Tabira: assessor parlamentar acusado de participar de aglomerações
Por André Luis
Foto: reprodução/Facebook
O assessor parlamentar Flávio Marques (PT), ex-candidato a prefeito e ex-secretário de administração de Tabira, está sendo acusado, de participar e promover aglomerações no município.
Sabe-se que existem situações semelhantes em outros pontos das cidades da região, mas pesa sobre ele o fato que, além de ser uma figura pública, é um ser político com repercussão na cidade.
Deveria, assim, dar exemplo e respeitar o decreto estadual e municipal, que proíbe aglomerações, bem como as recomendações sanitárias preconizadas pelos órgãos de saúde, para evitar a proliferação do novo coronavírus.
Flávio compartilhou em suas redes sociais fotos de reuniões festivas com correligionários, todos sem máscaras – outro ponto considerado importante para evitar o contágio e disseminação do vírus.
Pessoas ligadas a gestão Nicinha Melo, em contato com o blog questionaram o comportamento de Flávio. “O que choca é que nem Flávio Marques e nem os presentes usavam máscara, além da aglomeração”, provocou um destes.
Flávio foi candidato a prefeito em Tabira nas eleições do ano passado, sendo derrotado pela prefeita Nicinha Melo, e atualmente é assessor parlamentar do deputado federal Carlos Veras (PT).
Satélites que monitoram os poluentes na atmosfera registraram uma melhora do ar em grandes centros urbanos brasileiros, afirmam pesquisadores. Com as regras de confinamento impostas pelos governadores estaduais para combater a Covid-19, diminuiu o trânsito de veículos. Um dos poluentes que são emitidos quando há queima de combustíveis fósseis é o dióxido de nitrogênio. O […]
Satélites que monitoram os poluentes na atmosfera registraram uma melhora do ar em grandes centros urbanos brasileiros, afirmam pesquisadores.
Com as regras de confinamento impostas pelos governadores estaduais para combater a Covid-19, diminuiu o trânsito de veículos.
Um dos poluentes que são emitidos quando há queima de combustíveis fósseis é o dióxido de nitrogênio. O satélite Sentinel 5P, da Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês) registrou manchas desse composto químico menores nas regiões metropolitanas do Brasil.
Os dados foram transformados em mapas por Diego Hemkemeier Silva, gerente de informações ambientais e geoprocessamento e Fábio Castagna da Silva, do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA/SC). Visualmente, os maiores impactos são nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.
“A principal variável que influencia é a redução do fluxo de veículos”, diz Hemkemeier. Os carros não são os únicos emissores de dióxido de nitrogênio: usinas termelétricas que usam carvão mineral ou óleo pesado para gerar energia também dispersam o composto na atmosfera. Esse tipo de geração é pouco presente no Brasil –na Europa e na China, elas são mais comuns, e, por isso, as manchas nesses outros lugares retrocederam mais, diz ele.
Ainda não há tempo suficiente para fazer uma comparação com números, ele explica. Em um período curto, fatores como vento, chuva, umidade do ar podem influenciar os dados, então é preciso aguardar para poder fazer uma avaliação mais precisa. O pesquisador estima que sejam necessários 30 dias.
Leonardo Hoinaski, professor da Universidade Federal de Santa Catarina, especializado em poluição atmosférica, diz que é difícil medir os benefícios desse tipo de redução de poluição. O dióxido de nitrogênio causa problemas de respiração, que podem, inclusive, agravar a condição dos pacientes da Covid-19.
“Se essa redução se mantivesse ao longo dos anos, os efeitos seriam nítidos”, diz. Os carros emitem outros poluentes que também diminuíram, ainda que não apareçam no mapa, diz Honiaski.
Policiais militares de Juazeiro (BA), em parceria com a ONG Ação Cidadania, o Conselho Comunitário de Segurança Pública (CCSPJ) e empresas como a Agrovale, entregaram mais de 200 cestas básicas a famílias de bairros como Itaberaba e Jardim Primavera. A ação faz parte do projeto ‘Natal Sem Fome’, que realiza a distribuição de alimentos em […]
Policiais militares de Juazeiro (BA), em parceria com a ONG Ação Cidadania, o Conselho Comunitário de Segurança Pública (CCSPJ) e empresas como a Agrovale, entregaram mais de 200 cestas básicas a famílias de bairros como Itaberaba e Jardim Primavera. A ação faz parte do projeto ‘Natal Sem Fome’, que realiza a distribuição de alimentos em comunidades carentes.
Segundo a PM, as cestas contêm gêneros alimentícios de primeira necessidade, como: arroz, feijão, macarrão, óleo, biscoito, farinha, 2 kg de açúcar, entre outros. Os produtos foram arrecadados pelos homens da 75ª Companhia Independente e da CCSPJ, que, além de solicitarem apoio da Agrovale, entidades e amigos, fizeram um levantamento dos bairros com as famílias mais necessitadas, antes de realizarem a entrega.
O major comandante da 75ª Cia, Irlam Mattos, acompanhou a distribuição dos alimentos e ressaltou que, apesar de a PM ser uma polícia ostensiva, sempre buscou realizar ações sociais que beneficiem a sociedade. Mesmo sob o manto de seriedade da farda, Irlam mostrou-se emocionado com as histórias de vida dos beneficiados e lembrou que, nas nações desenvolvidas, a violência foi contida através de ações sociais e educacionais. “Quando eles diminuíram o crime, não o fizeram com a força, mas sim com amor, acolhimento e compaixão”, salientou o militar.
Apoiando o projeto, a Agrovale contribuiu com 400 kg de açúcar, o equivalente a 200 kg a mais do que o solicitado pela organização do Natal Sem Fome. De acordo com o vice-presidente da empresa, Denisson Flores, a organização se sente “honrada por ter sido chamada para participar da inciativa”, uma vez que entende a relevância social da campanha.
“Infelizmente ainda existem muitas famílias carentes em Juazeiro que estão encontrando dificuldades financeiras neste Natal, e isso é preocupante”. Ele continua. “A Agrovale é feita de seres humanos que entendem a importância do outro, nós não poderíamos deixar de participar desta campanha”.
O Procurador do Ministério Público de Contas, Cristiano Pimentel, confirmou ao blog ter ingressado com Representação Interna com pedido de Alerta de responsabilização contra a Prefeitura de Carnaíba. “O MPCO recebeu denúncia anônima, porém muito bem fundamentada, sobre possíveis graves irregularidades ocorrendo em vários setores da Prefeitura de Carnaíba”, diz. Pelo que o blog apurou […]
O Procurador do Ministério Público de Contas, Cristiano Pimentel, confirmou ao blog ter ingressado com Representação Interna com pedido de Alerta de responsabilização contra a Prefeitura de Carnaíba.
“O MPCO recebeu denúncia anônima, porém muito bem fundamentada, sobre possíveis graves irregularidades ocorrendo em vários setores da Prefeitura de Carnaíba”, diz. Pelo que o blog apurou a provocação partiu do bloco oposicionista.
A primeira denúncia, de promoção pessoal do gestor Anchieta Patriota em publicidade institucional, o que é vedado pelo princípio da impessoalidade.
Ainda, que o Fundo Municipal de Saúde de Carnaíba publicou um Aviso de Licitação para a contratação de empresa especializada na prestação de serviços médicos complementares para atender a rede pública de saúde do município de Carnaíba PE, com o valor estimado total de R$ 265.952,76.
“No entanto, foi possível verificar nos relatórios financeiros, disponibilizados no próprio site da Instituição, que a maior parte dos recursos repassados foi utilizada para contratar pessoas jurídicas, inclusive escritório de advocacia, aquisição de itens de informática, fardamentos e outros serviços terceirizados, ao invés de empregar funcionários da própria entidade para a execução dos serviços”, diz a denúncia.
Outra queixa na denúncia, a de que a prefeitura de Carnaíba promoveu o Pregão Eletrônico 15/2021, cujo objeto é a prestação de serviços de limpeza urbana no município, tendo através dele sido contratada a empresa Luciano Alves dos Santos Júnior, Construtora LJ. “Empresa que à época havia sido recém aberta, especificamente em 25.06.2020, com atividades empresariais ‘guarda-chuvas’, que vão desde a reparação de equipamentos eletroeletrônicos de uso pessoal e doméstico, até atividades de comércio de tintas, materiais elétricos, etc., passando por serviços como distribuição de água e serviços de terraplanagem”.
A queixa é de que o valor executado do contrato vem crescendo mês a mês desde que foi celebrado, tendo iniciado a crescente em outubro de 2021, com valor de R$ 61.124,06, subindo para R$66.543,98 no segundo mês, assim sucessivamente, até ter dobrado. Ainda diz que a Empresa R.M. de Queiroz Serralharia, tem diversos contratos com o município de Carnaíba, por diversos anos, sem licitação, desde 2017.
O Procurador determinou que o Prefeito seja notificado, de imediato, do teor desta Representação do MPCO. “Devido à gravidade dos fatos, a expedição imediata e urgente de ALERTA DA RESPONSABILIZAÇÃO, podendo, se quiser, adotar o gestor municipal de imediato as medidas corretivas que entenda pertinentes. Ainda a abertura de auditoria especial, que deverá ser instruída com a máxima urgência possível, de forma a fundamentar a eventual expedição de medida cautelar, caso se faça necessária, ante a prática concomitante de atos reputados irregulares na Representação e denúncia”, concluiu.
A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã desta terça-feira (5) a segunda fase da Operação Dilúvio, que visa reprimir a atuação de organização criminosa estabelecida no município de Água Preta, na Mata Sul do Estado de Pernambuco. Um dos alvos da operação foi o […]
A Polícia Federal em Pernambuco, com apoio da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União, deflagrou na manhã desta terça-feira (5) a segunda fase da Operação Dilúvio, que visa reprimir a atuação de organização criminosa estabelecida no município de Água Preta, na Mata Sul do Estado de Pernambuco. Um dos alvos da operação foi o prefeito de Água Preta, Noé Magalhães (PSB). Ele estava em um prédio de luxo no Recife quando foi preso.
Os investigados são especializados na prática de crimes de corrupção, desvio de recursos públicos, fraudes em licitações, lavagem de dinheiro, agiotagem, entre outros, atribuídos a agentes públicos, servidores, empresários e particulares.
A primeira fase da Operação Dilúvio foi deflagrada no dia 23/5/2023, ocasião em que foram cumpridos 27 mandados de busca e apreensão em diversos endereços ligados ao grupo investigado, localizados nos municípios de Água Preta, Cabo de Santo Agostinho, Catende, Gravatá, Jaboatão dos Guararapes, Palmares, Paulista, Recife e Tamandaré.
Os resultados obtidos com a primeira fase do trabalho revelaram indícios do envolvimento de outras pessoas no esquema criminoso, inclusive por meio da prática de atos de obstrução da Justiça, além da identificação de novas contas bancárias utilizadas pelos investigados, o que motivou a Polícia Federal a representar por novas medidas investigativas, deferidas pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.
Ao todo estão sendo empregados na ação 40 policiais federais, além de servidores da Receita Federal e da Controladoria-Geral da União, que cumprem sete mandados de busca e apreensão e um mandado de prisão preventiva, na Região Metropolitana de Recife e no município de Palmares/PE.
As penas máximas estimadas para os crimes investigados na Operação Dilúvio, somadas, podem ultrapassar 40 anos de reclusão.
O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, e o vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marquinhos Melo, participaram nesta quarta-feira (8) de uma reunião na Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco, no Recife, para tratar de ações voltadas à segurança hídrica do município. O encontro contou com a presença do secretário estadual Almir Cirilo […]
O prefeito de Iguaracy, Pedro Alves, e o vice-prefeito e secretário de Administração e Desenvolvimento Econômico, Marquinhos Melo, participaram nesta quarta-feira (8) de uma reunião na Secretaria de Recursos Hídricos de Pernambuco, no Recife, para tratar de ações voltadas à segurança hídrica do município.
O encontro contou com a presença do secretário estadual Almir Cirilo e do secretário executivo Artur Coutinho. Na pauta, foram discutidos projetos e demandas relacionadas ao abastecimento de água, especialmente nas comunidades rurais atingidas pela estiagem.
Durante a reunião, ficou acertado que a Secretaria de Recursos Hídricos iniciará serviços de manutenção nos poços e dessalinizadores existentes em Iguaracy. A medida visa garantir o acesso à água potável nas áreas mais afetadas pela seca.
“A água é uma das maiores prioridades da nossa gestão. Essa ação representa um alívio para o povo da zona rural e mostra que, com diálogo e parceria com o Governo do Estado e com a governadora Raquel Lyra, conseguimos avançar mesmo diante das dificuldades da estiagem”, afirmou o prefeito Pedro Alves.
“O encontro também abriu espaço para novas parcerias e projetos voltados à convivência com o semiárido, reforçando o compromisso da gestão municipal com soluções duradouras para o abastecimento e o bem-estar da população”, destacou a assessoria de comunicação.
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