Troca de mensagens contradiz ministro e revela desvio de verba de candidata do PSL
Por Nill Júnior
Ministro também tinha confiança de Bolsonaro. Pode cair nesta quinta
A professora aposentada Cleuzenir Barbosa entregou ao Ministério Público documento que apresenta uma troca de mensagens entre ela e um assessor do ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antonio (PSL).
Na conversa, Haissander de Paula, que na época trabalhava no gabinete de Álvaro Antonio na Câmara dos Deputados, pede que Cleuzenir transfira parte da verba de fundo partidário a uma empresa ligada a outro assessor do político. A suspeita é que ela tenha sido usada como candidata laranja.
De acordo com informações da Folha de S. Paulo, a empresa em questão é uma gráfica do irmão de Roberto Soares, que foi assessor de Álvaro Antonio e coordenou sua campanha na região do Vale do Aço de Minas Gerais. Em depoimento ao Ministério Público de Minas Gerais, Cleuzenir afirmou que foi pressionada por Haissander a transferir R$ 30 mil dos R$ 60 mil que ela recebeu de verba pública do partido.
“Nosso Deus sabe de todas as coisas, preciso que você transfira a metade do valor para a conta da gráfica. Estou indo pagar o restante do meu bolso”, reforça o assessor em seguida. Ele trabalhou no gabinete de Álvaro Antônio de dezembro de 2017 até o início deste ano.
A troca de mensagens contradiz a versão apresentada pelo ministro e seus assessores na época. Álvaro Antônio diz que, assim que tomou conhecimento das acusações da candidata , mandou apurar e que “a denunciante foi chamada para apresentar esclarecimentos em diversas ocasiões e nunca apresentou provas ou indícios que atestassem a veracidade das acusações”.
O ministro Marcelo Álvaro tem reunião marcada para a tarde desta quarta-feira com Jair Bolsonaro.
O prefeito de Tabira, Flávio Marques, anunciou nesta terça-feira (10), durante participação no programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM 97,7, que o Dr. João Veras continuará como diretor clínico do Hospital Municipal Dr. Luiz José da Silva Neto. “João é como um irmão. Conversei com ele para que permanecesse no cargo. Houve algumas divulgações, […]
O prefeito de Tabira, Flávio Marques, anunciou nesta terça-feira (10), durante participação no programa Cidade Alerta, da Rádio Cidade FM 97,7, que o Dr. João Veras continuará como diretor clínico do Hospital Municipal Dr. Luiz José da Silva Neto.
“João é como um irmão. Conversei com ele para que permanecesse no cargo. Houve algumas divulgações, mas ainda no domingo liguei para ele e disse que não aceitava sua saída de forma alguma. João é um médico que a gente precisa, em quem todos confiam e gostam. Sei que ele tem novos projetos e precisa de tempo, mas, se precisar, estarei aqui para ajudá-lo. Resumindo: João não saiu. Ele continua sendo nosso diretor clínico do Hospital”, afirmou.
O prefeito também desmentiu informações divulgadas por um blog nesta terça-feira, que afirmavam que Dr. João teria deixado o cargo devido a um suposto descumprimento de acordo com a empresa Project Eventos para a realização do Carnaval 2026 em Tabira.
Segundo Flávio, a notícia é falsa: “O que acontece é que algumas pessoas tentam dividir e, de forma leviana, inventam histórias dizendo que João saiu do governo por causa de estrutura de evento. João nunca nos procurou pedindo para montar nada. Ele permanece como diretor clínico e continua realizando pequenas cirurgias no bloco cirúrgico todas as sextas-feiras, como de costume”.
A permanência de Dr. João Veras põe fim a uma sequência de rumores sobre sua saída, confirmando que ele seguirá à frente da direção clínica do Hospital Municipal Dr. Luiz José da Silva Neto, garantindo continuidade nos serviços de saúde da unidade.
O deputado federal Fernando Filho (DEM) participou, nesta terça-feira (29), da abertura do IX Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira, promovido pela FGV Energia, no Rio de Janeiro. O parlamentar, que por dois anos foi ministro de Minas e Energia, fez um balanço de seu período no comando da pasta e falou sobre o […]
O deputado federal Fernando Filho (DEM) participou, nesta terça-feira (29), da abertura do IX Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira, promovido pela FGV Energia, no Rio de Janeiro. O parlamentar, que por dois anos foi ministro de Minas e Energia, fez um balanço de seu período no comando da pasta e falou sobre o cenário de oportunidades no setor para os próximos anos.
“Me alegra muito ver como a pauta do setor energético brasileiro mudou em tão pouco tempo. Quando assumi o ministério, em maio de 2016, a pauta era saber se iria ter mercado no Brasil para esse tipo de atividade. Havia pouco entusiasmo com o mercado energético, devido à forte concentração em cima de uma única empresa, a Petrobras. Hoje temos outros desafios, mas o fato é que o Brasil se reapresentou no cenário mundial para esse mercado de óleo e gás. E mesmo diante das divergências políticas, o fato é que diante do cenário dos grandes produtores mundiais de petróleo, nós temos um ambiente de muita tranquilidade para que as empresas possam vir aqui e escolher o Brasil como porto seguro dos seus investimentos”, destacou Fernando Filho.
O parlamentar ressaltou que o momento é de saber se o Brasil está aproveitando todas as oportunidades que foram oferecidas nos últimos anos. “O Brasil tem o desafio imenso de poder gerar crescimento, energia barata e emprego. A gente não pode se dar ao luxo de perder mais três ou quatro anos como perdemos no passado, quando o barril de petróleo era comercializado a 100 dólares, e que não foram realizados os leilões. Temos aqui a oportunidade de projetar o Brasil para um futuro que possa ser muito mais generoso com as suas gerações”, completou.
Deputado eleito defendeu crédito de confiança a Raquel Lyra, falou pouco sobre e até cobrou Márcia Conrado, elogiou Gin Oliveira por abrir para Manoel Enfermeiro e disse esperar mais de Dema em relação a Sebastião Oliveira O Deputado Estadual eleito Luciano Duque (SD) falou da expectativa de seu mandato e de outros temas ao programa […]
Deputado eleito defendeu crédito de confiança a Raquel Lyra, falou pouco sobre e até cobrou Márcia Conrado, elogiou Gin Oliveira por abrir para Manoel Enfermeiro e disse esperar mais de Dema em relação a Sebastião Oliveira
O Deputado Estadual eleito Luciano Duque (SD) falou da expectativa de seu mandato e de outros temas ao programa Revista da Cultura, na Cultura FM, apresentado por Juliana Lima e Orlando Santos.
Duque, que toma posse nesta segunda a tarde em solenidade no Centro de Convenções em Olinda, falou em dar um crédito de confiança aos primeiros meses da gestão Raquel Lyra.
“Raquel por ter sido prefeita, conhecer o municipalismo, sendo do interior, vai repensar o modelo de desenvolvimento, como o modelo do Ceará que deu certo. Na medida em que for boa pra Serra Talhada, boa pra Pernambuco, eu vou estar na assembleia apoiando. Pra medidas que prejudiquem o povo, eu vou estar contra. Não faço política baixando cabeça pra quem quer que seja”, disse. Essa última frase teve sensação de dubiedade, sendo vista como um possível recado pela relação abalada com Márcia Conrado.
E seguiu: “vou dar um crédito a Raquel. Estamos num grupo de mais de 30 deputados, principalmente os novos eleitos, onde a gente vai estar apoiando o que for melhor pra Pernambuco”.
Um dos focos defendidos foi o da Saúde. Ele falou do Hospital Eduardo Campos, que será inaugurado esta semana, fazendo referência ao início do debate sobre uma grande unidade regional em Serra, que teria iniciado na gestão Carlos Evandro, quando ele foi vice.
“Quando Carlos Evandro era prefeito, Socorro Brito era secretária e começou a se construir a ideia de um hospital regional em Serra Talhada. Será um dos grandes centros irradiadores do SUS. Vamos cobrar ainda para que o Hospital Agamenon Magalhães se torne um centro materno infantil como sinalizou Raquel Lyra”.
Serra Talhada: sobre Serra Talhada, em determinado momento, defendeu seu papel para que Serra seja um polo de desenvolvimento.
“Serra Talhada é um polo de desenvolvimento. Todos sabem a mudança que a gente imprimiu, os arranjos que promovemos para chegar a isso”.
Márcia, Dema, Gin: o prefeito disse torcer para que o Deputado Federal eleito, Waldemar Oliveira, o Dema, seja melhor para Serra que seu irmão, Sebastião Oliveira. “Estou torcendo para que Dema supere o irmão com mais emendas”.
Comentando uma mensagem de Manoel Enfermeiro, parabenizou Gin Oliveira por abrir para o petista, que irá presidir a Câmara no próximo biênio. “Teve desprendimento”.
Era aguardado ouvir o que Duque diria sobre a relação com Márcia Conrado, estremecida depois do segundo turno das eleições. Perguntado, Duque arrodeou.
“A relação é boa. A gente tem falado pouco pessoalmente”. E aí começou a falar de 2024 sem ser perguntado.
“Tem muita gente me chamando dizendo que eu tenho que ser o candidato da oposição. Muitos dos que diziam que eu era um péssimo prefeito. Mas tô tranquilo. Sei da minha tarefa”. Os que diziam que ele foi um “péssimo prefeito” são os militantes da oposição, ligados à nomes como Sebastião Oliveira e Carlos Evandro (que está migrando para a base governista). Isso indica que ele estaria sendo cantado para enfrentar a própria Márcia Conrado em 2024.
Ele ainda cobrou a prefeita, mesmo que rindo, sobre a conclusão do Teatro Arnould Rodrigues, que ele iniciou no seu governo.
“Márcia Conrado, pelo amor de Deus arrume o dinheiro pra terminar esse teatro, pra gente assistir peça e ser um local de eventos. Sei que ela tá atrás do dinheiro”.
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniu ontem (11) para realizar sua 41ª sessão ordinária. Na Ordem do dia foi aprovado o Projeto de Lei Ordinária 014/2017 de autoria do Poder Executivo que revoga a lei municipal nº 258/2000 e cria, define, normatiza e regulamenta a concessão de benefícios eventuais no município […]
A Câmara de Vereadores de Afogados da Ingazeira se reuniu ontem (11) para realizar sua 41ª sessão ordinária.
Na Ordem do dia foi aprovado o Projeto de Lei Ordinária 014/2017 de autoria do Poder Executivo que revoga a lei municipal nº 258/2000 e cria, define, normatiza e regulamenta a concessão de benefícios eventuais no município de Afogados da Ingazeira. Continua tramitando na Casa Legislativa o Projeto de Lei Complementar nº 003/2017 que altera trechos do Código Tributário Municipal.
Nos requerimentos, destaque para o requerimento nº 309/2017 de autoria do Presidente da Casa, Igor Mariano (PSD) que solicita explicações do Comandante Geral do Corpo de Bombeiros no Estado de Pernambuco e do Secretário de Defesa Social do Estado de Pernambuco.
Na pauta a denúncia de negligência na prestação de serviço pelo Corpo de Bombeiros de Afogados da Ingazeira relatado pelo Sr. Severino da Silva aos microfones da Rádio Pajeú e publicado no nosso blog. “O povo reclama de pagar taxas porque não vê o serviço sendo oferecido com qualidade, é preciso explicações ao povo de Afogados da Ingazeira”, destacou o Presidente.
Outro destaque da sessão, foi o requerimento 308/2017 de autoria do vereador Raimundo Lima (PSB), que solicita que seja construída uma ponte ligando o Povoado de Alto Vermelho ao Distrito de Ibitiranga, um sonho antigo dos moradores daquela região. “Essa obra é um sonho antigo daquele povo, espero que nosso pedido seja atendido”, finalizou Raimundo Lima.
“Financiamento deve ser público, transparente e rigorosamente fiscalizado” Membro das duas comissões que estão discutindo a reforma política na Câmara dos Deputados, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) critica a proposta de criação do chamado “Distritão” – sistema eleitoral que elege os candidatos mais votados sem levar em conta os votos para o partido ou […]
“Financiamento deve ser público, transparente e rigorosamente fiscalizado”
Membro das duas comissões que estão discutindo a reforma política na Câmara dos Deputados, o deputado federal Tadeu Alencar (PSB) critica a proposta de criação do chamado “Distritão” – sistema eleitoral que elege os candidatos mais votados sem levar em conta os votos para o partido ou a coligação -, classificando a alternativa como a volta da “República Velha”, hoje só existente em países que vivem num certo “obscurantismo”.
“O Distritão fragiliza a democracia, porque não contempla as minorias, não atende às necessidades de uma sociedade plural e prestigia apenas aqueles candidatos que contam com estrutura econômica. É um sistema que não acolhe a representação das minorias, que valoriza a lei dos mais fortes”, critica o parlamentar.
O deputado também defende que o financiamento para as campanhas eleitorais deve ser público, transparente e contar com rigorosa e permanente fiscalização por parte dos órgãos de controle. Para Tadeu, a criação do fundo de financiamento público, devidamente acompanhado de uma regulamentação, dificultará a corrupção sistêmica que se consolidou ao longo das últimas campanhas eleitorais com a doação por meio de empresas privadas, proibidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
“Nós temos que escolher entre permitir que as campanhas eleitorais no Brasil continuem a ser financiadas da forma como foram financiadas até aqui, com resultados absolutamente danosos ao País e a uma visão republicana das eleições, ou se queremos eleições transparentes, mais baratas, financiadas pelo próprio Estado brasileiro, possibilitando a um representante do povo, livre de interesses espúrios, defender o que for melhor para o Brasil, afirma Tadeu.
Para o deputado, outro ponto que precisa ser devidamente esclarecido à população é a origem dos recursos públicos que financiarão as campanhas. Tadeu reforça que não haverá subtração de áreas prioritárias, como educação e saúde, e que devem ser retirados de recursos já existentes no trilionário orçamento da União. “Tem gordura para cortar”, diz.
“Eu acho que é uma hipocrisia a gente imaginar que vai tirar dinheiro de políticas públicas, de educação, de saúde. Porque não discutirmos os excessos, a despesa ruim e até o remanejamento de verbas do fundo partidário para o Fundo Especial de Financiamento da Democracia? Não tem discussão proibida”, questiona ainda o parlamentar. “Quando o Estado brasileiro não financia a democracia, aparece quem financie, e a um custo elevadíssimo”, conclui.
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