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Sertânia: prefeitura entrega 8 mil cadernos para alunos da rede municipal

Por Nill Júnior

Os alunos de Sertânia pertencentes a rede municipal de ensino receberam na tarde desta segunda-feira (25) novos cadernos que vão auxiliar no bom andamento das atividades pedagógicas.

A entrega aconteceu na Escola Etelvino Lins e foi realizada pelo prefeito Ângelo Ferreira e pelo o vice-prefeito Toinho Almeida.

Ao todo, a Prefeitura comprou 8 mil cadernos que vão beneficiar 5 mil estudantes. Os alunos do ensino fundamental I estão sendo contemplados com cadernos de 96 folhas de capa duplex, além de cadernos de desenho de 48 folhas. Já os estudantes do Fundamental II receberam cadernos de capa dura com 10 matérias e cadernos de desenho de 96 folhas.

Esses materiais serão distribuídos para as 30 escolas municipais e as 2 creches de Sertânia. A gestão investiu recursos próprios na ordem de R$ 76.288,25. O objetivo é melhorar as condições de estudo dos alunos, pensando em favorecer o processo de ensino-aprendizagem.

Além desse material a prefeitura adquiriu também 70 armários de aço e 10 bebedouros de coluna para serem entregues nas escolas do município. A Secretaria de Educação está realizando o direcionamento dos materiais de acordo com a necessidade de cada unidade educacional.

Outras Notícias

Em encontro reservado, Haddad e Lira discutem orçamento

A conversa ocorreu na casa de um amigo em comum dos dois, antes do anúncio formal de Haddad como ministro da Fazenda de Lula. O novo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se encontrou nesta semana com Arthur Lira, presidente da Câmara, em Brasília. O encontro foi reservado, na casa de um amigo em comum e […]

A conversa ocorreu na casa de um amigo em comum dos dois, antes do anúncio formal de Haddad como ministro da Fazenda de Lula.

O novo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se encontrou nesta semana com Arthur Lira, presidente da Câmara, em Brasília.

O encontro foi reservado, na casa de um amigo em comum e ocorreu antes do anúncio formal de Haddad na Fazenda.

Segundo Haddad, foi uma conversa de aproximação em que ele se colocou à disposição para “esclarecer a situação encontrada” pela transição e os “furos do orçamento, dentre outros assuntos”.

Haddad fez o mesmo – também na semana que passou- com Rodrigo Pacheco, presidente do Senado. As informações são do Blog da Andréia Sadi/G1

Lucas Ramos é homenageado pela Defensoria Pública de Pernambuco 

Personalidades que contribuem com o fortalecimento da Defensoria Pública de Pernambuco foram homenageadas na noite da quinta-feira (25) durante solenidade no Teatro Santa Isabel, no Recife, com a comenda Medalha Eduardo Campos concedida pela instituição. Entre os agraciados, o deputado estadual Lucas Ramos (PSB) recebeu a honraria das mãos do defensor público-geral do Estado, Manoel […]

Personalidades que contribuem com o fortalecimento da Defensoria Pública de Pernambuco foram homenageadas na noite da quinta-feira (25) durante solenidade no Teatro Santa Isabel, no Recife, com a comenda Medalha Eduardo Campos concedida pela instituição. Entre os agraciados, o deputado estadual Lucas Ramos (PSB) recebeu a honraria das mãos do defensor público-geral do Estado, Manoel Jerônimo.

Lucas destacou a importância social do trabalho desenvolvido pela Defensoria Pública. “Garantir o acesso gratuito a um advogado para a população demonstra o caráter nobre que é típico dos defensores. São profissionais fundamentais para que tenhamos o direito básico do acesso à justiça”, detalhou. “O ex-governador Eduardo Campos sempre trabalhava olhando por quem mais precisa, exatamente como se desenvolve a atuação da Defensoria”, explicou o parlamentar.

O defensor público-geral Manoel Jerônimo ressaltou que a decisão de batizar a medalha com o nome do ex-governador foi um reconhecimento do trabalho desenvolvido por Eduardo em favor do órgão. “Tivemos um governador que soube valorizar a instituição e que fortaleceu a atividade do defensor público”, lembrou.

Também receberam a homenagem o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, o prefeito do Recife, Geraldo Julio, o presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco, Leopoldo Raposo, e o presidente do Tribunal de Contas de Pernambuco, Carlos Porto, entre outros políticos, desembargadores, conselheiros e profissionais ligados à atividade jurídica. A cerimônia contou com apresentação da Orquestra Criança Cidadã Meninos do Coque.

Grupos contra e pró-governo se hostilizam no salão verde da Câmara

G1 Manifestantes contrários e favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff se hostilizaram nesta segunda-feira (28) no salão verde da Câmara dos Deputados. No tumulto, teve início uma espécie de “guerra de palavras de ordem”. Parte dos manifestantes foi à Câmara prostestar contra o pedido de impeachment elaborado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados […]

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G1

Manifestantes contrários e favoráveis ao impeachment da presidente Dilma Rousseff se hostilizaram nesta segunda-feira (28) no salão verde da Câmara dos Deputados. No tumulto, teve início uma espécie de “guerra de palavras de ordem”.

Parte dos manifestantes foi à Câmara prostestar contra o pedido de impeachment elaborado pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O presidente da entidade dos advogados, Claudio Lamachia, deve formalizar o pedido de afastamento da presidente na tarde desta segunda no departamento de protocolo da Câmara.

De um lado, simpatizantes do governo repetiam a frase “A verdade é dura, a OAB apoiou a ditadura”. No outro lado, opositores da gestão petista gritava “Fora, PT” e “Lula, ladrão”. Apesar de os grupos terem ficado frente a frente, não há registro de agressões.

O grupo pró-Dilma conta com a partipação de deputados e senadores do PT, entre os quais o líder do governo no Senado, Humberto Costa (PE).

Enquanto o grupo favorável ao governo protestava no Salão Verde aos gritos de “Não, vai ter golpe”, pessoas que defedem o afastamento de Dilme, dentre as quais vários servidores sa Câmara e deputados da oposição, se agruparam no mesmo local para pedir a saída da presidente.

Incompreensões e críticas infundadas de proveito político decretam fim da Copa Damol

O desporto tabirense perdeu mesmo um grande evento esportivo, a Copa Damol. Depois de duas rodadas em sua 10ª edição a competição foi encerrada. Ontem pela primeira vez o Coordenador da Copa, Antônio de Tico, falou com à imprensa sobre a decisão, em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. “A Copa iniciada em 2008 crescia a […]

O desporto tabirense perdeu mesmo um grande evento esportivo, a Copa Damol. Depois de duas rodadas em sua 10ª edição a competição foi encerrada.

Ontem pela primeira vez o Coordenador da Copa, Antônio de Tico, falou com à imprensa sobre a decisão, em entrevista a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.

“A Copa iniciada em 2008 crescia a cada ano. Foram 59 padrões distribuídos com as equipes. O empresário Téa da Damol pagava premiação, padrões, arbitragem, construiu vestiários no Cordeirão, patrocinava a cobertura de rádio e toda organização. Durante muito tempo ele foi incompreendido como se quisesse tirar proveito político, coisa que nunca fez. Na 3ª edição mais de R$ 31 mil reais foram investidos. Este ano já atingia RS 25 mil, tudo pago, e mesmo assim as críticas era m muitas”, disse Antônio.

“Este ano diante de muitas reclamações contra a arbitragem e outros questionamentos, não aguentei mais engolir bucha, completou. Na condição de integrante da Comissão Organizadora da Copa Damol James Dion lamentou o fim de uma competição tão importante para o esporte tabirense.

De São Paulo por telefone, o empresário José de Arimatéia, afirmou que ao longo dos anos encontrou resistência para promover uma competição que visava apenas o bem de Tabira.

“Encontramos resistência. Vários políticos tentaram aniquilar a Copa Damol. Se alguém acha que se perpetua no poder, está enganado. O Campeonato estava começando e já estava tudo pago, mas Tonho resolveu parar e eu respeito a decisão dele. Antes de encerrar ele me falou até em trazer arbitragem de outras cidades e eu disse que pagava, mas ele decidiu e eu não tenho o que fazer. Aliás,  tenho: não faço mais nenhum investimento nos esportes de Tabira”, encerrou Téa.

Justiça do Rio determina instalação de gabinete de crise para Saúde

G1 RJ A Justiça do Rio de Janeiro aceitou recurso da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) e do Ministério Público Estadual (MPRJ) e determinou, nesta sexta-feira (13), que o Município do Rio crie um gabinete de crise para contornar os problemas na área da Saúde. A instalação do gabinete foi solicitada pelas instituições […]

G1 RJ

A Justiça do Rio de Janeiro aceitou recurso da Defensoria Pública do Rio de Janeiro (DPRJ) e do Ministério Público Estadual (MPRJ) e determinou, nesta sexta-feira (13), que o Município do Rio crie um gabinete de crise para contornar os problemas na área da Saúde. A instalação do gabinete foi solicitada pelas instituições para evitar a paralisação do setor.

De acordo com o despacho, a medida deve ser implementada pela administração municipal de forma “institucional”, com a participação das organizações sociais, da RioUrbe, da RioSaúde e da Comlurb, e “intersetorial”, que inclui as secretarias municipais de Saúde e Fazenda, além de demais órgãos com autonomia plena para decisões de gestão.

A decisão do desembargador Cezar Augusto Rodrigues Costa, da 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), também definiu que a medida permaneça até que seja superada a crise na Saúde do Rio, e que o gabinete tenha prazo mínimo para operação até março de 2020.

“A atuação do Judiciário não pode ser tida como intervencionista, mas necessária e devida, sobretudo quando instituições da estatura da Defensoria Pública e do Ministério Público, do alto das relevâncias constitucionais já ressaltadas, manejam uma class action [ação coletiva] que busca a normalização da prestação da saúde no município”, escreveu o desembargador na decisão.

O recurso apresentado pelos órgãos à Justiça na quinta-feira (12), questionava a decisão da 7ª Vara de Fazenda Pública da Capital que rejeitou pedido provisório para a criação do gabinete de crise e a adoção de uma série de medidas emergenciais na Saúde.

Entre outros pontos, a DPRJ e o MPRJ solicitavam a transferência de R$ 284 milhões – em 24 horas – para o Fundo Municipal de Saúde (FMS) porque, segundo a ação, as instituições mostraram que “só nos últimos três anos houve redução, bloqueio e remanejamento indevido de mais de R$ 1,5 bilhão na Saúde”. Só em 2019, esse valor já chega a quase R$ 1 bilhão, afirmam o MPRJ e a DPRJ.