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Tabira: Nicinha inaugura primeira etapa da duplicação da avenida Raimundo Ferreira

Por André Luis

Na semana passada a Prefeita de Tabira, Nicinha Melo, inaugurou a primeira etapa da duplicação da Avenida Raimundo Ferreira.

A ação fez parte do início das comemorações dos 74 anos de emancipação política do município.

Foram realizadas obras de drenagem, construção de uma ponte e pavimentação asfáltica, transformando a via.

“Agora, com a conclusão dessa etapa, a nossa querida avenida está pronta para proporcionar um tráfego mais rápido e seguro para toda a população tabirense”, destacou a prefeita em suas redes sociais.

Outras Notícias

O blog e a história: programa relembra trajetória de Dom Francisco

 O blog e a história de hoje remete ao programa Globo Comunidade exibido em homenagem a Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, falecido em 7 de outubro de 2006. O material foi digitalizado pelo historiador Fernando Pires. O programa,  apresentado pelo então jovem Fernando Rego Barros, coletou depoimentos de pessoas que conviveram e testemunharam […]

O blog e a história de hoje remete ao programa Globo Comunidade exibido em homenagem a Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho, falecido em 7 de outubro de 2006. O material foi digitalizado pelo historiador Fernando Pires.

O programa,  apresentado pelo então jovem Fernando Rego Barros, coletou depoimentos de pessoas que conviveram e testemunharam a missão do projeta sertanejo em terras do Pajeú.

São vistos depoimentos de Monsenhor João Acioly, Padre Mário Costalunga,  Hildete Oliveira, Dom Luís Pepeu,  Padre Aldo Guedes, Dom Egídio, bispo Antônio Marques e líderes comunitários. Também mostra sua relação com a Rádio Pajeú.

O bispo foi nomeado para substituir Dom João Mota na Diocese de Afogados da Ingazeira, em 25 de maio de 1961.

Sua sagração episcopal deu-se em 24 de agosto de 1961, em Sobral, pelas mãos de Dom Mota, auxiliado por Dom Adelmo Cavalcante Machado, então arcebispo coadjutor de Maceió, e Raimundo de Castro e Silva, bispo-auxiliar de Fortaleza.

Tomou posse de sua diocese em 16 de setembro seguinte. Foi bispo conciliar do Vaticano II (1962-1965). Responsável pelo Setor da Pastoral Rural do Regional Nordeste 2 da CNBB, secretário do mesmo Regional e acompanhante da CRC do Nordeste 2. Foi produtor e apresentador do Programa “A Nossa Palavra”, na Rádio Pajeú.

Durante os quarenta anos de seu bispado, Dom Francisco se notabilizou por seu empenho pelo desenvolvimento humanitário no sertão do Pajeú, mobilizou a sociedade e as lideranças políticas em favor da implantação da energia elétrica; promoveu a instalação da agência do Banco do Brasil e a criação da Faculdade de Formação de Professores de Afogados da Ingazeira.

Ao completar 75 anos em 1999, Dom Francisco apresentou solicitação de renúncia ao governo diocesano à autoridade eclesiástica, a qual foi oficializada em 13 de junho de 2001.

Dom Francisco faleceu aos 82 anos, no Hospital Santa Joana, em Recife, onde encontrava-se internado, sucumbindo a uma infecção respiratória. Seus restos mortais encontram-se sepultados na Catedral do Senhor Bom Jesus dos Remédios em Afogados da Ingazeira.

Infância Rimada é destaque na Flist em Serra Talhada‏

O Secretário de Meio Ambiente e Juventude de Tabira, Zé Carlos do Pajeú, esteve neste sábado (09) acompanhando o Infância Rimada da Associação de Poetas de Tabira – APTA, que o mesmo coordena, em Serra Talhada. Os pequenos poetas encantaram a todos que estavam presentes, e chamou a atenção da imprensa local. A pequena poetiza, Lara, ao […]

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O Secretário de Meio Ambiente e Juventude de Tabira, Zé Carlos do Pajeú, esteve neste sábado (09) acompanhando o Infância Rimada da Associação de Poetas de Tabira – APTA, que o mesmo coordena, em Serra Talhada. Os pequenos poetas encantaram a todos que estavam presentes, e chamou a atenção da imprensa local.

A pequena poetiza, Lara, ao declamar uma poesia do poeta tabirense, Dedé Monteiro, foi ovacionada por toda a plateia que estava presente na tenda do Circo Alves.

Segundo o Secretário, Zé Carlos, esse é um programa para incentivar as crianças de Tabira evitando que a tradição da poesia, do repente seja esquecida. “ É muito importante esse trabalho que venho realizando junto com a Apta. A plateia fica emocionada, como por exemplo aqui em Serra Talhada, onde tivemos propostas até da gravação de um documentário sobre esse projeto tão lindo que é o Infância Rimada”.

Adelmo Moura realiza ato político em apoio à Frente Popular 

Na noite deste sábado (17), o prefeito de Itapetim Adelmo moura liderou uma carreata, que partiu de frente ao Ginásio de Esportes Miguel Arraes de Alencar com destino ao Distrito de São Vicente, onde aconteceu um comício com a participação de apoiadores. “Quero agradecer de coração a cada amigo, a cada amiga itapetinense pela presença […]

Na noite deste sábado (17), o prefeito de Itapetim Adelmo moura liderou uma carreata, que partiu de frente ao Ginásio de Esportes Miguel Arraes de Alencar com destino ao Distrito de São Vicente, onde aconteceu um comício com a participação de apoiadores.

“Quero agradecer de coração a cada amigo, a cada amiga itapetinense pela presença na nossa grande carreata em apoio aos nossos candidatos Lula (13), Danilo Cabral (40), Teresa (130), Gonzaga Patriota (4000) e Aglailson Victor (40123). Itapetim, mais uma vez, mostrou que está com o time do trabalho, o time do progresso do nosso município, de Pernambuco e do Brasil”, frisou o prefeito.

O ato contou com a presença dos deputados Gonzaga Patriota e Aglailson Victor, apoiados por Adelmo, do vice-prefeito Chico de Laura, dos vereadores Carlos Nunes, Jordânia, Júnior de Diógenes, Romão, Antônia Batista, Lailton Brito, Silvanio de Salvador, além do vereador licenciado Júnio Moreira, e outras lideranças locais.

Arcoverde representada no 4º Congresso Pernambucano de Municípios

Associação Municipalista de Pernambuco Amupe realiza, de 25 a 27 de julho/2017, o 4º Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções, em Olinda. O Congresso, que tem como tema principal “A Cidade que precisamos” conta com uma programação que envolve diversas atividades, presença de autoridades em temas especializados e muitos painéis com assuntos e […]

Associação Municipalista de Pernambuco Amupe realiza, de 25 a 27 de julho/2017, o 4º Congresso Pernambucano de Municípios, no Centro de Convenções, em Olinda.

O Congresso, que tem como tema principal “A Cidade que precisamos” conta com uma programação que envolve diversas atividades, presença de autoridades em temas especializados e muitos painéis com assuntos e experiências pertinentes com os atuais desafios e demandas políticas urbanas do país.

A prefeita de Arcoverde, Madalena Britto, já confirmou sua presença na abertura e vários secretários do Município vão participar também das palestras temáticas. O Congresso abre no dia 25/07 às 7h30 com o credenciamento dos participantes. A solenidade de abertura será às 10h30, com a presença do governador Paulo Câmara, o presidente Roberto Montezuma do CAU e ainda haverá assinatura do Memorando de Entendimento do Conselho de Arquitetura e Urbanismo-CAU com a ONU/Habitat.

Este ano a Amupe em conjunto com o CAU- Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Pernambuco fará o Fórum Mais Cidades Sustentáveis. O Congresso Pernambucano de Municípios é aberto ao público que precisa apenas se inscrever pelo site, www.amupe.org

Quatro anos de Lava Jato: 188 condenações na Justiça, nenhuma delas no STF

Do Congresso em Foco A Operação Lava Jato já está consagrada como a maior ofensiva anti-corrupção do país em todos os tempos. Mas, para além dos serviços prestados à luta contra a impunidade, e em geral gozando de prestígio na opinião pública, a força-tarefa encabeçada por Ministério Público Federal e Polícia Federal esbarra em problemas […]

A sombra da “Justiça cega”: STF não condenou alvos da Lava Jato em quatro anos de investigações. Foto: Nelson Jr./STF

Do Congresso em Foco

A Operação Lava Jato já está consagrada como a maior ofensiva anti-corrupção do país em todos os tempos. Mas, para além dos serviços prestados à luta contra a impunidade, e em geral gozando de prestígio na opinião pública, a força-tarefa encabeçada por Ministério Público Federal e Polícia Federal esbarra em problemas graves. O que salta aos olhos é o fato de que 188 condenações já foram executadas nas instâncias inferiores da Justiça, enquanto que no Supremo Tribunal Federal (STF) ninguém foi punido até agora. No tribunal guardião da Constituição, concebido para resguardar os ditames da lei máxima, mais de cem políticos continuam impunes, muitos deles beneficiados com prescrições de pena (leia mais e veja estatística abaixo).

Quando se trata da chamada “prerrogativa de função” de autoridades, que gozam do polêmico foro privilegiado, o espírito das leis padece. Instância máxima do Judiciário e responsável pelos processos envolvendo parlamentares e ministros, o STF já até iniciou ações penais no âmbito da Lava Jato, mas nenhuma delas sequer está perto de ser concluída. A realidade é outra em Curitiba e no Rio de Janeiro, que concentram as principais ações da operação na primeira instância: são cerca de 150 pessoas alvejadas pelas 181 condenações, algumas delas sentenciadas mais de uma vez.

E, à medida que fica cada vez mais clara a morosidade do STF, mantém-se célere o ritmo dos processos nas instâncias inferiores, o que escancara, consequentemente, a disparidade entre as cortes. Para que se tenha uma noção da evolução dos casos no Rio e em Curitiba, há dois meses o Congresso em Foco mostrou em levantamento que o total de condenados era 181, ou seja, sete a menos do que o número atual. Isso há apenas 60 dias.

Nos tribunais que julgam figuras sem direito a foro, nomes como o do ex-presidente Lula, condenado a 12 anos e um mês de prisão, e Eduardo Cunha, deputado cassado que já cumpre pena de prisão, têm seus processos julgados com relativa celeridade, para os padrões brasileiros. Há um caso que destoa dos demais: o ex-governador fluminense Sérgio Cabral, alvo de 21 denúncias e cinco vezes condenado, acumula penas que ultrapassam 100 anos de cadeia. Em comum, o petista e os dois peemedebistas são julgados por magistrados considerados “linha dura”, como Sérgio Moro, de Curitiba, e Marcelo Bretas, do Rio.

Modo tartaruga

O retrato no STF é desalentador desde março de 2015, quando foi divulgada a primeira “lista de Janot” – relação dos citados nas delações premiadas do doleiro Alberto Yousseff e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, encaminhada ao STF pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot. De lá até cá, quase 200 inquéritos (investigações preliminares que podem virar processos) foram instaurados na corte. Do total, 36 resultaram em denúncias criminais e 8 em ações penais (processos que podem resultar em condenação) que envolvem 100 acusados. Segundo dados obtidos no site do MPF, 163 acordos de colaboração premiada já foram submetidos ao Supremo até janeiro deste ano.

O número de condenações de políticos, no entanto, ainda é zero.

Estão na fila do Supremo inquéritos e ações penais da Lava Jato que envolvem quase toda a cúpula do Congresso e auxiliares diretos de Michel Temer, bem como o próprio presidente. Parlamentares como Romero Jucá (MDB-RR), Fernando Collor (PTC-AL) e Gleisi Hoffmann (PT-PR), os três  já na condição de réus, além de Aécio Neves (PSDB), Renan Calheiros (MDB-AL), Rodrigo Maia (DEM-RJ), Eunício Oliveira (MDB-CE) e José Serra (PSDB-SP), entre diversos outros, aguardam o desenrolar vagaroso de seus casos. Ministros como Eliseu Padilha (Casa Civil), Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e Gilberto Kassab (Ciência e Tecnologia) também comandam suas pastas a despeito das suspeitas.

Enquanto isso, parlamentares como Serra, Jucá e Aécio têm sido beneficiado pelo chamado decurso de prazo, que leva à prescrição da punibilidade. Apenas um dos mais de dez processos ativos no STF contra Jucá, por exemplo, transcorreu longos 14 anos de gaveta para ser arquivado por prescrição, como este site mostrou no início de fevereiro. O senador era acusado de peculato, crime cuja pena é de 2 a 12 anos de prisão.

Confira os números da operação, transcorridas 49 fases desde aquele março de 2014:

  • 188 condenações, nenhuma no STF;
  • R$ 11,5 bilhões a serem recuperados, fruto de colaborações judiciais (R$ 1,9 bilhão já foi devolvido);
  • 39 investigações em tribunais superiores (36 no STF);
  • 103 mandados de prisão preventiva;
  • 118 mandados de prisão temporária;
  • 954 mandados de busca e apreensão;
  • 227 mandados de condução coercitiva;
  • 72 acusações criminais contra 289 investigados;
  • 8 acusações de improbidade administrativa contra 50 pessoas físicas, 16 empresas e um partido político;
  • 163 acordos de delação premiada firmados com pessoas físicas;
  • 11 acordos de leniência, que são firmados com pessoas jurídicas;
  • 395 pedidos de cooperação internacional encaminhados a 50 países.