Tabira: Secretaria de Saúde realizou VI Audiência Pública em Tabira
Por Nill Júnior
A prefeitura de Tabira, através da Secretaria Municipal de Saúde, sob a coordenação do odontólogo, Allan Dias, secretário municipal de Saúde, promoveu na Câmara de Vereadores, na manhã de sexta, 16 de outubro a VI Audiência Pública da Saúde.
Com as presenças do prefeito Sebastião Dias , a vereadora, Nelly Sampaio, integrantes da equipe da Secretaria de Saúde, populares e o Conselho de Saúde, a audiência teve como objetivo informar à população tabirense sobre as ações, atividades e tudo o que aconteceu na saúde do município no período de Maio a Agosto de 2015.
“As audiências públicas da saúde são uma forma de manter a transparência da gestão quanto ao recebimento e a utilização dos recursos públicos. É de fundamental importância a participação popular”, destacou o secretário.
Cerca de 200 alunos de 13 escolas das redes estaduais e municipais de Serra Talhada, Sertão do Pajeú, participam nesta quinta (16) do encerramento do projeto “Passeando pela História – Museu do Cangaço”, que teve início no mês de abril com o compromisso de trabalhar com os 17 municípios do Sertão do Pajeú. Eles vão poder reviver as histórias do Cangaço e descobrir curiosidade acerca da sua terra natal e do cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião. Nas primeiras horas da manhã os alunos são recebidos no Museu do Cangaço, e em seguida cumprem o seguinte roteiro que passa por Pedras da Emboscada, onde aconteceu o primeiro confronto armado entre os Ferreira e Zé de Saturnino, Casa Grande da Fazenda Pedreira, Casa de dona Jacosa, avó materna de Lampião, Praça Agamenon Magalhães, Casa da Cultura e Museu do Cangaço, o maior do gênero no Brasil. Os visitantes serão recebidos por monitores, que narram alguns fatos nesse passeio pela história. Ainda durante o passeio, haverá uma palestra com o pesquisador e escritor do cangaço Anildomá Willans de Souza, que tem quatro livros publicados sobre o tema. Haverá ainda um almoço com a típica culinária sertaneja. Uma apresentação do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, dança criada pelos cangaceiros, finaliza a excursão. De acordo com a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria dos Santos, durante todo o período do Projeto, o Museu do Cangaço recebeu em média 2 mil alunos das 17 cidades do Sertão do Pajeú. “Os estudantes que participaram do Projeto “Passeando pela História – Museu do Cangaço” puderam também vivenciar o meio ambiente. Foram distribuídas, durante o período de execução do projeto, 2 mil sementes e mudas de plantas nativas da Região, contribuindo assim para a preservação do Meio Ambiente”, concluiu Cleonice. O tem o patrocínio da Caixa Cultural, da Caixa Econômica Federal / Governo Federal e o apoio da Prefeitura de Serra Talhada.
Cerca de 200 alunos de 13 escolas das redes estaduais e municipais de Serra Talhada, Sertão do Pajeú, participam nesta quinta (16) do encerramento do projeto “Passeando pela História – Museu do Cangaço”, que teve início no mês de abril com o compromisso de trabalhar com os 17 municípios do Sertão do Pajeú.
Eles vão poder reviver as histórias do Cangaço e descobrir curiosidade acerca da sua terra natal e do cangaceiro Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião.
Nas primeiras horas da manhã os alunos são recebidos no Museu do Cangaço, e em seguida cumprem o seguinte roteiro que passa por Pedras da Emboscada, onde aconteceu o primeiro confronto armado entre os Ferreira e Zé de Saturnino, Casa Grande da Fazenda Pedreira, Casa de dona Jacosa, avó materna de Lampião, Praça Agamenon Magalhães, Casa da Cultura e Museu do Cangaço, o maior do gênero no Brasil.
Os visitantes serão recebidos por monitores, que narram alguns fatos nesse passeio pela história. Ainda durante o passeio, haverá uma palestra com o pesquisador e escritor do cangaço Anildomá Willans de Souza, que tem quatro livros publicados sobre o tema. Haverá ainda um almoço com a típica culinária sertaneja. Uma apresentação do Grupo de Xaxado Cabras de Lampião, dança criada pelos cangaceiros, finaliza a excursão.
De acordo com a presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria dos Santos, durante todo o período do Projeto, o Museu do Cangaço recebeu em média 2 mil alunos das 17 cidades do Sertão do Pajeú. “Os estudantes que participaram do Projeto “Passeando pela História – Museu do Cangaço” puderam também vivenciar o meio ambiente.
Foram distribuídas, durante o período de execução do projeto, 2 mil sementes e mudas de plantas nativas da Região, contribuindo assim para a preservação do Meio Ambiente”, concluiu Cleonice. O tem o patrocínio da Caixa Cultural, da Caixa Econômica Federal / Governo Federal e o apoio da Prefeitura de Serra Talhada.
O que parecia ser uma eleição tranquila para a presidência da Câmara Municipal de Salgueiro ganhou novos contornos nos bastidores da política local. De acordo com informações divulgadas pelo blog Sertão Central, Leo Parente, tido como favorito e apoiado pelos vereadores do grupo do prefeito eleito Fabinho, pode enfrentar um cenário inesperado de disputa devido […]
O que parecia ser uma eleição tranquila para a presidência da Câmara Municipal de Salgueiro ganhou novos contornos nos bastidores da política local. De acordo com informações divulgadas pelo blog Sertão Central, Leo Parente, tido como favorito e apoiado pelos vereadores do grupo do prefeito eleito Fabinho, pode enfrentar um cenário inesperado de disputa devido a uma articulação envolvendo o vereador Zé Carlos e um empresário insatisfeito.
Insatisfação no grupo do prefeito eleito
A possível mudança no cenário começou a ganhar forma com a insatisfação de um empresário que investiu na campanha de Fabinho, mas foi excluído do primeiro escalão do novo governo. Sentindo-se isolado politicamente, ele estaria articulando um movimento de oposição dentro da própria base do prefeito.
Esse empresário, segundo fontes próximas, possui influência sobre Zé Carlos, vereador que recentemente migrou para o grupo de Fabinho após romper com seu antigo partido. A chegada de Zé Carlos ao grupo foi vista como uma estratégia para fortalecer a base do prefeito, mas agora ele pode se tornar o principal pivô de uma reviravolta.
Zé Carlos no centro da articulação
Motivado pelo apoio do empresário, Zé Carlos pode decidir lançar sua candidatura à presidência da Câmara, o que criaria um novo cenário de disputa. Caso entre na corrida, ele não apenas dividiria os votos que hoje garantem a liderança de Leo Parente, como também poderia conquistar apoio de antigos aliados de seu partido de origem.
Fontes apontam que, com essa movimentação, o vereador pode reunir força suficiente para alterar o equilíbrio do jogo político e tornar a eleição mais acirrada. Essa possibilidade gera incerteza entre os vereadores do grupo do prefeito, que agora podem enfrentar uma disputa mais complexa do que o esperado.
Cenário imprevisível
A articulação nos bastidores demonstra que, em política, nem sempre os cenários aparentemente consolidados permanecem inalterados. Com as negociações em andamento, a eleição da presidência da Câmara Municipal de Salgueiro, antes vista como definida, agora se torna imprevisível.
Os próximos dias serão decisivos para determinar os rumos dessa disputa. O foco está sobre os movimentos de Zé Carlos, do empresário e dos vereadores que podem se alinhar com o novo candidato. Enquanto isso, o grupo de Fabinho precisará redobrar esforços para manter a coesão e assegurar o apoio necessário à candidatura de Leo Parente.
Foi lançada na tarde desta terça-feira (18/4), pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), a 10ª edição da campanha “Eu viro Carranca para defender o Velho Chico”. A cerimônia de apresentação do mote “Velho Chico: gentes, tradições, vidas” aconteceu em coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados, em Brasília. Participaram membros da […]
Foi lançada na tarde desta terça-feira (18/4), pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco (CBHSF), a 10ª edição da campanha “Eu viro Carranca para defender o Velho Chico”. A cerimônia de apresentação do mote “Velho Chico: gentes, tradições, vidas” aconteceu em coletiva de imprensa na Câmara dos Deputados, em Brasília.
Participaram membros da Diretoria Colegiada do Comitê, parlamentares e representantes dos povos tradicionais, além dos representantes da prefeitura de Paratinga, uma das cidade sede da campanha deste ano, Aristóteles Gomes e Alvino Souza, e da imprensa de todas as regiões da Bacia.
Juntamente com a campanha, foi anunciada a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Rio São Francisco. Os deputados federais Paulo Guedes (PT-MG), Pedro Campos (PSB-PE) e Lucas Ramos (PSB-PE), participantes do grupo, discursaram na cerimônia.
A campanha de 2023 tem como principal objetivo dar visibilidade aos povos tradicionais da bacia. São eles: quilombolas, indígenas, comunidades de fundo de pasto, pescadores artesanais, ribeirinhos, sertanejos, vazanteiros, caatingueiros, geraizeiros, extrativistas, ciganos, povos de terreiros, dentre outros.
Além disso, o CBHSF busca mobilizar os diversos setores da sociedade para a necessidade urgente de revitalização do rio. Entre as exigências estão a criação de novas políticas públicas para as comunidades tradicionais que, de acordo com a campanha, viveram dentro um processo histórico de condições de desigualdade, isolamento geográfico e/ou cultural, tendo pouco acesso às políticas de cunho universal.
Maciel Oliveira, presidente do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, ressaltou a necessidade da reestruturação da política nacional de recursos hídricos. “Não adianta a gente falar em defesa do Velho Chico sem falar em defesa do povo, da sobrevivência dessa população que está sendo ameaçada, dizimada”.
Ele destacou ainda a necessidade de apoio político e recursos para que a recuperação do Rio São Francisco e o investimento nos povos tradicionais da bacia aconteçam de forma adequada. “Antes, nós tínhamos uma Secretaria Nacional de Recursos Hídricos, a qual a Agência Nacional de Águas (ANA) era subordinada, e isso era muito importante. A água não é só uma questão de desenvolvimento. A água precisa ser uma questão de preservação e conservação”.
De acordo com o deputado federal Paulo Guedes, é preciso fazer as políticas públicas acontecerem na revitalização, preservação e saneamento do rio, além de gerar oportunidades para quem vive dele. “O Rio São Francisco e toda sua bacia tem um potencial imenso para cuidar melhor do seu povo, para produzir, para gerar emprego, renda, oportunidades. Mas, para isso, nós temos que fazer o dever de casa, que é salvar o rio”.
O deputado Pedro Campos, por sua vez, afirmou que a Frente Parlamentar em Defesa do Rio São Francisco inicia seus trabalhos com o foco em “povos e democracia”. “Entendemos que a água do Velho Chico e a sua bacia precisam ser geridas com o olhar daqueles que vivem nela e dependem dela para viver. É preciso aprofundar os instrumentos da democracia nas decisões que são tomadas em torno do rio.”
A Campanha
Em sua décima edição, a campanha “Eu viro carranca para defender o Velho Chico” já faz parte do calendário anual de eventos, tendo sido agraciada, em 2020, com o Prêmio ANA, da Agência Nacional de Águas, conquistando o 1° lugar na categoria Singreh (Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos). O Prêmio ANA reconhece o mérito das iniciativas que se destacaram pela excelência de sua contribuição para a segurança hídrica do Brasil.
Com o objetivo de jogar luz sobre os graves problemas enfrentados pelo rio São Francisco, a campanha, promovida pelo Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco, traz como tema deste ano a importância de se cuidar do manancial e de seus afluentes.
Este ano, a campanha terá atividades presenciais no dia 03 de junho, data em que se comemora o Dia Nacional em Defesa do Velho Chico. As atividades ocorrerão simultaneamente em quatro cidades da Bacia, uma em cada região fisiográfica. São elas: Felixlândia (MG – Alto SF), Paratinga (BA – Médio SF), Floresta (PE – Submédio SF) e São Brás (AL – Baixo SF). As informações são do CBHSF.
Nesta terça-feira (4), a Agência MV4 de Comunicação e Marketing anunciou o resultado da pesquisa online do Prêmio Excelência 2022, promovido em parceria com o Jornal Folha do Pajeú. O anúncio foi feito por Luciano José e Talytta Moura. A entrega da premiação deve ocorrer dia 18 de agosto. A data ainda será confirmada. Através do […]
Nesta terça-feira (4), a Agência MV4 de Comunicação e Marketing anunciou o resultado da pesquisa online do Prêmio Excelência 2022, promovido em parceria com o Jornal Folha do Pajeú.
O anúncio foi feito por Luciano José e Talytta Moura. A entrega da premiação deve ocorrer dia 18 de agosto. A data ainda será confirmada.
Através do site Folha do Pajeú, internautas puderam votar e escolher os mais atuantes de cada categoria na área política e administrativa. Foram 28.701 votos, um recorde.
Vejam ganhadores por categoria na região do Moxotó, por ordem de votação:
Deputado Federal mais atuante – Região do Moxotó
Fernando Monteiro
Sebastião Oliveira
Carlos Veras
Deputado estadual mais atuante – Região do Moxotó
Diogo Morais
Aglailson Victor
Rodrigo Novaes
Melhor site institucional – Região do Moxotó:
Arcoverde
Ibimirim
Custódia
Vereador mais atuante – Betânia:
Duinha
Ratinho
Ragnar Rocha
Vereador mais atuante – Custódia
Bitcho Gois
Cristiano Lira
Messias Dnocs
Vereador mais atuante – Ibimirim:
Heron da Madeira
Cleiton do Milho
Mécio Vieira
Vereador mais atuante – Inajá
Armando Timóteo
Dilson das Motos
Glênio Pajeú
Vereador mais atuante – Manari
Dr Anderson de Zé Teixeira
Neguinho do Minador
Eraldo
Vereador mais atuante – Sertânia
Rita Rodrigues
Junhão Lins
Fiapo
Vereador mais atuante – Arcoverde
Célia Galindo
Luciano Pacheco
Siqueirinha
Secretário mais atuante de Administração – Moxotó:
Túllyo Siqueira Cavalcanti – Arcoverde
Sálvio Amorim – Custódia
Álvaro Melo – Ibimirim
Secretário mais atuante de Agricultura – Moxotó:
Ernando Gomes – Ibimirim
Cícero Almeida – Custódia
Antonio Monteiro – Sertânia
Secretário mais atuante de Assistência Social – Moxotó:
Rejane Maciel – Arcoverde
Tereza Simone Flôr – Betânia
Paulo Henrique Ferreira – Sertânia
Secretário mais atuante de Controle Interno – Moxotó:
Reginaldo de Lima Pereira Júnior – Custódia
Wagner Alves da Silva – Betânia
José Aldênio Costa Ferro – Arcoverde
Secretário mais atuante de Educação – Moxotó:
Alysson Possidônio Amaral – Custódia
Antonio Rodrigues Mendes – Arcoverde
Simoni Laet – Sertânia
Secretário mais atuante de Finanças – Moxotó:
Ana Cristina Leandro – Sertânia
Jonathan Anderson – Inajá
Werlly de Melo Siqueira – Ibimirim
Secretário mais atuante de Obras e Infraestrutura – Moxotó:
G1 A presidente Dilma Rousseff editará na próxima segunda-feira (30) um decreto para contingenciar mais de R$ 10 bilhões do Orçamento da União, informou nesta sexta (27) a Secretaria de Comunicação Social da Presidência. Esse será o terceiro corte no ano. O governo ainda não divulgou que gastos serão afetados, mas o relatório de receitas […]
A presidente Dilma Rousseff editará na próxima segunda-feira (30) um decreto para contingenciar mais de R$ 10 bilhões do Orçamento da União, informou nesta sexta (27) a Secretaria de Comunicação Social da Presidência. Esse será o terceiro corte no ano.
O governo ainda não divulgou que gastos serão afetados, mas o relatório de receitas e despesas do Orçamento, enviado no último dia 20 pelo governo ao Congresso Nacional, alertava sobre o risco de “graves consequências para a sociedade”, como a interrupção de serviços públicos, em caso de um novo contingenciamento de despesas discricionárias (não obrigatórias).
Mesmo com o novo corte, não será possível atingir a meta fiscal de R$ 55,3 bilhões de superávit primário (economia para pagar juros da dívida pública e tentar manter sua trajetória de queda) que está legalmente em vigor.
Até outubro, as contas apresentaram um rombo de R$ 33 bilhões, o maior da história. Para cumprir a meta deste ano, teria de haver um superávit de R$ 88,3 bilhões em novembro e dezembro.
Recentemente, o governo enviou ao Congresso uma proposta de alteração da meta, para um déficit de R$ 51,8 bilhões.
Se forem incluídas as chamadas “pedaladas” fiscais – os atrasos de pagamento aos bancos públicos dos últimos anos, que o governo pode ter que pagar este ano – e uma eventual frustração de receitas do leilão de hidrelétricas (que pode ficar para 2016), o resultado negativo pode chegar a R$ 119,9 bilhões pelo projeto que já foi aprovado pela Comissão Mista de Orçamento.
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