Sertânia inicia cadastramento de blocos de Carnaval
Por Nill Júnior
A Prefeitura de Sertânia, no Sertão de Pernambuco, iniciou o período de cadastros dos blocos de carnaval.
O objetivo é que todos os blocos sejam apoiados pela gestão municipal e pela Polícia Militar durante o período oficial do carnaval. O cadastro vai permitir maior organização e segurança ao evento.
A inscrição deve ser realizada na Secretaria de Juventude, Esporte, Cultura e Turismo, localizada na antiga Estação Ferroviária, que funciona das 8h às 13h e das 15h às 18h.
Os organizadores das agremiações devem pegar a ficha de cadastro, preencher e entregar até o dia 31 de janeiro. A inscrição é gratuita.
Paulinho Leite e Harry Estigado deram sequência a programação Paulinho Leite fez o povo arrastar o pé na oitava noite, dia 25 de junho, do São João de Arcoverde! Mesmo após um dia de muitas programações juninas pela cidade como Caminhada do Forró e os polos Bodega Da Poesia e Raízes do Coco, o público não […]
Geraldinho Lins teve que dizer que estava bem vivo em vídeo antes do show
Paulinho Leite e Harry Estigado deram sequência a programação
Paulinho Leite fez o povo arrastar o pé na oitava noite, dia 25 de junho, do São João de Arcoverde! Mesmo após um dia de muitas programações juninas pela cidade como Caminhada do Forró e os polos Bodega Da Poesia e Raízes do Coco, o público não se cansou e marcou presença no Palco Multicultural.
“Tenho 50 anos de carreira. Se eu morresse hoje, morreria feliz”, disse o mestre Cícero Gomes do Samba de Coco Trupé de Arcoverde, ao receber placa de homenagem a comemorações dos 100 anos de surgimento do Samba de Coco das mãos de Paulinho Leite. “Em nome da prefeitura, queremos agradecer pela sua contribuição à arte, à cultura e à história de Arcoverde e do Estado, falou Leite.
A segunda atração a se apresentar foi cantor e compositor Geraldinho Lins. O serra talhadense, já morou em Carurau, onde conheceu o Trio Nordestino e pegou gosto pelo ritmo, selando uma paixão que está distribuída em mais de 200 canções de sua autoria. No show, o xote, o baião e o forró dominaram o espetáculo e a platéia mesmo de baixo de chuva não arredou o pé.
O detalhe é que chegou a Arcoverde um boato de que o artista não se apresentaria por ter sofrido um acidente. O boato se espalhou tão rapidamente nas redes sociais que Geraldinho teve que gravar um vídeo negando que algo errado tenha acontecido.
O swing de Harry Estigado fechou a noite. Como já era de se esperar a juventude compareceu e cantou com a banda, que é arcoverdense e vem fazendo o maior sucesso pelo nordeste inteiro. A apresentação exibiu uma grande estrutura técnica de aparelhagem e luz!
Amanhã (26), no pólos diurnos o clima junino continua a partir das 15h com Luiz Henrique e Forró do Brogodó, na Bogeda e, às 16h Coco Raízes de Arcoverde. No palco Multicultural, a festa começa mais cedo, às 20h, com Carlos & Fábio; 22h, Wagner Carvalho e Coco das Irmãs Lopes e 00h, Magníficos.
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Administração Direta e Indireta de Arcoverde-PE (SINTEMA), Caio Magalhães, divulgou nesta terça -feira (24) um vídeo em suas redes sociais relatando que foi alvo de ameaças de morte feitas pela primeira-dama do município, Rejane Maciel. A gravação foi realizada em frente à Delegacia de Polícia Civil […]
O presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais da Administração Direta e Indireta de Arcoverde-PE (SINTEMA), Caio Magalhães, divulgou nesta terça -feira (24) um vídeo em suas redes sociais relatando que foi alvo de ameaças de morte feitas pela primeira-dama do município, Rejane Maciel.
A gravação foi realizada em frente à Delegacia de Polícia Civil de Arcoverde, onde o sindicalista informou ter registrado um boletim de ocorrência contra Rejane.
No vídeo, Caio afirma que as ameaças ocorreram após a divulgação de uma matéria abordando questões financeiras relacionadas a um precatório no valor de R$ 14 milhões e sua partilha, que totalizaria R$ 11 milhões. Segundo ele, as intimidações foram feitas por meio de texto e áudio.
“Ao falarmos sobre a diferença entre o precatório, o crédito de 14 milhões e a partilha de 11, fui ameaçado de morte pela senhora primeira-dama do município. Estou aqui na delegacia registrando boletim de ocorrência e vamos tomar as providências. Eu não vou me calar”, declarou Caio Magalhães no vídeo.
O caso já está sob investigação da polícia, que deverá analisar o conteúdo das mensagens citadas pelo presidente do sindicato. Até o momento, a primeira-dama Rejane Maciel não se manifestou publicamente sobre as acusações.
O município de Serra Talhada ganhou três estátuas que homenageiam os cangaceiros Lampião, Maria Bonita e o Zabelê, que é filho natural da capital do xaxado. As estátuas, de 1,90m de altura, ficarão expostas num pedestal na área externa do Museu do Cangaço, no Parque da Estação Ferroviária de Serra Talhada, no bairro São Cristóvão. […]
O município de Serra Talhada ganhou três estátuas que homenageiam os cangaceiros Lampião, Maria Bonita e o Zabelê, que é filho natural da capital do xaxado. As estátuas, de 1,90m de altura, ficarão expostas num pedestal na área externa do Museu do Cangaço, no Parque da Estação Ferroviária de Serra Talhada, no bairro São Cristóvão. O museu é gerido pela Fundação Cultural Cabras de Lampião.
Uma história que começa em meados dos anos oitenta, com a montagem da peça teatral “A Chegada de Lampião no Inferno” – diga-se de passagem, com Anildomá e Giovanni Sá – o segundo fazendo o papel de Lampião, foi quando comentou-se pela primeira vez sobre a possibilidade de ser colocada uma estátua de Lampião em Serra Talhada.
Tudo se resumiu às conversas de bastidores e mesas de bares dos meninos do teatro. Depois, no início dos anos noventa, essa ideia toma corpo, agora com plebiscito, canais de televisões e jornais do país inteiro emitindo opiniões, divulgando uma polêmica sobre se Lampião era herói ou bandido.
De acordo com a presidente da Presidente da Fundação Cultural Cabras de Lampião, Cleonice Maria, as estátuas têm dois metros de altura, cada, e ficarão em cima de uma estrutura de pedras, no canteiro externo do Museu do Cangaço e vai ajudar a alavancar o turismo em Serra Talhada.
As estátuas foram confeccionadas pelo artista pernambucano, Zaldo Mendes, que já tem uma larga experiência na área. Seguramente será mais um atrativo turístico para a Capital do Xaxado. Após tantas conversas, idas e vindas, a Fundação Cultural Cabras de Lampião, através de sua dirigente Cleonice Maria, anuncia, finalmente, que a inauguração das estátuas de Lampião, Maria Bonita e Zabelê serão inauguradas no próximo dia 24 de julho, na abertura do evento Tributo a Virgolino – A Celebração do Cangaço.
A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados. A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas […]
A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados.
A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas não seguir a manada.
Mas nada é pior qur Arthur Lira, que deixa a Câmara após dois mandatos consecutivos. A gestão do parlamentar alagoano com postura de “coronel” consolidou o centrão como força política dominante e foi marcada por autoritarismo, manobras regimentais, chantagens, perseguições políticas, retrocessos ambientais e sociais, além de denúncias pessoais. Sob seu comando, a Câmara viveu anos de forte centralização de poder e práticas autoritárias que minaram a pluralidade política e reforçaram as críticas ao modelo do presidencialismo de coalizão no Brasil.
Lira foi eleito presidente da Câmara pela primeira vez em fevereiro de 2021 com 302 votos, graças ao apoio do então presidente Jair Bolsonaro, que ofereceu cargos estratégicos no governo e a liberação de verbas parlamentares para assegurar a vitória do aliado.
Ao assumir, concentrou poderes e apoiou Bolsonaro incondicionalmente durante seu mandato, utilizando a presidência da Câmara para barrar investigações contra o governo, travar a criação de CPIs e garantir que a Casa funcionasse como uma extensão do Executivo e de seus próprios interesses pessoais.
As emendas de relator, popularmente conhecidas como orçamento secreto, tornaram-se a principal arma de Lira para atuar como uma espécie de primeiro-ministro e encampar seu estilo autoritário. A partir de 2021, ele estruturou um esquema em que bilhões de reais eram distribuídos a parlamentares aliados sem critérios claros ou transparência.
Em 2022, as emendas de relator atingiram um recorde de R$ 20 bilhões e foram amplamente utilizadas como moeda de troca para aprovação de projetos do governo Bolsonaro. Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar mais transparência, Lira articulou manobras que permitiram manter o controle sobre os recursos, garantindo a fidelidade de sua base e perpetuando um sistema de trocas políticas que favorecia o centrão e seu poder absoluto na Câmara.
Durante sua gestão, Lira utilizou diversas manobras regimentais para colocar em tramitação projetos fundamentalistas; atrasou votações para chantagear o governo; “passou a boiada” em propostas que representam retrocessos sociais e ambientais e perseguiu opositores.
Articulou a aprovação do regime de urgência para o PL 1904/2024, um projeto fundamentalista que equipara a interrupção de gestações acima de 22 semanas ao crime de homicídio, a aprovação do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, articulou a aprovação da Medida Provisória 1154/2023, que enfraqueceu o Ministério do Meio Ambiente. Em vários momentos, torceu o nariz para movimentos por democracia, como os que condenaram o 8 de janeiro, tentou em vão enfraquecer o Supremo e o governo Lula, pelo capricho da divergência ideológica, sem respeito à composição institucional.
Travou pautas prioritárias do governo, como a reforma tributária (PEC 45/2019). A aprovação só foi viabilizada após longas negociações, que incluíram a concessão de cargos estratégicos e a liberação de bilhões em emendas.
Perseguiu parlamentares opositores, especificamente os de esquerda. Glauber Braga (PSOL-RJ), que sofre um processo de cassação no Conselho de Ética por chamar corretamente Lira de “chefe do orçamento secreto” em plenário. Por outro lado, aliados nos últimos anos, receberam prioridade para apresentar projetos e ocupar cargos-chave nas comissões.
É inimigo da liberdade de imprensa. Tentou barrar e intimidar a atividade jornalística, como no caso da denúncia de uma ex-mulher. Em 2023, Arthur Lira proibiu a entrada de fotojornalistas de veículos de imprensa no plenário da Câmara. A decisão ocorreu após o fotógrafo Lula Marques publicar uma imagem em que Lira parecia usar um cocar indígena. Na foto, o ângulo dava a impressão de que Lira usava o adereço, embora estivesse sendo segurado por outra pessoa ao fundo. Marques compartilhou a imagem nas redes sociais, chamando Lira de “cacique da Câmara”.
Mais recentemente, o jornalista Guga Noblat foi expulso da Câmara por Lira. “É pura perseguiçãozinha de um político mimado que se acha dono do Congresso”, afirmou Noblat.
Desde 2022, sua ex-esposa Jullyene Lins o acusa de agressão e violência sexual, apresentando provas documentais em processos que ganharam repercussão nacional.
Jullyene Lins também reforça as críticas contra Lira por conta do orçamento secreto e acusa o ex-marido de praticar corrupção.
Esse é Arthur Lira, o déspota que comprometeu a democracia e o equilíbrio institucional do Brasil. Se Hugo Motta não for seu capacho, até nunca mais…
O Agregador de Pesquisas JC, atualizado com os números divulgados pela pesquisa eleitoral Ipec divulgada nesta semana, mostra como está a corrida pelo Governo de Pernambuco. Os dados agregados indicam acirramento da disputa pelo segundo lugar, que convergem para o mesmo patamar. Antes do Ipec desta semana, Raquel Lyra (PSDB) e Anderson Ferreira (PL) estavam ‘descolados’ de Danilo Cabral (PSB) e Miguel Coelho […]
O Agregador de Pesquisas JC, atualizado com os números divulgados pela pesquisa eleitoral Ipec divulgada nesta semana, mostra como está a corrida pelo Governo de Pernambuco.
Os dados agregados indicam acirramento da disputa pelo segundo lugar, que convergem para o mesmo patamar.
Antes do Ipec desta semana, Raquel Lyra (PSDB) e Anderson Ferreira (PL) estavam ‘descolados’ de Danilo Cabral (PSB) e Miguel Coelho (UB). Os respectivos ex-prefeitos de Caruaru e Jaboatão tinham vantagem acima da margem de erro com relação aos adversários por uma vaga no segundo turno.
Agora, a intenção de voto agregada dos dois candidatos começa a cair e se aproximar de Danilo e Miguel, que estão num momento de alta. Isso acontece num momento em que a artilharia marilista se volta contra Raquel Lyra. Marília Arraes (SD) lidera com folga a corrida eleitoral.
Neste momento, a margem superior de Miguel Coelho já atinge a margem inferior de Anderson Ferreira. Eles disputam, em Pernambuco, o voto bolsonarista e conservador. O primeiro o faz de maneira velada, enquanto o segundo assume para si a figura do presidente, junto com seus votos e sua rejeição.
Desta forma, a atualização desta sexta-feira do Agregador de Pesquisas JC/Oddspointer indica o seguinte cenário:
Marília Arraes (SD): 33,64%; Raquel Lyra (PSDB): 12,28%; Anderson Ferreira (PL): 11,79%; Miguel Coelho (UB): 10,45%; Danilo Cabral (PSB): 9,51%; Jones Manoel (PCB): 0,92%; João Arnaldo (PSOL): 0,92%; Brancos e nulos: 10,34%.
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