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Tuparetama: Blog divulga pesquisa Múltipla avaliando gestão Diógenes nesta terça-feira

Por André Luis

Em parceria com o Instituto Múltipla, o blog divulga ao meio-dia desta terça-feira (22), a primeira pesquisa de avaliação da gestão Diógenes Patriota em Tuparetama.

Foram 220 entrevistas aplicadas na população que tenha título de eleitor, more e vote no município de Tuparetama. A distribuição respeita a proporção censitária, com 91% aplicados na área urbana e 9% na zona rural.

O intervalo de confiança estimado é de 95% para uma margem de erro para mais ou para menos de 6,5%. Os dados foram coletados nos dia 16 e 17 de abril.

Em suma, o Múltipla pergunta se a população aprova ou desaprova o governo e classifica a gestão de acordo em boa, ótima, regular, ruim ou péssima.

Outras Notícias

Para Jornalista Itapetim é laboratório de gestão

Coluna do Magno Berço esplêndido da poesia e do repente, ventre materno de monstros sagrados em verso e prosa que brotam no dedilhar da viola, como Rogaciano Leite e os irmãos Lourival, Dimas e Jô Patriota, a pequena Itapetim, no Sertão do Pajeú, também é exitosa em gestão pública. No exercício do seu quarto mandato, […]

Coluna do Magno

Berço esplêndido da poesia e do repente, ventre materno de monstros sagrados em verso e prosa que brotam no dedilhar da viola, como Rogaciano Leite e os irmãos Lourival, Dimas e Jô Patriota, a pequena Itapetim, no Sertão do Pajeú, também é exitosa em gestão pública.

No exercício do seu quarto mandato, o socialista Adelmo Moura tem impressionantes 86% de aprovação, quase unanimidade, segundo pesquisa do Instituto Opinião, no qual aparece, também, com 73% das intenções de voto para virar penta.

Oásis em meio a um deserto de gestores públicos no Estado, Itapetim fez o ajuste fiscal, paga servidor em dia, tem obras de pau e pedra para exibir e se apresenta como laboratório em municípios do seu porte para ser copiado para o resto do País.

Quando se tem elevado espírito público, respeito ao dinheiro alheio e seriedade, a obra floresce, mesmo em terra seca onde antes só brotava poesia.

No conjunto da obra – Em tempos tão bicudos, gestões bem-sucedidas são frutos de um conjunto de fatores. Ninguém governa sozinho. Em Itapetim, Adelmo garantiu emendas federais pela ação do deputado Gonzaga Patriota e no Estado, no âmbito da Assembleia Legislativa, a mão que se estende é a do deputado Aglailson Victor, também da bancada do PSB, cumpridor de palavra.

O sertanejo é mesmo um forte

Por André Luis Euclides da Cunha foi cirúrgico na obra “Os Sertões”, publicada em 1902, quando escreve uma das frases mais celebres da literatura brasileira: “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Assim definiu Cunha e assim o sertanejo é – principalmente os naturais de Afogados da Ingazeira, Sertão de Pernambuco. Explico em duas […]

Por André Luis

Euclides da Cunha foi cirúrgico na obra “Os Sertões”, publicada em 1902, quando escreve uma das frases mais celebres da literatura brasileira: “o sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Assim definiu Cunha e assim o sertanejo é – principalmente os naturais de Afogados da Ingazeira, Sertão de Pernambuco. Explico em duas histórias.

No sábado, 5 de março de 2022, o ultraciclista Cláudio Kennedy, chegou em Afogados da Ingazeira após completar o desafio do circuito SertAmérica, pedalando por nove países da América Latina.

Cláudio saiu de Afogados da Ingazeira em 26 de setembro de 2021 e enfrentou uma jornada cheia de desafios. 

Na jornada de cinco meses ele passou por diversos estados brasileiros e vários países, como Bolívia, Argentina e Peru. Foram quase 15 mil quilômetros em pouco mais de cinco meses.

Em 2018, Cláudio já havia encarado o trecho de Afogados da Ingazeira a Aparecida, São Paulo, para pagar uma promessa. Foram 2.310 quilômetros até a cidade turístico-religiosa.

Agora, apresento outro sertanejo, que assim como Kennedy, merece todo o respeito e admiração. Handson Matheus, um jovem de 23 anos resolveu embarcar em uma aventura cheia de desafios, histórias e perigos.

Em fevereiro de 2021, Handson resolveu vender todas as suas coisas e saiu de Afogados para uma viagem sem data de volta, sem a menor intenção sobre qual direção seguir.

“Não havia também um destino definido, mas o objetivo de cruzar alguma das fronteiras sempre esteve em mente”, revelou Handson quando pedi para ele me explicar a sua história.

Ele explica que durante a viagem nunca pagou hospedagem. “Estive sempre em contato com donos de pousadas e hostels – também conhecido como albergue, é uma acomodação com um custo mais baixo que as opções tradicionais -, em busca de trocar a minha força de trabalho por um quarto. Sempre deu certo, mas já dormi várias vezes na rua”, contou.

Ele também conta que não havia guardado dinheiro para a viagem, tendo saído de casa com pouco mais de R$100,00. “Sobrevivi todo esse tempo com o mínimo possível, buscando sempre soluções que custeassem tudo”.

“Foram meses vendendo balas nas ruas, brigadeiros e, principalmente, fazendo malabarismo no sinal — habilidade que adquiri com dois argentinos malabaristas que conheci em Fortaleza”, revela.

Ele conta ainda que depois de ter viajado mais de 5.000 quilômetros, por todo o litoral do nordeste e sudeste, durante o período de 10 meses, ter sofrido um acidente, passado por perrengues na estrada e até recebido a visita de uma onça, decidiu deixar a moto na casa da mãe em São Paulo, quando esteve cruzando o estado. 

“Coloquei o que julguei essencial dentro de uma mochila, coloquei ela nas costas e parti para a próxima capital, Curitiba. Daí em diante, desci todo o Brasil até o Chuy, divisa com o Uruguai, tendo então cumprido o objetivo final que minha expedição teve desde o início”.

Mas Handson não estava satisfeito. Seu espirito jovem e inquieto, sedento por experiências insólitas o fez tomar uma decisão mais desafiadora.

“Restavam apenas três semanas para completar um ano desde que eu havia saído de casa, até que decidi subir tudo de novo até Afogados da Ingazeira, mas com uma regra: apenas de carona e dormindo na barraca”, contou Handson.

Próximo de terminar a jornada, o jovem tomou outra decisão: “se eu tô vindo do Chuí, porquê não ir até o Oiapoque?”, pois é! E assim, nosso aventureiro seguiu em direção ao norte do país.

“Tomei essa decisão já próximo de terminar a viagem. Só que antes de terminá-la, eu percebi que não estava completa. Extremo Sul ao extremo Norte só de carona”.

Nessa ida para o norte, Handson pegou o que considero a carona mais inusitada de sua jornada. Foi para Macapá em um navio cargueiro cortando o Rio Amazonas. Lógico que não foi fácil – antes pagou a carona trabalhando durante dois dias inteiros carregando o navio.

No último contato que tive com o nosso aventureiro, na manhã deste domingo (13), ele estava em Tartarugalzinho, no Amapá, a 300 quilômetros do Oiapoque. “Fiquei encalhado aqui e só tem essa estrada no estado, infelizmente ela é pouco movimentada”, informou.

“Eu brinco que deixei as razões para mais tarde. Nunca procurei um sentido porque nunca achei que eu realmente precisasse de um para fazer isso. No mais, eu sentia uma necessidade muito grande de me provar, de chegar aos meus limites. Gosto da ideia de olhar nos olhos do mundo, rolar os dados e ver no que dá”, respondeu Handson quando o questionei sobre as razões que o levaram a encarar tamanha aventura.

A história será contada mais tarde em um livro que Handson escreve após ter recebido pedidos de amigos e pessoas com as quais fez amizade pela estrada. 

“Desde que saí do Uruguai com destino a Afogados da Ingazeira, escrevo uma média de 1.000 a 2.000 palavras por dia, contando os relatos que coleciono durante os meus pesados cotidianos. Serão provavelmente quase 10.672 quilômetros dormindo na rua, fazendo longas caminhadas e procurando caronas, além de ter que reservar tempo e uma tomada para escrever tudo detalhadamente”, revelou. Siga Handson no Instagram e acompanhe a sua jornada clicando aqui.

Agora me diga, Euclides da Cunha tinha, ou não razão, quando definiu em sua maior obra literária que “o Sertanejo é, antes de tudo, um forte”. Eu acredito que sim. O sertanejo é mesmo um forte.

Empates marcam jogos de ida das semifinais da A2 do Pernambucano

Do Globoesporte.com, com fotos de Cláudio Gomes Começou neste domingo a luta direta pelas duas vagas na Primeira Divisão do Campeonato Pernambucano 2017. Em jogos válidos pelos confrontos de ida das semifinais da Série A2, ninguém saiu vencedor, mas ambos os duelos terminaram na igualdade no placar. Jogando em casa, no estádio Vianão, o Afogados […]

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Afogados e Timbaúba empataram em 1 a 1. Flamengo e Cabense, 0 a 0

Do Globoesporte.com, com fotos de Cláudio Gomes

Começou neste domingo a luta direta pelas duas vagas na Primeira Divisão do Campeonato Pernambucano 2017. Em jogos válidos pelos confrontos de ida das semifinais da Série A2, ninguém saiu vencedor, mas ambos os duelos terminaram na igualdade no placar.

Jogando em casa, no estádio Vianão, o Afogados da Ingazeira recebeu o Timbaúba e empatou em 1 a 1. Após um primeiro tempo apagado, as equipes conseguiram balançar as redes na segunda etapa, com Genildo abrindo placar para a Coruja, e Juninho empatando para os Amarelos.

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Com esse resultado, os visitantes tem a vantagem do empate sem gols no jogo da volta. Quem vencer por qualquer placar consegue o acesso. Empate com placar a partir de 2 a 2 dá Afogados.

Em Arcoverde, no estádio Áureo Bradley, o Flamengo não fez valer o mando de campo e empatou em 0 a 0 com a Cabense. Com esse resultado, o Tigre do Sertão precisa vencer ou empatar com gols (1 a 1, 2 a 2…) para emergir à elite do Pernambucano. Já o Azulão precisa vencer por qualquer placar. Se persistir o 0 a 0, a vaga será decidida nos pênaltis.

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Pedro Manta não gostou: o técnico da Coruja, Pedro Manta, não ficou satisfeito com o resultado de empate com o Timbaúba. “Foi um jogo difícil. Não fizemos um bom jogo. Ficamos abaixo em relação aos jogos passados, não tivemos a mesma dinâmica, a mesma movimentação. Timbaúba teve uma proposta de jogo, jogando um pouquinho fechado, e jogou no nosso erro”.

O Afogados volta a enfrentar os Amarelos nesta quarta-feira, às 20h, no estádio Ferreira Lima. O treinador espera conseguir o resultado positivo, apesar dos dois times terem possibilidade de avançar à próxima fase, mas vai focar sua equipe para a decisão.

“O adversário é difícil, mas a possibilidade está aberta para os dois, então não tem nada definido. Nossa equipe está concentrada, descansando, para que possamos, lá em Timbaúba, buscar o resultado positivo, mas para isso, trabalho, muito sacrifício, muita ralação dentro do jogo para sair com nosso objetivo atingido”.

 

Explosão antecipa encerramento de visita no presidio Brito Alves em Arcoverde

Uma explosão foi registrada na manhã de ontem, domingo (11), no muro do Presídio Advogado Brito Alves (Paba), em Arcoverde. No momento da explosão acontecia a visita de familiares aos presos. A Polícia Militar e os Agentes Penitenciários conseguiram evitar uma possível fuga. Segundo os policiais, o buraco causado pelos explosivos foi de pequeno porte   […]

Foto: Reprodução / Google Street View

Uma explosão foi registrada na manhã de ontem, domingo (11), no muro do Presídio Advogado Brito Alves (Paba), em Arcoverde. No momento da explosão acontecia a visita de familiares aos presos.

A Polícia Militar e os Agentes Penitenciários conseguiram evitar uma possível fuga. Segundo os policiais, o buraco causado pelos explosivos foi de pequeno porte   dando para passar uma pessoa de cada vez.

A polícia agora está investigando quem poderia ter colocado o material no muro e a mando de quem. A suspeita é de que o(s) presos que provocaram a explosão pertencem ao bloco C. A situação foi controlada rapidamente. O presidio tem hoje 995 presos e a capacidade é para 427 vagas.

Cuidado com o golpe do “me empresta algum”. Empresários e até PMs também rackeados

Não são apenas políticos os alvos de ataques cibernéticos no estado. Em cidades do interior, pessoas conhecidas com boa reputação social também estão na mira. Os golpistas costumam hackear o aparelho e, usando a lista de contatos, começam a abordar outras pessoas geralmente pedindo algum dinheiro para alguma eventualidade. O Sargento Éder Praxedes, de Carnaíba, […]

Não são apenas políticos os alvos de ataques cibernéticos no estado. Em cidades do interior, pessoas conhecidas com boa reputação social também estão na mira.

Os golpistas costumam hackear o aparelho e, usando a lista de contatos, começam a abordar outras pessoas geralmente pedindo algum dinheiro para alguma eventualidade.

O Sargento Éder Praxedes, de Carnaíba, foi uma das vítimas, mostrando que nem PMs estão imunes à ousadia dos criminosos. “Usaram um perfil de WhatsApp falso  do meu irmão para extorquir  as pessoas, pedindo para depositar dinheiro”, disse a irmã, a comerciante Ilma Valério.

A mensagem para um comerciante dizia: “tem como você depositar um dinheiro na minha conta? Amanhã passo aí e te entrego o dinheiro”. O comerciante desconfiou e alertou o PM.

“Uma mobilização rápida encerrou o golpe”, disse. A conta indicada pelos criminosos virtuais era de Ouricuri.

Outro celular alvo de golpe foi o de Everaldo de Melo Lima, da Lima Calçados.  Mandaram mensagens para os contatos dele solicitando depósitos, aplicando golpes.

Um rápido compartilhamento nas redes sociais evitou um mal maior.

A ordem é ficar atento. Mensagens de quem não costuma pedir dinheiro solicitando depósitos em conta são o primeiro sinal do golpe virtual. Ninguém está imune à astúcia dos criminosos.