Três bairros de Afogados mais Ibitiranga tem abastecimento de água interrompido
Por André Luis
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Em nota divulgada na manhã desta quarta-feira (14), a Compesa informou que os bairros Sobreira, Cohab e São Cristóvão, em Afogados da Ingazeira e o distrito de Ibitiranga, em Carnaíba, estão com o abastecimento de água suspenso nesta quarta-feira.
Segundo a Compesa, a interrupção se dá por conta de um estouramento na Adutora Zé Dantas.
Ainda segundo a nota, os técnicos já estão no local executando o serviço e a previsão de retorno é até as 17 horas.
Menos de um mês depois de lançar um concurso público com 140 oportunidades fixas, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu novo edital, desta vez, para empregados temporários. Serão 1.409 vagas em processo seletivo simplificado para o Censo Agropecuário 2016. Deste total, 69 chances são exclusivamente para o estado de Pernambuco. Segundo edital, […]
Menos de um mês depois de lançar um concurso público com 140 oportunidades fixas, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) abriu novo edital, desta vez, para empregados temporários. Serão 1.409 vagas em processo seletivo simplificado para o Censo Agropecuário 2016. Deste total, 69 chances são exclusivamente para o estado de Pernambuco.
Segundo edital, as vagas para Pernambuco estão distribuídas de seguinte forma: cinco para analista censitário, no Recife, com formação nas áreas de engenharias agronômica, cartográfica e gestão e infraestrutura, e uma para jornalista, com formação em Comunicação Social. Na função de agente censitário administrativo, as chances somam 40 vagas para o Recife com formação em várias áreas.
As demais 23 oportunidades são direcionadas ao cargo de agente censitário regional, com lotação nas cidades de Araripina, Belém de São Francisco, Belo Jardim, Bezerros, Bom Conselho, Buíque Caruaru, Catende, Cupira, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Ouricuri, Paudalho, Pesqueira, Petrolândia, Recife, Santa Cruz do Capibaribe, Santa Maria da Boa Vista, São João, São José do Egito, Surubim e Vitória de Santo Antão. Confira aqui o edital completo.
Do total de postos da seleção, 700 são para a função de agente censitário administrativo, com contrato de até 22 meses e remuneração de R$ 1.560; para agente censitário regional, o vencimento é de R$ 3 mil e a validade do trabalho é de 16 meses; no caso de analista censitário (em que há 22 áreas de atuação), são 31 meses de validade e salário de R$ 7.166 (confira os pré-requisitos para cada cargo em Exigências). Contratados receberão auxílio-alimentação e transporte, assim como férias e 13º salário proporcionais.
Brasília concentra 12 vagas: duas para analista censitário (uma para engenharia agronômica e outra para gestão em infraestrutura) e 10 para o cargo de agente censitário administrativo. O restante das oportunidades está espalhada por 459 municípios de 24 estados. A Fundação Cesgranrio aplicará provas objetivas com 60 questões de múltipla escolha para todos os cargos.
Candidatos ao posto de analista censitário (exceto na área de conhecimentos de métodos quantitativos) farão 15 de língua portuguesa, 10 de raciocínio lógico quantitativo e 35 de conhecimentos específicos. Para a função de agente censitário regional, os conteúdos a serem abordados são português (20), noções de administração e situações gerenciais (30) e raciocínio lógico (10). No caso de agente censitário administrativo, a prova será composta por perguntas de língua portuguesa (20), noções de administração (30) e raciocínio lógico (10).
Diario de Pernambuco Existe a possibilidade do ex-presidente Lula (PT) ter dois palanques em Pernambuco para 2022. A jogada seria um palanque com o PSB – que, no momento, encontra-se dividido quanto a quem apoiar ou sair com candidatura própria – e com o próprio Partido dos Trabalhadores. É o que vaticina socialista em reserva. […]
Existe a possibilidade do ex-presidente Lula (PT) ter dois palanques em Pernambuco para 2022. A jogada seria um palanque com o PSB – que, no momento, encontra-se dividido quanto a quem apoiar ou sair com candidatura própria – e com o próprio Partido dos Trabalhadores.
É o que vaticina socialista em reserva. Alguns petistas, procurados pela reportagem, confirmam que “existe, sim, a possibilidade de palanque duplo, mas tudo depende dos posicionamentos”.
Sobre isto, existe uma ala do PSB que resiste à aliança com o líder petista. Esta ala, inclusive, é composta pelo deputado federal Felipe Carreras, o atual prefeito do Recife, João Campos e o ex-prefeito do Recife, Geraldo Julio. Todos acreditam que a legenda pode lançar nomes próprios.
A despeito disso, ao Diario, Carreras (PSB) assinalou que torce para que a sigla tenha candidatura própria ao Palácio do Planato e destacou alguns nomes. “Temos nomes como o próprio Governador Paulo Câmara (PSB-PE), Flávio Dino (PSB-MA), Renato Casagrande (PSB-ES) Geraldo Júlio (PSB-PE) e (Marcelo) Freixo (PSB-RJ)”, afirma em conversa com o Diario.
Contudo, há socialista, em reserva, que acredita que “o momento do PSB é focar em governos estaduais. Se preciso for, abrir mão da candidatura ao Planalto”.
Complementa: “não é momento para discussões sem muito fim. Precisamos nos unir contra Bolsonaro. Claro que temos nossas opiniões que diferem (PT e PSB), mas, também precisamos reconhecer que o Lula fez muito pelo Brasil e pelo Nordeste. Montar um palanque aqui (em Pernambuco) seria uma opção viável, sim. Contanto que seja uma decisão unânime dentro do partido”.
O PSB ainda busca nomes para representar a sigla nas eleições de 2022. O nome do ex-prefeito Geraldo Julio segue no radar dos socialistas, mas o mesmo já havia dito, ao Diario, que não possui interesse e que cabe a Paulo Câmara alinhavar as decisões.
Enquanto isso, nos bastidores, nomes como o do ex-ministro José Mucio e do atual secretário da Fazenda, Décio Padilha, tomam novas proporções.
A respeito do governador Paulo Câmara sair como candidato ao Senado pela Frente Popular, Felipe crava que essa é uma decisão que precisa ser tomada pelo chefe do executivo pernambucano. E, garante que o PSB de Pernambuco está unido.
“Ele que coordena a sucessão. Como ele foi escalado por Eduardo Campos para liderar um projeto, acho que essa resposta só ele pode dar. PSB de Pernambuco está unido e seguirá a decisão tomada pelos nossos líderes”, arremata.
O deputado federal Tadeu Alencar (PSB) enxerga a possibilidade de dois palanques. Ele pondera que como ainda não tem uma definição, um caminho único, no nível nacional, isso pode ser reproduzido no Estado.
“Você pode ter uma reprodução, em nível local (em Pernambuco), onde cada partido coloque suas candidaturas e em um segundo turno a gente pode se encontrar, inclusive, se enfrentando. Não é o mais provável, mas na eleição de prefeito tivemos uma candidatura do PT e do PSB. Vejo isso com naturalidade”, alerta.
Já no campo dos trabalhadores, há quem acredite que o PT possa e tenha “cacife” para apostar em nome próprio em Pernambuco.
“Eles entendem que o nosso objetivo é derrotar Bolsonaro em 2022 e ainda assim não se decidem. Precisam tomar uma decisão. Ou é união ou é união. Essa união, que segue caminhando, por exemplo, deve surtir um ótimo efeito: o de dois palanques”, vaticina em reserva.
A máxima é defendida pela deputada estadual Teresa Leitão (PT). Além de acreditar na possibilidade de um palanque duplo em Pernambuco, questionada sobre uma repetição de 2006 em 2022, a petista alerta que o cenário de 2022 é diferente.
“Na época, Lula era presidente e candidato à reeleição. Agora, ele está candidato à eleição. As pesquisas já o apontam como favorito. O campo da aliança (dentro do PSB) com Lula cresceu muito. Mas, ainda há quem resista. Se eles não se decidirem, poderemos, sim, sair com candidatura própria em 2022”, assegura Teresa.
Questionada se os nomes permanecem os mesmos, a parlamentar retruca que sim. “O negócio é se preparar. Existe a possibilidade também. Marília e Humberto são os nomes colocados pelo PT”, responde. Contudo, pondera que: “é uma disputa que a gente espera que não aconteça”.
Por Magno Matins A morte nunca telegrafa, mas de vez em quando dá uns ruídos, uns estalos estranhos. Senti algo diferente, um pressentimento ruim quando soube que o poeta Sebastião Dias havia sofrido um infarto, semana passada. Logo, me veio um sentimento, ou uma constatação, de que ele estava se despedindo de mim e dos […]
A morte nunca telegrafa, mas de vez em quando dá uns ruídos, uns estalos estranhos. Senti algo diferente, um pressentimento ruim quando soube que o poeta Sebastião Dias havia sofrido um infarto, semana passada. Logo, me veio um sentimento, ou uma constatação, de que ele estava se despedindo de mim e dos seus fãs no “Sextou” que foi ao ar pela Rede Nordeste de Rádio, há três semanas.
O “Sextou” é um programa musical que criei para abrir espaço aos artistas. Já entrevistei uma porção de estrelas da constelação da MPB. Meu ouvinte, Sebastião acompanhou vários “Sextous” e não acreditou quando o escolhi. No áudio, que resgatei há pouco, o leitor pode conferir (no final do texto) a grande emoção dele.
Fiquei até sem jeito, porque a celebridade era ele e não eu. Fiz apenas justiça a um magnífico e múltiplo artista, poeta, compositor, e gênio. Sebastião não foi o maior de todos os que fazem a poesia do repente, mas tinha o mesmo quilate de Rogaciano Leite, Louro do Pajeú e o incomparável Pinto do Monteiro.
Viola de ouro, Pinto foi considerado o maior repentista do Brasil. Sebastião era a viola do improviso espetacular das cantorias, o cantor-intérprete de canções de sua autoria que nunca vão ser esquecidas, como Conselho ao Filho Adulto e a Canção da Floresta.
Não dá pra não se emocionar com ambas em sua voz, na sua viola. O que vale na vida não é o ponto de partida e sim a caminhada. A caminhada de Sebastião foi bela, fantástica na assertiva mais apropriada.
O saber a gente aprende com os mestres e os livros. Sebastião aprendeu com a sua gente, seu povo humilde de Tabira, sua legião de fãs no País. Seu saber se espalhou, fez escola, fez a escalada da montanha da vida removendo pedras e plantando flores.
No Pajeú das flores, Sebastião Dias foi um Gregório de Matos, pai espiritual dos cantadores. Sua morte emudeceu a floresta, que pediu para não matarem. Silenciou sua Tabira, que governou.
O que será de nós, pajeuzeiros, sem o canto e a poesia de Sebastião Dias?
A Vara da Fazenda Pública da Comarca de Garanhuns suspendeu o auxílio-alimentação concedido ao prefeito da cidade, vice-prefeito, secretários municipais e aos diretores de autarquias. O benefício havia sido aprovado pela Câmara Municipal e criado pelo chefe do Executivo por meio da Lei Municipal nº 5.371/2025, sancionada em 14 de agosto e publicada no dia […]
A Vara da Fazenda Pública da Comarca de Garanhuns suspendeu o auxílio-alimentação concedido ao prefeito da cidade, vice-prefeito, secretários municipais e aos diretores de autarquias. O benefício havia sido aprovado pela Câmara Municipal e criado pelo chefe do Executivo por meio da Lei Municipal nº 5.371/2025, sancionada em 14 de agosto e publicada no dia 19 do mesmo mês.
A decisão foi proferida pelo juiz Enéas Oliveira da Rocha, que atendeu a pedido de liminar apresentado em ação popular protocolada pelo advogado Jorge Luiz Ferreira Guimarães. Na ação, o autor pediu a nulidade da lei e alegou que ela contém vícios insanáveis de constitucionalidade e legalidade. O titular da Vara da Fazenda Pública, juiz Glacidelson Antônio, se declarou impedido para julgar o pedido, sendo a ação redistribuída ao Dr. Enéas Oliveira.
Impacto financeiro e violação da LRF
Segundo a petição, entre outras coisas, o auxílio geraria impacto anual estimado em R$ 750 mil no orçamento municipal, valor considerado expressivo diante da situação fiscal já comprometida do município.
O juiz destacou que a criação do auxílio afronta a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), citando o artigo 16, inciso I, que exige estimativa de impacto orçamentário-financeiro e indicação da origem dos recursos para custeio da despesa.
“Não há, nos documentos apresentados, qualquer indicação de que a estimativa de impacto orçamentário-financeiro e a demonstração da origem dos recursos tenham sido devidamente realizadas e publicizadas”, escreveu o magistrado.Ele ressaltou ainda que a mera previsão genérica no artigo 9º da lei, autorizando o Executivo a promover alterações orçamentárias, não supre a exigência legal.
Gastos com pessoal acima do limite
Na decisão, Enéas Oliveira frisou que o auxílio também viola o limite prudencial de gastos com pessoal previsto na LRF, já que, de acordo com relatório de auditoria do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) referente a 2023, as despesas com pessoal do Executivo atingiram 56,15% da Receita Corrente Líquida, ultrapassando o limite legal.
Inconstitucionalidade e equiparação remuneratória
Outro ponto destacado na decisão foi a inconstitucionalidade da lei por violar o artigo 37, inciso XIII, da Constituição Federal, que veda a vinculação ou equiparação de remunerações no serviço público.
A legislação municipal previa o pagamento de R$ 2.500,00 para vice-prefeito, secretários e presidentes de autarquias, e de R$ 5.000,00 mensais para o prefeito, configurando equiparação remuneratória inconstitucional.
Lei fere o princípio da modalidade administrativa, segundo o magistrado
O juiz apontou também ofensa ao princípio da moralidade administrativa, considerando inadequado criar um benefício de elevado valor em meio a restrições fiscais.
“O cenário fático é eloquente: município com gastos de pessoal acima do limite prudencial, próximo ao limite legal, cria despesa adicional de R$ 750.000,00 anuais para beneficiar exclusivamente os ocupantes dos mais altos cargos do Executivo, que já percebem subsídios superiores a R$ 30.000,00 mensais”, discorreu Enéas em sua decisão.
Risco de dano ao erário
O magistrado também destacou o risco de dano irreversível ao erário, já que a restituição de valores pagos seria improvável, comprometendo recursos destinados a serviços essenciais à população.
Outro ponto citado foi o efeito multiplicador e risco sistêmico, uma vez que a manutenção da lei poderia servir de precedente perigoso para outros municípios em dificuldades financeiras, gerando efeito cascata sobre as contas públicas.
Multa e recurso
O juiz fixou multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da decisão, a ser aplicada de forma pessoal e solidária ao prefeito e ao secretário de Administração, limitada a R$ 500 mil, sem prejuízo de sanções penais e administrativas.
Da decisão ainda cabe recurso. As informações são do V&C Garanhuns.
Depois de assumir a Câmara de Vereadores de Serra Talhada, o petista Manoel Enfermeiro promete que vai colocar pra andar projetos engavetados em gestões anteriores. Um deles, o que põe fim ao recesso de meio de ano na casa, proposto em 2015, pelo então vereador Marcos Oliveira, mas que foi engavetado pelo então presidente […]
Depois de assumir a Câmara de Vereadores de Serra Talhada, o petista Manoel Enfermeiro promete que vai colocar pra andar projetos engavetados em gestões anteriores.
Um deles, o que põe fim ao recesso de meio de ano na casa, proposto em 2015, pelo então vereador Marcos Oliveira, mas que foi engavetado pelo então presidente Agenor Melo, com apoio de pares à época. Dorme na casa sem ter sido desengavetado por Nailson Gomes em seus dois mandatos.
A proposta é simples e tem adesão popular: propõe que o vereador serra-talhadense tenha 30 dias de férias como os outros mortais, e não 60, como é hoje, isso sem considerar a atividade restrita a uma sessão por semana em média, como nas demais casas do Pajeú.
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