Desde a última segunda feira (23) os golpistas do PSB de Pernambuco, governador Paulo Câmara e prefeito Geraldo Julio, estão em Brasília – de forma desesperada – procurando a Executiva Nacional do PT para tentar “detonar” a candidatura de Marília Arraes ao governo do Estado. Um desespero inútil.
Lembro que no dia 17 de abril de 2016, o dia do impeachment, eles também estavam em Brasília e conseguiram “detonar” o mandato da presidente Dilma, um
mandato que pertencia a 54 milhões de brasileiros.
Paulo Câmara e Geraldo Julio mandaram seus deputados votar a favor do impeachment e derrubar a presidente Dilma. Por extensão, derrubar o governo que mais investiu no desenvolvimento de Pernambuco: o do PT.
Desta vez, vai dar errado. Eles não vão impedir a legítima candidatura da vereadora Marília Arraes, que não pertence mais ao PT. Pertence ao grande desejo de mudança que está na alma e nos corações do valente povo pernambucano.
Ratifico que o PSB não tem votos na Executiva Nacional, muito menos no Diretório Nacional do PT, para fazer a coligação nacional com o Partido dos Trabalhadores.
Tenho certeza de que Marília Arraes será candidata, pois é o desejo dos pernambucanos, irá ao segundo turno e, junto com o Avante e o PROS, elegerá uma bancada de oito deputados estaduais e cinco deputados federais. Avante, Marília!
O prefeito Eleito de Tuparetama, Diógenes Patriota foi entrevistado pelo jornalista Erbi Andrade, na Rádio Gazeta FM de São José do Egito. No bate papo ele falou da sua vitória nas urnas, no último domingo (06) e do que pretende fazer quando assumir o cargo de prefeito do município. Entre as ações que pretende tirar […]
O prefeito Eleito de Tuparetama, Diógenes Patriota foi entrevistado pelo jornalista Erbi Andrade, na Rádio Gazeta FM de São José do Egito.
No bate papo ele falou da sua vitória nas urnas, no último domingo (06) e do que pretende fazer quando assumir o cargo de prefeito do município.
Entre as ações que pretende tirar do papel, Diógenes disse que um dia, toda semana irá levar seu gabinete para atender em Santa Rita, distrito de Tuparetama.
Segundo o gestor eleito, sua administração terá como base, o dialogo ouvindo as pessoas.
Diógenes inclusive destacou que vai realizar pesquisas de satisfação de seis em seis meses, para avaliar como estão todos os serviços ofertados pela Prefeitura à população tuparetamense.
Diógenes Patriota venceu o pleito em Tuparetama com 53,64% dos votos válidos. Foram 3.619 votos contra 3.078 votos de Danilo, do Avante (45,62%). O nome da terceira via, Ivaí e, teve 50 votos (0,74%).
Na última sexta-feira (09), a Secretaria Municipal de Educação de Serra Talhada esteve reunida com a comissão especial que discute a volta às aulas presenciais no município. Na pauta da reunião, o retorno seguro dos alunos, professores e comunidade escolar às aulas presenciais. O próximo passo será discutir com os demais órgãos, como Saúde, Vigilância […]
Na última sexta-feira (09), a Secretaria Municipal de Educação de Serra Talhada esteve reunida com a comissão especial que discute a volta às aulas presenciais no município. Na pauta da reunião, o retorno seguro dos alunos, professores e comunidade escolar às aulas presenciais.
O próximo passo será discutir com os demais órgãos, como Saúde, Vigilância e Comunicação, o planejamento que posteriormente será encaminhado à comissão, que conta com representações dos demais órgãos interessados.
Segundo a secretária municipal de Educação, Marta Cristina, o objetivo do Governo Municipal é garantir um retorno seguro, mas que esteja de acordo com a realidade do município.
“Precisamos levar essa discussão agora para os órgãos que nos auxiliam a debater a educação em Serra Talhada. Também falar com os pais e apresentar o que já temos preparado para que esse retorno aconteça da forma mais segura possível. E para que isso aconteça, nós precisamos estar alinhados e preparados dentro da nossa realidade, entendendo o que precisamos e o que conseguiremos fazer para atingir a nossa meta de continuar tendo a confiança da população em nosso trabalho, que a cada dia ganha uma responsabilidade maior”, lembrou Marta.
Ontem, o blog noticiou que o prefeito Sebastião Dias e sua equipe teriam reunido personalidades da cultura, arrumado uma orquestra e mostrado para a reportagem da TV Asa Branca um carnaval bem diferente do divulgado na programação oficial. Claro, a reportagem teve repercussão e não foram poucas as pessoas que questionaram o desvirtuamento da festa […]
Ontem, o blog noticiou que o prefeito Sebastião Dias e sua equipe teriam reunido personalidades da cultura, arrumado uma orquestra e mostrado para a reportagem da TV Asa Branca um carnaval bem diferente do divulgado na programação oficial.
Claro, a reportagem teve repercussão e não foram poucas as pessoas que questionaram o desvirtuamento da festa de momo justamente em uma cidade gerida por alguém que tem como maior característica a carga cultural que carrega. É como se o autor de “Conselho ao Filho Adulto”, abrisse mão dos valores que carrega consigo para ajudar a propagar contra-valores em uma festa tão nossa.
Mas cabe uma correção: a organização que trouxe uma orquestra de frevo para as ruas da Cidade das Tradições nada teve haver com Sebastião ou qualquer membro da sua equipe. Foi organizada pela Associação dos Poetas e Prozadores de Tabira, a respeitada APPTA, como um gesto de resistência cultural.
Representantes da APPTA como Verônica Sobral e Genicleide Soares registram que o encontro com frevo foi ideia da Associação, especificamente do poeta e professor Genildo Santana, para depois da missa de domingo. Sebastião Dias estava no meio da festa porque como poeta integra a Associação, assim como Dedé Monteiro e outros. Foi uma caminhada poética no carnaval.
O gesto da APPTA só reforça a necessidade de inversão de valores. Do movimento cultural mais rico de Tabira sai o único sopro de culturalidade do carnaval. Faria bem a Tabira e à festa que, invertendo os papeis, saísse do movimento cultural tabirense o direito de participar da discussão em torno do carnaval. Se um gesto desse ganhou espaço na TV, o que não faria um carnaval mais multicultural na Cidade das Tradições? Porque, como está, o carnaval de Tabira não aparece na TV…
Por unanimidade, o Plenário referendou decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski. O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) referendou decisão liminar do ministro Ricardo Lewandowski no sentido da competência dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para imunizar adolescentes de 12 a 17 anos contra a covid-19. O entendimento, unânime, foi tomado na Arguição […]
Por unanimidade, o Plenário referendou decisão cautelar do ministro Ricardo Lewandowski.
O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) referendou decisão liminar do ministro Ricardo Lewandowski no sentido da competência dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para imunizar adolescentes de 12 a 17 anos contra a covid-19.
O entendimento, unânime, foi tomado na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 756, na sessão virtual encerrada em 8 de outubro.
De acordo com a decisão da Corte, para efetuar a imunização, os entes federados devem considerar as situações concretas que vierem a enfrentar, sob sua exclusiva responsabilidade, e observar as cautelas e as recomendações dos fabricantes das vacinas, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e das autoridades médicas, bem como a ordem de prioridade de vacinação.
Premissas equivocadas
A ADPF 756, ajuizada em outubro de 2020, questiona atos do governo federal sobre a aquisição de vacinas e o programa de imunização contra a covid-19. Em setembro deste ano, o Partido Socialista Brasileiro (PSB), um dos autores da ação, juntamente com o Partido Comunista do Brasil (PCdoB), o Partido dos Trabalhadores (PT), o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) e o Cidadania, apresentou pedido de tutela de urgência em relação à vacinação dos adolescentes.
Segundo o partido, a nota técnica do Ministério da Saúde que restringiu a vacinação desse grupo aos jovens com comorbidades está pautada em premissas equivocadas e contraria frontalmente o posicionamento da Anvisa, do Conselho Nacional de Saúde (Conass) e da Câmara Técnica do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde. A liminar foi deferida pelo relator em 21/9 e submetida a referendo do Plenário.
Decisão intempestiva
No julgamento virtual, o ministro Lewandowski reiterou que o Plenário do STF já definiu que os entes federados têm competência concorrente para adotar as providências necessárias ao combate da pandemia. Para ele, a mudança de regra do Ministério da Saúde, que passou a não mais recomendar a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos sem comorbidades, não tem amparo em evidências acadêmicas ou análises estratégicas.
Segundo o ministro, a aprovação do uso da vacina da Pfizer em adolescentes, pela Anvisa e por agências da União Europeia, dos Estados Unidos, do Reino Unido, do Canadá e da Austrália, aliada às manifestações de importantes organizações da área médica, “levam a crer que o Ministério da Saúde tomou uma decisão intempestiva e, aparentemente, equivocada”.
Volta às aulas
O ministro destacou, também, a relevância da imunização para garantir a volta dos adolescentes às aulas presenciais.
Segundo ele, caso as autoridades sanitárias locais decidam vacinar adolescentes sem comorbidades, adequando o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação às realidades locais, devem dar a necessária publicidade à determinação, que deve ser acompanhada da devida motivação e baseada em dados científicos e avaliações estratégicas, sobretudo as concernentes ao planejamento da volta às aulas presenciais nos distintos níveis de ensino.
A decisão foi unânime, com ressalvas do ministro Nunes Marques. Segundo ele, estados e municípios podem alocar as vacinas da forma que melhor entenderem, mas sem que o governo federal tenha de suprir eventual uso fora do total destinado.
O presidente Michel Temer, começou o processo de venda de ativos da Petrobras, denuncia em nota o Senador Humberto Costa. A Liquigás, distribuidora de gás liquefeito de petróleo (GPL) da estatal, acaba de ser vendida para o grupo Ultra, dono da concorrente Ultragás, que a partir de agora deterá quase 50% do mercado. O fato gerou […]
O presidente Michel Temer, começou o processo de venda de ativos da Petrobras, denuncia em nota o Senador Humberto Costa.
A Liquigás, distribuidora de gás liquefeito de petróleo (GPL) da estatal, acaba de ser vendida para o grupo Ultra, dono da concorrente Ultragás, que a partir de agora deterá quase 50% do mercado. O fato gerou duras críticas do líder do PT no Senado, Humberto Costa.
“É com grande tristeza que presenciamos um completo desmonte das nossas riquezas. Todos sabem como a Petrobras e suas distribuidoras são importantes para o Brasil. O presidente golpista e sem voto realmente não estava brincando quando afirmou que venderia nosso patrimônio”, lamentou senador.
A negociação ficou entre R$ 2,5 bilhões e R$ 3 bilhões, mas precisará ser aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), por conta da grande concentração do mercado na mão de um único grupo. “Não vejo como essa venda pode ser boa para os brasileiros. Se a Liquigás estivesse dando prejuízo, não teríamos tantos grupos internacionais interessados na compra”, analisou Humberto.
A Federação Única dos Petroleiros (FUP) já havia se manifestado contra a venda da Liquigás e da BR Distribuidora. Segundo a instituição, a Petrobras terá grandes problemas em colocar nas ruas o que produz nas refinarias caso a venda das duas distribuidoras seja concretizada.
“Com essas privatizações, o poder de ação da Petrobras ficará cada vez menor. Eles estão tirando, a cada dia, a força da estatal que sempre foi o nosso grande orgulho. Primeiro foi aprovar a lei que tira a exclusividade da exploração do pré-sal e será sancionada nos próximos dias pelo presidente golpista. Agora, a venda dos ativos da Petrobras que foi iniciada com a privatização da Liquigás, uma verdadeira tragédia para o Brasil”, denunciou Humberto.
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