TCE-PE vai analisar pagamento de emendas parlamentares
Por André Luis
O Tribunal de Contas de Pernambuco (TCE-PE) abriu uma auditoria especial sobre o pagamento das emendas impositivas por parte do Governo de Pernambuco.
Atendendo a um pedido da Assembleia Legislativa, a auditoria foi autorizada pelo conselheiro Marcos Loreto, relator do processo (nº 25100084-9).
“A partir de agora, como em toda auditoria especial, inicia-se a fase de instrução, com o setor de fiscalização levantando informações e solicitando documentos para subsidiar o seu trabalho”, explica Loreto.
O trabalho não tem prazo definido para ser concluído.
RELATORIA – O Conselho do TCE-PE definiu a relatoria em favor do conselheiro Marcos Loreto, acompanhando uma análise da Diretoria de Controle Externo (DEX), setor responsável pelas auditorias do Tribunal. O parecer, solicitado pela presidência do TCE-PE, foi aprovado por unanimidade.
O estudo foi necessário porque a execução das emendas parlamentares em questão envolve 27 órgãos públicos diferentes (secretarias, fundos, hospitais etc), cada um com um relator único já definido por sorteio para um período de dois anos.
Em seu parecer, a DEX se baseou na resolução 139/2021 do TCE-PE, em seu artigo 17, inciso II, alínea b: em casos assim, o processo será distribuído “ao relator originário do maior número de unidades jurisdicionadas envolvidas”.
O conselheiro Marcos Loreto liderou a relação, com 11 dessas unidades sob sua relatoria.
O Supremo Tribunal Federal (STF) dá início nesta segunda-feira (9) aos interrogatórios dos réus do chamado “núcleo 1” — considerado o núcleo central — da Ação Penal 2668, que investiga a tentativa de golpe de Estado supostamente liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e figuras-chave de seu governo. As sessões, conduzidas presencialmente na sala da Primeira […]
O Supremo Tribunal Federal (STF) dá início nesta segunda-feira (9) aos interrogatórios dos réus do chamado “núcleo 1” — considerado o núcleo central — da Ação Penal 2668, que investiga a tentativa de golpe de Estado supostamente liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e figuras-chave de seu governo.
As sessões, conduzidas presencialmente na sala da Primeira Turma, serão presididas pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
Os depoimentos ocorrerão ao longo da semana, nos dias 9, 10, 11, 12 e 13 de junho, com início marcado para as 14h na primeira sessão e, nos demais dias, a partir das 9h (exceto no dia 11, às 8h). Moraes determinou a presença obrigatória dos acusados em todas as audiências.
A oitiva começa com o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro e delator no processo. Em seguida, serão ouvidos, em ordem alfabética: Alexandre Ramagem (deputado federal e ex-diretor da Abin), Almir Garnier (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Augusto Heleno (ex-ministro do GSI), Jair Bolsonaro, Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro e ex-candidato a vice-presidente). Braga Netto, preso preventivamente no Rio de Janeiro, será interrogado por videoconferência.
De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o grupo compôs o núcleo decisivo de uma articulação que pretendia abolir violentamente o Estado Democrático de Direito e instalar um regime autoritário. A denúncia foi aceita pelo STF em março deste ano, e os réus respondem por crimes como tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio público tombado.
No caso específico de Ramagem, as investigações sobre condutas ocorridas após sua posse na Câmara dos Deputados, em janeiro de 2023, estão suspensas até o término de seu mandato parlamentar.
UOL A Câmara aprovou hoje em primeiro turno o texto principal da reforma da Previdência. O placar foi de 379 votos a favor e 131 contra. Eram necessários pelo menos 308 votos (3/5 dos deputados) para aprovar o texto. O projeto ainda poderá ser modificado porque os deputados passam a votar agora os destaques, que […]
A Câmara aprovou hoje em primeiro turno o texto principal da reforma da Previdência. O placar foi de 379 votos a favor e 131 contra. Eram necessários pelo menos 308 votos (3/5 dos deputados) para aprovar o texto.
O projeto ainda poderá ser modificado porque os deputados passam a votar agora os destaques, que são pedidos feitos por deputados para votar separadamente uma emenda ou parte do texto. Eles precisam ter, também, 308 votos para conseguir mudar o projeto.
O segundo turno pode ocorrer até o final desta semana, segundo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). O Congresso entra em recesso em 18 de julho.
Entre cada turno é preciso um intervalo de cinco sessões do plenário. Mas esse prazo pode ser derrubado, caso seja aprovado um requerimento pedindo isso.
Depois, se aprovado, o texto vai para análise do Senado.
A reforma da Previdência muda regras para conseguir a aposentadoria, estabelecendo uma idade mínima de aposentadoria de 62 anos para mulheres, com 15 anos de contribuição, e de 65 para homens, com 20 anos de contribuição. Também alterou a forma de cálculo do valor da aposentadoria, na prática, reduzindo os benefícios.
O texto ainda afeta servidores, professores, policiais, pensões por morte, aposentadorias por invalidez e do deficiente e até o abono do PIS/Pasep.
O que ainda pode mudar
Paralelamente à votação, deputados negociaram possíveis mudanças no texto ao longo do dia. Algumas delas ainda podem entrar na reforma por meio de destaques, como por exemplo:
Mulheres: O PRB quer ajustar o cálculo da aposentadoria das mulheres para permitir que elas possam ter direito a 60% do valor do benefício a partir de 15 anos de contribuição. Depois disso, elas poderão receber mais 2% a cada ano a mais na ativa.
No relatório aprovado na comissão especial, o deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) reduziu o tempo mínimo de contribuição das mulheres de 20 para 15 anos. Assim, elas passariam a receber 60% do benefício a partir dos 15 anos. Mas o relator manteve a regra que determinou o acréscimo de 2% por ano somente após os 20 anos de contribuição. Na terça, Moreira sinalizou que o pedido será atendido, e o presidente da Câmara disse que houve acordo para fazer a alteração.
Professores: O PL quer retirar os professores da reforma da Previdência. Pelo texto aprovado na comissão especial, caso a reforma receba o aval de deputados e senadores, professores se aposentarão com 60 anos (homens) e 57 anos (mulheres), com 25 anos de contribuição.
Hoje não há idade mínima, mas se exige tempo de contribuição de 25 anos (mulheres) e 30 anos (homens) no setor privado. No setor público, a idade mínima exigida é de 50 anos (mulheres) e 55 anos (homens), com 25 anos (mulheres) e 30 anos (homens) de tempo mínimo de contribuição, sendo 10 anos como servidor público e 5 anos no cargo de professor.
Policiais: Deputados da bancada da segurança pública, conhecida como bancada da bala, conseguiram acordo com líderes dos partidos e governo para que policiais federais, rodoviários federais e legislativos tenham regras mais brandas, segundo a “Folha de S.Paulo”. Para quem já está na carreira, a idade mínima para a aposentadoria deve ser de 53 anos para homens e 52 anos para mulheres. Eles também deverão pagar um pedágio de 100% sobre o tempo que falta para se aposentarem. Se faltar um ano para se aposentar, por exemplo, ele terá que trabalhar dois anos.
Para quem ainda não entrou na carreira, a idade mínima deve continuar sendo 55 anos, como previa o texto do relator.
Senado
Após ser aprovado na Câmara, o texto vai para o Senado. Lá, passará pela Comissão de Constituição e Justiça. Não há comissão especial para analisar o projeto. Na sequência, vai ao plenário do Senado, onde também precisa ser aprovado em dois turnos, com 49 votos em cada, ou 3/5 dos senadores.
Isso só acontecerá, porém, após o recesso parlamentar, que vai de 18 de julho a 1º de agosto.
Se o Senado aprovar o texto da Câmara sem mudanças, ele é promulgado pelo Congresso e vira uma emenda à Constituição. Caso apenas uma parte seja aprovada pelo Senado, ela será promulgada, e o que foi mudado volta para a Câmara para ser analisado.
O Senado pode, ainda, aprovar um texto diferente. Se isso acontecer, ele volta para a Câmara.
Assim que promulgada, quase todas as mudanças passam a valer, incluindo a idade mínima e o novo cálculo do valor da aposentadoria. Apenas alguns pontos levam mais tempo para entrar em vigor.
O presidente da AMUPE e Deputado Estadual José Patriota negou que já haja uma definição em torno da eleição da Mesa Diretora da entidade. Ontem, aliados da prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado deram como certa a tendência por sua eleição a frente da entidade, indicando que ela teria reunido mais condições. “O que está […]
O presidente da AMUPE e Deputado Estadual José Patriota negou que já haja uma definição em torno da eleição da Mesa Diretora da entidade.
Ontem, aliados da prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado deram como certa a tendência por sua eleição a frente da entidade, indicando que ela teria reunido mais condições.
“O que está definido é o que está na nota, o acordo por unidade. Márcia e Marcelo tem plenas condições de presidir a entidade. Mas ainda não houve escolha”, limitou-se a informar.
A própria prefeita, quando confrontada com a informação de que seria já teria sido escolhida, rechaçou, afirmando ser fake news.
O blog apurou com outros nomes que participaram da reunião que o prefeito de Paudalho, Marcelo Gouveia, não abriu mão da candidatura e que também tem buscado reunir condições de conquistar mais apoios.
Um fato novo é que no caso de Rodrigo Pinheiro, o enterro pode voltar da porta do cemitério. O prefeito de Caruaru não abriu mão da possibilidade de ser o nome de consenso, dado o impasse entre Márcia e Marcelo. O fim de semana promete ser de intensa articulação dos postulantes.
Ação visa um trabalho integrado com instituições para aumentar segurança em eventos realizados no município. Os produtores culturais da cidade precisam ficar atentos às mudanças no processo do licenciamento de eventos promovidas pela Prefeitura de Petrolina. A decisão partiu depois de uma reunião que contou com a participação de instituições de segurança, a exemplo da […]
Ação visa um trabalho integrado com instituições para aumentar segurança em eventos realizados no município.
Os produtores culturais da cidade precisam ficar atentos às mudanças no processo do licenciamento de eventos promovidas pela Prefeitura de Petrolina. A decisão partiu depois de uma reunião que contou com a participação de instituições de segurança, a exemplo da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, além de entes do município envolvidos na liberação e fiscalização de festas, shows e eventos que reúnam mais de 100 pessoas em um mesmo espaço. O encontro foi realizado na quinta-feira (05).
A partir de agora, o processo de licenciamento começa com pelo menos 20 dias de antecedência na Polícia Militar (5º BPM ou BIEsp dependendo do local do evento). Com a documentação emitida pela PM em mãos, o produtor do evento deve se dirigir até a Agência Municipal de Vigilância Sanitária (AMVS) para solicitar uma declaração de eventos. Depois, o destino é a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (SEDURBH) para a emissão da anuência.
O próximo passo é ir até a Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), responsável pela emissão de Termo de Ciência e Concordância (TCC) para autorização de evento. O procedimento termina novamente na SEDURBH, onde a Diretoria de Disciplinamento Urbano e Atividades Licenciadas avalia toda a documentação obtida junto às outras instituições para depois emitir a autorização final.
O titular da SEDURBH, Giovanni Costa, lembra que as mudanças visam a garantia da segurança da população que participa de eventos na cidade. “Segurança é uma das prioridades da gestão do prefeito Miguel Coelho. Dessa forma, sentamos com a Polícia Militar, Bombeiros, agências do município e também já conversamos com o Ministério Público a fim de mudar nossa dinâmica de trabalho para otimizar o processo de licenciamento e aumentar o nível da segurança exigida para a realização de festas, shows e eventos em Petrolina”, destaca Costa.
FISCALIZAÇÃO
Além dos mecanismos de licenciamento, a Prefeitura de Petrolina e as instituições de segurança que atuam na cidade também conversaram sobre ações para intensificar a fiscalização. A ideia é aumentar a presença das autoridades nos eventos para verificar se possuem as devidas autorizações e, nos casos em que a documentação estiver regular, saber se as regras estão sendo seguidas conforme o compromisso firmado entre a produção e as instituições responsáveis pelo licenciamento.
Por Anchieta Santos Não foi apenas o cantor Gabriel Diniz e sua turma que causaram mal estar durante os seus shows juninos no sertão do Pajeu. Durante passagem por Itapetim e Afogados da Ingazeira o “arroz de festa deixou marca negativa”. Em Salgueiro a famosa dupla Vitor e Léo também desagradou. Primeiro, os dois se […]
Não foi apenas o cantor Gabriel Diniz e sua turma que causaram mal estar durante os seus shows juninos no sertão do Pajeu. Durante passagem por Itapetim e Afogados da Ingazeira o “arroz de festa deixou marca negativa”.
Em Salgueiro a famosa dupla Vitor e Léo também desagradou. Primeiro, os dois se recusaram subir no palco se todo dinheiro do cachê não fosse pago.
O show atrasou e já que tinha hora para acabar, foi interrompido pela policia com 40 minutos de apresentação. O publico ficou decepcionado.
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