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SJE: Fredson participa da “Marcha das Mulheres pela Esperança”

Por André Luis

Neste sábado (14), a  “Marcha das Mulheres pela Esperança” reuniu pessoas nas ruas da de São José do Egito.

O candidato a prefeito, Fredson, ao lado da esposa, a Dra. Lúcia Lima,  organizadora do evento, fez questão de destacar a importância do ato.

“Hoje, vemos aqui a verdadeira força de São José do Egito: as mulheres. Elas são o pilar das nossas famílias, da nossa economia e de toda transformação que desejamos para o futuro. Cada uma que esteve presente nesta marcha representa o compromisso de dias melhores, e eu me sinto honrado em caminhar ao lado de todas elas.”

Durante o evento, Fredson reforçou suas propostas voltadas especialmente para a promoção da igualdade de gênero e para o empoderamento das mulheres.

Entre as suas prioridades está a criação da Rede de Proteção e Apoio à Mulher, um sistema integrado que contará com profissionais capacitados para oferecer atendimento psicológico, jurídico e social às mulheres vítimas de violência.

Além disso, ele destacou a importância de ampliar o acesso a creches, garantindo que mães possam trabalhar ou estudar com a tranquilidade de saber que seus filhos estão em boas mãos, recebendo o suporte necessário para seu desenvolvimento.

Outras Notícias

Pernambuco e mais cinco estados já têm colapso na rede privada de UTIs, diz Confederação Nacional de Saúde

O problema também foi identificado no Amazonas, no Pará, no Ceará, no Maranhão e no Rio de Janeiro O presidente da Confederação Nacional de Saúde, Breno Monteiro, afirmou que seis estados já vivem situação de colapso até na rede particular no que se refere à disponibilidade de leitos em unidade de terapia intensiva (UTI) devido […]

O problema também foi identificado no Amazonas, no Pará, no Ceará, no Maranhão e no Rio de Janeiro

O presidente da Confederação Nacional de Saúde, Breno Monteiro, afirmou que seis estados já vivem situação de colapso até na rede particular no que se refere à disponibilidade de leitos em unidade de terapia intensiva (UTI) devido à pandemia do coronavírus. Pernambuco é um deles. A informação é do JC Online.

Segundo o dirigente da entidade, que representa a iniciativa privada do setor da saúde no país, o problema também foi identificado no Amazonas, no Pará, no Ceará, no Maranhão e no Rio de Janeiro.

Monteiro disse ao Jornal O Globo, que nesses estados há um colapso nos dois sistemas, público e privado. E que, nesses casos, contratar leitos de UTI privados já não é mais uma saída.

Ele afirma que ter 90% ou mais de UTI ocupadas, com pacientes disputando leitos que vão sendo vagos, já configura uma situação de colapso, sobretudo em meio à pandemia.

Diante da situação, em nota, o Governo de Pernambuco disse que está com um cronograma permanente de abertura de leitos. E que já foram criadas, em apenas 45 dias, 915 vagas exclusivas para a covid-19 no Estado, sendo 454 de UTI. Além disso, a rede municipal do Recife já conta com 554 leitos, sendo 109 leitos de terapia intensiva.

“A Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) reforça que Pernambuco possui uma das maiores redes de saúde sob gestão estadual do país. E todos os hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) continuam atuando com suas emergências abertas, com foco no atendimento inicial e estabilização de pacientes graves”, reforça.

Gonzaga defende cassação de Cunha. Quanto a Dilma, ouvirá “partido e as ruas”

O Deputado Gonzaga Patriota participou hoje de reunião da bancada do PSB que analisa a situação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A decisão dos deputados socialistas será anunciada após a reunião da executiva do Partido Socialista que acontecerá na próxima quarta feira dia 09. A decisão tomada na última quinta-feira (03) pelo […]

downloadO Deputado Gonzaga Patriota participou hoje de reunião da bancada do PSB que analisa a situação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. A decisão dos deputados socialistas será anunciada após a reunião da executiva do Partido Socialista que acontecerá na próxima quarta feira dia 09.

A decisão tomada na última quinta-feira (03) pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), no sentido de aceitar o processo de impeachment contra a presidente da República, Dilma Rousseff, já produz efeitos no posicionamento das lideranças políticas Do país.

“Eduardo Cunha arquivou 19 processos idênticos, dizendo que não caberia impeachment e agora, por causa das desavenças particulares, aceitou abrir o processo? O fato de usar sua posição de presidente da Câmara para tomar essa decisão, no momento em que membros do PT se manifestaram contra ele, na Comissão de Ética da Câmara é usar um cargo público para benefício próprio e isso é lamentável”, afirmou Patriota.

Em relação ao impeachment de Dilma Rousseff, Gonzaga Patriota (PSB/PE) informou que estudará a situação com cautela e escutará a posição da bancada, do partido e, em particular, das ruas, para declarar seu voto.

“Independentemente de vivermos em um país presidencialista e, que o diploma legal conferido pelo voto popular democraticamente à Presidente Dilma, deve ser respeitado, entendo, também, que todo e qualquer ato ilícito deve ser investigado e, havendo comprovação, severamente punido, com isso, se a comissão que será instalada amanhã comprovar qualquer ato de corrupção praticado pela presidente Dilma, não vejo outra saída senão afastá-la imediatamente da presidência da república, como fizemos com o então presidente Fernando Collor de Melo, em 1992”, opinou patriota.

Quanto ao afastamento de Eduardo Cunha, o deputado Gonzaga Patriota foi bastante incisivo: “Os parlamentares devem dar exemplo de decoro e de ética. Eduardo Cunha não tem feito isso. A posição atual de Cunha é “indefensável”, são sérias as acusações contra ele e acredito que nós deputados vamos conseguir tirá-lo da presidência da Casa, face à gravidade dessas acusações”, defendeu.

Bolsonaro prepara fuga em 2022

Por Bernardo Mello Franco – O Globo O capitão avisou: só vai aos debates em 2022 se os adversários aceitarem suas condições. “É para falar sobre o meu mandato. Até a minha vida particular, fique à vontade. Mas que não entre em coisas de família, de amigos, porque vai ser algo que não vai levar […]

Por Bernardo Mello Franco – O Globo

O capitão avisou: só vai aos debates em 2022 se os adversários aceitarem suas condições.

“É para falar sobre o meu mandato. Até a minha vida particular, fique à vontade. Mas que não entre em coisas de família, de amigos, porque vai ser algo que não vai levar a lugar nenhum”, disse.

“Tenho quatro anos de mandato para mostrar o que fiz”, prosseguiu. “Agora, eu não posso aceitar provocação, coisas pessoais, porque daí você foge da finalidade de um bom debate”, encerrou.

Pelas regras expostas na quinta-feira, Jair Bolsonaro não poderá ser questionado sobre o vaivém de dinheiro no gabinete do filho Zero Um. “Coisas de família”, incluindo os depósitos de R$ 89 mil para a primeira-dama. Também ficam proibidas perguntas sobre o gabinete do ódio e a indústria das fake news, que puseram o Zero Dois e o Zero Três na mira da polícia.

Que nenhum candidato se atreva a falar em rachadinha. O termo traz à memória o ex-PM Fabrício Queiroz, antigo parceiro de pescarias e churrascos. O índex ainda incluirá o miliciano Adriano da Nóbrega, fuzilado na Bahia. Este era amigo do clã a ponto de receber visita e condecoração na cadeia.

Bolsonaro sabe que não é talhado para debates. Em 2018, só participou de dois encontros com rivais. Tentou jogar na defensiva, mas saiu em desvantagem quando foi confrontado. Na Band, Guilherme Boulos lembrou que o capitão empregava funcionária fantasma e embolsava auxílio moradia com imóvel próprio em Brasília. Na RedeTV!, Marina Silva lhe passou sermão por ensinar uma criança de colo a fazer arminha com os dedos.

Depois da facada, Bolsonaro não se expôs mais a nenhum confronto direto. Alegou razões médicas, embora tenha recebido uma equipe de TV no dia em que sete candidatos foram aos estúdios da Globo. No segundo turno, ele repetiu a desculpa para não debater com Fernando Haddad. Chegou ao dia da eleição sem ter olhado nos olhos do adversário.

Não existe debate sério com assuntos proibidos. Ao impor suas exigências, Bolsonaro busca um pretexto para se esconder dos adversários. A questão é saber se ele terá condições de bancar uma nova fuga. O arrego é um recurso que costuma ser usado por candidatos favoritos. Era o caso do capitão em 2018, mas tudo indica que não será mais em 2022.

A história também registra exemplos de presidenciáveis que se arrependeram da tática. Em 2006, Lula faltou aos debates do primeiro turno, alegando que não pretendia se submeter a “grosserias e agressões”. Ausente, virou alvo dos adversários e não teve espaço para se defender.

Infidelidade a toda prova

Flávio Bolsonaro é um caso patológico de infidelidade partidária. O senador vai para a quarta legenda em menos de três anos. Eleito pelo PSL, mudou para o Republicanos e se transferiu de novo para o Patriota. Na terça-feira, assinará a ficha de filiação do PL.

Na prática, o Zero Um e os irmãos sempre pertenceram a uma sigla sem registro: o PFB, Partido da Família Bolsonaro. O clã só usa as legendas oficiais para receber dinheiro público e disputar eleições.

STF dá 5 dias para Weintraub explicar “vagabundos na cadeia”

O ministro Alexandre de Moraes determinou, no âmbito do inquérito das FakeNews, que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, seja ouvido pela Polícia Federal para explicar fala na reunião ministerial que, por ele, colocaria “vagabundos na cadeia”, começando pelo STF. “DETERMINO que Abraham Weintraub, atualmente exercendo o cargo de Ministro da Educação, seja ouvido pela […]

O ministro Alexandre de Moraes determinou, no âmbito do inquérito das FakeNews, que o ministro da Educação, Abraham Weintraub, seja ouvido pela Polícia Federal para explicar fala na reunião ministerial que, por ele, colocaria “vagabundos na cadeia”, começando pelo STF.

“DETERMINO que Abraham Weintraub, atualmente exercendo o cargo de Ministro da Educação, seja ouvido pela Polícia Federal, no prazo máximo de 5 (cinco) dias para prestar esclarecimentos sobre a manifestação acima destacada.

Dê-se imediata ciência ao Procurador-Geral da República, para que, se entender necessário, acompanhe o depoimento; bem como para que se manifeste em relação as providências cabíveis para o prosseguimento da investigação”, diz a decisão.

No Sertão, curso da Amupe discute empoderamento do controle social

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), através do Projeto Gestão Cidadã, financiado pela União Europeia, finalizou nesta sexta-feira (27), na cidade de Tabira, Sertão do Pajeú, as aulas inaugurais do curso de formação em Advocacy: Incidência Política na Prática, fruto de parceria com a ONG britânica United Porpuse (Unidos por um Propósito, em português) e […]

A Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), através do Projeto Gestão Cidadã, financiado pela União Europeia, finalizou nesta sexta-feira (27), na cidade de Tabira, Sertão do Pajeú, as aulas inaugurais do curso de formação em Advocacy: Incidência Política na Prática, fruto de parceria com a ONG britânica United Porpuse (Unidos por um Propósito, em português) e com a Rede de Educação Cidadã (Recid). O prefeito da cidade das tradições, Sebastião Dias esteve presente. 

A partir de agora, as capacitações serão online, por meio da plataforma de ensino à distância da Amupe, no www.eadamupe.org. Todos os módulos e conteúdos estarão a disposição da sociedade neste mesmo endereço, onde o cidadão e a cidadã pode se cadastrar no ambiente e preencher a ficha de inscrição do curso. O curso busca fomentar a participação social na gestão pública, com organização, diagnóstico e planejamento prévio.

A aula inaugural da capacitação de Advocacy: Incidência Política na Prática passou na última quarta (25) e quinta (25), pelas cidades de Surubim e Caruaru, respectivamente. A ação marca a finalização do Projeto Gestão Cidadã, que encerra as suas atividades neste mês de dezembro. 

O presidente da Amupe e prefeito de Afogados da Ingazeira, José Patriota afirmou que “a capacitação de Advocacy busca manter o legado do projeto Gestão Cidadã, ao capacitar a sociedade para participar, socialmente falando, da gestão. O Gestão Cidadã, nesses últimos quatro anos, contribuiu de maneira significativa para o fortalecimento do controle social e da transparência em seus 16 municípios de ação”, concluiu.