As chuvas animaram os sertanejos e já deflagram ações institucionais de preparação de terras para aração.
Em Itapetim, a Diretoria de Agricultura, em parceria com o IPA, iniciou um grande mutirão de aração de terras nas comunidades rurais beneficiadas com as chuvas que caíram sobre o município nos últimos dias.
De acordo com Clodoaldo Lucena, diretor municipal de Agricultura, o trabalho de preparação do solo para o plantio está sendo realizado por cinco tratores e teve início pelos sítios Pitombeira, Caiana, Ambó, Campo do Ambó, Frutas e Lagoa de Dentro. Ainda segundo ele, nas seis primeiras comunidades já foram atendidas cerca de 60 famílias.
Do Congresso em Foco O jornalista Juremir Machado pediu demissão ao vivo da Rádio Guaíba na manhã de hoje (23) após ser impedido de fazer perguntas ao candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL). Ao aceitar ser entrevistado pela rádio, Bolsonaro disse que responderia apenas as perguntas do âncora do programa, Rogério Mendelski. […]
O jornalista Juremir Machado pediu demissão ao vivo da Rádio Guaíba na manhã de hoje (23) após ser impedido de fazer perguntas ao candidato à presidência da República Jair Bolsonaro (PSL).
Ao aceitar ser entrevistado pela rádio, Bolsonaro disse que responderia apenas as perguntas do âncora do programa, Rogério Mendelski. Juremir e outros dois jornalistas, Jurandir Soares e Voltaire Porto, acompanharam a entrevista, não puderam fazer perguntas.
Ao final do programa, o âncora explicou que o silêncio dos presentes foi uma “condição” do candidato. “Vou só avisar aos nossos ouvintes que o silêncio de vocês aí foi uma condição do candidato que queria conversar com o apresentador”, disse Mendelski.
“Nós podemos dizer que o candidato nos censurou?”, questionou Juremir. “Não, não diria isso”, disse o âncora. “Eu achei humilhante e, por isso, estou saindo do programa. Foi um prazer trabalhar aqui dez anos”, rebateu Juremir, que se levantou e saiu do estúdio.
“Não podemos dizer nada, Juremir, desculpe. Foi uma condição do candidato”, disse o âncora depois que o jornalista se levantou. Mendelski questionou Voltaire sobre o que ele achava do episódio. O jornalista disse que respeitava a posição do âncora e emendou: “Eu preciso trabalhar, né? Preciso de emprego”.
Juremir é crítico do candidato à Presidência. No mês passado, ele publicou um texto no blog Correio do Povo, em que diz que Bolsonaro é uma “mentalidade”. “Jair Bolsonaro não é um candidato como outro qualquer. É pior. Ele é um imaginário, uma mentalidade, uma visão de mundo obscurantista”, escreveu o jornalista.
Professor do curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da PUCRS, Juremir é formado em jornalismo e em história. É doutor em Sociologia pela Universidade de Paris V: René Descartes sob a orientação de Michel Maffesoli. De 1993 a 1995, foi colunista e correspondente do jornal Zero Hora em Paris. Juremir fez pós-doutorado na França orientado por Edgar Morin, Jean Baudrillard e Michel Maffesoli.
Bolsonaro e 7 aliados, entre eles os generais Augusto Heleno e Braga Netto, são julgados por golpe de Estado e mais 4 crimes. Veja aqui detalhes da acusação e como foi o plano golpista. Nesta terça (9), o ministro Alexandre de Moraes apresenta seu voto. Ele é o relator do caso. Depois dele, votam os outros […]
Bolsonaro e 7 aliados, entre eles os generais Augusto Heleno e Braga Netto, são julgados por golpe de Estado e mais 4 crimes. Veja aqui detalhes da acusação e como foi o plano golpista.
Nesta terça (9), o ministro Alexandre de Moraes apresenta seu voto. Ele é o relator do caso. Depois dele, votam os outros 4 ministros: Dino, Fux, Cármen Lúcia e Zanin, que preside os trabalhos.
Na semana passada, os advogados dos réus apresentaram seus argumentos. A defesa de Bolsonaro disse que não há provas que o liguem aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.
Na acusação, a PGR aponta Bolsonaro como o líder de uma organização criminosa que tentou dar um golpe de Estado após a vitória de Lula na eleição. Assista:
A equipe de engenharia técnica da Compesa esteve visitando o Bairro Riacho do Gado, a pedido do prefeito Sebastião Dias e do secretário de Obras, Cláudio Alves, com o objetivo de encontrar soluções para a falta de água que ainda sofrem famílias do Bairro Riacho do Gado em determinados setores. Foi feito um estudo e […]
A equipe de engenharia técnica da Compesa esteve visitando o Bairro Riacho do Gado, a pedido do prefeito Sebastião Dias e do secretário de Obras, Cláudio Alves, com o objetivo de encontrar soluções para a falta de água que ainda sofrem famílias do Bairro Riacho do Gado em determinados setores.
Foi feito um estudo e o projeto já foi concluído e depois de executado irá beneficiar não somente o bairro, mas até mesmo a cidade, uma vez que a retirada de água será feita do reservatório que foi construído na localidade e não mais da Adutora. Com essa manobra evita-se que o abastecimento da cidade sofra algum prejuízo quando o Riacho do Gado está sendo abastecido, que é o que acontece atualmente.
Ao todo serão 4 quilômetros de rede que colocarão um fim definitivo à precariedade do abastecimento. Segundo explicou a coordenadora técnica de engenharia, Mirela Tavares, a obra vai exigir um pouco de paciência dos moradores por conta da grande quantidade de tubulação que será implantada ou substituída em alguns casos.
“Nós teremos uma melhora grande da rede tronco, iremos implantar praticamente 400 metros de tubulação de 150 milímetros e isso vai reduzir demais a perda de carga”, explicou Mirela. Ela também disse que esse serviço fará com o atendimento, através do reservatório, chegue em lugares que hoje a Compesa tem dificuldades atender e ao mesmo tempo irão ter um controle maior da vazão que chega em Tabira.
O prefeito Sebastião Dias comemorou o resultado positivo de mais uma parceria entre o Governo Municipal e a Compesa e disse que está muito feliz porque está dessa forma podendo levar mais um benefício para o Bairro Riacho do Gado e sua população. O material que será empregado no serviço já está comprado e se encontra em Afogados da Ingazeira. A Prefeitura de Tabira entrará com a parte das máquinas para proceder as escavações.
Além do prefeito e do secretário de Obras, estiveram presentes ao encontro o vereador Aristóteles Monteiro, o coordenador Regional da Compesa, Washington Jordão, a coordenadora técnica de engenharia, Mirela Tavares e a coordenadora comercial, Gisela Ramos.
O candidato a prefeito Dr. George Borja (PSB), aproveitando a sabatina da CDL/ACIAGRO de São José do Egito, nesta segunda-feira (2), na Rádio Gazeta FM lançou uma nova proposta para o seu futuro governo, a CNH Popular Municipal. O candidato respondeu às perguntas formuladas por empresários e empreendedores egipcienses, e aproveitou para falar de algumas […]
O candidato a prefeito Dr. George Borja (PSB), aproveitando a sabatina da CDL/ACIAGRO de São José do Egito, nesta segunda-feira (2), na Rádio Gazeta FM lançou uma nova proposta para o seu futuro governo, a CNH Popular Municipal.
O candidato respondeu às perguntas formuladas por empresários e empreendedores egipcienses, e aproveitou para falar de algumas propostas que pretende colocar em prática caso vença as eleições.
Um dos projetos de Dr. George é a criação do Programa CNH Popular Municipal, que visa facilitar o acesso à Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para os moradores de todo município.
Segundo o candidato, a medida busca tornar o processo mais acessível e menos oneroso, especialmente para a população de baixa renda e agricultores familiares, além de servir como forma de incentivar o desenvolvimento local.
“A CNH é um documento essencial para o desenvolvimento pessoal e profissional de qualquer cidadão. No entanto, o custo elevado para obtenção desse documento tem sido um obstáculo significativo para muitas pessoas. A CNH Popular é uma solução que pretende aliviar esse fardo e proporcionar mais oportunidades”, afirmou o Dr. George.
Apoio – O empresário e fisiculturista Erasmo Vieira, conhecido por sua trajetória de sucesso tanto nos negócios quanto no mundo do fisiculturismo, decidiu se engajar na campanha de Dr. George e Roseane. Erasmo também é irmão do ex-secretário de agricultura Rômulo Júnior.
Erasmo Vieira é proprietário de uma academia bastante conhecida e frequentada, na região da Avenida Transbinhas.
“Eles têm um plano de governo claro para impulsionar o desenvolvimento local, promover a saúde e a educação, e criar mais oportunidades para os jovens, por isso que voto e apoio”, disse Erasmo.
Por Heitor Scalambrini Costa* Cada dia que passa deparamos com as ações antipopulares e antidemocráticas de um (des)governo eleito pelo povo brasileiro, em um processo eleitoral repleto de questionamentos, e onde a internet teve um papel decisivo para os descalabros ocorridos. O arrependimento de quem votou nesta figura, até então sem nenhuma relevância no debate das […]
Cada dia que passa deparamos com as ações antipopulares e antidemocráticas de um (des)governo eleito pelo povo brasileiro, em um processo eleitoral repleto de questionamentos, e onde a internet teve um papel decisivo para os descalabros ocorridos.
O arrependimento de quem votou nesta figura, até então sem nenhuma relevância no debate das questões nacionais, fica claro diante das últimas pesquisas de opinião. Todavia, mesmo desacreditado e agonizante, o governo federal continua “passando a boiada”, implementando sua política de terra arrasada. Quer na questão dos costumes, na política energética, no combate da pandemia, na política ambiental, indigenista, educacional, de segurança pública, entre outras.
Neste espaço comento o crime que o governo federal, com o apoio da maioria dos membros da Câmara Federal (será consequência do famigerado Bolsolão?), promove contra um setor fundamental, essencial e estratégico para a autonomia, soberania e segurança energética do país. A privatização da maior empresa latino-americana de geração de energia, a Eletrobrás. Empresa estatal, patrimônio do povo brasileiro, incluindo suas subsidiárias Furnas e a CHESF (Companhia Hidrelétrica do São Francisco), e possuidora da metade das linhas de transmissão do país.
Escrevi alguns artigos a respeito desta ação nefasta, de um governo nefasto que promove este atentado criminoso contra o povo brasileiro. Disponibilizo alguns links.
Além de justificativas mentirosas, o neoterrorismo é usado como estratégia, e está presente na defesa da privatização. O ministro de Minas e Energia (aquele mesmo que defende a construção de usinas nucleares na beira do Rio São Francisco), o almirante Bento Junior, declarou recentemente “que a empresa vai acabar caso não ocorra a privatização”, “que a privatização da Eletrobrás é essencial, necessária para o consumidor brasileiro e principalmente para a redução das tarifas de energia elétrica”.
O ministro deste governo patético, entreguista, escamoteia a verdade ao omitir que a privatização serve somente ao mercado, ao setor privado, que vai receber este presente de “papai noel” fora de época, a preço irrisório. Além de proporcionar o desmonte do verdadeiro patrimônio nacional, que é a expertise do seu quadro técnico, a “inteligência” acumulada, com as demissões de seus técnicos e engenheiros, que ocorrerão certamente.
A afirmativa, sem nenhum lastro em fatos já ocorridos de outras privatizações do setor elétrico, de que haverá a redução das tarifas, é uma falácia recorrente quando se trata em justificar a privatização perante os incautos. Os governadores do Nordeste, em recente documento publicado, afirmam que haverá “impacto da privatização nas tarifas de energia para os consumidores, abrindo caminho para a precarização na prestação do serviço”. Ou seja, as tarifas de energia elétrica ficarão mais caras para o consumidor, e o serviço prestado para a população vai piorar.
Lembrando ainda que as bravatas do ministro não têm limites, ao afirmar que “a energia nuclear está na agenda dos maiores países do mundo e também da transição energética que o mundo está vivendo para uma economia de baixo carbono”, e assim defender esta fonte energética, polêmica, questionada, e mesmo abandonada por países como a Alemanha, Itália, Bélgica, Suíça, Holanda, Suécia, Taiwan entre outros. Obviamente, os poucos países fornecedores de equipamentos para usinas nucleares, os chamados “players”, com interesses comerciais, fomentam esta tecnologia insustentável, perigosa e cara, como a França, a Rússia, a China e os Estados Unidos. Para estes países é uma mera questão de “negócios”.
Estamos diante de uma situação que está em jogo é a privatização da água dos rios, dos reservatórios controlados pela Eletrobrás e suas subsidiárias. Como deixar a gestão destes recursos nas mãos do mercado, já que tem uma importância social, ambiental e econômica fundamental para o país?
Defendemos sim uma transição energética, democrática, justa, inclusiva e popular, e não ditada pelos interesses do capital, dos grandes grupos econômicos – financeiros, que se apossaram do Ministério de Minas e Energia, e do governo federal.
*Professor aposentado da Universidade Federal de Pernambuco
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