Notícias

Tabira: Prefeitura paga salários de outubro e injeta mais de R$ 4 milhões na economia local

Por André Luis

A Prefeitura de Tabira realizou, na sexta-feira (31), o pagamento integral da folha salarial referente ao mês de outubro. O repasse total ultrapassa R$ 4 milhões, contemplando servidores efetivos, contratados, comissionados, além de aposentados e pensionistas.

Segundo a gestão municipal, a medida reforça o compromisso de manter os salários em dia, mesmo em um cenário de dificuldades financeiras enfrentado por diversos municípios do país. O pagamento, de acordo com a administração, contribui para o aquecimento da economia local e beneficia setores como comércio, serviços e pequenos empreendimentos.

O prefeito Flávio Marques afirmou que o cumprimento do calendário salarial é uma prioridade. “Manter o pagamento dos servidores em dia é uma prioridade da nossa gestão. Isso não apenas garante tranquilidade às famílias, mas também contribui para o desenvolvimento econômico local”, declarou.

Com a liberação da folha dentro do prazo, a Prefeitura de Tabira reafirma sua política de valorização do servidor público e de responsabilidade fiscal.

Outras Notícias

Médicos cubanos chegam ao Aeroporto de Brasília para retornar a Havana

G1 Centenas de médicos cubanos que estavam no Brasil pelo programa Mais Médicos iniciaram, nesta quinta-feira (22), o retorno para o país caribenho. Até o fim da noite, dois voos devem partir do Distrito Federal com destino a Havana, em Cuba. A expectativa é de que cerca de 400 profissionais de saúde – que atuavam […]

G1

Centenas de médicos cubanos que estavam no Brasil pelo programa Mais Médicos iniciaram, nesta quinta-feira (22), o retorno para o país caribenho. Até o fim da noite, dois voos devem partir do Distrito Federal com destino a Havana, em Cuba.

A expectativa é de que cerca de 400 profissionais de saúde – que atuavam em diversas regiões do país – façam escala no Aeroporto Internacional de Brasília. Os voos estão previstos para decolar às 22h desta quinta e às 2h de sexta (23).

O check-in do primeiro grupo começou às 17h, em uma área do aeroporto destinada aos voos fretados (charters). Na bagagem, os cubanos levavam muitos aparelhos eletrônicos, televisores, roupas e até animais de estimação.

Em muitos casos, os cubanos chegavam ao Aeroporto JK em caminhões-baú, usados tradicionalmente para mudança. Em um dos veículos, o G1 contou mais de 100 aparelhos de televisão.

Segundo funcionários do terminal, a imagem é comum nos voos entre Brasil e Cuba – mesmo quando há uma expectativa de retorno dos passageiros. O frete das bagagens foi feito por uma empresa privada.

O coordenador dos trabalhos, que usava uma camisa com a inscrição do Programa Mais Médicos, não quis informar se tinha sido contratado pelo governo cubano, pelo governo brasileiro ou por pessoa física.

Apesar de estarem orientados a não conversar com a imprensa, alguns médicos falaram informalmente com o G1 e disseram que estão “tranquilos” com o retorno à Cuba.

“Sentimos muito pelo Brasil. Antes do Mais Médicos, os médicos brasileiros nunca quiseram ir para o interior do país”, disse um profissional cubano que atuava em Pernambuco até esta semana.

PF estuda pedir prisão de Bolsonaro se ele não voltar ao Brasil até abril

Investigadores da Polícia Federal consideram pedir a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se ele não voltar para o Brasil até abril. A avaliação é que, se ele continuar nos Estados Unidos, fica configurada a “evasão do distrito da culpa”, previsto no artigo 302 do Código de Processo Penal como requisito para justificar a prisão […]

Investigadores da Polícia Federal consideram pedir a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) se ele não voltar para o Brasil até abril. A avaliação é que, se ele continuar nos Estados Unidos, fica configurada a “evasão do distrito da culpa”, previsto no artigo 302 do Código de Processo Penal como requisito para justificar a prisão cautelar de uma pessoa investigada.

Bolsonaro, que está na Flórida desde 30 de dezembro, é alvo de apuração do STF (Supremo Tribunal Federal) por suposto envolvimento nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro. O cerco se fechou contra o ex-presidente depois que veio à tona o caso das joias.

O governo Bolsonaro tentou receber de maneira ilegal um colar, um relógio e um par de brincos avaliados em R$ 16,5 milhões que foram presentes do regime da Arábia Saudita. Retidas na Alfândega do Aeroporto de Guarulhos (SP), as peças de diamante foram alvos de oito tentativas para serem recuperadas por parte do então governo.

O segundo pacote de joias trazido da Arábia Saudita ao Brasil teria sido entregue pessoalmente a Bolsonaro no Palácio da Alvorada. O estojo continha um par de abotoaduras, uma caneta e um masbaha (terço islâmico).

Segundo investigadores da PF, se a caixa com joias masculinas não for apresentada publicamente, endereços ligados a Bolsonaro podem ser alvo de busca e apreensão. Leia a íntegra da reportagem na Coluna da Carolina Brígido, no UOL.

Prefeitura de Ingazeira intensifica recuperação de estradas vicinais na zona rural

A Prefeitura de Ingazeira segue avançando com os trabalhos de recuperação das estradas vicinais do município. A ação, acompanhada pelo prefeito Luciano Torres, tem como objetivo garantir melhores condições de tráfego para moradores, produtores rurais e motoristas que utilizam diariamente as vias da zona rural. As equipes estão realizando serviços de patrolamento, nivelamento e manutenção […]

A Prefeitura de Ingazeira segue avançando com os trabalhos de recuperação das estradas vicinais do município.

A ação, acompanhada pelo prefeito Luciano Torres, tem como objetivo garantir melhores condições de tráfego para moradores, produtores rurais e motoristas que utilizam diariamente as vias da zona rural.

As equipes estão realizando serviços de patrolamento, nivelamento e manutenção em diversos trechos, melhorando a mobilidade e oferecendo mais segurança para quem precisa se deslocar entre as comunidades.

De acordo com o prefeito Luciano Torres, o trabalho faz parte de um compromisso da gestão com a população rural.

“Seguimos trabalhando com responsabilidade e dedicação para recuperar as estradas e garantir mais qualidade de vida para o homem e a mulher do campo. Nossa meta é deixar todas as estradas do município em melhores condições de acesso”, destacou.

A recuperação das vias também contribui para o escoamento da produção agrícola, o transporte escolar e o acesso aos serviços essenciais.

Feira de Negócios movimenta comerciantes de São José do Egito

A II Fenesje aconteceu entre os dias 7 e 9 de setembro e contou com a exposição de mais de 40 micro e pequenos empreendedores A unidade do Sebrae Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica, em parceria com CDL, Aciagro e Adesje, realizou entre os dias 7 e 9 de setembro, no Parque de Eventos […]

A II Fenesje aconteceu entre os dias 7 e 9 de setembro e contou com a exposição de mais de 40 micro e pequenos empreendedores

A unidade do Sebrae Sertão Central, Moxotó, Pajeú e Itaparica, em parceria com CDL, Aciagro e Adesje, realizou entre os dias 7 e 9 de setembro, no Parque de Eventos Miguel Arraes, a II Feira de Negócios de São José do Egito (Fenesje). O encontro contou com a exposição de mais de 40 comerciantes locais de segmentos como beleza, confecção, calçados, perfumaria, entre outros. A Fenesje tem a missão de trazer oportunidades para a região, principalmente para os pequenos comerciantes, que podem divulgar suas marcas, gerar novos negócios, realizar vendas diretas e fazer contatos com fornecedores e compradores.

De acordo com o gerente da unidade do Sebrae Sertão Central, Pedro Lira, o evento foi importante tanto para o empreendedor, que pôde expor os produtos, quanto para o consumidor, que teve acesso a um leque de opções para compras e conhecimento das marcas participantes. “Estou feliz com o resultado da feira. Os empresários bem sucedidos da região puderam se apresentar e mostrar os altos e baixos das suas histórias, que serviram de incentivo para outros participantes”, pontua.

Um desses expositores foi Glauco Pompilho, proprietário da empresa Lipling Noivas. O empreendedor já conhecia o evento e encontrou na Fenesje uma grande oportunidade de divulgar a marca. “Eu vim como visitante na feira do ano passado e desta vez precisava participar”, contou. Já Michelli Thayse, dona da Limpe Plus, afirmou que está colhendo os frutos da exposição. “Depois do evento as minhas vendas aumentaram cerca de 80%, estou muito satisfeita“.

Nesta edição do evento, o Sebrae ainda montou um posto de atendimento durante os três dias e organizou uma arena gastronômica, onde os micro e pequenos empresários puderam expor pratos desenvolvidos especialmente para a ocasião promovendo a culinária local. O Analista  do Sebrae, Camilo Melo, afirma que o órgão é o principal impulsionador do eventos na região. “A Feira vem ganhando cada vez mais destaque e fortalece a economia. A terceira edição da Fenesje já está confirmada e esperamos que seja um sucesso assim como essa”, concluiu.

Izilda Sampaio diz estar insatisfeita com TCE e com manutenção de prática que ela condena nos repasses do FUNDEB

Situação está a motivando a deixar Conselho Municipal de Educação. SINDUPRON é contra O SINDUPROM-PE, por meio de sua Coordenadora Geral, Dinalva Lima Pereira Vieira de Mello, veio a público manifestar apoio irrestrito, solidariedade e apelo pela permanência da senhora Izilda Sampaio na Presidência do Conselho do FUNDEB do município de Afogados da Ingazeira. “A […]

Situação está a motivando a deixar Conselho Municipal de Educação. SINDUPRON é contra

O SINDUPROM-PE, por meio de sua Coordenadora Geral, Dinalva Lima Pereira Vieira de Mello, veio a público manifestar apoio irrestrito, solidariedade e apelo pela permanência da senhora Izilda Sampaio na Presidência do Conselho do FUNDEB do município de Afogados da Ingazeira.

“A presidenta Izilda Sampaio tem exercido, ao longo dos anos, um trabalho ético, responsável, firme e comprometido com a legalidade, cumprindo rigorosamente o papel constitucional do controle social dos recursos do FUNDEB. Sua atuação sempre esteve pautada na defesa da educação pública, da transparência, da correta aplicação dos recursos e da valorização dos profissionais do magistério”, diz a nota.

Segue: “Entretanto, após anos de enfrentamento a pressões institucionais por parte da gestão municipal, a situação se agravou com a recente orientação do Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco, na pessoa do Conselheiro Rodrigo Novaes, que passou a admitir a utilização de recursos do FUNDEB para a cobertura de déficit atuarial de instituto de previdência. Tal orientação aprofundou o ambiente de perseguição, constrangimento e desgaste institucional, colocando a presidenta do Conselho sob elevado estresse emocional, numa tentativa clara de enfraquecer e silenciar o controle social”.

E conclui: “é inaceitável que uma conselheira, legitimamente eleita e no pleno exercício de suas atribuições legais, seja pressionada por cumprir seu dever. Fiscalizar não é crime. Defender o FUNDEB não é afronta. Questionar desvios de finalidade é obrigação legal”.

Izilda diz estar cansada de fazer uma defesa do que é legal e ainda sofrer questionamentos

O blog buscou Izilda Sampaio. Ela admitiu estar cansada em, na opinião dela, defender o que é correto e anda assim sofrer questionamentos. “A prefeitura fechou o quinto bimestre ontem. A gente vai fazer uma reunião para avaliar. Olhei  o estrato de dezembro e vi que estão transferindo valores superiores à alíquota normal para o IPSMAI. Se for para cobrir  deficit baseado na fala de Rodrigo Novaes e o Conselho aprovar, eu caio fora”.

Disse que até o quinto bimestre a prestação está tranquila. Mas antes mesmo da posição de Rodrigo Novaes, dia 5 já tiraram dinheiro para cobertura do déficit do IPSMAI, disse, acreditando que já sabiam como Rodrigo iria se posicionar. Dia 10, Rodigo mudou de posição e reconheceu a possibilidade de pagamento da alíquota suplementar e da contribuição suplementar com recursos do Fundeb, quando vinculadas à remuneração dos profissionais da educação básica em efetivo exercício.

“Se (os conselheiros) votarem pela aprovação eu caio fora. Se órgão de controle, que era pra respaldar o trabalho legal faz uma coisa dessa, o que é que eu vou fazer. Vou cair fora”, desabafou.

“Um dinheiro que era da categoria para cobrir défivit atuarial do Fundo de previdência. É um erro grave. Daria um rateio maior que o ano passado. Dia 5, transferiram quase R$ 2 milhões. O Sindicato precisa agir.Não adianta dialogar pois não resolve. O ideal é judicializar”, diz.