Tuparetama: gestão Sávio tem reunião de planejamento
Por Nill Júnior
O prefeito de Tuparetama, Sávio Torres, realizou uma reunião de planejamento com a equipe de governo, na tarde desta quarta-feira (10).
“O objetivo foi mobilizar a equipe de governo para manter o ritmo de trabalho neste final de ano e alcançar no próximo ano o desempenho desse um ano e nove meses de governo”, diz a prefeitura em nota.
“Vim pedir hoje aos secretários e gestores do município que apresentem novas ações para o município”, disse Sávio.
Participaram do encontro Sebastião Sales, Vice-prefeito e secretário de Obras e Infraestrutura do Município, todos os secretários e gestores além de diretores de escolas. A reunião foi realizada no Teatro Municipal Manoel Filó, na Rua Monsenhor Rabelo, nº 4, no Bairro do Centro, em Tuparetama.
Segundo Sávio, para alcançar o mesmo desempenho deste início de governo no próximo ano só vai ser possível planejando e seguindo este planejamento. “Com isso o governo vai poder oferecer mais poços para a Zona Rural, vamos manter a qualidade da merenda e atender a muitos outros munícipes”, disse o prefeito.
Falando ao blog, o presidente do Sindaspe, Sindicato dos Agentes penitenciários de Pernambuco, João Carvalho, condenou a ação da Polícia Civil em Afogados da Ingazeira na apuração dá morte do agente Charles Souza, 41 anos, após ser agredido em um encontro de Motociclistas no município por integrantes de um Motoclube, com presença na cena do […]
Falando ao blog, o presidente do Sindaspe, Sindicato dos Agentes penitenciários de Pernambuco, João Carvalho, condenou a ação da Polícia Civil em Afogados da Ingazeira na apuração dá morte do agente Charles Souza, 41 anos, após ser agredido em um encontro de Motociclistas no município por integrantes de um Motoclube, com presença na cena do crime do Delegado Renato Gayão, de Arcoverde. É mais um capítulo na crise entre a categoria e a polícia civil após a morte do profissional.
As críticas foram feitas à atuação do Delegado Germano Ademir, titular da Delegacia de Afogados da Ingazeira.
O Delegado de Afogados ouviu o colega que atua em Arcoverde e aparece no vídeo na confusão que gerou a morte de Charles. “Ele foi até lá e quando chegou [ao local da agressão] viu a vítima sangrando e perto dela estava uma mulher. Ele falou ainda que acionou a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros”, afirmou Germano ao G1PE. Renato Gayão informou à Polícia Civil que não conseguiu identificar os agressores, conforme Germano Ademir.
A conduta do Delegado em divulgar a versão de Gayão e acrescentar que ele continuaria trabalhando normalmente não agradou ao presidente da entidade que defende os agentes.
“O sindicato não concorda com a posição do delegado de permitir que o delegado Renato Gayão possa continuar trabalhando normalmente. Na posição do sindicato e categoria ele deveria ser afastado para não ocorrer interferências (na investigação)”, afirmou.
Na próxima sexta, dia 3 de fevereiro, ocorrerá uma passeata da categoria até a Corregedoria da Polícia Civil e para o Palácio do Governo para cobrar a punibilidade e afastamento do Delegado, além da apuração dos demais envolvidos. “Agentes penitenciários, familiares e amigos de Charles estarão no ato”, disse Carvalho.
A repercussão está gerando uma investigação com participação de peritos que estiveram em Afogados para apurar detalhes do crime. O Estado demonstrou preocupação com a crítica de que a investigação inicial estava carente de rigor feita pelo Sindaspe. Tanto que partiu de Joselito Amaral, diretor de Polícia Metropolitana a promessa de rigor na apuração e confirmação da presença do Delegado na cena do crime.
Relembre: o agente penitenciário Charles Souza, de 41 anos, morreu após ser atingido pela arma que estava na cintura dele. De acordo com a Polícia Militar, ele estava na fila do banheiro em um bar, no Encontro de Motociclistas em Afogados da Ingazeira, quando foi espancado. Durante a agressão, a arma disparou, conforme a PM. Caso aconteceu no sábado (21). O agente era lotado em Limoeiro e foi sepultado em São Lourenço da Mata.
Em nota divulgada pelo blog, o moto clube Dragões de Aço, realizador do Encontro, se solidarizou com a família do agente penitenciário Charles Souza Santos, e cobrou “apuração e punição rigorosa dos envolvidos travestidos de motociclistas”. O evento tem 16 anos e esse foi o primeiro episódio grave registrado.
*Por Eduardo Cubas, no Estadão O sentimento da sociedade brasileira por uma reforma política após a última década de sucessivos escândalos de corrupção, iniciado pelo caso “mensalão” e que tem na operação “lava jato” uma espécie de “cereja do bolo” em termos de combate ao crime organizado, está tendo o efeito (in)desejável de discussões que levam à adoção […]
O sentimento da sociedade brasileira por uma reforma política após a última década de sucessivos escândalos de corrupção, iniciado pelo caso “mensalão” e que tem na operação “lava jato” uma espécie de “cereja do bolo” em termos de combate ao crime organizado, está tendo o efeito (in)desejável de discussões que levam à adoção do sistema fechado de listas eleitorais (na contração do que se pede em termos de transparência) bem como na “iconização” de um personagem ocupante de alto escalão do Poder Judiciário: o Ministro Presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Juiz Gilmar Mendes.
Trato, nestas linhas, desse fenômeno ao estilo “Trumpista Judicial” em produzir sobre si factoides em que um Magistrado atrai a atenção da imprensa nacional e tornam manchetes uma espécie de atuação aparentemente do tipo politiqueira. A crítica doutrinária que aqui se materializa decorre da última manifestação trazida pela imprensa onde S.Exa., o Min. Gilmar Mendes, diz que “política não pode ser feita por juízes ou promotores”, quando se acusa a esses vazamentos seletivos de investigações judiciais.
Indaga-se se “política” pode ser realizada por Juízes da Suprema Corte?
Fico a imaginar o que V.Exa. diria se um Juiz de 1º Grau fosse visto jantando com um réu. Melhor, viajasse com esse réu. Comentasse sobre processos em curso desse réu. Aliás, dadas às condições históricas e da emblemática conjecturização, supomos do Juiz Sérgio Moro flagrado almoçando com o ex-Presidente Lula, que é réu em ação penal conduzida pelo mesmo. O que aconteceria? Como hipótese, V.Exa., no mínimo, concederia uma (e)liminar e tiraria o Juiz da condução do processo, sem prejuízo de se oficiar ao Conselho Nacional de Justiça para as providências cabíveis, aliás, como já o fez no conhecido caso do Juiz Fausto de Santis, de São Paulo.
Assim, como a história sabe que me garante a autoridade moral de escrever essa missiva, por ser o único Juiz Federal que lhe impugnou a indicação ao cargo de Ministro do STF mediante ação popular; ela também o absolve por ter tido a “coragem” de conceder liminar pela farsa na indicação ao cargo de Ministro da Casa Civil do Sr. Lula, viabilizando o prosseguimento da ação penal, ainda que tal tenha sido originada de um suposto(!) vazamento seletivo. Teria feito política com essa decisão?
Portanto, questionar vazamentos seletivos soa, no mínimo, hipocrisia judicial. Ou vale, ou não vale. Decidir de dois jeitos é que é inaceitável.
Lealdade com suas próprias decisões é o mínimo que se espera de um julgador. Por isso que aqui se
divisa a fronteira entre politicagem e política, cujos conceitos são do domínio público.
Nesse ponto, colega Gilmar Mendes, afinal, somos ambos Juízes, e na qualidade de Presidente de Associação de Juízes Federais é que estamos buscando o direito de exercer política transparente, honesta, impessoal e voltada para o interesse da nação e do povo, donos da soberania do Estado, como facultada em países desenvolvidos tais a Espanha, França, Estados Unidos e tantos outros, para que o Brasil possa deixar de ser “um país de trambiques”, especialmente, judiciários.
*Eduardo Cubas é presidente da União Nacional dos Juízes Federais (Unajuf). E na minha terra isso se chama “pau da molesta dos cachorros”.
Uma informação que chegou ao blog indica que o vereador Djalma das Almofadas, que havia inclusive se inscrito na chapa de Nelly Sampaio, anunciou voto na chapa encabeçada por Aldo Santana momentos antes da eleição da Diretoria. Com a mudança confirmada, a oposição, que apresentou a chapa II, teria maioria, com Aldo Santana candidato a […]
Uma informação que chegou ao blog indica que o vereador Djalma das Almofadas, que havia inclusive se inscrito na chapa de Nelly Sampaio, anunciou voto na chapa encabeçada por Aldo Santana momentos antes da eleição da Diretoria.
Com a mudança confirmada, a oposição, que apresentou a chapa II, teria maioria, com Aldo Santana candidato a Presidente, Aristóteles Monteiro (Primeiro secretário) e Cléber Paulino (Segundo Secretário).
Passou a ser favorita por ter o voto declarado de seis parlamentares municipais, somando os três da chapa, Djalma, Claudiceia Rocha e Dicinha do Calçamento.
Djalma e Aldo são próximos, a ponto de não surpreender o anúncio de voto em Nelly. Pesa contra ele a palavra empenhada em acordo costurado com Nelly e Mano Sampaio.
A Chapa I tem Nelly Sampaio, atual Presidente e candidata a reeleição, e Alan Xavier (Segundo Secretário). Com ela ainda Didi de Heleno e Marcílio Pires.
Alegando estar embasada no Regimento Interno, como Djalma das Almofadas pediu retirada da chapa de Nelly, a presidente disse que não haveria como haver a votação por uma chapa estar incompleta.
“Bora! Bora!” Nely se retira após suspender o processo de eleição da Casa.
Agora, a chapa tem dez dias para ser formada, e marcada nova eleição. A sessão teve clima tenso e Nelly estava visivelmente contrariada com a mudança de Djalma.
Em seguida, Nelly se retirou do plenário antes da sessão ordinária, conduzida por Aristóteles Monteiro. No vídeo, é possível vê-la chamando colegas outra a se retirarem da casa. Foram ouvidos gritos na plateia a favor e contra.
A Câmara de Tabira tem onze vereadores. A eleição da casa é marcada por noticias de ofertas de carro, cargos a distância com salário gordo, legislador comprado por R$ 40 mil, retirar adversários da chapa, propostas indecentes, etecétera.
G1 A Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta segunda-feira (4) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que restabeleça a prisão do empresário Jacob Barata Filho. A informação foi divulgada pela assessoria da PGR. Barata Filho havia sido preso novamente no mês passado, no âmbito da Operação Cadeia Velha, mas a defesa dele recorreu ao STF, […]
A Procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu nesta segunda-feira (4) ao Supremo Tribunal Federal (STF) que restabeleça a prisão do empresário Jacob Barata Filho. A informação foi divulgada pela assessoria da PGR.
Barata Filho havia sido preso novamente no mês passado, no âmbito da Operação Cadeia Velha, mas a defesa dele recorreu ao STF, e o ministro Gilmar Mendes mandou soltá-lo.
A operação apura os crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
Em julho deste ano, Barata Filho já havia sido preso no âmbito da Operação Ponto Final, um desdobramento da Lava Jato no RJ.
Na ocasião, Gilmar Mendes mandou soltá-lo, mas um juiz mandou prender o empresário novamente. O ministro do Supremo, então,determinou mais uma vez que Barata Filho fosse solto.
Segundo a nota divulgada pela PGR, Raquel Dodge argumenta, por exemplo, que a decisão de soltar o empresário não cabia a Gilmar Mendes, mas, sim, ao ministro Dias Toffoli.
Os pedidos para repassar o caso a Toffoli e restabelecer a prisão serão analisados por Gilmar Mendes. O ministro, no entanto, pode levar o caso à análise de Segunda Turma da Corte, formada pelos ministros Celso de Mello, Ricardo Lewandowski e Edson Fachin.
A procuradora-geral alega, também, que Barata Filho descumpriu as medidas cautelares impostas a ele em outro caso em que ele havia sido preso e libertado.
No pedido ao STF, Raquel Dodge ressaltou, ainda, que Jacob Barata Filho foi preso novamente em novembro porque foram encontrados documentos no apartamento dele que comprovariam atuação do empresário no setor de transportes, descumprindo o afastamento imposto pelo STF quando ele foi solto.
“Esse cenário permite concluir que o empresário não se desligou de suas funções na administração das empresas de transportes coletivos e continua exercendo tais atividades, em absoluto descumprimento da medida cautelar imposta pelo Supremo Tribunal Federal em substituição à prisão preventiva decretada nestes autos”, diz o pedido da PGR.
Dodge também chamou a atenção para a “ousadia” de Barata Filho, que, segundo ela, teria continuado a cometer crimes mesmo depois de solto pelo STF.
“Está mais do que evidenciado que apenas a segregação preventiva tem o condão de interromper a longínqua e substancial carreira criminosa do paciente, que, no caldo de cultura de corrupção instalado no Rio de Janeiro nos últimos anos, formou seu vasto patrimônio.”
O delegado Anderson Liberato faleceu, hoje, após ser baleado enquanto cumpria um mandado de prisão em Jataúba, no Agreste de Pernambuco. Fontes próximas confirmaram ao Blog do Magno o falecimento há pouco. Liberato era titular da Delegacia de Polícia Civil do Brejo da Madre de Deus. O delegado chegou a levar quatro tiros, um deles atingiu o coração. […]
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