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Sertão do Pajeú notifica 36 novos casos de Covid-19 nas últimas 72h

Por André Luis

Iguaracy, Ingazeira, Quixaba e Solidão estão com os casos ativos zerados. 

Por André Luis

De acordo com os boletins epidemiológicos da Covid-19 dos municípios do Sertão do Pajeú divulgados nesta segunda-feira (16), nas últimas 72h, foram notificados 36 novos casos positivos, 45 recuperados e nenhum novo óbito.

Agora o Sertão do Pajeú conta com 33.009 casos confirmados, 32.240 recuperados (97,67%), 639 óbitos e 130 casos ativos da doença.

Apesar do avanço na vacinação e dos números animadores, é importante lembrar que a pandemia ainda não acabou. Especialistas alertam para a importância da continuidade do cumprimento dos protocolos de prevenção: usar a máscara sempre, evitar aglomerações e higienizar bem as mãos. 

Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú nas últimas 72 horas:

Afogados da Ingazeira registrou 3 novos casos positivos. O município conta com 5.451 casos confirmados, 5.376 recuperados, 72 óbitos e 3 casos ativos da doença. 

Brejinho registrou 1 novo caso positivo. O município conta com 758 casos confirmados, 734 recuperados, 21 óbitos e 3 casos ativos. 

Calumbi  registrou 1 novo caso positivo e 13 recuperados. O município conta com 735 casos confirmados, 727 recuperados, 5 óbitos e 3 casos ativos da doença. 

Carnaíba  registrou 3 novos casos positivos. O município conta com 2.201 casos confirmados, 2.148 recuperados, 36 óbitos e 17 casos ativos da doença. 

Flores registrou 2 novos casos positivos e 3 recuperados. O município conta com 1.058 casos confirmados, 994 recuperados, 38 óbitos e 26 casos ativos. 

Iguaracy não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 833 casos confirmados, 806 recuperados, 27 óbitos e nenhum caso ativo da doença. 

Ingazeira não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 462 casos confirmados, 455 recuperados, 7 óbitos e nenhum caso ativo. 

Itapetim registrou 10 novos casos positivos e 7 recuperados. O município conta com 1.421 casos confirmados, 1.379 recuperados, 33 óbitos e 9 casos ativos. 

Quixaba não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 517 casos confirmados, 502 recuperados, 15 óbitos e nenhum caso ativo. 

Santa Cruz da Baixa Verde registrou 1 novo caso positivo e 1 recuperado. O município conta com 636 casos confirmados, 613 recuperados, 19 óbitos e 4 casos ativos. 

Santa Terezinha registrou 4 novos casos positivos. O município conta com 1.043 casos confirmados, 1.006 recuperados, 28 óbitos e 9 casos ativos. 

São José do Egito registrou 3 casos recuperados. O município conta com 2.550 casos confirmados, 2.485 recuperados, 57 óbitos e 8 casos ativos. 

Serra Talhada registrou 1 novo caso positivo e 11 recuperados. O município conta com 10.200 casos confirmados, 10.008 recuperados, 176 óbitos e 16 casos ativos da doença.

Solidão não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 679 casos confirmados, 676 recuperados, 3 óbitos e nenhum caso ativo. 

Tabira registrou 7 novos casos positivos e 5 recuperados. O município conta com 2.916 casos confirmados, 2.848 recuperados, 48 óbitos e 20 casos ativos. 

Triunfo não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 954 casos confirmados, 922 recuperados, 28 óbitos e 4 casos ativos. 

Tuparetama registrou 3 novos casos positivos. O município conta com 595 casos confirmados, 561 recuperados, 26 óbitos e 8 casos ativos da doença.

Outras Notícias

Breno Araújo busca fortalecer pré-candidatura estadual, mas viabilidade ainda é questionada

Com o apoio da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, o nome de Breno Araújo começa a circular nos bastidores como pré-candidato a deputado estadual em 2026. Nas últimas semanas, ele intensificou articulações políticas e anunciou apoios em diferentes regiões do estado. Entre os nomes que já sinalizaram adesão ao projeto estão George Freitas, de […]

Com o apoio da prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, o nome de Breno Araújo começa a circular nos bastidores como pré-candidato a deputado estadual em 2026. Nas últimas semanas, ele intensificou articulações políticas e anunciou apoios em diferentes regiões do estado.

Entre os nomes que já sinalizaram adesão ao projeto estão George Freitas, de Paulista; Zan Lucena, de Brejinho; Eliete do Icó; além dos empresários Jeferson Pipi e Ubirajara Lima, de Tacaratu. A movimentação, embora ainda embrionária, visa ampliar a base de apoio e consolidar o nome de Breno no cenário estadual.

Apesar disso, quem acompanha de perto os bastidores avalia que o projeto ainda está longe de ser considerado viável eleitoralmente. O próprio campo onde Breno tenta se posicionar é considerado competitivo, com diversos nomes já consolidados na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa.

Entre aliados, o discurso é de cautela. “É só o começo”, dizem interlocutores próximos, que defendem que o momento é de construção e escuta. A aposta é que, com o tempo, o projeto ganhe musculatura e visibilidade suficientes para entrar de fato no jogo.

Por ora, as articulações continuam. Se serão suficientes para transformar a pré-candidatura em uma campanha competitiva, é algo que o tempo — e as urnas — irão dizer.

Sávio Torres questiona e TCE suspende leilão de veículos em Tuparetama

Uma solicitação formal do prefeito eleito de Tuparetama, Sávio Torres,  cancelou um leilão que seria realizado pela Prefeitura do município, capitaneada pelo gestor Dêva Pessoa. Sávio levantou suspeição sobre o processo e o fato de  que ele iria acontecer poucos dias antes de sua posse, em pleno processo de transição. Dentre os veículos que seriam […]

decisao-arcoverde-flUma solicitação formal do prefeito eleito de Tuparetama, Sávio Torres,  cancelou um leilão que seria realizado pela Prefeitura do município, capitaneada pelo gestor Dêva Pessoa.

Sávio levantou suspeição sobre o processo e o fato de  que ele iria acontecer poucos dias antes de sua posse, em pleno processo de transição.

Dentre os veículos que seriam leiloados, uma S10 2015 que era usada pelo próprio prefeito Dêva. Outra alegação é de que, ao contrário do que alega o convite do leilão, os veículos ainda tem boa vida útil, alguns sendo utilizados normalmente pela municipalidade. Também teria faltado uma avaliação prévia dos veículos leiloados.

O Conselheiro que analisou o caso foi Luiz Arcoverde Filho. Ele deferiu a medida cautelar após solicitação do denunciante e determinou que a prefeitura suspendesse o leilão de número 002/2016. Também notificou o gestor.

A medida, segundo Sávio, poderiam causar dano irreparável ao município, como a obrigação, nos primeiros meses da nova gestão, de aquisição de frota ou locação emergencial para reparar o vácuo deixado pela ausência dos veículos.

Boca de urna identificada em Carnaíba e São José do Egito

Carnaíba registra chuva leve nesta manhã de domingo. Apesar disso, a movimentação é considerada boa com o eleitorado se dirigindo aos locais de votação. Movimentação maior nas escolas Joaquim Mendes e João Gomes dos Reis. O Prefeito José Mário Cassiano já votou por volta das 9h25. Também lá, muito lixo eleitoral nas ruas. Dois militantes […]

Carnaíba registra chuva leve nesta manhã de domingo. Apesar disso, a movimentação é considerada boa com o eleitorado se dirigindo aos locais de votação.

Movimentação maior nas escolas Joaquim Mendes e João Gomes dos Reis. O Prefeito José Mário Cassiano já votou por volta das 9h25.

Também lá, muito lixo eleitoral nas ruas. Dois militantes foram flagrados pela polícia distribuindo santinhos. O mesmo aconteceu em São José do Egito, onde também há movimentação tranquila até agora.

Eleições municipais podem ser ”laboratório” para 2018

Cientistas políticos destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial A eleição municipal deste ano deverá trazer vários sinais sobre como será a disputa presidencial em 2018. A mudança das regras, somada a fatos novos surgidos desde o último pleito, sobretudo as denúncias […]

Da Agência Estado
Da Agência Estado

Cientistas políticos destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial

A eleição municipal deste ano deverá trazer vários sinais sobre como será a disputa presidencial em 2018. A mudança das regras, somada a fatos novos surgidos desde o último pleito, sobretudo as denúncias de corrupção, promete transformar a forma de se fazer campanha e, por consequência, a percepção dos eleitores a respeito dos partidos e dos candidatos. E pode servir de “laboratório” para a próxima eleição.

Cientistas políticos ouvidos pelo “Broadcast Político”, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, destacam que se deve ficar atento em especial a como os políticos e eleitores reagem à proibição do financiamento empresarial, ao menor tempo de campanha, ao desempenho de nomes que têm apoio de possíveis presidenciáveis e ao provável enfraquecimento de partidos envolvidos na Lava Jato.

Sem receber doações de empresas, as candidaturas terão à disposição apenas os recursos do Fundo Partidário ou doados por pessoas físicas. Os candidatos, além disso, terão menos contato com os eleitores, já que o tempo de campanha nas ruas e nos palanques caiu de 90 para 45 dias. No rádio e na televisão, a redução foi de 45 para 35 dias. As restrições, afirmam os analistas, devem prejudicar principalmente os nomes desconhecidos, que terão mais dificuldade para se apresentarem ao eleitorado.

“A crise política poderia fazer surgir novas figuras, mas os grandes partidos não vão querer apostar nesses, porque não há dinheiro nem tempo suficiente para fazê-los despontar”, avalia Humberto Dantas, cientista político associado da 4E Consultoria. Sairão na frente, portanto, os candidatos que já possuem uma história política relevante. “Tive a oportunidade de analisar as pesquisas de intenção de voto em 22 capitais. Em todas, os três primeiros colocados são prefeitos, ex-prefeitos ou deputados e senadores”, disse.

Podem fugir à regra os candidatos que, apesar de pouco conhecidos, dispõem de recursos próprios para bancar a campanha. É o caso do empresário João Doria, que não tem um passado político, mas é a aposta do PSDB para a disputa em São Paulo. Dono de um grupo de empresas, o tucano terá o desafio de derrotar o deputado federal Celso Russomanno (PRB), a ex-prefeita e senadora Marta Suplicy (PMDB), a ex-prefeita e deputada federal Luiza Erundina (PSOL) e o prefeito Fernando Haddad (PT), os quatro primeiros colocados, nesta ordem, nas últimas pesquisas de intenção de voto.

Embora continuem como favoritos na maioria das cidades, os grandes partidos devem eleger menos prefeitos e vereadores nesta eleição, esperam os analistas. Não só em razão dos desdobramentos da Operação Lava Jato, mas também porque falharam em produzir novas lideranças. “Assim, a pulverização das instâncias de mando, a começar com as prefeituras, trará uma inédita perda da fé pública, e os candidatos à Presidência em 2018, não possuindo os recursos milionários do passado recente para gastar em propaganda, precisarão como nunca das alianças que lhes garantem horário de rádio e TV”, prevê o professor Roberto Romano, que leciona Filosofia e Ética na Unicamp.

Romano, no entanto, ressalta que as pequenas siglas também não abrigam políticos com capacidade de cativar eleitores que perderam a fé na política, como ocorreu com Fernando Collor em 1989, à época no inexpressivo PRN. Com isso, ele teme que o vácuo de lideranças seja ocupado por figuras autoritárias, que, independentemente do partido, prometam resolver a crise por meio da força ditatorial, a exemplo do que tem feito Donald Trump em sua campanha para presidente dos Estados Unidos. “A ausência de grandes lideranças é problema de quase todas as democracias de hoje”, lamenta o professor.

Prefeito de Tamandaré, Sérgio Hacker, será investigado por recebimento de diárias para encontros no Recife  

Blog de Jamildo O Tribunal de Contas do Estado (TCE) ampliou o alcance da auditoria especial que está realizando na Prefeitura de Tamandaré, para apurar também o pagamento de diárias para o prefeito Sérgio Hacker (PSB) participar de compromissos no Recife. Como revelado no caso da morte do menino Miguel, o prefeito mora no Recife, […]

Blog de Jamildo

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) ampliou o alcance da auditoria especial que está realizando na Prefeitura de Tamandaré, para apurar também o pagamento de diárias para o prefeito Sérgio Hacker (PSB) participar de compromissos no Recife.

Como revelado no caso da morte do menino Miguel, o prefeito mora no Recife, nas Torres Gêmeas, no Cais de Santa Rita.

O requerimento de apuração sobre o recebimento de diárias foi feito pelo Ministério Público de Contas (MPCO) e deferido pelo conselheiro Carlos Porto, do TCE.

“Tendo residência permanente em Recife, sendo prefeito em Tamandaré, é normal que o prefeito esteja constantemente se deslocando entre Tamandaré e Recife. Não existe ilicitude em ser prefeito de uma cidade e residir em outra. O que se reputa supostamente inadequado é o prefeito constantemente receber diárias para ir a uma cidade onde localizada sua residência principal e permanente”, diz o requerimento do MPCO.

Pagamentos

O site TomeConta, do TCE, que reúne as despesas públicas de todos os múnicípios de Pernambuco, informa o recebimento de várias diárias para compromissos do prefeito Sérgio Hacker no Recife. Os pagamentos começaram em janeiro de 2017, quando o prefeito assumiu o cargo, após ser eleito em 2016.

Segundo o TomeConta, uma das diárias, paga em outubro de 2019, foi para reunião no Palácio do Campo das Princesas, sobre as manchas de óleo no litoral de Pernambuco.

Também constam no TomeConta diárias pagas ao prefeito para encontros, em diferentes datas no Recife, com pelo menos cinco deputados federais e um ex-senador. Por cada data, o prefeito recebia R$ 400,00 dos cofres públicos, segundo o TomeConta. Nos encontros com políticos, o site não informa o assunto tratado nas reuniões.

Segundo o MPCO, a auditoria irá “apurar a eventual ilicitude do uso de diárias, pelo prefeito de Tamandaré, para se deslocar para uma cidade em que tem residência principal e permanente”. O MPCO não apontou o valor total recebido pelo prefeito para as diárias no Recife.

Segundo o órgão, caso exista necessidade de ressarcimento aos cofres públicos, o valor será indicado no relatório de auditoria, que será elaborado no processo aberto no TCE.

O processo de auditoria especial foi aberto em junho, pelo conselheiro Carlos Porto, para apurar servidores supostamente “fantasmas” na Prefeitura.

A mãe e a avó do menino Miguel ocupavam cargos comissionados da Prefeitura, apesar de apenas prestarem serviços domésticos na residência do prefeito, no Recife. O Tribunal de Contas de Pernambuco também constatou que, na casa de praia do prefeito em Tamandaré, também haveria uma doméstica supostamente remunerada pela Prefeitura.