Temer deve ter alta ainda nesta quarta, informa Planalto
Por Nill Júnior
O Palácio do Planalto divulgou uma nota na qual informou que o presidente Michel Temer deverá ter alta ainda nesta quarta-feira (25). Mais cedo, nesta quarta, Temer sofreu um mal-estar no gabinete e foi levado ao Hospital do Exército, em Brasília.
A informação sobre o mal-estar do presidente foi antecipada pela colunista do G1 Andréia Sadi. Segundo a Secretaria de Comunicação Social, Temer foi submetido a exames e, após uma sondagem vesical de alívio por vídeo, foi constatada obstrução urológica.
Temer chegou ao hospital em Brasília em um carro oficial, acompanhado da ambulância da Presidência, e entrou no hospital andando, pela entrada de autoridades, utilizada normalmente por generais do Exército e outros oficiais de alta patente.
Homens do Batalhão de Polícia do Exército faziam a segurança na entrada principal do hospital.
O Tribunal de Contas do Estado lançou, nesta segunda-feira (21), uma nova ferramenta que permite o acesso às informações de processos dos gestores públicos que tiveram contas rejeitadas ou julgadas pelo TCE nos últimos oito anos. A plataforma online vai possibilitar ao público consultar, entre outros dados, as irregularidades da gestão, identificadas no relatório de […]
O Tribunal de Contas do Estado lançou, nesta segunda-feira (21), uma nova ferramenta que permite o acesso às informações de processos dos gestores públicos que tiveram contas rejeitadas ou julgadas pelo TCE nos últimos oito anos.
A plataforma online vai possibilitar ao público consultar, entre outros dados, as irregularidades da gestão, identificadas no relatório de auditoria das equipes técnicas do TCE, e a decisão do Pleno e das Câmaras julgadoras, sobre a rejeição das contas dos gestores públicos.
“É um serviço ao cidadão”, afirmou o presidente do TCE, conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior. “Ao disponibilizar essas informações detalhadas ao público, o Tribunal de Contas estimula o controle social e tenta contribuir para que a sociedade exerça o direito do voto com mais conhecimento sobre o seu candidato nas eleições de 15 de novembro”, disse ele.
“É importante que a sociedade conheça o perfil do gestor, entenda como foi o seu desempenho e analise as decisões dos julgadores que levaram à rejeição das contas, para saber se é o caso de votar ou não naquele determinado candidato”, afirmou Dirceu Rodolfo.
O acesso à página com as informações dos processos pode ser feito pelo site do TCE. No campo de busca, é possível fazer a consulta pelo nome do gestor, município ou unidade gestora, que pode ser do Estado ou município. Ao fazer essa busca, o sistema vai informar os números dos processos julgados e direcionar para a decisão que levou à rejeição das contas pelo Tribunal.
A página traz, ao todo, os nomes de 1.499 gestores públicos, e de 432 unidades gestoras, além de informações sobre 2.391 processos de contas julgadas irregulares pelo TCE.
Todos os processos listados na página já transitaram em julgado, ou seja, sem possibilidade de recursos no âmbito do TCE.
“Mais uma vez o Tribunal de Contas de Pernambuco inova ao colocar à disposição do público uma ferramenta voltada para a efetividade do controle social”, afirmou o conselheiro Ranilson Ramos, vice-presidente do TCE. “Com acesso fácil no nosso portal, o cidadão vai poder acompanhar os resultados da gestão do seu candidato e saber se ele está em dia com o controle externo de contas públicas. Isto, sem dúvida, é uma contribuição de grande importância para o exercício da cidadania”, concluiu.
Nomes como Totonho Valadares (Afogados da Ingazeira) ganharam mais um mote para defender o socialista O candidato socialista Waldemar Borges intensificou o ritmo de campanha nesta reta final. Ontem, participou de uma reunião em Tejipió, com mais de 200 pessoas ligadas ao pastor Malheiros, que apoiam a sua reeleição. O socialista, que foi líder do governo […]
Nomes como Totonho Valadares (Afogados da Ingazeira) ganharam mais um mote para defender o socialista
O candidato socialista Waldemar Borges intensificou o ritmo de campanha nesta reta final. Ontem, participou de uma reunião em Tejipió, com mais de 200 pessoas ligadas ao pastor Malheiros, que apoiam a sua reeleição.
O socialista, que foi líder do governo Eduardo Campos e mantém a missão na gestão João Lyra, continua dividindo as atenções entre a região metropolitana e o interior.
Waldemar quando esteve em Afogados da Ingazeira
No Pajeú, o nome mais importante na defesa de sua candidatura tem sido o do ex-prefeito de Afogados da Ingazeira Totonho Valadares. Ele resistiu à sondagem do ex-prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota e manteve a defesa de Wal, alegando ter motivos de sobra para apoiá-lo.
Nas peças de carros de som, tem afirmado que Wal é um nome leal e que muitas ações em Afogados da Ingazeira tiveram sua marca, citando algumas delas na propaganda volante.
A presença de Waldemar na lista de nomes que deverão ser eleitos, segundo prognóstico do ex-vereador recifense Liberato Costa Júnior animou ainda mais a militância de Waldemar na cidade. Segundo o “Dataliba”, como é popularmente conhecido o levantamento, a cadeira de Wal na Alepe não mudará de dono.
Totonho pede votos para Waldemar Borges. Vídeo : You Tube
Assim, mesmo que o candidato não consiga votação para ser o majoritário, seus aliados acreditam que o mais importante será a garantia de seu mandato, mantendo a ligação direta do grupo do ex-prefeito com um mandato na Assembleia. Algo importante para brigar por recursos para o município e mais, ganhar capilaridade política pensando em 2016.
Totonho não admite ser candidato, mas já sabe-se que seu filho, que também atua na coordenação na campanha de Wal, Daniel Valadares, é potencial nome a figurar no xadrez político da cidade daqui a dois anos.
Prezado Nill Júnior, A Prefeitura Municipal de Iguaracy informa que procedeu à exoneração de servidores ocupantes de cargos comissionados e à rescisão de contratos temporários como medida administrativa responsável, preventiva e legal, adotada em estrito cumprimento às normas de controle fiscal e às orientações do Tribunal de Contas. A decisão foi motivada pela necessidade de […]
A Prefeitura Municipal de Iguaracy informa que procedeu à exoneração de servidores ocupantes de cargos comissionados e à rescisão de contratos temporários como medida administrativa responsável, preventiva e legal, adotada em estrito cumprimento às normas de controle fiscal e às orientações do Tribunal de Contas.
A decisão foi motivada pela necessidade de adequação ao percentual do limite prudencial de despesas com pessoal, conforme estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que impõe aos gestores públicos o dever de adotar providências imediatas sempre que a despesa com pessoal se aproxima dos limites legais.
Ressalte-se que o limite prudencial não é uma faculdade, mas uma obrigação legal, cujo descumprimento pode gerar graves consequências ao Município, como sanções institucionais, restrições a transferências voluntárias, impedimento de firmar convênios, além da responsabilização pessoal do gestor.
Assim, a medida adotada visa preservar o equilíbrio fiscal, assegurar a continuidade dos serviços públicos essenciais e garantir a responsabilidade na gestão dos recursos públicos, evitando prejuízos futuros à coletividade.
A Administração Municipal destaca que a decisão não possui nenhum caráter pessoal ou político, mas exclusivamente técnico, legal e fiscal, reafirmando seu compromisso com a transparência, a legalidade e o respeito às normas de controle externo.
A Prefeitura permanece à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais à sociedade e à imprensa.
Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro Da Agência Brasil Com a sanção na última semana do Orçamento Geral da União de 2016, que prevê a arrecadação federal de pelo menos […]
Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro
Da Agência Brasil
Com a sanção na última semana do Orçamento Geral da União de 2016, que prevê a arrecadação federal de pelo menos R$ 10,3 bilhões com a recriação da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), o assunto deve dominar as discussões a partir de fevereiro, quando acaba o recesso legislativo. Enviada ao Congresso em setembro, a proposta de emenda à Constituição que recria o tributo, PEC 140/15, é polêmica e promete enfrentar muita resistência.
Para o tributo gerar o que o governo espera para 2016, a proposta precisa ser aprovada até maio, mas o contribuinte só sentirá os efeitos no bolso a partir de setembro, uma vez que ele só pode entrar em vigor três meses após virar lei. A proposta está em análise na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara. Se aprovada a admissibilidade, vai para uma comissão especial e depois para votação em dois turnos no plenário da Câmara e outros dois no plenário do Senado.
O texto prevê que 0,2% de cada transação bancária vá para o governo federal financiar a Previdência Social. Por causa do aumento do número de beneficiários e do reajuste dos pagamentos na justificativa da proposta, a estimativa é que o deficit da Previdência aumente de R$ 88 bilhões para R$ 117 bilhões em 2016. A cobrança está prevista para durar até 31 de dezembro de 2019.
Negociações – No Palácio do Planalto, o apoio de governadores e de prefeitos é considerado fundamental para a aprovação do tributo. Se depender dos chefes dos Executivos estaduais e municipais, a mordida da CPMF vai ser maior. Eles condicionam o apoio a uma alíquota de 0,38% para que 0,20% fique com a União, e o restante seja dividido entre eles.
O relator da PEC na CCJ, o deputado Arthur Lira (PP-AL) deve apresentar seu parecer em fevereiro, na volta do recesso do Legislativo. Ele admitiu no entanto, que não está tão otimista quanto o governo. “Acho que essa questão vai ser muito debatida e não acredito em uma aprovação no Congresso antes de junho”, declarou.
O líder do Democratas, deputado Mendonça Filho (PE), é contra e não acredita que a contribuição seja aprovada em ano de eleições municipais. “Vamos empreender todo o esforço possível para impedir a aprovação da volta da CPMF. Não se pode aceitar que a gente vá resolver a crise econômica grave que o Brasil vive a partir de medidas que sejam de aumento da carga tributária”, disse.
O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), defende a recriação do tributo: “Não acho que a CPMF em si seja a vilã da história. É um imposto de alíquota barata, que a maioria da população não paga, sobretudo os que ganham menos, e é um importante instrumento de fiscalização. Então, creio que, neste momento, é importante para reestabelecer a credibilidade do país”, comentou.
Senado – No Senado, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) destacou que a aprovação é importante para reforçar o caixa não apenas da União, mas também dos governos locais.
“Não vamos votar uma CPMF para ficar só para o governo federal ou para gastar em qualquer coisa. A CPMF tem de ir para a seguridade social, ter uma vinculação para a saúde, mas princialmente ter uma renda para estados e municípios”, explicou.
Já o senador Álvaro Dias (PV-PR) acredita que a proposta não terá apoio suficiente. “Não acredito que o Congresso venha aprovar mais um imposto. Sobretudo esse tributo perverso que é cobrado em cascata e penaliza, do inicio ao fim, o sistema produtivo”, disse.
Entidades – A proposta também enfrenta a resistência da Ordem dos Advogados do Brasil e de outras entidades como as Confederações Nacional da Indústria e do Transporte. Na época do envio da proposta ao Congresso, elas divulgaram nota criticando a medida. Segundo as entidades, a proposta repete a fórmula anticompetitividade e impeditiva do crescimento.
“A CPMF é um tributo de má qualidade por ser pouco transparente e incidir de forma cumulativa da cadeia produtiva”, destacou o documento.
Criada em 1997 para ser provisória, após sucessivas renovações a CPMF durou 11 anos. Entre 1997 e 2007, arrecadou R$ 223 bilhões. Só no último ano de vigência foram mais de R$ 37 bilhões, segundo a Receita Federal. Inicialmente o objetivo era financiar a saúde, mas cerca de R$ 33 bilhões foram usados em outros setores.
Recortes da pesquisa mostram em que faixa de público Bolsonaro se sai melhor no Estado Blog de Jamildo O mais recente levantamento de opinião do Paraná Pesquisas mostra que o presidente Bolsonaro melhorou seus índices de aprovação em Pernambuco, embora ainda com taxas de rejeição elevadas, na casa dos 62,6%. Quem são os públicos que […]
Recortes da pesquisa mostram em que faixa de público Bolsonaro se sai melhor no Estado
Blog de Jamildo
O mais recente levantamento de opinião do Paraná Pesquisas mostra que o presidente Bolsonaro melhorou seus índices de aprovação em Pernambuco, embora ainda com taxas de rejeição elevadas, na casa dos 62,6%.
Quem são os públicos que suportam a recuperação e mantém a chama acesa do bolsonarismo no Nordeste, mesmo em um estado com tradição dominada pela esquerda.
Bolsonaro tem melhor desempenho entre o público de nível superior, onde chega até 29,8% em Pernambuco. O pior desempenho de Bolsonaro fica entre as pessoas com ensino fundamental, onde atinge 22,2% em Pernambuco.
Curiosamente, é justamente o inverso de Lula, que tem melhor desempenho entre o público com ensino fundamental (60,7%) e menos entre o público com nível superior, onde tem 46,7%.
Por idade, Bolsonaro atinge melhor desempenho entre o público mais jovem, entre 35 a 44 anos, quando chega a 29,3% das intenções de voto. É nesta faixa também que Lula tem o seu pior desempenho em Pernambuco, com 51,4%. Pelo mesmo quesito de idade, Lula atinge sua maior votação entre o público entre 45 e 59 anos, quando recebe 60,7% das intenções de voto.
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