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Silvio reafirma pré-candidatura ao Senado e mantém diálogo com Raquel Lyra e João Campos 

Por André Luis

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, voltou a afirmar que pretende disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de 2026 em Pernambuco. A declaração foi dada durante entrevista ao programa Passando a Limpo, da Rádio Jornal, na quinta-feira (5).

Durante a conversa, o ministro destacou que sua pré-candidatura conta com o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e reafirmou que o projeto político em curso é a disputa por uma das duas vagas ao Senado.

“Quero aproveitar o espaço e agradecer ao presidente Lula a confiança que recebi dele para disputar o Senado agora nas eleições de 2026”, afirmou. Segundo ele, o presidente já manifestou publicamente e internamente o desejo de vê-lo na disputa. “O presidente Lula desde o primeiro momento tem defendido internamente o desejo de poder me ver candidato ao Senado em Pernambuco, porque ele precisa a partir de 2027 ter um Senado com pessoas que ele confie”, declarou.

Silvio Costa Filho também ressaltou sua trajetória política e disse se considerar preparado para a disputa majoritária. “Eu comecei muito jovem. Fui vereador do Recife, três vezes deputado estadual, secretário de Estado, duas vezes deputado federal e agora ministro do presidente Lula. Conheço o nosso estado, os nossos desafios econômicos e sociais e me sinto preparado para disputar o Senado”, afirmou.

Especulações sobre vice e decisão do Republicanos

O ministro também comentou as especulações de que poderia disputar a vice-governadoria em uma eventual chapa liderada pelo prefeito do Recife, João Campos, apontado como possível candidato ao Governo de Pernambuco em 2026.

Ele descartou essa possibilidade e reiterou que o foco é o Senado. “Havia uma especulação colocando a possibilidade de nós compormos uma vice do pré-candidato ao governo João Campos. Eu coloquei que isso não está no nosso radar, que nós não seremos candidato a vice-governador e o nosso projeto é disputar o Senado”, disse.

De acordo com ele, o Republicanos iniciará nas próximas semanas um processo interno de escuta para definir o posicionamento da legenda na eleição estadual.

“Nós vamos iniciar agora uma série de escutas ao partido em Pernambuco, ouvindo a bancada de estaduais, de federais, prefeitos e ex-prefeitos para, na hora certa, tomarmos uma decisão de como vamos construir o caminho dos Republicanos em Pernambuco”, explicou.

Diálogo com Raquel Lyra

Durante a entrevista, Silvio Costa Filho confirmou que tem mantido conversas com a governadora Raquel Lyra, inclusive em Brasília. Segundo ele, os encontros têm tratado de pautas administrativas, mas também incluem discussões políticas.

“A governadora me fez uma visita na semana passada e nós conversamos muito sobre a pauta administrativa do estado”, relatou. Ele acrescentou que percebe interesse da gestora em contar com o Republicanos em seu projeto político para 2026.

“Eu sinto da governadora Raquel Lyra o desejo de ter os Republicanos nas eleições de 2026”, afirmou.

Apesar disso, o ministro ressaltou que a decisão partidária ainda não foi tomada. “O nosso partido só vai tomar qualquer decisão a partir do mês de abril. Na hora certa vamos tomar uma decisão conjunta”, disse.

Relação com João Campos

Ao mesmo tempo em que dialoga com a governadora, Silvio Costa Filho também destacou a boa relação política com o prefeito do Recife, João Campos.

“Eu tenho uma excelente relação com o prefeito João Campos. Nós estamos dialogando sobre Pernambuco”, afirmou.

Questionado se poderia disputar o Senado em uma chapa tanto ao lado de Raquel Lyra quanto de João Campos, o ministro evitou antecipar posições e reforçou que a definição dependerá de articulações políticas nas próximas semanas.

“É muito cedo. Nós vamos aguardar alguns movimentos que podem ser dados na política de Pernambuco nesses próximos dias”, declarou.

Conversas com Lula

Silvio Costa Filho também afirmou que mantém diálogo frequente com o presidente Lula sobre o cenário eleitoral no estado.

“Eu tenho praticamente de 15 em 15 dias conversado com o presidente Lula sobre as eleições de Pernambuco”, disse.

O ministro afirmou que pretende tratar o tema sem pressa e com alinhamento político nacional. “Eu não quero dar nenhum passo nesse cenário de 2026 sem combinar esse movimento em Pernambuco com o presidente Lula”, afirmou.

Ao final, ele voltou a demonstrar confiança na candidatura ao Senado. “Eu me sinto pronto e preparado. Quero ter o privilégio de debater Pernambuco e disputar as eleições majoritárias em 2026”, concluiu.

Outras Notícias

Após ação da PF, Cunha almoçará com líderes em sua residência oficial

Cunha acusou segundo aliados, ação de política Após ser alvo de mandados de busca e apreensão, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chamou nesta terça-feira (15) líderes partidários da Casa para um almoço em sua residência oficial, um dos locais em que a Polícia Federal (PF) recolheu documentos e equipamentos do peemedebista. O peemedebista […]

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Cunha acusou segundo aliados, ação de política

Após ser alvo de mandados de busca e apreensão, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chamou nesta terça-feira (15) líderes partidários da Casa para um almoço em sua residência oficial, um dos locais em que a Polícia Federal (PF) recolheu documentos e equipamentos do peemedebista. O peemedebista pretende dar sua versão sobre a operação policial.

O almoço já estava marcado, mas os deputados convidados chegaram a achar que seria cancelado em razão dos acontecimentos desta terça-feira. No entanto, às 11h30, os líderes receberam pelo celular uma mensagem do gabinete da presidência da Câmara confirmando que o compromisso estava mantido.

Segundo aliados de Cunha ouvidos pelo G1, o peemedebista acusa a PF de fazer uma “ação política”, com o objetivo de enfraquecê-lo. No almoço, o presidente da Câmara deve se defender e buscar apoio dos parlamentares de partidos como PTB, PP, PR e PSD.

O líder do PTB, Jovair Arantes (PTB-GO), disse vai comparecer ao encontro na residência oficial. “Qual o problema de manter o almoço? É vida que segue. Estou indo pelo bem da rotina. Temos que dar sequência aos trabalhos da Câmara e votar as coisas. Com relação a essa ação da PF, eu ainda não fiz um juízo de valor. É muita confusão. Temos que entender que a Justiça tem que fazer o seu trabalho. Às vezes acerta e às vezes erra”, afirmou ao G1.

Moro determina leilão de tríplex atribuído ao ex-presidente Lula

Em decisão judicial, o juiz Sérgio Moro determinou nesta segunda-feira (29/1) o leilão do tríplex que fica no Guarujá (SP) atribuído pelo Ministério Público Federal (MPF) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No documento, ele afirmou que “a omissão do recolhimento do IPTU pela OAS Empreendimentos, proprietária formal, ou pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula […]

Em decisão judicial, o juiz Sérgio Moro determinou nesta segunda-feira (29/1) o leilão do tríplex que fica no Guarujá (SP) atribuído pelo Ministério Público Federal (MPF) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

No documento, ele afirmou que “a omissão do recolhimento do IPTU pela OAS Empreendimentos, proprietária formal, ou pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, proprietário de fato, coloca o imóvel em risco, com a possibilidade de esvaziamento dos direitos de confisco da vítima, no caso uma empresa estatal e por conseguinte com prejuízo aos próprios cofres públicos.”

Até o julgamento, o imóvel será vendido em leilão público e o produto da venda será depositado em conta judicial.

Condenação

O suposto recebimento do tríplex rendeu a Lula uma condenação por corrupção e lavagem de dinheiro. Inicialmente, a pena atribuída ao petista pelo juiz Sérgio Moro foi de nove anos e meio. O ex-presidente e o MPF recorreram à segunda instância — o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), em Porto Alegre — que manteve a condenação e ampliou a pena para 12 anos e um mês em regime fechado.

A defesa do ex-presidente ainda pode apresentar embargos declaratórios, mas a decisão, unânime, dificulta a possibilidade de uma candidatura do petista à Presidência da República. O cumprimento da pena começa após o esgotamento de recursos no âmbito do próprio TRF4.

Na segunda instância, Lula acabou derrotado por 3 a 0. O presidente da 8ª Turma do TRF4, desembargador Leandro Paulsen, e o desembargador Victor Laus, acompanharam o voto do relator do processo, desembargador Gebran Neto. “No caso da pena do réu Luiz Inácio Lula da Silva, considero a culpabilidade extremamente elevada. Trata-se de presidente da República, com a gravidade dele nomear diretores que participaram do esquema”, justificou o relator, que aplicou, ainda, 280 dias-multa, à razão unitária de cinco salários mínimos vigentes ao tempo do último fato criminoso.

A pena de 12 anos e 1 mês do ex-presidente é a somatória de oito anos e quatro meses por corrupção, e três anos e nove meses por lavagem de dinheiro, ambos referentes ao apartamento no Guarujá. Lula só foi absolvido no processo de lavagem de dinheiro no caso do armazenamento do acervo presidencial.  “Há prova acima do razoável de que o tríplex estava destinado ao presidente como vantagem indevida”, disse Gebran Neto. O relator comparou como se a OAS fosse um laranja de Lula no apartamento. “Houve crime de lavagem pela ocultação do verdadeiro destinatário do apartamento e também em relação às reformas e benfeitorias”, explicou.

Comunidades de São José do Egito na área de barragem com medo de terem rede desligada pela Celpe

Até agora, empresa não resolveu drama de cerca de 50 famílias sem energia em comunidades de Tuparetama, Tabira e Ingazeira Moradores das comunidades de Melancia e Torrões, em São José do Egito, estão com receio de que a Celpe desligue a rede que alimenta essa área, depois do que aconteceu em  solução que a Celpe […]

Até agora, empresa não resolveu drama de cerca de 50 famílias sem energia em comunidades de Tuparetama, Tabira e Ingazeira

Moradores das comunidades de Melancia e Torrões, em São José do Egito, estão com receio de que a Celpe desligue a rede que alimenta essa área, depois do que aconteceu em  solução que a Celpe encontrou para resolver o drama de moradores da área da Barragem de Cachoeirinha, aumentou o problema.

Há quase uma semana, uma equipe desligou toda a eletrificação da área.  O problema é que não há previsão para religação da área,  que aparentemente depende da ligação do posteamento em área sem risco de inundação pela barragem.

Assim, cerca de 50 famílias estão isoladas e sem energia elétrica em suas casas. “Há idosos, uma com mais de 90 anos, tínhamos coisas na geladeira, não tem acesso pra cidade. Só Deus pra nos ajudar “, relata uma moradora.

O advogado e ex-desembargador do TRE, Roberto Morais,  informa à Coluna do Domingão que nesta segunda tem nova reunião com a Diretoria da Celpe, para resolver a retomada no fornecimento de energia dos  ribeirinhos da Barragem da Ingazeira e estudar saída definitiva para o problema. O promotor Cícero Barbosa Monteiro Júnior,  de Tuparetama, encaminhou ofício ao Presidente da Celpe,  Saulo Cabral e Silva, para instrução no Procedimento Administrativo n° 008/2019.

Ele foi instaurado para fiscalização e acompanhamento das obras de recuperação e/ou construção das estradas que dão acesso às comunidades para garantir a livre circulação dos cidadãos da zona rural do Município de Ingazeira, PE, e o acesso de seus filhos aos serviços públicos de saúde e educação, devido à elevação do nível da água da Barragem de Ingazeira.

Constatação: campanha em Pernambuco não nacionalizou

A pesquisa IPEC que mostra total estabilidade entre as intenções de voto de Raquel Lyra e Marília Arraes,  com praticamente os mesmos percentuais de duas semanas atrás trás algumas constatações. A primeira,  a busca por uma nacionalização da campanha não pegou em Pernambuco como no primeiro turno. Essa estratégia chegou a ser avaliada como a […]

A pesquisa IPEC que mostra total estabilidade entre as intenções de voto de Raquel Lyra e Marília Arraes,  com praticamente os mesmos percentuais de duas semanas atrás trás algumas constatações.

A primeira,  a busca por uma nacionalização da campanha não pegou em Pernambuco como no primeiro turno. Essa estratégia chegou a ser avaliada como a mais adequada para levar a candidata do Solidariedade a buscar uma virada de pleito. Mas, se era a estratégia mais correta, porque não pegou em Pernambuco?

Alguns fatores podem ser invocados. Não são poucos os que avaliam que a campanha de Raquel Lyra, do ponto de vista do marketing, foi mais eficiente do que a campanha da candidata do Solidariedade. Essa semana o blog trouxe um exemplo: o do adesivo de  Bolsonaro em sua camisa no ato de Petrolina, explorado por apoiadores de Marília Arraes.

Raquel foi atacada por fazer discurso em Petrolina com um adesivo colado por um bolsonarista. No vídeo e imagens que circularam as redes, ficou claro que ela não percebeu o momento em que o adesivo foi colocado. Seguiu discursando sem notar.

Apoiadores de Marília compartilharam a notícia de que Raquel estava discursando e assumindo seu apoio a Bolsonaro. A campanha de marketing de Raquel tinha pouco tempo pra reagir. Viu e reviu as imagens e percebeu um senhor fantasiado de Papa no meio da multidão.

Foi o gatilho pra que o vídeo rebatesse com bom humor, um elemento que ajuda quando aparece em campanha, a acusação de que Raquel era bolsonarista. Gonzaga Patriota com adesivo de Lula pertinho da candidata foi a cereja do bolo. “O bolsonarista, o lulista, até o Papa: todo mundo quer colar em Raquel”.

Outra peça que vem sendo elogiada foi a que mostra eleitores de Lula e Bolsonaro dizendo votar em Raquel. A campanha soube explorar bem que o debate é sobre Pernambuco, apresentando nomes do PT e bolsonaristas em torno do mesmo projeto. A presença de prefeitos socialistas sem o apoio foral do PSB também tem sido observado.

Raquel manteve a estratégia no tom que deu aos debates. Compareceu a todos e parecia ter respostas a todos os temas, mesmo quando confrontada com sua neutralidade, invocando o debate para Pernambuco. Apesar de dar a impressão de ter sido treinada para as falas, não titubeou. Marília ao contrário tem aparecido aparentando mais insegurança. No debate da Guararapes, por exemplo, recorria a cola para as perguntas.

Se uma campanha vai bem, sinal de que a outra vai mal. Marília tem uma rejeição maior que a de Raquel (36% x 23%). Alguns fatores: a decisão de já ligar o modo ataque no impacto da morte do marido de Raquel, Fernando Lucena; de não esperar uma dia por solidariedade como queria  a campanha tucana, a exploração cansativa de um episódio da FUNASE que não sensibilizou a opinião pública e tem se mostrado cansativo, a aparente rejeição do vice, Sebastião Oliveira, muito explorada. Enfim, mesmo com Lula, a campanha aparentemente não empolgou. Conseguir isso a quatro dias do pleito parece uma missão quase impossível, que só acha guarita no imponderável da política, quando as urnas forem abertas. Mas a essa altura, Raquel aparenta estar com a condução para o Palácio bastante pavimentada.

Francys Maya recebe alta após 22 dias

O radialista Francys Maya recebeu alta por volta das 14h30 desta quinta-feira (04) do Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam), em Serra Talhada. O comunicador, que havia recebido alta no dia 13 de outubro, voltou a ser hospitalizado na última segunda-feira (1°), após sofrer mal-estar. Acompanhado pelo setor de cardiologia do hospital, seu quadro de saúde […]

O radialista Francys Maya recebeu alta por volta das 14h30 desta quinta-feira (04) do Hospital Regional Agamenon Magalhães (Hospam), em Serra Talhada.

O comunicador, que havia recebido alta no dia 13 de outubro, voltou a ser hospitalizado na última segunda-feira (1°), após sofrer mal-estar.

Acompanhado pelo setor de cardiologia do hospital, seu quadro de saúde evoluiu positivamente, resultando em alta médica. “O cardiologista me avaliou, prescreveu alguns medicamentos para tomar em casa e pediu uns exames para semana que vem”, disse Maya ao blog.

Um dos maiores comunicadores da região, Francys Maya apresenta diariamente programa jornalístico em uma emissora da cidade. “Eu quero no máximo nesses quinze dias já está no ar, com a graça de Jesus”, contou o radialista, que no total passou 22 dias hospitalizado.