TCE emite parecer pela aprovação das contas de 2012 do ex Adelmo Moura , referente ao exercício de 2012
Por Nill Júnior
Em Sessão da 1ª Câmara do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, ocorrida hoje, houve a deliberação sobre a Prestação de Contas de Governo do Ex-Prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, referente ao exercício de 2012, último ano de seu mandato. Na ocasião, o Tribunal emitiu Parecer favorável a aprovação da Prestação de Contas quando de seu julgamento perante a Câmara Municipal de Itapetim, onde o Grupo Político liderado por Arquimedes Machado e Adelmo Moura, já possui ampla maioria.
“Se de inicio a Auditoria do TCE tivesse obtido a informação de que as contribuições previdenciárias para a PREVITA (Instituto de Previdência do Município), referente ao mês de dezembro de 2012, haviam sido recolhidas em janeiro de 2013, com a utilização de disponibilidade financeira deixadas por Adelmo em 2012, a deliberação favorável teria ocorrido de modo direto, sem a necessidade de defesa. O TCE, incialmente, compreendeu que não havia sido deixado, pela Gestão de Adelmo em 2012, recursos para o pagamento desta despesa no ano de 2013. Na defesa, demonstramos que Adelmo deixou recursos mais que suficientes em caixa quando saiu do governo, levando o TCE a entender pelo cumprimento desta obrigação previdenciária”, informaram os Advogados Emerson Dario Correia Lima e Felipe Aragão de Siqueira, responsáveis pela Defesa de Adelmo neste Processo.
O candidato a vice prefeito Alessandro Palmeira, o Sandrinho, da Rede, que integra a chapa com o candidato a reeleição, José Patriota (PSB) foi o convidado da série com candidatos a vice promovida pelo programa Manhã Total, da Rádio Pajeú. Sandrinho falou que reúne condições para ser vice prefeito elencando seu currículo e sua experiência […]
O candidato a vice prefeito Alessandro Palmeira, o Sandrinho, da Rede, que integra a chapa com o candidato a reeleição, José Patriota (PSB) foi o convidado da série com candidatos a vice promovida pelo programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
Sandrinho falou que reúne condições para ser vice prefeito elencando seu currículo e sua experiência adquirida ao lado de Patriota desde que atuava no Prorural. Palmeira destacou que, passado o processo de escolha do seu nome, não vê problemas entre os demais postulantes.
O candidato destacou ações da atual gestão na área hídrica, na cultura, infra estrutura, dentre outras ações. O candidato respondeu perguntas sobre geração de emprego e renda, prometendo que haverá realização de concurso e estímulo à geração de emprego e renda. Em mais de uma oportunidade, respondeu sobre ausência de eventos para a classe evangélica.
“Temos a capacidade de reconhecer que não houve. Mas apoiar a classe evangélica não é só isso. É apoiar evento realizados, dar suporte, transporte dentre outras ações”. Quando a questão voltou a tona com a candidata a vice Cleide França, Sandrinho afirmou que a comunidade evangélica é beneficiada quando recebe ações como calçamento, asfalto, universalização da água. “Os evangélicos estão inseridos no município”.
Fotos gentilmente cedidas por Cláudio Gomes
A pergunta de Ramiro Simões foi alegando que a gestão Patriota não realizou concurso, não contribuiu devidamente para o plano de previdência, e se ele não se sentia constrangido participando da chapa. “Tenho orgulho de participar dessa chapa, de ter Patriota como prefeito, que tem se destacado em toda a sua atuação”, disse, acrescentando que a gestão irá realizar concurso público e que seu partido tem Marina como mulher respeitadíssima no cenário nacional. Ao final disse que o palanque de Ramiro se contradizia. “Ramirinho citou o golpe mas seu partido foi a favor do impeachment.
A Júnior Finfa respondeu duas perguntas. A primeira: se, tendo votado em Totonho e Augusto, não se sentia mal com o fato de os dois não terem votado em seu nome para vice na escolha interna da Frente. “Eles não votaram contra mim, votaram a favor de outro nome, o que é natural”. E questionado se seria um vice melhor que Lúcia Moura, evitou críticas à médica, afirmando que cada um tem seu estilo e buscaria imprimir o seu.
Ex-prefeito voltou a falar sobre voto em Bolsonaro e continua defendendo José Patriota para deputado federal Por André Luis O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, disse ao Debate das Dez da Rádio Pajeú, desta segunda-feira (3), não acreditar em terceira via na disputa a Presidência da República, que acontecerá em outubro deste ano. […]
Ex-prefeito voltou a falar sobre voto em Bolsonaro e continua defendendo José Patriota para deputado federal
Por André Luis
O ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Totonho Valadares, disse ao Debate das Dez da Rádio Pajeú, desta segunda-feira (3), não acreditar em terceira via na disputa a Presidência da República, que acontecerá em outubro deste ano.
“Terceira via? Ninguém sabe nem quem é terceira via. A gente não sabe nem o que vai acontecer amanhã. Se Lula realmente será candidato. Ele próprio [Lula], tá dizendo que só vai anunciar se será candidato em abril. Então eu acho que vamos analisar, o conjunto de forças vai se reunir, vai discutir, vai ver as necessidades do nosso país. Vamos ver o que é que vai acontecer”, disse o ex-prefeito.
Ele também voltou a falar sobre o seu voto no segundo turno das eleições de 2018, no presidente Bolsonaro (PL). Disse sempre ter votado em Lula, mas diante da impossibilidade do ex-presidente de disputar as eleições votou no primeiro turno em Geraldo Alckimin e pelo cenário que se apresentava na época resolveu apostar em Jair Bolsonaro.
“O PT envolvido num mar de lama do tamanho do mundo. Eu vi em Bolsonaro uma oportunidade de poder mudar isso que estava vivendo e voltei. Não tenho mais nenhum tipo de satisfação. Porque estava esperançoso que ele podia mudar isso e não mudou”, justificou o ex-prefeito.
Respondendo ao blogueiro Júnior Finfa, sobre as chances de exito nas urnas do ex-prefeito de Afogados e presidente da Amupe, José Patriota e colocou o nome na disputa a uma cadeira na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Totonho – que já declarou apoio ao mesmo -, disse que Patriota tem todas as chances.
“Eu já disse aqui, hoje mesmo e já disse antes, que Patriota hoje, está qualificado para qualquer cargo que ele possa disputar. Na minha ótica, acho que Afogados da Ingazeira está precisando de um deputado federal daqui. Apesar de a gente ter um deputado federal atuante muito bom para Afogados da Ingazeira que é o Gonzaga patriota, mas fundamental no momento este ano é Patriota”, afirmou Totonho completando: “se fosse eu que tivesse com as condições de Patriota, iria para deputado federal. Se a pergunta é ter chance, ou não, para mim, ele tem chance de chegar e chegar com tranquilidade”.
Totonho também comentou a dobradinha entre Patriota e Pedro Campos, irmão do prefeito do Recife João Campos – que disputará uma vaga na Câmara Federal.
Questionado se fecha questão com o grupo da Frente Popular, ou se pode tomar caminho diferente votando em outro candidato para federal, o ex-prefeito disse que é preciso esperar para ver o que vai acontecer.
“Pedro Campos é um nome novo. A gente tem que ver qual é a estratégia que é mais importante para Afogados. Se é a gente fechar todo o grupo com uma dupla de candidatos, ou dividir os votos para que a cidade tenha mais de um deputado federal”, analisou Totonho destacando que Afogados recebe hoje emendas de diversos deputados federais.
“Não posso fazer uma avaliação exatamente de qual o serviço que ele [Pedro Campos] prestou para Afogados. Se Patriota fechar isso aí ele vai ter que dizer o que Pedro Campos tá fazendo aqui o qual é a perspectiva que tem para fazer por Afogados da Ingazeira”, destacou o Totonho.
Totonho também avaliou o primeiro ano da gestão Alessandro Palmeira que tem como vice-prefeito, seu filho Daniel Valadares. Para ele o encerramento das atividades do lixão foi o grande destaque da gestão.
“A administração já tem coisas muito importantes que mudam a vida e mexem com a educação, com saúde, que é o problema do lixão. Já no primeiro ano de mandato conseguir fechar o lixão, com outras formas de fazer o tratamento do lixo, levando para um transbordo depois levando para um aterro sanitário… eliminar isso no primeiro ano é uma vitória extraordinária”. Eu acho que os meninos, como eu e Patriota os chamamos estão fazendo uma administração razoável. Sabendo que ainda estão no primeiro ano”, avaliou Totonho.
Farol de Notícias O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), pré-candidato a deputado estadual, já começou a arregaçar às mangas em torno do retorno do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto. Ao ser provocado pelo tema, na última entrevista do ano na TV Farol, o petista analisou que o presidente Jair Bolsonaro terá um […]
O ex-prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque (PT), pré-candidato a deputado estadual, já começou a arregaçar às mangas em torno do retorno do ex-presidente Lula ao Palácio do Planalto.
Ao ser provocado pelo tema, na última entrevista do ano na TV Farol, o petista analisou que o presidente Jair Bolsonaro terá um fim de governo melancólico, e que não haverá qualquer ‘fato novo’ que lhe assegure a vitória nas Eleições 2022.
“Eu nem acredito em fato novo, em outra facada, eu não acredito nessas fake news que já caíram em descrédito, no momento da eleição do Bolsonaro é que teve a importância estratégica, ele se escondeu a campanha inteira por conta da facada e fake news permearam, foram instrumentos de defesa da sua candidatura e hoje nós vamos discutir o real, uma inflação de 2 dígitos que nós voltamos a ter, nós vamos discutir a perda do poder aquisitivo do povo trabalhador brasileiro, o custo do combustível, o custo da energia”, disse Luciano Duque.
“Eu faço uma observação histórica. Nenhum presidente da república se elegeu quando a economia não vinha bem, não creio muito na retomada de um cenário positivo para Bolsonaro, ele já beira mais de 60% de rejeição, a terceira via não se consolidou, a aliança Lula Alckmin traz um sentimento que há um equilíbrio, com forças de esquerda e do centro, o que nós precisamos construir nesse país é o consenso, a construção do sentimento do brasileirismo, o sentimento da junção de forças que pensam diferentes, mas que querem o país melhor”, reforçou.
E completou: “há a discordância entre esquerda e centro, mas existe a compreensão que estamos vivendo um dos piores governos da história da república, o que se tem previsto para o investimento para 2022 é uma verdadeira piada”.
Por Leonardo Sakamoto – Colunista do UOL Jair Bolsonaro colocou, novamente, em dúvida a segurança do sistema eleitoral brasileiro, ao votar, no Rio de Janeiro, neste domingo (29). E apontou fraude na votação que elegeu Joe Biden à Presidência dos Estados Unidos. Com isso, ajuda a pavimentar uma narrativa para a batalha que irá travar […]
Jair Bolsonaro colocou, novamente, em dúvida a segurança do sistema eleitoral brasileiro, ao votar, no Rio de Janeiro, neste domingo (29). E apontou fraude na votação que elegeu Joe Biden à Presidência dos Estados Unidos. Com isso, ajuda a pavimentar uma narrativa para a batalha que irá travar pela reeleição em 2022. O problema é que declarações como essas, sem provas, são um ataque direto à democracia.
Bolsonaro voltou a defender que cada urna gere um comprovante impresso para que o eleitor veja que seu voto foi, fisicamente, para seu escolhido ou escolhida. O pensamento é coerente com uma família que, segundo o Ministério Público, movimentou milhões em dinheiro vivo ao invés de usar DOC e TED. Talvez, esperando o PIX.
Mais do que confiança demasiada no impresso, está o fato de que transações digitais e votos em urnas eletrônicas são mais difíceis de fraudar.
Imagine o retrocesso em uma sociedade que se acostumou a um resultado sendo divulgado horas depois do fechamento das urnas se levássemos dias, como a contagem manual em alguns estados dos EUA? No último dia 15, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) atrasou em menos de três horas a totalização e a sociedade quase sofreu um infarto agudo do miocárdio coletivo.
A demora também foi um test drive do que milícias bolsonaristas podem fazer caso a apuração leve mais tempo do que o de costume em 2022. No primeiro turno deste ano, elas se aproveitaram dos problemas do TSE (que em nada afetaram a segurança da votação) para colocar sob suspeita as eleições nos municípios em que seus candidatos não foram bem votados. Imagine o que pode acontecer num confuso sistema que misture papel e voto eletrônico?
Ao mesmo tempo, o presidente ainda não reconheceu a vitória de Biden. “Eu estou aguardando um pouco mais”, disse. “Teve muita fraude lá, isso ninguém discute.” E, assim como Donald Trump, disse isso sem apresentar provas. O democrata não vai perder uma noite de sono pensando a razão de Bolsonaro não ter ligado para ele ou mandado um zap.
Isso ocorre, claro, em parte, pela vassalagem estabelecida com o governo de seu aliado, o quase-ex-presidente republicano. Mas também serve para preparar o caminho a fim de repetir a mesma estratégia, colocando em dúvida as eleições daqui a dois anos, caso os resultados não sejam de seu agrado.
Colocar em dúvida o resultado tem servido, nos Estados Unidos, para tentar melar o pleito. Mas também para que Trump seja visto como vencedor real pelos seus seguidores fiéis e, ao mesmo tempo, reduzir a legitimidade do governo do adversário. O problema é que o efeito colateral é uma população que acreditará menos no sistema eleitoral e, portanto, nas instituições.
No Brasil, elas são menos robustas do que por lá. Aqui, tem sempre um militar de alta patente que ameaça a Suprema Corte pelo Twitter, milhares de pessoas que vão às ruas pedir autogolpe e um bom punhado de saudosistas que sofrem por não vivermos em uma ditadura.
Bolsonaro sabe que o repique de alta em sua aprovação teve relação direta com o pagamento do auxílio emergencial a dezenas de milhões de trabalhadores informais. Com a redução do seu valor e sua extinção no horizonte próximo, desempregados voltam às ruas para procurar serviço. E por mais que o mercado esteja absorvendo centenas de milhares de pessoas por mês na retomada, um outro naco ainda maior, e mais vulnerável, está à espera de uma política de emprego que não vem. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua apontou 14,1 milhões à busca de trabalho.
Apesar de ainda ser favorito para a reeleição nas pesquisas eleitorais, o presidente gasta mais tempo atacando seus possíveis competidores, como o governador João Doria, por exemplo, na bizarra Guerra das Vacinas, do que buscando formas de gerar empregos de qualidade.
Em março deste ano, sem apresentar evidências, o presidente afirmou que havia sido eleito no primeiro turno de 2018, mas foi roubado. “Pelas provas que tenho em minhas mãos, que vou mostrar brevemente, eu fui eleito no primeiro turno mas, no meu entender, teve fraude”, disse Bolsonaro.
Houve forte reação por parte de ministros do Tribunal Superior Eleitoral e do Supremo Tribunal Federal, que reafirmaram a lisura e a confiança no sistema. Nunca apresentou nada, como era de se esperar. Mas nem era necessário para poder causar estrago.
Declarações assim não servem para melhorar as eleições. Elas criam uma dúvida na cabeça das pessoas, uma fissura na antes sólida percepção sobre a lisura do sistema. Fissura que martelada no tempo certo, e com o golpe correto, pode provocar uma bela fratura na democracia.
O prefeito do município de Tabira, Sebastião Dias, por intermédio da Secretaria de Saúde, representada pelo secretário Allan Dias, juntamente com toda equipe de governo, entregou, na noite de sexta, dia 13, à comunidade do Riacho do Gado, a recuperação, reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, da […]
O prefeito do município de Tabira, Sebastião Dias, por intermédio da Secretaria de Saúde, representada pelo secretário Allan Dias, juntamente com toda equipe de governo, entregou, na noite de sexta, dia 13, à comunidade do Riacho do Gado, a recuperação, reforma e ampliação da Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, da referida comunidade.
“Estou apenas cumprindo minha obrigação, é dever meu, como gestor público, oferecer o de melhor e dar condições aos trabalhadores da saúde ara desempenharem um melhor atendimento aos moradores dessa comunidade e das comunidades adjacentes que precisarem do atendimento nessa Unidade”, destacou o prefeito.
A Unidade Básica de Saúde da Família, Rita Maria de Moura, passou por uma ampla recuperação, reforma e ampliação durante vários meses de serviços. A Unidade Básica atende aos moradores da comunidade do Riacho do Gado e de comunidades vizinhas, tornando-se assim umas das maiores da rede pública de saúde do município.
“Ao assumir a pasta tivemos a preocupação de expandir o atendimento. Conseguimos ampliar o número da equipe da atenção básica e pleiteamos, junto ao Ministério da Saúde, a construção de mais três unidades. A UBS do bairro Vitorino Gomes, Florentino Leite e Fátima. Também já se encontra em fase de conclusão a UBS do bairro Dercílio de Brito Galvão”, concluiu o secretário de Saúde Alan Dias.
Allan informou à população que a partir do dia 16, segunda-feira, a odontóloga Nely Sampaio assumiria os trabalhos no consultório odontológico do posto para atender a todos.
Estiveram presentes várias autoridades, como os agentes de saúde da comunidade, representantes do Conselho de saúde, conselho tutelar, vereadores Aristóteles Monteiro, Nely Sampaio e José Carlos Menezes (Didi).
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