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Sudene autoriza assinatura de aditivo para conclusão da Transnordestina

Por André Luis

Iniciativa faz parte do esforço do Governo Federal para que obra seja entregue em 2027

A Sudene autorizou o Banco do Nordeste a assinar o aditivo com a Transnordestina Logística (TLSA) para a conclusão da ferrovia Transnordestina, ligando Eliseu Martins (PI) ao Complexo Industrial e Portuário de Pecém (CE). Dessa forma, em reunião, nesta terça-feira (5), a Diretoria Colegiada da Autarquia, vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, aprovou o acesso a crédito de R$ 3,6 bilhões da concessionária junto ao Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE).

A ferrovia é um dos maiores empreendimentos de infraestrutura em execução no país. Desde o início de sua construção, já foram investidos R$ 7,5 bilhões, sendo R$ 3,8 bilhões do FDNE, e para sua conclusão, serão necessários mais R$ 7 bilhões, de acordo com informações fornecidas pela concessionária TLSA. A viabilização de novo funding para a obra foi elaborada a partir de articulação do Governo Federal, liderado pelo Ministério da Casa Civil, junto ao MIDR, Sudene, BNB, agente operador do fundo regional, do Tribunal de Contas da União e outras instituições financeiras.

Além do FDNE, a TLSA aportará R$ 2 bilhões em recursos próprios para o término das obras da ferrovia e buscará R$ 1,5 bilhão de outras fontes, segundo informações prestadas pela própria concessionária. O cronograma de desembolso previsto para o FDNE é de R$ 1 bilhão anuais, de 2024 a 2026, e mais R$ 600 milhões em 2027.

De acordo com o superintendente da Sudene, Danilo Cabral, a autorização para a assinatura do termo aditivo é parte do esforço do Governo Federal para que a concessionária entregue a obra até 2027. “Queremos dar efetividade à política pública de transporte ferroviário, ver os trens de carga cortando o sertão do Nordeste, integrando cadeias produtivas aos Portos de Pecém e de Suape, bem como à de desenvolvimento regional, gerando emprego e renda para a população do Nordeste”, afirmou.

A TLSA informou, nos documentos disponibilizados para a análise do aditivo, que a conclusão da Transnordestina está prevista para 2028, mas no ano anterior, trechos da ferrovia já estarão transitáveis. Com os recursos oriundos do aditivo contratual aprovado pela Sudene serão realizados serviços de infraestrutura e superestrutura nos trechos MVP (entre Missão Velha/CE e o Porto do Pecém/CE) e EMT (Eliseu Martins/PI e Trindade/PE).

A última liberação do FDNE para a Transnordestina foi efetuada em outubro do ano passado, no valor de R$ 811 milhões. A ferrovia é considerada a principal obra estruturadora para o desenvolvimento do Nordeste e prioritária para o Governo Federal, incluída no Novo PAC. Segundo o diretor de Fundos, Incentivos da Sudene, Heitor Freire, com extensão de mais de 1.200 KM, passando por 53 municípios no Piauí, Ceará e Pernambuco, e empregando 10 mil trabalhadores, ela vai possibilitar o escoamento da produção e a redução do custo logístico. Trata-se do maior projeto em curso no Nordeste, do Brasil, e irá viabilizar o crescimento socioeconômico de toda Região”.

A ferrovia será responsável pelo transporte de minérios, fertilizantes, grãos e combustível. “É uma obra com capacidade de transformar a economia cearense e de toda a Região, fazendo que a gente avance mais”, acrescentou.

O trecho Salgueiro – Porto de Suape, localizado em Pernambuco, foi excluído da concessão da TLSA em 23 de dezembro de 2022, quando a empresa celebrou o primeiro termo aditivo ao contrato com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A ferrovia pernambucana, orçada em R$ 4 bilhões, faz parte do Novo PAC. Neste ano, a Infra S.A., empresa pública vinculada ao Ministério dos Transportes, assinou contrato de R$ 15,2 milhões com o Consórcio Estratégica – Prosul, em setembro, para a elaboração de projeto básico/executivo do segmento greenfield do empreendimento.

Outras Notícias

São José do Egito realiza audiência pública sobre desenvolvimento econômico 

Aconteceu na noite desta segunda-feira (13), no auditório da Secretaria Municipal, primeira Audiência Pública sobre desenvolvimento econômico que se tem notícia, de São José do Egito. De acordo com o Blog do Erbi, o evento reuniu dezenas de pessoas do campo e da cidade: CDL, ACIAGRO, ADESJE, Secretaria de Meio Ambiente, Escola Técnica Estadual, Sindicato […]

Aconteceu na noite desta segunda-feira (13), no auditório da Secretaria Municipal, primeira Audiência Pública sobre desenvolvimento econômico que se tem notícia, de São José do Egito.

De acordo com o Blog do Erbi, o evento reuniu dezenas de pessoas do campo e da cidade: CDL, ACIAGRO, ADESJE, Secretaria de Meio Ambiente, Escola Técnica Estadual, Sindicato dos Trabalhadores Rurais, associações, empresários e fazedores de cultura, além de agências bancárias, representantes da construção civil e empreendedores, discutiram por mais de 3 horas os problemas, a burocracia e os entraves que dificultam o crescimento e o desenvolvimento local atualmente.

Todos tiveram voz e os assuntos foram divididos em câmaras setoriais para discussão mais aprofundada entre os presentes. Cada câmara de debate terá responsabilidade de procurar soluções para os problemas encontrados, seja junto ao poder público, que inevitavelmente precisa estar presente em todo processo, seja buscando outros parcerias.

Valorizar o que São José do Egito tem de bom foi consenso entre os presentes, sendo a audiência um verdadeiro divisor de águas para que, de fato, se avance nas discussões e que consequentemente sejam elas colocadas em prática.

“Em breve novos desdobramento dessa Audiência pública deverão surgir”. Garantiu Vicente Neto ao terminar o encontro.

Djalma: “Secretário quis dizer que povo precisa de esmolas”

Djalma reagiu à saída do agora ex-secretário criticando sua fala. Murilo Amorim tria dito que “o povo de Solidão é pobre e precisa de ajuda”. Djalma rebateu: “o povo de Solidão é pobre, mas não precisa de esmola pra viver não colega”. E seguiu: “o povo precisa de políticos inteligentes com capacidade de desenvolver pequenos […]

Djalma reagiu à saída do agora ex-secretário criticando sua fala. Murilo Amorim tria dito que “o povo de Solidão é pobre e precisa de ajuda”.

Djalma rebateu: “o povo de Solidão é pobre, mas não precisa de esmola pra viver não colega”.

E seguiu: “o povo precisa de políticos inteligentes com capacidade de desenvolver pequenos e grandes projetos junto ao executivo que gere emprego e renda e que o povo tenha dignidade de sobreviver sem esmolas. Isso eu chamo político que trabalha pela liberdade do povo”.

Djalma diz que o argumento do ex-secretário cada vez mais o convence de que sua condução está do lado certo.

Governo anunciou em jornais fantasmas

Um relatório de auditoria da Secretaria de Controle Interno da Presidência mostrou que, entre 2008 e 2012, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) pagou R$ 364,6 mil em anúncios em jornais inexistentes no ABC paulista. A informação é da Folha de S. Paulo. Segundo os editores, as publicações, todas do Grupo Laujar de Comunicação […]

fantasma-assustador-15787313Um relatório de auditoria da Secretaria de Controle Interno da Presidência mostrou que, entre 2008 e 2012, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência (Secom) pagou R$ 364,6 mil em anúncios em jornais inexistentes no ABC paulista. A informação é da Folha de S. Paulo.

Segundo os editores, as publicações, todas do Grupo Laujar de Comunicação S/A, de São Bernardo do Campo e entregues como prova, tinham apenas quatro páginas cada um e traziam notícias repetidas. Além disso, as informações e as imagens eram cópias de reportagens de portais de notícias sem atribuição de créditos, aspectos que, segundo os especialistas, seriam “índícios de fraude”.

De acordo com a Folha, os periódicos tinham um anúncio da Unimed com números de telefone genéricos, outro do Governo e um terceiro sem identificação.

“Assumo a Amupe com o compromisso de fortalecer o apoio aos municípios pernambucanos”, diz Pedro Freitas

O prefeito de Aliança, Pedro Freitas, assumirá a presidência da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) na próxima terça-feira, 17 de março, durante assembleia extraordinária que reunirá prefeitos e prefeitas na sede da entidade, no Recife. A reunião está marcada para começar às 9h e formalizará o início da nova etapa da gestão da instituição. Pedro […]

O prefeito de Aliança, Pedro Freitas, assumirá a presidência da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) na próxima terça-feira, 17 de março, durante assembleia extraordinária que reunirá prefeitos e prefeitas na sede da entidade, no Recife. A reunião está marcada para começar às 9h e formalizará o início da nova etapa da gestão da instituição.

Pedro Freitas sucede Marcelo Gouveia, ex-prefeito de Paudalho, que esteve à frente da Amupe no primeiro ano do atual biênio. A transição ocorre dentro de um modelo de mandato compartilhado definido previamente entre os dois dirigentes, no qual Gouveia conduziu o primeiro ano da gestão e Freitas ficará responsável por concluir o ciclo administrativo da Amupe até fevereiro de 2027.

Ao comentar o início da nova fase, Pedro Freitas destacou a continuidade do trabalho institucional da entidade e a articulação em defesa dos municípios pernambucanos. “Assumo a Amupe com o compromisso de fortalecer o apoio aos municípios pernambucanos. Nossa atuação seguirá voltada ao diálogo institucional e à construção de soluções que contribuam para o funcionamento das gestões municipais”, afirmou.

Sobre a Amupe

A Amupe reúne prefeitos e prefeitas de todo o estado e atua na representação dos municípios junto aos governos estadual e federal, além de promover debates, capacitações e articulações voltadas à gestão pública municipal. Durante a assembleia, também será discutida a atuação situação dos cachês artísticos.

Serviço:

Assembleia Extraordinária da Amupe

Data: 17 de março

Horário: 09h

Local: Sede da Amupe (Av. Recife, 6205, Jardim São Paulo, Recife/PE)

Foto: Carol Coutinho

Aliado de Alckmin faz campanha pelo PT no Nordeste

Do Congresso em Foco O presidente do Partido Progressista (PP) Ciro Nogueira, mesma sigla da vice-presidente de Alckmin, Ana Amélia, fez campanha para Lula no Nordeste. O senador do Piauí manifestou apoio ao vice-presidente da chapa do PT, Fernando Haddad, durante o primeiro dia de campanha do petista em Teresina. A informação é da agência […]

Foto: Luiz Alves/Agência Senado

Do Congresso em Foco

O presidente do Partido Progressista (PP) Ciro Nogueira, mesma sigla da vice-presidente de Alckmin, Ana Amélia, fez campanha para Lula no Nordeste. O senador do Piauí manifestou apoio ao vice-presidente da chapa do PT, Fernando Haddad, durante o primeiro dia de campanha do petista em Teresina. A informação é da agência Reuters e foi publicada pela revista Exame. (Leia a matéria aqui).

Ciro, que faz parte do “centrão”, grupo de partidos que fechou aliança com o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) na corrida ao Planalto, disse que o fato de a campanha de Haddad ter começado pelo Piauí mostra o “diferencial” de Lula e “carinho” que ele tem pelos mais pobres e pelo desenvolvimento do Nordeste.

“Nós não podemos perder essa chance, minha gente, e é por isso que estamos aqui ao lado de Fernando Haddad, ao lado de Wellington [Dias] candidato, de Regina Sousa, porque nós sabemos que temos de devolver a esperança ao povo do Piauí”, disse Ciro.

Para se reeleger ao Senado, o presidente do PP fechou aliança no estado com o governador Wellington Dias (PT), que também tenta a reeleição. Mas no plano nacional o partido firmou apoio à Alckmin e indicou a vice que compõe a chapa, a senadora gaúcha Ana Amélia.

Investigação

Na semana passada (terça, 14), a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) rejeitou denúncia contra o senador.

Ciro Nogueira é acusado de ter recebido propina e foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em desdobramento da Operação Lava Jato.