O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato determinou o afastamento do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), do mandato de deputado federal e, consequentemente, da presidência da Casa. A decisão de Teori é liminar (provisória).
Um oficial de Justiça foi à residência oficial do presidente da Câmara logo no início da manhã para entregar a notificação para Cunha.
O ministro Teori concedeu a liminar em ação pedida pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que argumentou que Cunha estava atrapalhando as investigações da Lava Jato, na qual o deputado é réu em uma ação e investigado em vários procedimentos.
Segundo o ministro, a medida visa neutralizar os riscos apontados por Janot no pedido de afastamento de Cunha. Quem assume a presidência da Câmara agora é o deputado Waldir Maranhão (PP-MA), vice-presidente da Casa e aliado de Cunha.
Procurado pelo G1, Eduardo Cunha ainda não havia se manifestado até a última atualização desta reportagem. A assessoria de imprensa da Presidência da Câmara informou que não tinha tido conhecimento da liminar.
Ao pedir o afastamento de Cunha, em dezembro, o procurador-geral apontou ” motivos para afirmar que o deputado usou o cargo para “destruir provas, pressionar testemunhas, intimidar vítimas ou obstruir as investigações de qualquer modo”.
Veja quais foram os pontos listados por Janot para afastamento de Cunha:
1- Eduardo Cunha fez uso de requerimentos para pressionar pagamento de propina do empresário Júlio Camargo e o grupo Mitsui. Já havia casos de requerimento para pressionar dirigentes de empresas de petróleo
2 – Eduardo Cunha estava por trás de requerimentos e convocações feitas a fim de pressionar donos do grupo Schahin com apoio do doleiro Lúcio Funaro. Depoimentos de Salim Schahin confirmam isso. Lúcio Funaro pagou parte de carros em nome da empresa C3 Produções Artísticas, que pertence à família de Cunha
3 – Eduardo Cunha atuou para convocar a advogada Beatriz Catta Preta na CPI da Petrobras para “intimidar quem ousou contrariar seus interesses”
4 – Eduardo Cunha atuou para contratação da empresa de espionagem Kroll pela CPI da Petrobras, “empresa de investigação financeira com atuação controvertida no Brasil”
5 – Eduardo Cunha usou a CPI para convocação de parentes de Alberto Youssef, como forma de pressão
6 – Eduardo Cunha abusou do poder com a finalidade de mudar a lei impedir que um delator corrija o depoimento
7 – Eduardo CUnha mostrou que retalia quem o contraria com a demissão do diretor de informática da Câmara, Luiz Eira
8 – Eduardo Cunha usou cargo de deputado para receber vantagens indevidas para aprovar parte de medida provisória de interesse do banco BTG
9 – Eduardo Cunha fez “manobras espúrias” para evitar investigação na Câmara com obstrução da pauta com intuito de se beneficiar
10 – Eduardo Cunha fez ameaças ao deputado Fausto Pinato (PRB-SP), ex-relator do processo de cassação no Conselho de Ética da Câmara
11 – Eduardo Cunha teria voltado a reiterar ameaças a Fausto Pinato.
Os bastidores do debate que não ocorreu Ontem, teria ocorrido na Capital da Poesia o último debate com candidatos à Prefeitura de São José do Egito, promovido pelo Blog do Magno, na Faculdade Vale do Pajeú. Haveria transmissão das rádios Gazeta FM, Pajeú FM e Ello TV. Teria… Os motivos que geraram o cancelamento provam […]
Ontem, teria ocorrido na Capital da Poesia o último debate com candidatos à Prefeitura de São José do Egito, promovido pelo Blog do Magno, na Faculdade Vale do Pajeú. Haveria transmissão das rádios Gazeta FM, Pajeú FM e Ello TV. Teria…
Os motivos que geraram o cancelamento provam que o processo eleitoral muitas vezes beira a esquisofrenia, que segundo especialistas, é caracterizada por pensamentos ou experiências que parecem não ter contato algum com a realidade. No interior, ele aparentemente é potencializado pelo jogo de interesses envolvido.
Outra constatação, na maioria das vezes o problema não está nos candidatos. Fredson Brito e George Borja são preparadíssimos, numa dupla que tem, apesar das rusgas, elevado o nível do debate. O problema está no entorno deles.
Esse processo de bilateral desconfiança da assessorada eu vivi de perto. Isso porque, convidado por Magno, a quem nunca soube dar um não, formatei o modelo de um debate equilibrado, com a proposta de ocorrer num ambiente universitário, acadêmico, portanto de um nível acima dos arranca rabos dos embates convencionais. A ponto de, antes de começar o debate, querer propor aos candidatos que eles poderiam circular pelo palco do auditório da Faculdade para tratar dos temas como num diálogo entre eles. Se até entre Lula e Bolsonaro deu certo, porque não entre Fredson e George, que, como é de domínio público, aparentam ter nível até melhor?
O problema é que desde a entrega do modelo aos assessores Roberto Sampaio, de George, na terça passada às 16h54 e Tatto, da comunicação de Fredson, praticamente no mesmo horário, começou o jogo de tensão entre as assessorias.
Em qualquer ambiente minimamente equilibrado, o formato não geraria problemas. Mas eles apareceram.
Do lado de George, desde o início, o questionamento tinha relação com as perguntas feitas pelos universitários. Em suma, a desconfiança externada por Roberto Sampaio e pelo assessor Lula Vieira eram: primeiro, que as perguntas poderiam ser direcionadas para prejudicar George e, por fim, da desconfiança de que poderiam ser entregues primeiro ao candidato Fredson Brito e sua assessoria.
Tudo porque a Faculdade em questão a sediar o debate é de Cleonildo Lopes, o Painha, que nunca escondeu sua gratidão a Zé Marcos de Lima pelos passos que deu na vida. Só que desde o primeiro momento, era explicado que, primeiro, a mediação de Magno e minha contribuição garantiriam isenção. Segundo, que, apesar desse fato público, a Faculdade é frequentada por universitários de várias cidades, predominantemente de São José do Egito, mas muito mais preocupados com a busca pela formação superior que pela futrica nutrida pela política.
Para provar isso, propus aos desconfiados que as perguntas, nascidas de uma sugestão do próprio Magno, seriam submetidas aos assessores meia hora antes, com acompanhamento do assessor que tem me acompanhado debates afora, Jonas Cassiano, garantindo exatamente o que prometera: não haveria ataques ou pegadinhas. Jonas aliás aprovou plenamente o modelo. Não havia nada demais nele e, com essa regrinha, estaria tudo resolvido. Não adiantou. A queixa era de que, como se aqui não houvesse garantia da inviolabilidade das perguntas, “o outro lado poderia saber primeiro”.
Já do lado da campanha de Fredson, as regras não eram aparentemente problema. O assessor Tatto me enviou mensagens algumas vezes com dúvidas triviais sobre o debate. “Companheiro, boa tarde. Você saberia me dizer quantas perguntas os candidatos poderão fazer por bloco?” – foi uma das dúvidas. A outra, sobre como seria o bloco de perguntas dos jornalistas, até um “entendi agora, querido”, na tarde da quarta-feira.
Só que no núcleo da campanha do candidato do Republicanos, a teoria da conspiração era quase paranóica. Na quarta, às 8h48, me liga o amigo jornalista João Carlos Rocha, ligado a Zé Marcos e à campanha de Fredson, me consultando sobre um plano mirabolante que era pregado pelo bloco opositor, do qual ele fazia parte. João era emissário da seguinte mensagem: “estão dizendo que Magno vai receber R$ 70 mil de um advogado para interferir no debate”. Preservo o advogado para não provocar mais espanto, tamanho absurdo. João perguntava, orientado pelo entorno de Fredson se valia ligar pra Magno perguntando sobre essa história maluca. Eu sugeri que, de tão sem nexo, não se desse ao trabalho, sob a máxima de que, quem diz o que quer, ouve o que não quer, no que ele concordou plenamente.
O processo de desconfiança chegou a tal ponto que, segundo revelou o próprio Painha a este jornalista, nomes como Hugo Rabelo e outros próximos a Fredson chegaram a também pressionar na sexta pela manhã para não ocorrer o debate.
A sexta seguiu e, dada a encheção de saco de um lado e de outro, mesmo sendo só uma espécie de auxiliar no formato, me propus a fazer um comunicado circular para as duas campanhas informando que não haveria motivos para mudar o modelo, que o debate seguiria o rito inicial e que qualquer um dos candidatos tinha a prerrogativa de não ir.
Só que de tão pressionado por abrigar o evento, já arrependido de ter cedido a Faculdade, Cleonildo Lopes soltou uma nota afirmando que a instituição “solicitou expressamente que seus alunos e professores não participassem diretamente ou indiretamente do debate, de modo a preservar sua neutralidade institucional”. Por mais que eu tenha entendido como uma antecipação que tirava do cenário os personagens naturais, os universitários, pra mim não necessária, compreendi aquele como um gesto extremo, que dá a dimensão do que o diretor passou recebendo ligações de Paulinho Jucá, Hugo Rabelo e demais nomes do entorno das campanhas.
Àquela altura, não tinha mais pergunta dos universitários. De tão decepcionado, mesmo sendo uma espécie de “coadjuvante com algum protagonismo”, pensei em nem aparecer na Faculdade. Magno me pergunta o que fazer, e sugere submeter aos candidatos e assessores a sugestão de uma rodada a mais de candidato pergunta a candidato ou de perguntas dos jornalistas.
Mas, àquela altura, o “debate Titanic” já estava afundando. A campanha de George, através de Lula Vieira, ainda querendo uma reunião sem necessidade alguma, mesmo após a retirada dos universitários da cena do debate. E a campanha de Fredson, através da sua esposa, Lúcia Lima, dizendo que só aceitariam o debate com os universitários. Magno, sabendo que não tinha reunião, reza ou mandinga que resolvesse, cancelou o encontro.
Eu, pobre colaborador voluntário, querendo ajudar, ainda tive que desfazer a acusação da campanha de Fredson de que eu havia retirado as questões dos universitários por vontade própria. Até uma parceria institucional do blog foi invocada, mesmo que, em mais de 30 anos de jornalismo, já tenha provado a diferença entre liberdade editorial e parceria institucional. Santo Afonso, o padroeiro da paciência, me ajudou.
Resumindo, confusão de um lado e do outro.
Contar esses bastidores me ajuda a provar o quanto nas nossas cidades a política muitas vezes não transforma, mas transtorna. Também ajuda a revelar parte do que quem faz jornalismo por essas terras acaba passando. E porque, sem ironia, recomendo a todo colega: “faça terapia, a vida toda”.
Parece Sucupira, mas aconteceu em São José do Egito, uma das cidades mais importantes do Sertão de Pernambuco, no debate que teria tudo para ser outro sucesso, mas foi estragado pelos asssessores de um lado e do outro.
Os candidatos, que costumam lançar cards prontos após o apito final dizendo terem ganho as pelejas, soltaram notas que são cortina de fumaça para o que realmente ocorreu. Deveriam escrever em letras garrafais: “George e Fredson dessa vez, perderam o debate”.
Estável
A policial Civil Dayanna Barros de Siqueira, irmã do vereador e candidato a vice-prefeito de Arcoverde, Siqueirinha (Republicanos), estava fazendo a limpeza da arma quando houve um disparo acidental. Operada no Memorial Arcoverde com fratura exposta no braço, recupera-se bem.
Gesto
Em respeito ao incidente, a adversária de Siqueira e Zeca, Madalena Britto, não realizou a Caminhada das Mulheres. Com Diogo Moraes, prestaram sua solidariedade pelo ocorrido. Um sopro de civilidade em uma campanha verbalmente acirrada.
Sucesso
A estreia do LW Cast com Magno Martins, na TV LW, somando Instagram e YouTube já conta com mais de 40 mil interações entre o episódio e os cortes nas redes sociais. Na próxima quinta, as pesquisas em debate, com Ronald Falabella, Diretor do Instituto Múltipla, e Carlos Britto, o respeitado jornalista de Petrolina.
Lá vem pesquisa
Dentre as últimas pesquisas na reta final da campanha, tem IP Pesquisas, Datavox e Ultraliberal em São José do Egito com números PE-06953/2024, PE-00473/2024 e PE-02655/2024 com divulgação dias 3 e 4, TML em Floresta dia 4 (PE-01975/2024), Conecta em Sertânia dia 3 (PE-06093/2024), DataTrends em Afogados da Ingazeira dia 3 (PE-01025/2024) e Conecta em Santa Cruz da Baixa Verde dia 3 (PE-06953/2024).
Civilidade
A prova do preparo de George e Fredson foi mais uma vez mostrada no debate do Finfa na última quinta-feira. E no final, assim como ocorreu na Gazeta FM, mais um gesto de civilidade dos postulantes à prefeitura, em uma das eleições mais acirradas da região.
O promotor mandou avisar
Alerta público: o Ministério Público Eleitoral e o Judiciário Eleitoral não participam, não promovem, não realizam e não avalizam pesquisas nem institutos. Qualquer menção ao Ministério Público Eleitoral e a Justiça Eleitoral associadas a candidaturas, partidos e/ou coligações representa sério ataque institucional, ilícito eleitoral e afronta à Constituição, à cidadania e à democracia. O recado foi do promotor Aurinilton Leão Sobrinho.
No aperto
Na região, ainda dão como cidades com as eleições mais equilibradas Sertânia (Pollyana Abreu x Rita Rodrigues), Tabira (Flávio Marques x Nicinha Melo), São José do Egito (Fredson Brito x George Borja) e Santa Cruz da Baixa Verde (Irlando Parabólicas x Dr Ismael). Se serão arroxadas mesmo, está perto de saber.
Debate quente
A semana em Carnaíba teve a oposição publicizando uma denúncia de 2014 por agressão doméstica contra Berg Gomes, envolvendo sua mulher, Valderiza Lins, publicada no Blog Ricardo Antunes. A mulher de Berg gravou um vídeo afirmando que desenterrar a denúncia foi “show midiático”. Mais pimenta antes do debate entre Ilma Valério e Berg Gomes, amanhã, 10 horas, na Rádio Pajeú.
Regras mais rígidas
Para garantir um ambiente minimamente respeitoso, a Rádio Pajeú proibiu militâncias, liberou a presença na emissora de candidatos com apenas um assessor pra cada. As câmeras estarão focando nos postulantes e assessores. Haverá advertência e direitos de resposta em casos de ataques à honra, munganga de assessor(a) pra candidato(a) e correlatos. A assessora jurídica será a presidente da OAB, Laudicéia Rocha.
Estratégia
Aparentemente, a se levar em conta a ausência no debate da TV Farol, a prefeita Márcia Conrado vai usar a estratégia de não comparecer mais aos embates com Miguel Duque, Luiz Pinto e Jucélio Souza. Foi ao da Cultura pra dar o recado de que não se furta a debater, e faltará aos demais usando o episódio envolvendo Luciano Duque dia 11, mais o orgumento de que são três contra uma. Será?
Vão a preencher
Se a vaidade não atrapalhar, as lideranças socialistas da região tem condições, desde que com o apoio do PSB e João Campos, buscar retomar o caro espaço político perdido com a morte precoce de José Patriota. Sem representação, a região fica órfã e politicamente, empobrecida.
Fraseda semana:
“Eu me decepcionei com Lula”.
De Magno Martins, na estreia do LW Cast, explicando sua posição crítica ao atual presidente, alegando que os escândalos de sua gestão acabaram sua anterior admiração e respeito.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello liberou para julgamento uma ação que discute a obrigatoriedade de a Câmara dos Deputados ter que dar seguimento ao processo de impeachment do presidente interino Michel Temer (PMDB). Agora, cabe ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, marcar a data da sessão que vai discutir o […]
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello liberou para julgamento uma ação que discute a obrigatoriedade de a Câmara dos Deputados ter que dar seguimento ao processo de impeachment do presidente interino Michel Temer (PMDB).
Agora, cabe ao presidente do STF, Ricardo Lewandowski, marcar a data da sessão que vai discutir o caso. Em abril, Marco Aurélio concedeu uma liminar (decisão provisória) determinando que fosse instalada uma comissão especial da Câmara para discutir o afastamento de Temer, então vice-presidente.
Numa manobra acertada por líderes partidários, a comissão ainda não foi instalada porque nem todas as legendas indicaram representantes. O processo de impeachment de Temer foi apresentado pelo advogado Mariel Márley Marra e chegou ao STF porque foi arquivado na época pelo deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) – que foi afastado pelo STF do mandato e da presidência da Câmara- sob a justificativa de que não existiam elementos de que o vice cometeu crime de responsabilidade.
O advogado alega que o vice-presidente cometeu crime de responsabilidade e teria atentado contra a lei orçamentária ao assinar decretos autorizando a abertura de crédito suplementar sem autorização do Congresso. As irregularidades são as mesmas que motivam o atual pedido de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, em discussão no Senado.
G1 O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta sexta-feira (16) que a munição usada na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) foi roubada na sede dos Correios na Paraíba. Jungmann deu a informação ao comentar o fato de a munição encontrada na cena do crime ser de um lote vendido à Polícia Federal de Brasília em 2006. […]
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou nesta sexta-feira (16) que a munição usada na morte da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) foi roubada na sede dos Correios na Paraíba.
Jungmann deu a informação ao comentar o fato de a munição encontrada na cena do crime ser de um lote vendido à Polícia Federal de Brasília em 2006.
“Essa munição foi roubada na sede dos Correios, pela informação que eu tenho, anos atrás na Paraíba. E a Polícia Federal já abriu mais de 50 inquéritos por conta dessa munição desviada”, afirmou o ministro.
“Eu acredito que essas cápsulas que foram encontradas na cena do crime, este bárbaro crime, foram efetivamente roubadas. E, também, tem a ver com a chacina de Osasco, que já se sabe, e que a Polícia Federal está fazendo todo seu rastreamento, levantando todos os dados e vai apresentar muito em breve as conclusões às quais chegou”, completou.
Quinta vereadora mais votada do Rio em 2016, Marielle Franco foi assassinada a tiros na última quarta.
A morte dela causou grande repercussão, a ponto de pessoas em todo o país se manifestarem contra a violência, e o governo federal anunciar que concentrará “todos os esforços” em encontrar os assassinos.
Segundo Raul Jungmann, a Polícia Federal determinou ao melhor especialista em impressões digitais e em DNA que colha o material genético nas cápsulas.
“A PF tem um bando de dados e vai colocar esse material coletado para identificar [impressões digitais], o que já seria uma pista segura de quem realizou o crime”, completou.
O governo municipal de Flores tem intensificado uma série de ações para minimizar os efeitos da seca que atinge a região rural da cidade. O trabalho da prefeitura, que também contempla com as mesmas ações a sede do município, segundo nota, tem por objetivo combater e criar gestos concretos para solucionar os problemas causados pela […]
O governo municipal de Flores tem intensificado uma série de ações para minimizar os efeitos da seca que atinge a região rural da cidade.
O trabalho da prefeitura, que também contempla com as mesmas ações a sede do município, segundo nota, tem por objetivo combater e criar gestos concretos para solucionar os problemas causados pela forte estiagem dos últimos anos.
O socorro começou pela zona rural do município, por determinação do prefeito Marconi Santana. A prioridade deve ser para o homem do campo florense. Seguindo esse leque de atividades, o governo municipal abriu nas comunidades rurais da Caiçara dos Quincas e dos Fernandes, bebedouros, que vão aliviar o sofrimento dos animais do campo e matar a sede do gado.
“Trata-se de um trabalho intenso, que deve começar logo cedo quando se trata de nossos agricultores e agricultoras. A gente deve trabalhar por eles sem descanso”, ressaltou o gestor da cidade de Flores.
Obtendo 57,23% da votação e somando 3.562 votos, Delson Lustosa (Podemos) venceu a eleição e voltará a governar Santa Terezinha a partir de 2021. Falando ao comunicador Anchieta Santos no programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM, Delson declarou que os números finais confirmaram as pesquisas de monitoramento. O prefeito eleito admitiu que a ausência […]
Obtendo 57,23% da votação e somando 3.562 votos, Delson Lustosa (Podemos) venceu a eleição e voltará a governar Santa Terezinha a partir de 2021. Falando ao comunicador Anchieta Santos no programa Cidade Alerta da Rádio Cidade FM, Delson declarou que os números finais confirmaram as pesquisas de monitoramento.
O prefeito eleito admitiu que a ausência do prefeito Vanin de Danda na campanha por questões de saúde, contribuiu para a diferença de votos, como também as várias adesões conquistadas. O Prefeito Vanin de Danda, faleceu vítima de Covid-19, logo depois do pleito.
Delson admitiu que receberá a gestão com salários atrasados. Prometeu buscar emendas e atuar com ações no campo, na iluminação pública, na recuperação da Praça Central, pavimentação de ruas e construção de duas escolas, uma na cidade e outra na zona rural.
O secretariado será revelado ainda esta semana e adiantou o nome do prefeito em exercício Adarivan Santos como Secretário de Agricultura.
Adarivan que esteve presente na entrevista de Delson, anfirmou que o pagamento de precatórios pela gestão Vanin de Danda provocou o bloqueio de contas e atraso de pagamentos.
Mesmo com as dificuldades, Adarivan garantiu que os serviços essenciais estão sendo mantidos. Ele se defendeu da acusação de que teria construído garagens em terreno pertencente a escola do estado.
“Tenho a escritura do terreno. Quem doou o terreno para a Escola ser construída foi o meu avô”.
Santa Terezinha tem 216 servidores contratados e ao longo da entrevista, concursados cobraram o chamamento pelo prefeito eleito. O Concurso que já foi prorrogado, encerra a validade em fevereiro próximo. Delson não deu uma resposta positiva diante da cobrança.
Você precisa fazer login para comentar.