Sesc abre inscrições para seleção de Jovem Aprendiz no interior de Pernambuco
Por Nill Júnior
O Sesc está com inscrições abertas para o processo de seleção simplificada de Jovem Aprendiz no interior de Pernambuco. São oferecidas, ao todo, 19 vagas, duas delas para pessoas com deficiência, em oito unidades do Agreste e do Sertão, nas cidades de Arcoverde, Araripina, Belo Jardim, Bodocó, Buíque, Pesqueira, Surubim e Triunfo. Os interessados em participar do processo podem se inscrever no sitewww.selecaoaprendiz.sescpe.com.br.
A inscrição é gratuita e limitada aos 30 primeiros candidatos em cada localidade. As duas vagas para pessoas com deficiência são para as unidades de Triunfo e Arcoverde. Estão aptos a participar do processo seletivo jovens e adolescentes de 14 a 24 anos incompletos (a idade máxima não se aplica às pessoas com deficiência); estar cursando, no mínimo, o 7º ano do Ensino Fundamental; e não ter ingressado no ensino superior. O candidato também não pode ter sido Jovem Aprendiz do Sesc anteriormente ou ter concluído curso de Aprendizagem similar.
Além da bolsa, no valor de R$ 448,45, o programa fornece vale-transporte, fardamento e curso de Aprendizagem Profissional Comercial em Serviços Administrativos, coordenado pelo Senac. Durante o programa, que tem duração de um ano, os selecionados vão auxiliar nas atividades administrativas. A jornada é de 20 horas semanais.
Após retornar de Brasília, onde cumpriu agendas na última terça (23) e quarta-feira (24), a governadora Raquel Lyra (PSDB) assinou nesta manhã a nomeação de Rodrigo Novaes para o Tribunal de Contas do Estado. Uma edição extra do Diário Oficial deve ser publicada ainda ao longo do dia com a nomeação de Novaes para o […]
Após retornar de Brasília, onde cumpriu agendas na última terça (23) e quarta-feira (24), a governadora Raquel Lyra (PSDB) assinou nesta manhã a nomeação de Rodrigo Novaes para o Tribunal de Contas do Estado.
Uma edição extra do Diário Oficial deve ser publicada ainda ao longo do dia com a nomeação de Novaes para o novo cargo.
Com isso, o 1º suplente, Diogo Moraes (PSB), fica com o caminho livre para assumir o mandato na Assembleia Legislativa de Pernambuco pelos próximos dias. As informações são do Blog Cenário.
Segundo instituto, 13% afirmam sempre acreditar nas palavras do presidente, e 26%, só às vezes Folha de S. Paulo O índice de brasileiros que nunca acreditam no que diz o presidente Jair Bolsonaro (PL) bateu numericamente o recorde em seu mandato, diz a mais recente pesquisa do Datafolha. São agora 60% dos 3.666 ouvidos com […]
Segundo instituto, 13% afirmam sempre acreditar nas palavras do presidente, e 26%, só às vezes
Folha de S. Paulo
O índice de brasileiros que nunca acreditam no que diz o presidente Jair Bolsonaro (PL) bateu numericamente o recorde em seu mandato, diz a mais recente pesquisa do Datafolha.
São agora 60% dos 3.666 ouvidos com 16 anos ou mais em 191 cidades que não acreditam na falação do presidente. Já 26% confiam às vezes e 13%, sempre no que afirma o mandatário.
A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos, o que faz os índices estarem empatados tecnicamente com os registrados na pesquisa anterior, de setembro: 57% de nunca confiam, 28% de às vezes confiam e 15%, de nunca confiam, mas a curva é mais pronunciada ladeira acima na desconfiança.
Neste período, a logorreia presidencial deu uma folga relativa no campo institucional, com o fim da campanha aberta contra o Judiciário, simbolizada nos atos golpistas nos quais Bolsonaro discursou no 7 de Setembro.
Como a crise chegou a um ponto de ruptura, e mesmo aliados recomendaram ao presidente calma, de lá para cá Bolsonaro tratou de entregar as chaves do governo para o centrão, com a chegada do PP à Casa Civil e outros órgãos, e filiou-se ao PL, partido do grupo antes espezinhado.
Isso não o calou, claro. Ele continua promovendo uma campanha de desinformação em relação à pandemia da Covid-19, quando por exemplo disse que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária queria “fechar o espaço aéreo de novo” —algo que nunca aconteceu.
O que a Anvisa defende é controle na entrada de visitantes estrangeiros não vacinados, devido à emergência da variante mais transmissível ômicron do novo coronavírus.
Nesta quinta (16), continuando sua batalha contra a vacinação, disse que iria divulgar os nomes dos funcionários da agência que aprovaram a imunização de crianças de 5 a 11 anos.
Em outubro, afirmou que vacinados contra a Covid-19 estariam desenvolvendo Aids, uma mentira que lhe rendeu uma abertura de inquérito.
Também chamou recentemente de “cascata” a agressão documentada de seguranças da Presidência a jornalistas, entre outros episódios.
A percepção segue, portanto, a mesma. Curiosamente para um político recém-eleito, o presidente já começara seu mandato em 2019 inspirando mais desconfiança (44%) do que confiança (19% total, 36% parcial) na população.
Ao longo da pandemia, seus índices pioraram, acompanhando seu trabalho em tentar minimizar a gravidade do que chamava de “gripezinha”.
Como ocorreu com sua popularidade, houve uma melhora no fim de 2020, quando na única vez em sua gestão o “confio às vezes” (39%) ultrapassou numericamente e dentro da margem de erro o “nunca confio” (37%).
Dali em diante, a curva inverteu-se de vez, chegando aos números de agora, que coincidem com os recordistas 53% de reprovação de sua gestão e os 60% de rejeição liminar do eleitor em 2022.
Como ocorreu em sua avaliação geral e nas intenções de voto, seu desempenho é pior entre os mais pobres, que ganham até 2 salários mínimos (66% de desconfiança), nordestinos (68%) e, claro, entre os que reprovam o governo (91%).
Já sempre confiam mais em Bolsonaro os mais ricos (21% para quem ganha de 5 a 10 mínimos e entre os que recebem mais de 10) e com mais de 60 anos (19%). Os moradores do Norte/Centro-Oeste, região associada a melhores índices do presidente, também acreditam mais nele (16%).
A informação é de Terezinha Nunes ao JC: em uma longa conversa este sábado em Palácio com a governadora Raquel Lyra o ministro Sílvio Costa Filho assumiu o compromisso de apoiá-la e deve ser um dos candidatos ao Senado na chapa da governadora. Depois do encontro, ele confessou a um amigo que saiu muito satisfeito […]
A informação é de Terezinha Nunes ao JC: em uma longa conversa este sábado em Palácio com a governadora Raquel Lyra o ministro Sílvio Costa Filho assumiu o compromisso de apoiá-la e deve ser um dos candidatos ao Senado na chapa da governadora. Depois do encontro, ele confessou a um amigo que saiu muito satisfeito e vai ter uma audiência com o presidente Lula na próxima terça-feira para falar do assunto e tratar da possível saída do ministério dos Portos e Aeroportos no dia 04 de abril.
Resolvida a questão de Silvio, a governadora deve se debruçar sobre uma cada vez mais provável aliança com a ex-deputada federal Marília Arraes, o que deve acontecer em Brasília esta quarta-feira onde também vai estar o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. Após o apoio de Silvio, o comentário este final de semana no meio político era de que a chapa de Raquel pode estar definida nos próximos dias com os dois compondo as vagas para o Senado.
O ministro já ligou para deputados mais próximos do Palácio das Princesas para pedir apoio, mas não adiantou qual vaga vai ocupar na chapa. A um deles, porém, foi misterioso: “vou apoiá-la independente de chapa”. O “mistério” é explicado pela dificuldade que tem um provável proponente de se adiantar ao candidato ao governo, ao qual cabe dar publicidade a uma decisão dessa magnitude.
Isso também explicaria a mudez da ex-deputada federal Marília Arraes que, antes de conversar com Raquel, atendia ao telefone e não se recusava a dar declarações, mas nos últimos dias se recolheu por completo, afastando-se não só da imprensa como de políticos mais próximos. Se a chapa para o Senado vier a contemplar Sílvio e Marília, resta saber o destino do senador Fernando Dueire que a própria governadora tem feito questão de elogiar em eventos e em conversas com interlocutores, além de tê-lo convidado a participar, de forma permanente, de sua agenda de inaugurações na Região Metropolitana e no Interior e a acompanhá-la em alguns compromissos em Brasília.
Por Djnaldo Galindo * O presente artigo não pretende encerrar a discussão, muito pelo contrário, reinicia-lo. Noviço no trabalho de agente do arvoreamento urbano na cidade de Arcoverde, não me surpreendi ao ouvir as dificuldades de outros que bem antes de mim começaram essa luta e que eram e ainda são vistos como loucos ou […]
O presente artigo não pretende encerrar a discussão, muito pelo contrário, reinicia-lo. Noviço no trabalho de agente do arvoreamento urbano na cidade de Arcoverde, não me surpreendi ao ouvir as dificuldades de outros que bem antes de mim começaram essa luta e que eram e ainda são vistos como loucos ou uma espécie exótica de selvagens que destroem a harmonia do paisagismo urbano e o impestam com “plantas feias e espinhentas”.
Pois bem, ouvi deles que, diferentemente do que pensa o senso comum, grande parte da perda de árvores diligentemente plantadas em vias públicas em nossa cidade pelo trabalho voluntário, sejam oriundas de ações individuais ou coletivas, são cruelmente assassinadas a semelhança de ervas daninhas, não pela ação de vândalos, mas, pasmem, pelo poder público, logo aquele que as deveria não apenas proteger, mas sobretudo, multiplicar e incentivar a sua disseminação.
Essa ação é feita de várias formas: capinação sem critérios; podas drásticas; arranque indiscriminado, tratoracão e soterramento. As justificativas quase sempre são as de que estão ali sem a anuência do projeto de paisagismo oficial para o local, que são inadequadas a via pública ou até mesmo que são “feias”.
Minha esposa esses dias foi surpreendida ao ouvir de uma amiga que não entendia a razão de plantarem uma planta “horrorosa” na Praça Winston Siqueira. Ela se referia a uma jovem Sumaúma ainda em formação. Como mudou a opinião ao ser confrontada pelas imagens de uma mesma árvore já adulta em plena floração cuja imagem foi baixada via Google imagens por minha esposa ao ouvir tamanho despautério.
Na verdade, a resistência ao uso das nativas no paisagismo urbano é fruto de um conjunto de impressões e sentimentos que vão do resquício de uma mentalidade colonialista, que enxerga o que vem de fora muito melhor e superior, perpassando pela ignorância e preconceito, mas principalmente por que o uso das nativas contrária aos interesses econômicos. Nativas são mais baratas na aquisição e requerem muito menos custo de manutenção e isso é um verdadeiro perigo aos interesses inomináveis.
Defendo as nativas e não irei desistir, pois convivem em harmonia com toda biodiversidade e porque também são lindas e resistentes. Quase sempre os representantes do poder público, além dos motivos mencionados anteriormente, vêm as árvores apenas nos aspectos estéticos imediatos, pois é verdade que algumas as nativas na infância fogem ao padrão convencional da estética e também por adaptações ao stress hídrico, demoram um pouco mais para crescer, florir e sombrear, mas com as vantagens mui superiores de suprir as abelhas, servir de abrigo a passarada, produzir matéria orgânica e sequestrar carbono a um custo quase zero.
Mas, o maior desafio, além daquela de demover o poder público de cessar a sua ação predatória, vem a reboque o de fazê-lo cumprir a sua função de ofício em promover um arvoreamento minimamente aceitável no espaço público. A associação em que faço parte já levou ao solo milhares de espécies arbóreas de dezenas de espécies nativas.
Nesse momento elas embelezam e sombreiam centenas de ruas e dezenas de praças. Vicejam em nascentes e encostas de serras na zona rural. Soube a pouco que milhares de mudas jazem sem finalidade no Viveiro Público Municipal. É hora de agir.
*Djnaldo Galindo é formato em História pela AESA e graduando em Ciências Políticas pela Uninter.
A festa de aniversário de 9 anos de um dos principais eventos culturais do Pajeú, o Balaio Cultural, vai acontecer neste sábado, 1º de fevereiro, na cidade de Tuparetama. A edição comemorativa do Balaio começa às 21 horas, no Espaço Cultural da Academia das Cidades e terá uma noite com a música e o talento […]
A festa de aniversário de 9 anos de um dos principais eventos culturais do Pajeú, o Balaio Cultural, vai acontecer neste sábado, 1º de fevereiro, na cidade de Tuparetama. A edição comemorativa do Balaio começa às 21 horas, no Espaço Cultural da Academia das Cidades e terá uma noite com a música e o talento de Galego do Pajeú, Alex do Acordeon, Raulino Silva, Denilson Nunes e Forró D3, além de poetas e artistas da região.
Para o idealizador do evento, o cantor e produtor cultural, Fernando Marques, o evento já se consolidou no calendário cultural do Pajeú e cidades vizinhas do Cariri paraibano, cativando um público fiel durante as edições mensais que passaram a seguir o cronograma do evento.
“Ao longo desses nove anos em mais de 100 edições, já firmamos um público que não perde uma edição do Balaio Cultural. Extrapolamos as divisas e devido a nossa persistência mensal, recebemos um grande número de pessoas do Sertão e do Cariri paraibano que vêm prestigiar o encontro de artistas em suas diversas manifestações culturais.”, afirmou Fernando.
O evento surgiu a partir de uma colocação do poeta Dedé Monteiro, o Patrimônio Vivo de Pernambuco. Fernando levou a ideia adiante e em janeiro de 2011, promoveu em Tuparetama, a primeira edição do Balaio Cultural. Em mais de 100 edições, já passaram pelo palco mais de 3 mil artistas.
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