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Tuparetama: Saúde nega desentendimento e cubano atende normalmente

Por Nill Júnior

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O médico cubano Frank Morales Garrida, do Programa Mais Médicos, atendeu  normalmente na Unidade de Saúde José Luciano de Lima em Tuparetama. O médico foi alvo de rumores de sua saída após suposto desentendimento com a Secretária Nubia Mamede.

”O atendimento médico do Dr. Frank na Unidade  continua normal”, garantiu Núbia. A população tem se mostrado muito satisfeita com o atendimento do profissional cubano. A suspeita da Secretária é de que a notícia tenha sido espalhada por setores da oposição local.

Outras Notícias

EX-diretor da Camargo Corrêa diz se arrepender de participado de esquema na Petrobras

O executivo Dalton Avancini, da Camargo Corrêa, começou seu depoimento à CPI da Petrobras falando em “profundo arrependimento” por ter participado do esquema de corrupção na Petrobras. “Realmente lamento não ter tido a coragem e a força para romper o processo que acontecia (na estatal)”, disse o ex-diretor-presidente da construtora, que admitiu “arrependimento tardio”. Avancini […]

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O executivo Dalton Avancini, da Camargo Corrêa, começou seu depoimento à CPI da Petrobras falando em “profundo arrependimento” por ter participado do esquema de corrupção na Petrobras.

“Realmente lamento não ter tido a coragem e a força para romper o processo que acontecia (na estatal)”, disse o ex-diretor-presidente da construtora, que admitiu “arrependimento tardio”.

Avancini relatou seus 23 anos de trabalho prestados à empreiteira e afirmou que só passou a atuar em projetos com a Petrobras a partir de 2008.

Ao assumir a diretoria de Óleo e Gás, seu antecessor informou que a empreiteira tinha “compromissos” com as diretorias de Abastecimento e Serviços. A primeira, contou, era apoiada pelo PP, e a segunda, pelo PT. (Do Uol)

Bolsonaro não participa de encontro entre governadores do NE. Paulo Câmara vai

A assessoria do PSL havia confirmado a presença do presidente eleito Jair Bolsonaro Do JC Online Governadores eleitos e reeleitos de todo Nordeste encontram-se, na manhã desta quarta-feira (21), em Brasília, para discutir as prioridades dos Estados da região para o próximo quadriênio (2019-2022) e elaborar uma agenda conjunta que deve ser apresentada ao presidente […]

A assessoria do PSL havia confirmado a presença do presidente eleito Jair Bolsonaro

Do JC Online

Governadores eleitos e reeleitos de todo Nordeste encontram-se, na manhã desta quarta-feira (21), em Brasília, para discutir as prioridades dos Estados da região para o próximo quadriênio (2019-2022) e elaborar uma agenda conjunta que deve ser apresentada ao presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL). O governador Paulo Câmara (PSB), que retornou nessa terça-feira (20) ao Brasil após temporada de férias no exterior, confirmou presença no evento.

Mesmo previsto na agenda, o presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), não deve marcar presença no encontro desta quarta-feira (21) com governadores do Nordeste, afirmou a assessora do governador eleito do Piauí, Wellington Dias (PT). Na semana passada, o petista encontrou o capitão reformado e entregou uma lista de pautas específicas para tratar com o governo federal.

Wellington Dias (PT), governador do Piauí, foi o primeiro a chegar em Brasília para o evento, que será realizado no escritório de representação do Ceará na cidade. O petista foi o escolhido do grupo de gestores estaduais para representar o Nordeste na reunião de governadores eleitos com Bolsonaro, que ocorreu no dia 14 de novembro, e foi organizado pelo tucano João Doria, eleito governador de São Paulo. Pernambuco não enviou representante nesse evento.

De acordo com Dias, os líderes defendem uma maior integração entre a União, Estados e municípios, com o objetivo de reduzir os índices de violência da região, promover a geração de empregos e destravar obras. Esses temas já vinham sendo discutidos com o atual governo, mas a maior parte deles não evoluiu como os governadores esperavam.

“Queremos que o País priorize o que chamamos de Pauta Brasil. Temas que são a prioridade do povo. O crescimento da economia, geração de emprego. E como se faz isso? Com a retomada de obras como a Transposição das águas do São Francisco e a Ferrovia Transnordestina. Em todo o Brasil, são cerca de 20 mil empreendimentos que, ou estão paralisados, ou andando muito lentamente”, destacou o petista, nessa terça, durante coletiva à imprensa.

Consumidor vai pagar mais por energia elétrica a partir de Janeiro

do JC Online A tarifa de energia elétrica deverá ficar mais cara para o consumidor no primeiro mês de 2015, disse nesta quinta-feira (18) o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite. A medida faz parte do sistema de bandeiras tarifárias, que repassa mensalmente os custos das distribuidoras com […]

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do JC Online

A tarifa de energia elétrica deverá ficar mais cara para o consumidor no primeiro mês de 2015, disse nesta quinta-feira (18) o presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), Nelson Fonseca Leite. A medida faz parte do sistema de bandeiras tarifárias, que repassa mensalmente os custos das distribuidoras com o uso de termelétricas e que entra em vigor a partir de janeiro próximo.

“Nessa previsão, a bandeira já chega vermelha porque os reservatórios das hidrelétricas ainda estão em processo de enchimento”, disse. A bandeira vermelha significa que os custos com geração de energia estão mais altos, por isso haverá um acréscimo de R$ 3 para cada 100 killowats-hora consumidos. No entanto, o sistema não deverá significar um custo extra para os consumidores, porque atualmente os gastos que as distribuidoras têm com a compra de energia de termelétricas já são incluídos nas tarifas de energia, só que isso é feito anualmente.

Fonseca disse ainda que as distribuidoras devem apresentar à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) os pedidos de revisão extraordinárias de tarifas na primeira semana de janeiro de 2015, por causa dos gastos extras que elas tiveram com a compra de energia de termelétricas em 2014. “Em reunião, a Aneel se comprometeu a analisar os pedidos de revisão (das empresas) já na primeira semana do ano que vem, e calcular os valores individualmente”, concluiu.

A cobrança pelo sistema de bandeiras tarifárias vai ser dividida por subsistemas, o que quer dizer que os consumidores de estados do Sul podem pagar um valor diferente daqueles que moram mais ao Norte do país. No entanto, a bandeira aplicada mensalmente será a mesma para todos os consumidores de um mesmo subsistema. Ou seja, ainda que uma pessoa de determinada região economize mais que as outras do mesmo subsistema, o valor cobrado será igual.

“Como vai ser avaliada a capacidade de produção daquele determinado subsistema, as bandeiras serão iguais para os moradores daquela região. Além disso, pode ser que no Sul do país a geração de energia hidrelétrica seja maior que no Norte, o que não resulta em uma mesma cobrança para todo o país naquele mês”, esclareceu Fonseca. A medida, segundo ele, pode ser chamada de realismo tarifário, “porque permite ao consumidor um uso mais eficaz e consciente da energia, já que ele vai ter noção da situação dos reservatórios (de água)”.

Luciano Duque e PT do Pajeú não seguem Marília

O ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a Deputado Estadual Luciano Duque,  do PT, decidiu não seguir os passos da amiga Marília Arraes,  que foi para o Solidariedade. Duque deu a declaração à Coluna do Domingão de hoje. “Continuo no PT “, afirmou. O petista tem uma relação de proximidade com a Deputada Federal e, […]

O ex-prefeito de Serra Talhada e pré-candidato a Deputado Estadual Luciano Duque,  do PT, decidiu não seguir os passos da amiga Marília Arraes,  que foi para o Solidariedade.

Duque deu a declaração à Coluna do Domingão de hoje. “Continuo no PT “, afirmou. O petista tem uma relação de proximidade com a Deputada Federal e, até sua saída do partido, defendeu a candidatura própria e o nome de Marília para disputar o governo.

Para quem analisa a política no Pajeú,  para Duque,  deixar o PT agora seria um.passo no escuro. De uma eleição estadual tida como certa, teria problemas e perderia bases seguindo a candidata do Solidariedade.

Prefeita de Serra Talhada pelo partido, a prefeita Márcia Conrado ainda não deu nenhuma declaração pública,  mas entre aliados, é praticamente certo dizer que não se movimentará politicamente,  permanecendo no PT.

Movimento parecido tem o PT na região.  A maioria dos diretórios municipais e vereadores que a legenda tem no Pajeú optou por permanecer no atual alinhamento com o PSB,  seguindo os encaminhamentos da legenda nacional e do ex-presidente Lula.

Lava Jato vazou delação para interferir na Venezuela após sugestão de Moro, diz The Intercept

The Intercept Procuradores da Lava Jato se articularam para vazar informações sigilosas da delação da Odebrecht para a oposição venezuelana após uma sugestão do então juiz Sergio Moro. As conversas privadas pelo aplicativo Telegram em agosto de 2017 indicam que a principal motivação para o vazamento era política, e não jurídica, e que os procuradores […]

The Intercept

Procuradores da Lava Jato se articularam para vazar informações sigilosas da delação da Odebrecht para a oposição venezuelana após uma sugestão do então juiz Sergio Moro.

As conversas privadas pelo aplicativo Telegram em agosto de 2017 indicam que a principal motivação para o vazamento era política, e não jurídica, e que os procuradores sabiam que teriam que agir nas sombras.

“Talvez seja o caso de tornar pública a delação dá Odebrecht sobre propinas na Venezuela. Isso está aqui ou na PGR?”, sugeriu Moro ao coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba Deltan Dallagnol às 14h35 do dia 5 de agosto.

Deltan respondeu mais tarde, explicando como eles poderiam fazer a operação: “Naõ dá para tornar público simplesmente porque violaria acordo, mas dá pra enviar informação espontãnea [à Venezuela] e isso torna provável que em algum lugar no caminho alguém possa tornar público”.

Deltan já havia dito a Moro, em meio a uma conversa sobre os vazamentos: “Haverá críticas e um preço, mas vale pagar para expor e contribuir com os venezuelanos”.

A intenção de expor informações secretas comprometedoras contra o governo de Nicolás Maduro, agindo politicamente, o que não é papel do MPF, chegaria em um momento bastante tenso.

Em julho daquele ano, os EUA tinham ameaçado novas sanções se a Venezuela prosseguisse com a fundação de uma Assembleia Constituinte — uma nova entidade legislativa criada para fortalecer o governo e desmoralizar o Congresso, dominado pela oposição.

Uma semana depois, Trump faria uma ameaça de ação militar pela primeira vez desde o começo das tensões entre Washington e Caracas, quando Hugo Chávez foi eleito presidente em 1999.

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