pedido de urgência ao TSE é uma das duas medidas judiciais que o partido deve apresentar antes de formalizar a substituição de Lula por Haddad na chapa presidencial, conforme informou a Folha.

Na segunda-feira (10), o PT deve fazer novo apelo ao ministro Celso de Mello, do STF (Supremo Tribunal Federal), pela manutenção da candidatura de Lula.

O magistrado já rejeitou um pedido da defesa de Lula para suspender a decisão do TSE justamente porque o recurso não havia sido analisado por Rosa Weber.

Com a tendência de derrota nos dois tribunais, o partido se programa para oficializar a candidatura de Haddad na terça-feira (11).

Arcoverde: obra da UBS CAGEPE terá ordem de serviço assinada na quinta (11)

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto vai autorizar na próxima quinta-feira, dia 11 de janeiro, a construção da Unidade Básica de Saúde CAGEP. A solenidade de assinatura da ordem de serviço acontece a partir das 16h, na Rua Dr. Manoel Borba, CAGEP, no bairro do São Cristóvão, sendo aberta ao público. De acordo com a […]

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto vai autorizar na próxima quinta-feira, dia 11 de janeiro, a construção da Unidade Básica de Saúde CAGEP. A solenidade de assinatura da ordem de serviço acontece a partir das 16h, na Rua Dr. Manoel Borba, CAGEP, no bairro do São Cristóvão, sendo aberta ao público.

De acordo com a secretária de Obras e Projetos Especiais da Prefeitura de Arcoverde, Pollyana Monteiro, a UBS será erguida em uma área contraída, composta por 398,81 m². “O investimento inicial é de R$ 393.337,79 mil, por meio de recursos do Governo Federal”, adiantou a secretária. O prazo de conclusão da construção está previsto para 12 meses.

O projeto agrega dois consultórios indiferenciados para acolhimento, uma farmácia, WCs feminino e masculino, uma sala de imunização, uma sala de curativo, uma sala de inalação, uma sala de procedimento e coleta com BWC, uma gerência, um consultório com WC, uma sala de atividades coletivas/ACS, uma sala de esterilização, um expurgo, um BWC para funcionários, uma copa, um almoxarifado, um depósito para material de limpeza (DML) e três depósitos de resíduos contaminados.

“Esta será mais uma conquista que vamos promover para a saúde pública de Arcoverde, em especial para o bairro do São Cristóvão, tendo em vista descentralizar iniciativas que já estão correspondendo em outras unidades de saúde no município, possibilitando a devida prontidão que a comunidade local necessita”, enfatizou Madalena Britto.

Armando agora rumo à oposição no Estado

do JC Online Aliado da Frente Popular até o ano passado e colocando sua candidatura ao governo contra o PSB, Armando Monteiro (PTB), derrotado ontem nas urnas por mais de 1,6 milhão de votos de diferença, coloca-se de vez na oposição. Foi o recado que ele deixou ontem ao reconhecer o revés, ao indicar que […]

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do JC Online

Aliado da Frente Popular até o ano passado e colocando sua candidatura ao governo contra o PSB, Armando Monteiro (PTB), derrotado ontem nas urnas por mais de 1,6 milhão de votos de diferença, coloca-se de vez na oposição. Foi o recado que ele deixou ontem ao reconhecer o revés, ao indicar que estará observando de perto as ações de Paulo Câmara (PSB). “Eu espero que o governador eleito esteja à altura das responsabilidades e dos desafios que ele terá que assumir nos próximos anos”, disse. No entanto, ele não se credenciou como líder desse novo bloco. O insucesso arrastou também João Paulo (PT) na corrida ao Senado.

“As urnas sempre definem as coisas. Quem perde tem sempre esse papel (de oposição). Nós vamos exercê-lo com responsabilidade e com o sentido maior, que é o compromisso com Pernambuco”, completou o petebista.

Armando não quis avaliar a derrota. “Ao reconhecer o resultado da eleição, estamos reconhecendo o pronunciamento do povo de Pernambuco. Com que dimensão, se por mais ou menos, não me parece agora questão própria. Ficamos com a responsabilidade de representar um terço dos eleitores de Pernambuco, que é algo muito expressivo”, declarou.

O candidato disse, ainda, que a comoção com a morte do ex-governador Eduardo Campos é assunto passado. “Não gostaria de me deter mais nisso, eu acho que agora isso passou. Houve um resultado, nós perdemos. Nesse momento, nosso compromisso é olhar para frente”, acrescentou.

Para Paulo Rubem (PDT), vice na chapa, a derrota nas urnas se deu pela falta de um comando único das campanhas presidenciais, estaduais e ao Senado. “Eles (a Frente Popular) tinham isso e fica mais fácil de guiar. Eles também tinham muito tempo de TV e as máquinas da prefeitura e do governo a favor”, analisou. A falta de uma conduta uniforme entre PTB e PT era evidente na campanha. Tanto que João Paulo teve um comitê separado de Armando e, muitas vezes, fez agendas diferentes do restante da coligação.

ALIADOS – João Paulo (PT) e Paulo Rubem não afirmaram ontem que estão no barco da oposição no Estado. “Não falo em nome do PT. O PT tem suas instâncias democráticas para discutir. Vai fazer uma avaliação do resultado nacional e estadual e montar estratégia futura”, declarou João Paulo.

Posição semelhante assumiu Paulo Rubem. “O resultado eleitoral de Pernambuco e dos demais Estados serão analisados pela direção nacional. Mas a posição do partido é permanecer integrado a essas forças e discutir a sua reestruturação no Estado com orientação da direção nacional”, afirmou.

João Campos filia prefeito da base de Raquel Lyra e amplia alianças no Araripe

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) encerrou, nesta terça-feira (7), o segundo dia de agendas no Sertão do Araripe. Ele filiou ao PSB o prefeito de Ipubi, João Marcos Siqueira, que era do PSD da governadora Raquel Lyra. Ao dar boas-vindas a João Marcos Siqueira, o pré-candidato a governador lembrou da relação de Eduardo […]

O pré-candidato a governador João Campos (PSB) encerrou, nesta terça-feira (7), o segundo dia de agendas no Sertão do Araripe. Ele filiou ao PSB o prefeito de Ipubi, João Marcos Siqueira, que era do PSD da governadora Raquel Lyra.

Ao dar boas-vindas a João Marcos Siqueira, o pré-candidato a governador lembrou da relação de Eduardo Campos (1965-2014) com Ipubi, período em que conquistas como a estrada até o distrito de Serrolândia saíram do papel pela ação do governo estadual. Nesse sentido, João Campos defendeu que a política não seja um espaço para “perder tempo brigando com as pessoas”, mas um instrumento para destravar demandas históricas para o Araripe, como a construção da Adutora de Negreiros e a ampliação de serviços nas unidades de saúde.

“Eu estou feliz porque hoje é um dia em que posso fazer um reencontro com minha história. O nosso lado é o do povo, de quem trabalha pelo assalariado, pelo homem do campo, por quem não teve oportunidade. Pernambuco vai voltar a ser o estado que mais cresce no Nordeste e vai voltar a ter força política para fazer aquilo que precisa ser feito. Contem comigo, com nossa força e disposição. Poderia ter começado minha caminhada em qualquer região do estado, mas escolhi começar pelo Sertão do Araripe, porque nós vamos começar a cuidar de quem está mais longe do Palácio, perto do povo”, prometeu.

“Estamos aqui para prestigiar a continuação de uma história que começou em 2006. Aqui neste palanque não tem ninguém que se aproveita de cargos para elevar um nome. Assim como aconteceu em 2006, a gente tem posição ao lado da Frente Popular. Então, depois de 14 anos militando em um partido, me filio nesta noite, junto com o vice-prefeito Glauber, ao PSB de Eduardo Campos e de João Campos. Vai ser João lá e João cá”, disse o prefeito João Marcos Siqueira.

OUTROS MUNICÍPIOS – Em sua passagem pelo Sertão do Araripe, João Campos também esteve em Ouricuri e foi recebido pelo ex-prefeito Ricardo Ramos. Na ocasião, o pré-candidato a governador, que também é presidente nacional do PSB, filiou ao partido Karol Barros e Romildo Ramos, esposa e tio do ex-prefeito e também atuantes na política da região. João ainda deu entrevistas a rádios locais e se reuniu com lideranças de municípios como Exu, Santa Cruz, Granito, Santa Filomena, Bodocó, Trindade e Dormentes. Na segunda-feira (6), João Campos já havia tido um encontro com o prefeito de Araripina, Evilásio Mateus (PDT). Na cidade, ouviu demandas e firmou compromissos.

As agendas foram acompanhadas pelo pré-candidato a vice-governador Carlos Costa (Republicanos), pela pré-candidata a senadora Marília Arraes (PDT), pelos deputados federais Pedro Campos (PSB) e Lucas Ramos (PSB), pelo ex-deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), pelos deputados estaduais Rodrigo Farias (PSB) e Diogo Moraes (PSB), pelo vereador do Recife e pré-candidato a deputado estadual Romerinho Jatobá (PSB), além de prefeitos, vereadores e outras lideranças.

Ex Cavaleiros do Forró, Elísia Clivia morre em acidente no SE

A cantora paraibana Eliza Clivia, 36 anos, ex-vocalista da Banda Cavaleiros do Forró , e o marido o baterista Sérgio Ramos morreram em um acidente de trânsito no Centro de Aracaju, segundo o produtor da cantora Jailson Souza. A cantora, que iniciou a carreira solo há quatro meses, estava em Aracaju para divulgar um show, […]

A cantora paraibana Eliza Clivia, 36 anos, ex-vocalista da Banda Cavaleiros do Forró , e o marido o baterista Sérgio Ramos morreram em um acidente de trânsito no Centro de Aracaju, segundo o produtor da cantora Jailson Souza.

A cantora, que iniciou a carreira solo há quatro meses, estava em Aracaju para divulgar um show, que seria realizado na noite desta sexta-feira (16), e fazer entrevistas.

De acordo com Souza , ela e o marido estavam em um veículo que bateu em um ônibus nas esquinas das ruas Arauá e Maruim, quando retornavam de uma entrevista.

Além do casal, outras três pessoas da equipe estavam no carro foram socorridas, com ferimentos leves, e encaminhadas a um hospital de Aracaju. E segundo a polícia, elas foram identificadas como: Cleberton José dos Santos, João Paulo Tavares da Silva e Paulo Texeira de Carvalho.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) informou através de nota o estado de saúde das vítimas: Ceberton José dos Santos, 35 anos, dirigia o carro de passeio, foi retirado das ferragens e estava consciente, desorientado, com sangramento auditivo, mas sem sinais de fratura.

Paulo Teixeira de Carvalho, 38 anos, estava sem sinais de fratura e reclamando de dor lombar. João Paulo Tavares da Silva, 32 anos, também não apresentou fratura e apresentou dores no tórax.

O Instituto Médico Legal (IML) foi acionado para buscar os corpos.

Influenciada por seu pai sanfoneiro, Eliza começou sua carreira de cantora na cidade de Monteiro (PB), sua terra natal, onde ingressou no grupo Big Banda que depois mudou o nome para Laços de Amor.

Em 2003, entrou para a Cavaleiros do Forró onde permaneceu por dez anos, nesse período participou da gravação de nove CDs e seis DVDs.