SJE: “Augusto e Eclérinston são página virada”, diz coordenador de encontros governistas
Por Nill Júnior
Lula Vieira diz que ideia é unidade em torno de um novo nome
Coordenador do processo de reuniões da Frente Popular em São José do Egito, Lula Vieira acabou de se posicionar ao blog sobre as reuniões de vereadores governistas com o vice, Eclérinston Ramos, o prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares e o prefeito Evandro Valadares.
Participaram todos os vereadores da situação: Alberto de Zé Loló, Doido de Zé Vicente, Henrique Marinho, Gerson Souza, David, Prato de Papa, Tadeu do Hospital, Patrícia de Bacana e Beto de Marreco.
Lula confirmou a informação dada em primeira mão pelo blog de que Augusto e Eclérinston definiram não mais colocar o nome para a disputa.
Eclérinston alegou questões pessoais e profissionais. Augusto, a atual relação conflituosa com o Secretário Paulo Jucá.
Segundo ele, que participou da coordenação e encaminhamento dos encontros, a discussão em torno dos dois nomes, dada a decisão deles, já é tratada como página virada.
“Agora o grupo, de forma madura, definiu que vai buscar um terceiro nome. O que está claro é que, unidos e com a liderança de Evandro Valadares, seguimos muito fortes”. Lula deixou no diálogo a impressão de que, para ele, não há mais caminho para alimentar a novela em torno do tema.
Quanto a nomes, admite que Edílio Lira e o odontólogo George Borja são bons quadros, mas que o grupo quer evitar antecipar esse debate. “O processo é dinâmico. Com a força do grupo, nada impede uma composição inclusive com futuros neo aliados”.
Também disse que, apesar das desistências, o bloco entende que terá o apoio de Eclérinston e Augusto. “Garantiram que estarão conosco”.
No último dia do prazo, o presidente Lula (PT) decidiu vetar nesta quarta-feira (16) o projeto que aumenta o número de deputados federais de 513 para 531. O ato deve ser publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (17). Um dos motivos para o veto seria o alerta feito pela equipe econômica sobre o […]
No último dia do prazo, o presidente Lula (PT) decidiu vetar nesta quarta-feira (16) o projeto que aumenta o número de deputados federais de 513 para 531. O ato deve ser publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (17).
Um dos motivos para o veto seria o alerta feito pela equipe econômica sobre o impacto orçamentário e o desrespeito à Lei de Responsabilidade Fiscal. Caso entrasse em vigor, o custo estimado seria entre R$ 65 milhões e R$ 150 milhões por ano.
O veto de Lula terá de ser analisado pelo Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar a decisão.
A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) determinando a redistribuição das 513 vagas na Câmara com base no Censo 2022.
A prefeita Márcia Conrado deu um xeque mate a Luciano Duque em entrevista agora a pouco no Sertão Notícias da Cultura FM. Perguntada pela jornalista Juliana Lima se não era hora dela e Luciano Duque acalmarem os ânimos dos aliados e entorno, Márcia invocou uma fala de Waldemar Oliveira à imprensa esse fim de semana. Márcia […]
A prefeita Márcia Conrado deu um xeque mate a Luciano Duque em entrevista agora a pouco no Sertão Notícias da Cultura FM.
Perguntada pela jornalista Juliana Lima se não era hora dela e Luciano Duque acalmarem os ânimos dos aliados e entorno, Márcia invocou uma fala de Waldemar Oliveira à imprensa esse fim de semana.
Márcia disse que ele tinha que decidir do qual lado está. “A gente a gente precisa saber de que o lado o Deputado está. Porque nossa oposição é Waldemar Oliveira e Sebastião Oliveira. E Waldemar disse que ele tá toda semana colocando o nome dele pra vir contra a gente em 2024. Então quem deve dar essa resposta é o Deputado. Se tem uma característica de Márcia é ser leal dos pequenos aos grandes gestos. Não sou eu que estou procurando a oposição ou me colocando como candidata em outro partido”.
Como fez anteriormente, Márcia fez críticas a gestões passadas, sem especificar, como por exemplo, quando falou de escolas que não tinham sequer banheiro. Disse que faz política com grandeza e criticou coronelismo. Veja o trecho de questionamento a Duque:
Ex-ministro da Educação no primeiro governo Lula (PT) e ex-governador do Distrito Federal, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que votou pela admissão do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), diz ver fortes indícios de que a petista cometeu crime de responsabilidade e acredita que o ciclo do PT no poder acabou, mas […]
Ex-ministro da Educação no primeiro governo Lula (PT) e ex-governador do Distrito Federal, o senador Cristovam Buarque (PPS-DF), que votou pela admissão do processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff (PT), diz ver fortes indícios de que a petista cometeu crime de responsabilidade e acredita que o ciclo do PT no poder acabou, mas não deixa de criticar os primeiros gestos da gestão interina de Michel Temer (PMDB).
“Eu não escolhi o Temer. Quem escolheu foi a Dilma”, ele diz. “Talvez um dia um dos crimes de responsabilidade dela tenha sido esse”, emenda.
Em entrevista ao repórter Paulo Veras, do Jornal do Commercio, Cristovam Buarque defende que a esquerda precisa se renovar, explica como o impeachment pode favorecer Lula e o PT, sugere medidas para o novo ministro da Educação, o deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE), e diz que, caso o PPS queira, ele está pronto para voltar a disputar a Presidência da República em 2018.
JORNAL DO COMMERCIO – O impeachment é golpe?
CRISTOVAM BUARQUE – O impeachment não é golpe. Está previsto na Constituição. O rito está sendo feito de acordo com a Constituição, sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal. Não foi golpe no caso do presidente Collor. Agora, para não ser golpe é preciso que fique claro que houve crime de responsabilidade. Há indícios fortes de que houve. Mas a comprovação que justifique o impeachment nós vamos ter agora 180 dias para analisar. Mas, se houve crime, seria golpe não fazer o impeachment. Porque a Constituição prevê e determina que é preciso impedir o presidente.
JC – O senhor afirma que a esquerda envelheceu e se apegou ao poder. O que ela pode fazer para mudar isso?
CRISTOVAM – A esquerda precisa querer liderar o processo de transformações sociais. É preciso identificar quais são essas reformas. Não mais as do passado. Tem uma grande parte da esquerda até hoje, inclusive do PT, que imagina que ser da esquerda é estatizar. Não é mais. Hoje, a gente precisa publicizar o Estado. A gente precisa colocar o Estado a serviço do povo, do público. O contrário do que tem sido feito. A Petrobras, por exemplo, serviu em parte ao desenvolvimento brasileiro, mas em parte ao enriquecimento de militantes. Serviu para financiar campanhas eleitorais. Ou seja, a estatal Petrobras foi privatizada. Hoje, o avanço e o progresso não está mais nas fábricas, está nas escolas. A revolução não vem de tomar o capital do capitalista para o trabalhador. A revolução vem de colocar o filho do trabalhador numa escola com a mesma qualidade da escola do filho do patrão.
JC – Qual foi o erro do PT? Esse ciclo do partido acabou?
CRISTOVAM – Acabou, mas pode voltar. Pode ter outro ciclo. O PT não acabou. Agora o PT como símbolo da ética, acabou. Hoje, eu até me atreveria a dizer que o PT está sendo símbolo de corrupção. O PT não é o partido da emancipação das necessidades do povo. O PT é o partido que fez uma coisa generosa, muito boa, que foi ampliar o programa Bolsa Escola, do Fernando Henrique Cardoso. Ampliou de 4 para 12 milhões (de pessoas). Mas não emancipou. Hoje tem mães da Bolsa Escola que foram filhas da Bolsa Escola. Esse ciclo se esgotou. Se esgotou o PT das alianças espúrias com a direita, como eles fizeram tantas vezes, dos conchavos, do Mensalão. Mas o PT poderá ressurgir com o mesmo nome, sob outra forma.
JC – Qual sua expectativa em relação ao governo Temer?
CRISTOVAM – Em primeiro lugar, que ele retome a confiança dos investidores, dos trabalhadores, e dos eleitores na figura da Presidência da República. Porque essa foi muito abalada pela Dilma. Segundo, eu espero que o governo Temer seja capaz de quebrar a intolerância que hoje domina a vida política. Fazer com que os adversários voltem a apertar as mãos. Hoje, estão se cuspindo. E terceiro, o óbvio, que é através dessa confiança, o governo Temer volte a provocar uma dinâmica na economia, tirar gente da recessão, do desemprego. Veja que eu não disse que eu espero que o governo faça a escola que eu desejo, porque eu não acredito que ele vá ter tempo. Eu não disse que ele vai fazer o grande desenvolvimento científico e tecnológico do Brasil. Eu não acredito que ele tenha tempo para isso, mesmo que queira. Se ele fizer essas três coisas, ele cumpriu o papel dele.
JC – O senhor criticou a falta de mulheres e representantes dos movimentos sociais no ministério. Ele deixou a desejar?
CRISTOVAM – Primeiro eu quero lhe dizer que eu não escolhi Temer. Quem escolheu foi Dilma. Duas vezes. Talvez um dia um dos crimes de responsabilidade dela tenha sido esse (risos). Os petistas estão cobrando que eu votei pela admissibilidade (do impeachment) e já estou criticando o Temer. Acontece que a saída dela não foi culpa minha. A Constituição é que diz que ela deve sair. Eu tenho até um projeto que o presidente, durante o processo de impeachment, não precisa deixar o governo. O importante é o julgamento. Agora, qual é a minha expectativa. Eu confesso que depois das entrevistas dos ministros do Planejamento, da Casa Civil e da Fazenda, eu fiquei preocupado. Eu não senti como se já tivessem um rumo a ser seguido. Eu vi o ministro da Fazenda dizer inclusive que não tinha números ainda. Esses números estão no Fundo Monetário, estão nos computadores. A Dilma manipulava os números. Ela pegava um número e dizia outro. Mas lá dentro está tudo guardado. Eu senti pouca firmeza nas entrevistas dos ministros.
JC – O que preocupa especificamente o senhor?
CRISTOVAM – É a falta de dizer com clareza para onde estamos indo. Eu acho que já dava para dizer se vai ter ou não aumento de impostos, alguns lugares onde vai cortar gastos. Já tem estudo para isso. Não é o número de ministérios apenas, porque isso aí não reduz custo. Isso é apenas simbólico. Eu até lamento algumas reduções.
JC – Quais reduções o senhor lamenta?
CRISTOVAM – Especialmente Ciência e Tecnologia. Eu acho que se queria fazer alguma mudança era juntar Ciência e Tecnologia com Ensino Superior. Não com Comunicações. Eu não vejo porque.
JC – O impeachment teve os 55 votos, que é mais do que o necessário para o julgamento final. Dilma ainda pode voltar?
CRISTOVAM – Não acho que está decidido. Ainda tem possibilidade de a Dilma voltar. Em seis meses pode haver mudança de posição. Tanto pode ela ter menos votos que os 22, quanto o outro lado ter menos de 55. Embora eu acho que é mais fácil diminuir os 55, porque os 22 são aliados muito ferrenhos dela. O resultado não está dado. Mas não vai ser fácil ela voltar. Haverá um medo do que vai acontecer com a volta dela governando com um terço da Câmara e perto de um terço dos senadores.
JC – A posição pessoal do senhor já está tomada?
CRISTOVAM – Não.
JC – O senhor defendeu a emenda por novas eleições. Ainda é uma saída hoje?
CRISTOVAM – Seria. Mas eu não estou vendo viabilidade. Porque precisava do apoio da Dilma e do Temer, além do Congresso e do Supremo. É uma saída esdrúxula, anormal. Mas nós estamos em tempos anormais. Em tempos anormais exigem-se saídas anormais.
JC – O que seria preciso para melhorar o nível da representação que a gente viu no Congresso?
CRISTOVAM – Só vai melhorar realmente o Parlamento quando o Brasil for um País melhor educado. Antigamente o Congresso tinha melhor nível porque ele era elitista. Só entrava aqui pessoas de família, de dinheiro, de diploma. Hoje entra qualquer pessoa que tiver voto. Mas não fizemos a educação. Então, ao você democratizar sem educar, você massifica. Como melhorar no curto prazo? É preciso fazer algumas reformas políticas. Eu começo a defender, por exemplo, o voto distrital. Ele poderia ajudar, porque diminuiria a necessidade de dinheiro para a campanha. Inclusive, começo a defender parlamentarismo, porque as pessoas dariam mais responsabilidade (para os congressistas). E há muitos anos defendo uma coisa muito simples, mas que eu acho que ajudaria. É mudar o nome de deputado para representante do eleitor. Como, aliás, é nos EUA. Uma coisa é você acordar de manhã e dizer: caramba, hoje eu tenho que votar naquele deputado. A outra é você acordar de manhã e dizer: hoje eu vou escolher o meu representante. Muda a sua postura na hora de votar. Melhor ainda se for representante dos meus filhos. Dá mais força ainda (risos).
JC – Na visão do senhor o impeachment pode beneficiar Lula em 2018?
CRISTOVAM – Eu venho dizendo isso há muito tempo e tenho a impressão que o PT percebe isso também há muito tempo. Com o impeachment, a responsabilidade com o dia-a-dia desaparece do PT. O PT vai para a oposição. E isso o PT sabe fazer. Além disso, se eles conseguirem passar essa falsa narrativa de que foi golpe, eles vão ter uma bandeira. Eu não vejo outra alternativa para o PT se recuperar rapidamente a não ser pela oposição com esse discurso de golpe. Logo no começo, antes de essa história do impeachment ganhar força, eu dizia: vou votar contra, porque quem votou na Dilma que aguente, quem votou contra que espere. Aos poucos eu vi que seria uma irresponsabilidade com o país. Mas eu reafirmo isso o que você perguntou. Eu acho que o impeachment pode beneficiar o Brasil, mas beneficiará o PT também.
JC – O que o senhor acha que deveria ser feito na educação hoje?
CRISTOVAM – Um projeto de longo prazo para federalizar a educação de base no Brasil. Implantar por todo o país escolas federais. É a única saída que eu acho para o Brasil ter uma boa educação. Em um governo de dois anos, eu não acredito muito. Embora, o Temer poderia tomar isso como a marca dele. Fazer em cem cidades pequenas uma escola federal, por exemplo. Quem sabe o ministro pernambucano (Mendonça Filho), terra de Paulo Freire, não se anima a liderar um programa desse? Você podia fazer um questionamento a ele. O projeto disso está prontinho. Eu deixei com a presidente Dilma logo que ela assumiu.
JC – O senhor vai ser candidato em 2018?
CRISTOVAM – Eu não sei. Se o meu partido quiser e as circunstâncias facilitarem eu estou pronto para ser o candidato a presidente. Não considero isso ir para o sacrifício. Mesmo que eu fique sem mandato. Mas eu estou pronto. Pergunte isso ao Roberto Freire (presidente do PPS).
JC – Na perspectiva do senhor, a crise política e econômica se resolve em quanto tempo?
CRISTOVAM – O desespero maior vai demorar, mas a crise financeira a gente começa a sair em poucos meses. Agora, a crise brasileira, de uma política que não funciona, de uma desigualdade que resiste a tudo, de corrupção generalizada. Essa, nós vamos necessitar de décadas para superar. Décadas! Se começarmos rápido.
Vice afirmou ainda estar “preparado” para gerir Afogados e defendeu outros critérios além de pesquisa de opinião Por André Luis O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira foi o convidado do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9, desta terça-feira (4). Sandrinho falou sobre a avaliação e seu papel na gestão do prefeito […]
Vice afirmou ainda estar “preparado” para gerir Afogados e defendeu outros critérios além de pesquisa de opinião
Por André Luis
O vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, Alessandro Palmeira foi o convidado do Debate das Dez da Rádio Pajeú FM 104,9, desta terça-feira (4). Sandrinho falou sobre a avaliação e seu papel na gestão do prefeito José Patriota. O gestor tem dividido a gestão com um tratamento de saúde, diante de um tumor neuroendócrino raro diagnosticado em julho.
Sandrinho afirmou que Patriota está sendo muito cobrado pelos médicos, familiares, amigos e companheiros de trabalho para que se discipline e dê atenção mais rigorosa à saúde. Também falou sobre as demandas da gestão, apontando inclusive trânsito e lixão como os maiores gargalos que precisam ser enfrentados.
Revelou inclusive que já há conversas com uma empresa especializada em trânsito, e que está sendo feito um estudo com profundidade. “Sabemos que vai acontecer uma certa rejeição por parte de algumas pessoas, mas estamos dispostos a encarar, porque entendemos que há essa necessidade. O problema está aí a vista de todo mundo”, disse.
Sobre o seu protagonismo dentro da gestão, Alessandro disse que se trata de um trabalho conjunto, que divide a agenda com o prefeito, mas que o líder é Patriota. Também destacou o trabalho em equipe que é realizado de forma conjunta com todas as secretarias.
Alessandro disse estar preparado para ser candidato, depois de dizer que essa não é a prioridade na sua agenda.
“Quando eu digo que me sinto preparado, é porque estou à frente da gestão de um grande governo, que tem 85% de aprovação, que tem me dado toda a autonomia do mundo. Tenho participado de todas as discussões. Eu divido a agenda com Patriota, de pequeno e de grande porte”.
Sobre a possibilidade de ver aliados pulando de barco na hora do debate sucessório, quando nomes como o do ex-prefeito Totonho poderá estar na disputa, reagiu: “as pessoas fazem as suas escolhas, mas eu acho que no futuro o que a gente vai ter que discutir, não são nomes, são modelos de gestão”.
Alessandro disse achar um desserviço a tentativa de antecipar a disputa de 2020 na pauta política municipal e disparou: “agora se você me perguntar se Sandrinho está preparado, eu não tenho dúvida nenhuma que sim. Da mesma forma que eu não tenho dúvidas de que a Frente Popular têm vários nomes que também tem essa capacidade”, disse.
Sobre o comentário de Totonho Valadares, que disse que não abre mão de uma pesquisa para definir o nome da Frente Popular, Sandrinho disse que é um dos pontos a serem discutidos, mas não deve ser o único.
“Não sou contra ouvir o povo no tocante a isso. Claro que isso vai ser colocado no momento certo. Isso é um desejo dele, não sei se vai manter esse desejo, como uma liderança da Frente Popular, um camarada que fez muito por Afogados. O que eu acho importante dizer é que a Frente Popular deve seguir unida, e nós temos um líder e ele é Patriota”. Ele disse que a prova de aprovação desse modelo de gestão é o fato de os candidatos apoiados pelo grupo, João Campos e Aline Mariano, terem sido majoritários.
Questionado se hoje enxergaria um embate entre ele e Totonho, disse que no momento não. “Pode ser que isso aconteça, mas eu não quero acreditar nisso agora. Eu acho que Totonho vai estar junto conosco, vai permanecer dentro do conjunto de forças”.
Sandrinho ainda falou que acredita, que poderá estar bem posicionado quando chegar o debate sucessório. “Esse critério da pesquisa que ele tem colocado, eu acho que vai ser um dos critérios. Eu não sei como anda Sandrinho nas pesquisas agora, mas acredito muito no povo de Afogados, eu acredito no trabalho que venho fazendo junto com à minha equipe de gestão, com os meus secretários, sempre leal e fiel ao prefeito Patriota”.
Ao final, disse que Afogados conhece de perto os seus nomes. “Afogados conhece de pero o caráter das pessoas, a honestidade das pessoas, as pessoas que são humildes, que desejam aprender. Sabe as pessoas que são prepotentes, que tem arrogância, sabe as que tem capacidade de fazer, de ouvir o povo, fazendo reuniões na calçada como temos feito”.
Ouça o que disse Alessandro Palmeira e tire suas conclusões:
Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Serra Talhada e Santa Terezinha, foram as que mais confirmaram novos casos nas últimas 24 horas. Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta terça-feira (22), o Sertão do Pajeú totaliza 14.271 casos confirmados de Covid-19. Portanto, os números de […]
Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Serra Talhada e Santa Terezinha, foram as que mais confirmaram novos casos nas últimas 24 horas.
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos divulgados pelas secretarias de saúde dos municípios da região nesta terça-feira (22), o Sertão do Pajeú totaliza 14.271 casos confirmados de Covid-19.
Portanto, os números de casos confirmados no Pajeú ficam assim: Serra Talhada continua liderando o número de casos na região e conta com 5.493, o município confirmou mais 49 casos nas últimas 24 horas. Logo em seguida, com 1.924 casos confirmados está Afogados da Ingazeira, foram mais 48 nas últimas 24h, Tabira confirmou mais 15 e conta com 1.577, São José do Egito confirmou 13 novos casos e conta com 1.106, Santa Terezinha registou 41 e está com 584, Carnaíba está com 580, o município registrou 50 casos e Flores registrou 18 e conta com 456 casos.
Triunfo não registrou novos casos eestá com 446, Itapetim confirmou 12 e conta com 442, Brejinho registrou 7 casos está com 291, Iguaracy não registrou casos e está com 261, Calumbi confirmou 8 e está com 260, Tuparetama não divulgou boletim e conta com 253, Solidão registrou 9 e conta com 190, Quixaba não registrou novos casos e conta com 170, Santa Cruz da Baixa Verde não registrou novos casos e conta com132 e Ingazeira não divulgou boletim e conta com 106 casos confirmados.
Mortes – Com mais um óbito em São José do Egito, a região tem no total, 239 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada tem 73, Afogados da Ingazeira tem 22, Flores tem 20, Tabira e São José do Egito tem 17 óbitos cada, Carnaíba tem 16 óbitos, Santa Terezinha tem 14, Triunfo tem 13 óbitos, Tuparetama tem 12, Iguaracy e Itapetim tem 10 óbitos cada, Quixaba e Brejinho tem 4 óbitos cada, Calumbi, Santa Cruz da Baixa Verde e Solidão tem 2 cada e Ingazeira tem 1 óbito.
Detalhes dos óbitos
São José do Egito confirmou o 17º óbito por Covid-19 no município. Trata-se de um paciente de 62 anos, que estava internado há vários dias na UTI da UPA/COVID, faleceu na tarde desta terça-feira (22) em virtude de complicações causadas pela Covid-19.
Recuperados – A região conta agora com 13.173 recuperados. O que corresponde a 92,30% dos casos confirmados.
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