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Solidão termina de pagar servidores nesta quinta-feira 

Por André Luis

O Prefeito Djalma Alves (PSB) informou por meio de sua assessoria que, através da Secretaria de Finanças, liberou os pagamentos dos servidores públicos do município durante esta semana.

Os funcionários inativos (aposentados e pensionistas), receberam na quarta-feira (23), os ativos, recebem nesta quinta-feira (24).

Segundo nota da Secretaria, o planejamento financeiro ajuda a pagar o funcionalismo sempre no mês trabalhado.

Outras Notícias

Elevador do HR fica sem freios e despenca com ascensorista

Um problema de falta de freio teria feito um dos elevadores do Hospital da Restauração (HR) despencar, no início da manhã desta terça-feira. No momento do incidente apenas a ascensorista estava no equipamento e foi encaminhada à unidade de trauma da unidade de saúde. De acordo com a assessoria de comunicação do HR, a funcionária […]

hr_elevador_pane2Um problema de falta de freio teria feito um dos elevadores do Hospital da Restauração (HR) despencar, no início da manhã desta terça-feira.

No momento do incidente apenas a ascensorista estava no equipamento e foi encaminhada à unidade de trauma da unidade de saúde.

De acordo com a assessoria de comunicação do HR, a funcionária não sofreu grandes traumas e está sendo atendida e examinada.

Ainda segundo o HR, o elevador, que teria descido bruscamente do primeiro andar ao térreo, já está sendo reparado pela equipe de manutenção, que trabalha em plantão de 24 horas. O prédio do hospital tem nove andares.

Comissão aprova parecer de Armando que destina verbas para bloqueio de celular em presídios

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (5), parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) a projeto de lei explicitando a aplicação de recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) na instalação de sistemas de bloqueio de celulares nas penitenciárias. O projeto vai agora à votação da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) e, em […]

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou, nesta terça-feira (5), parecer do senador Armando Monteiro (PTB-PE) a projeto de lei explicitando a aplicação de recursos do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) na instalação de sistemas de bloqueio de celulares nas penitenciárias. O projeto vai agora à votação da Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT) e, em seguida, ao plenário do Senado.

“A questão da segurança pública é uma das que mais preocupa a sociedade brasileira. Há mais tempo do que devido, o acesso de criminosos à rede de comunicação móvel celular de dentro de presídios tem-se revelado um ponto vulnerável nos esforços de valer a lei e a ordem”, justifica o parecer de Armando.

O projeto de lei original, de autoria do senador Lasier Martins (PSD-RS), previa o uso das verbas do Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (Fistel). O parecer de Armando trocou o Fistel pelo Funpen, por dois motivos básicos: não estar sujeito a contingenciamento e ter por finalidade justamente apoiar programas de modernização do sistema penitenciário, nos quais se enquadra o bloqueio de celulares. “O parecer do senador Armando foi mais prático e inteligente”, avaliou Lasier, na sessão da CAE.

Criado em 1994 e modificado por medida provisória aprovada pelo Senado em setembro último, o Funpen tem dotação de R$ 690 milhões para este ano. Um terço deste orçamento se destina especificamente à construção, reforma, ampliação e aprimoramento dos estabelecimentos penais, atividade em que está incluída a instalação de sistemas de bloqueio, agora explicitada.

Ministério dos Direitos Humanos encontra bunker de Damares

Os funcionários do Ministério dos Direitos Humanos do governo Lula se depararam com um bunker a poucos metros do gabinete que era ocupado até 2022 por Damares Alves. A sala tem fechadura eletrônica, isolamento acústico, paredes reforçadas e até um cofre para armas. A reforma no aposento custou R$ 17 mil. Foi um pedido do […]

Os funcionários do Ministério dos Direitos Humanos do governo Lula se depararam com um bunker a poucos metros do gabinete que era ocupado até 2022 por Damares Alves. A sala tem fechadura eletrônica, isolamento acústico, paredes reforçadas e até um cofre para armas.

A reforma no aposento custou R$ 17 mil. Foi um pedido do policial rodoviário federal Marco Aurélio Baierle, que fazia a segurança de Damares Alves, então ministra e hoje senadora. Baierle enviou o documento em 28 de abril de 2021 com urgência ao chefe de gabinete de Damares. 

O policial cobrou sete condições para a nova sala. Entre elas, isolamento acústico; fechadura digital biométrica; saída de ar-condicionado independente; cofre para guardar armas e documentos; e fragmentadora de papel. A obra foi aprovada no mês seguinte, mas levou nove meses para ser concluída.

Nesse meio tempo, o policial rodoviário federal fez mais um pedido: ressaltou que o isolamento acústico deveria impedir que sons dentro da sala fossem escutados fora dela. O parâmetro cobrado foi o “nível da fala”.

Em fevereiro de 2022, Baierle assinou um documento atestando que recebeu a sala reformada como havia requisitado. Mas depois reclamou do isolamento sonoro. “Informamos que o os sons externos estão audíveis no interior da sala, o que não atende ao solicitado”. O setor de logística bateu o pé e disse que o serviço foi feito dentro das capacidades do ministério e do que havia sido pedido.

Os documentos foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação.

Procurada, a ex-ministra Damares Alves respondeu que a sala ajudou a proteger sua vida.

“Damares Alves contava com proteção policial por sofrer ameaças à sua vida, desde o início de sua atuação à frente do ministério. A referida sala foi adequada, em cumprimento à orientação do Ministério da Justiça, para que os policiais federais pudessem armazenar seus equipamentos de segurança, bem como realizar as atividades necessárias a fim garantir a devida segurança à então ministra”, afirmou. As informações são do colunista Guilherme Amado, do Metrópoles.

Enem: domingo é dia de redação e candidatos terão uma hora a mais para provas

Agência Brasil – Neste domingo (25) os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terão cinco horas e meia para resolver as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação e Matemática e suas Tecnologias. É preciso preparo e muita atenção para vencer o cansaço e a ansiedade. O especialista em educação e diretor […]

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Agência Brasil – Neste domingo (25) os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) terão cinco horas e meia para resolver as provas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Redação e Matemática e suas Tecnologias. É preciso preparo e muita atenção para vencer o cansaço e a ansiedade.

O especialista em educação e diretor de uma rede de escolas em Brasília, Alexandre Crispi, lembra que a prova não segue uma ordem de dificuldade e sugere que os participantes comecem pela matéria que têm mais domínio e afinidade, selecionando as questões que achem mais fáceis de responder. “Se não der conta [da primeira questão], vai para a segunda, a terceira e no final ele volta na prova. Eu sempre digo isso: comece a fazer a prova pelas questões mais fáceis por que isso melhora a autoestima”, disse.

Para ele, outra dica importante é não ir embora antes do fim da prova aproveitando o tempo para responder o máximo de questões. Administrar o tempo, considerando a marcação do cartão de resposta, também é importante. “Já vi candidato se concentrar, fazer uma prova maravilhosa mas só teve um problema: na hora de passar para o cartão de resposta faltavam 10 minutos para terminar e ele não conseguiu”.

O professor sugere que o participante chegue com antecedência ao local de aplicação para evitar atrasos devido ao trânsito. Considerando o horário oficial de Brasília, os portões de acesso estarão abertos a partir das 12h e fecham às 13h, quando não será mais permitida a entrada de participantes. A prova começa a ser aplicada às 13h30, também no horário oficial.

Como a prova deste domingo é uma hora mais longa do que a de ontem (24), a dica é levar dois lanches. “Um para antes de começar a prova, que seria o almoço, e o do meio do dia para ele não ter problema de hipoglicemia que é a glicose baixa”. E quando bate o cansaço? Crispi sugere que o candidato peça para ir ao banheiro ou para beber água e aproveite para alongar o corpo. Com o ânimo renovado, aumenta a chance de o participante conseguir ficar até o fim.

Uma das provas de hoje é a redação. A professora de redação e literatura Daniela Barbosa sugere que os participantes façam um esboço do texto logo no início do exame, selecionando os argumentos que serão defendidos. “Fazer o rascunho da redação e depois partir para a prova. E deixar a meia hora final para passar a limpo a redação”. A professora também citou a importância de o participante administrar o tempo e gastar cerca de uma hora na redação, para não prejudicar as demais provas.

Daniela lembra que os participantes terão que apresentar soluções para o tema da redação proposto. “Não esquecer, em hipótese alguma, que na conclusão ele deve apresentar uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos, ou seja, ele tem que buscar em agentes sociais, soluções inovadoras para o encaminhamento do problema”.

Segundo a professora, é preciso ficar atento a alguns detalhes que são observado na correção: “Tem que se atentar para o domínio da norma culta, seleção de vocabulário, ortografia, concordância, crase. Inclusive, fica a dica: se ele tem dúvida na escrita de uma palavra, trocar por um sinônimo, porque se escrever a palavra de uma forma errada ele vai ser penalizado”. Outro aspecto é o uso de conhecimento de outras áreas, como por exemplo a filosofia, sociologia e a literatura.

E como última dica, Daniela relembra pequenos cuidados. “Não utilizar o emprego da primeira pessoa, fazer um texto impessoal, evitar gírias, coloquialismos e diálogo com o leitor”.

Caiu no Enem

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) transmite ao vivo, a partir das 20h30, o programa Caiu no Enem, com comentários de professores e especialistas sobre as provas aplicadas no fim de semana.

O candidato pode acompanhar o programa pelo Portal EBC e pelas rádios MEC AM Rio de Janeiro, Nacional FM Brasília, Nacional da Amazônia e Nacional do Alto Solimões, hoje às 20h30.

Ecleriston Ramos volta a negar que será o nome do grupo governista

Por André Luis Em entrevista ao comunicador Nill Júnior no Debate do Sábado na Gazeta FM, o vice-prefeito de São José do Egito, Eclérinston Ramos, mais uma vez refutou os rumores de que seu nome estaria garantido como candidato à sucessão de Evandro Valadares nas eleições de 2024.  No entanto, ele revelou estar em conversas com […]

Por André Luis

Em entrevista ao comunicador Nill Júnior no Debate do Sábado na Gazeta FM, o vice-prefeito de São José do Egito, Eclérinston Ramos, mais uma vez refutou os rumores de que seu nome estaria garantido como candidato à sucessão de Evandro Valadares nas eleições de 2024. 

No entanto, ele revelou estar em conversas com figuras políticas que disputaram as eleições municipais de 2020 e que poderiam se unir ao palanque governista, como Rona Leite e Roseane Borja.

Durante a entrevista, Eclérinston deixou claro que, até o momento, não há uma confirmação oficial de sua pré-candidatura para as próximas eleições municipais. Ele destacou que está ciente das especulações e dos comentários que surgiram nos bastidores políticos, mas ressaltou que ainda é cedo para tomar uma decisão definitiva.

Embora algumas pessoas afirmem que Eclérinston já esteja garantido como pré-candidato, o vice-prefeito ressalta que é preciso levar em conta diversos aspectos, como a articulação política, o apoio popular e a viabilidade de uma candidatura vitoriosa.

É evidente que as negociações e os diálogos políticos estão em curso, e Eclérinston Ramos tem buscado construir alianças que fortaleçam sua possível candidatura. No entanto, ele reforça que qualquer decisão será tomada com cautela, considerando o melhor interesse da população de São José do Egito.

Cabe ressaltar que, por enquanto, a definição sobre a sucessão de Evandro Valadares nas eleições de 2024 ainda permanece em aberto, com especulações e negociações que continuarão a ocorrer nos próximos meses, até que se chegue a um consenso dentro do grupo governista.