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Sertaneja de Salgueiro ainda não conseguiu deixar a Ucrânia

Por André Luis

Vitória Magalhães relatou que estão tentando deixar o país em um trem

Por André Luis

A sertaneja Vitória Magalhães, seu filho Benjamin, de 3 anos, e o marido Juninho, ex-lateral-esquerdo do Salgueiro, ainda não conseguiram sair da Ucrânia.

Eles ainda estão em Lviv, onde estavam abrigados em um hotel, mas decidiram, mais uma vez tentar embarcar em um trem para sair do país.

Logo cedo, Juninho postou em seu perfil no Instagram que o carro enviado para pegá-los havia sofrido um acidente por causa das condições da pista.

Também no Instagram, a esposa de Juninho, Vitória Magalhães, relatou, mais uma vez, que estão precisando de ajuda para deixar a Ucrânia.

“Nós precisamos de ajuda, o grupo maior conseguiu sair, graças a Deus, estamos felizes por eles e outros brasileiros que conseguiram sair. Continuamos aqui, com medo, sem alternativa de sair seguros. Estamos com criança, machucados e cansados. A informação que temos é de permanecer no hotel, que trens estão dando prioridade às mulheres, crianças e idosos. As fronteiras estão impossíveis de passar a pé. Nos ajude a sair daqui e ir para casa. Estamos entrando em desespero novamente por esperar ajuda e elas não conseguirem chegar. Orem para conseguimos sair daqui hoje. Mais uma vez vamos agir por nós e vamos tentar entrar todos juntos no trem. As ajudas não conseguem chegar até a gente”, relatou.

Há cerca de 6h, Juninho voltou a informar em Instagram,que um funcionário da embaixada brasileira que havia sido designado para ajudá-los, foi convocado para a região de defesa dos conflitos. 

Juninho tentou acha-lo mais cedo, mas devido ao grande número de pessoas na estação do trem não conseguiram.

“A gente já estava esperando o trem aqui, mas parece que foi cancelado. Teremos que esperar o próximo que parece que sai às 19h, porque o outro foi cancelado”, explicou Juninho.

Outras Notícias

PGR denuncia Eduardo Bolsonaro e blogueiro ao STF por tentativa de coagir a Justiça

Paulo Gonet Branco acusa o deputado e Paulo Renato Figueiredo Filho de atuarem para interferir em processos judiciais em benefício de Jair Bolsonaro e deles próprios; ação cita ameaças a autoridades com sanções internacionais O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet Branco, moveu uma ação de peso político no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (22), […]

Paulo Gonet Branco acusa o deputado e Paulo Renato Figueiredo Filho de atuarem para interferir em processos judiciais em benefício de Jair Bolsonaro e deles próprios; ação cita ameaças a autoridades com sanções internacionais

O Procurador-Geral da República, Paulo Gonet Branco, moveu uma ação de peso político no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (22), ao denunciar o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o blogueiro Paulo Renato Figueiredo Filho pela prática do crime de coação em processo judicial. O núcleo da acusação é de que os dois articularam uma série de ações públicas e privadas com o objetivo explícito de pressionar e interferir no andamento de casos judiciais para obter vantagens para o ex-presidente Jair Bolsonaro e para o próprio Figueiredo Filho.

Na peça, enviada à Corte, Gonet sustenta que as provas colhidas – que incluem declarações públicas feitas pelos próprios denunciados em redes sociais e dados extraídos de celulares apreendidos com aval do STF – configuram um padrão de conduta ilícita. O crime de coação, previsto no artigo 344 do Código Penal, é caracterizado pelo uso de grave ameaça para influenciar autoridades que atuam em processos judiciais ou administrativos.

De acordo com a denúncia, as ameaças seriam “inequívocas e consistentes”. O procurador relata que Eduardo Bolsonaro e Paulo Renato empenharam-se de maneira “reiterada” em submeter os interesses da República aos seus “próprios desígnios pessoais e familiares”. A estratégia, segundo Gonet, incluía a promessa de buscar junto a autoridades norte-americanas a imposição de sanções contra membros do Judiciário e de outros Poderes, com o claro intuito de “dificultar e arruinar suas vidas civis”.

O objetivo da suposta coação, de acordo com a narrativa do Ministério Público Federal, era assegurar um desfecho favorável em processos criminais de seu interesse ou forçar a votação de uma proposta de anistia no Congresso Nacional que beneficiasse prioritariamente Jair Bolsonaro.

Além de pedir a condenação dos dois pela prática do crime, o Procurador-Geral da República também requer que sejam obrigados a reparar os danos decorrentes de suas ações. A admissão da denúncia pelo STF agora dependerá do voto de um dos ministros da Corte, que atuará como relator do caso.

Dallagnol não tinha certeza sobre provas contra Lula em conversa com Moro

Uma bomba envolvendo o caso Lula estourou neste domingo (9) e pode mudar os rumos das investigações contra o ex-presidente, preso desde o ano passado. O portal Intercept Brasil publicou hoje três reportagens revelando discussões internas e “atitudes altamente controversas, politizadas e legalmente duvidosas da força-tarefa” da Lava Jato, entre o procurador Deltan Dallagnol e o atual ministro da […]

Uma bomba envolvendo o caso Lula estourou neste domingo (9) e pode mudar os rumos das investigações contra o ex-presidente, preso desde o ano passado.

O portal Intercept Brasil publicou hoje três reportagens revelando discussões internas e “atitudes altamente controversas, politizadas e legalmente duvidosas da força-tarefa” da Lava Jato, entre o procurador Deltan Dallagnol e o atual ministro da Justiça, Sergio Moro.

Produzidas a partir de arquivos enormes e inéditos – incluindo mensagens privadas, gravações em áudio, vídeos, fotos, documentos judiciais e outros itens – enviados por uma fonte anônima, as três reportagens revelam comportamentos antiéticos e transgressões de Dallagnol e Moro.

As reportagens mostram, entre outros elementos, que os procuradores da Lava Jato falavam abertamente sobre seu desejo de impedir a vitória eleitoral do PT e que tomaram atitudes ilegais para atingir esse objetivo. Nas conversas reveladas, promotor e juiz tramam para impedir entrevista de Lula antes das eleições, por medo de que isso desse a vitória a Haddad. Também mostram que Moro, de forma antietica (pois um juiz não poderia interferir no trabalho da promotoria) instrue várias vezes Dallagnol sobre o que ele deveria fazer para condenar o ex-presidente.

Em determinado trecho, Deltan Dallagnol assume que está inseguro sobre a consistência das provas contra Lula, e que o juiz Sergio Moro colaborou de forma secreta e antiética com os procuradores da operação para ajudar a montar a acusação contra o ex-presidente.

Maioria da Câmara de Pesqueira declara apoio a Armando

Oito dos 15 vereadores que compõem a Câmara Municipal de Pesqueira, no Agreste, declararam apoio, na noite desta sexta-feira (27), à coligação “Pernambuco Vai Mais Longe”. O ato aconteceu na sede do Legislativo pesqueirense, a Casa Anísio Galvão, e contou com a presença do senador Armando Monteiro, pré-candidato ao governo do Estado. Os parlamentares que […]

ARMANDO MONTEIRO EM ENCONTRO ENCONTRO COM VEREADORES DE PESQUEIR

Oito dos 15 vereadores que compõem a Câmara Municipal de Pesqueira, no Agreste, declararam apoio, na noite desta sexta-feira (27), à coligação “Pernambuco Vai Mais Longe”. O ato aconteceu na sede do Legislativo pesqueirense, a Casa Anísio Galvão, e contou com a presença do senador Armando Monteiro, pré-candidato ao governo do Estado.

Os parlamentares que firmaram a aliança com Armando são: Sil (PT), Severino Índio (PT), Wagner Cordeiro (PV), Lenivaldo Soares (DEM), João Galindo (PSD), Naldo Paes (PC do B), Biá (PSC) e Paulinho Marchante (Pros). Além dos vereadores, estavam presentes ao ato lideranças da região, como o prefeito de Alagoinha, Maurílio Almeida (PTB), e o líder da comunidade indígena de Pesqueira, o cacique Marquinhos Xucuru.

Armando Monteiro agradeceu ao apoio dos vereadores e lamentou a perda de dinamismo econômico de Pesqueira, pioneira na industrialização do interior de Pernambuco. Para o senador, é fruto da falta de planejamento na condução do processo de crescimento do Estado. “Infelizmente, Pesqueira perdeu o dinamismo que a marcou. Temos o desafio de reinserir a cidade no cenário econômico”, disse Armando, reforçando a estratégia de investimento em educação e infraestrutura hídrica e de rodovias para alavancas a interiorização do desenvolvimento.

O cacique Marquinhos Xucuru afirmou que Armando Monteiro é a melhor opção para governar Pernambuco. “Faltou uma agenda de políticas públicas para a comunidade indígena como um todo no Estado. Com Armando e Dilma, temos como construir essa realidade.”

Homenagem – Armando Monteiro participou ainda de uma homenagem ao ex-vereador Augusto Simões (PTB), falecido em um acidente de carro em 26 de abril. O ato foi realizado na quadra de esportes do Colégio Santa Doroteia .

A mãe de Augusto, Gláuria Simões, lembrou que o filho, que era pré-candidato a deputado estadual, fazia política com coragem, justiça e verdade. “Ele queria mudanças e melhorias para Pesqueira. Com o senador Armando, isso será possível”, disse.

O senador homenageou Augusto, lembrando que seu amor por Pesqueira ser de exemplo e inspiração para toda a classe política. “Só faz sentido fazer política se se tiver compromisso com as causas coletivas. Com coragem e generosidade, Augusto nos deixou um exemplo”, afirmou Armando Monteiro.

Contas de 2017 de Adelmo Moura aprovadas com ressalvas pelo TCE

A Prefeitura de Itapetim teve as contas do exercício financeiro de 2017, da gestão do prefeito Adelmo Moura, aprovadas com ressalvas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) e pelo Ministério Público de Contas (MPCO – PE). O processo tem o número 181007113. Como interessados Adelmo Alves da Moura (Prefeito e Ordenador de despesas), Emerson […]

A Prefeitura de Itapetim teve as contas do exercício financeiro de 2017, da gestão do prefeito Adelmo Moura, aprovadas com ressalvas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE) e pelo Ministério Público de Contas (MPCO – PE).

O processo tem o número 181007113. Como interessados Adelmo Alves da Moura (Prefeito e Ordenador de despesas), Emerson Fernandes da Silva Siqueira (Contador) e a Sra. Antonia Batista da Silva (Controle interno). O Advogado foi Emerson Dario Correia Lima.

A votação das contas do município ocorreu nesta quarta-feira (15) e teve como relator o conselheiro Carlos Neves, que teve seu parecer acolhido por unanimidade. O TCE fez determinações que serão publicadas no acórdão.

“Governo deve aceitar dividir lucros da Petrobras com a população”, diz o presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defendeu nesta sexta-feira (17) a criação de uma conta de estabilização de preços para controlar o aumento dos combustíveis. Ele divulgou nota à Imprensa após a Petrobras anunciar mais um reajuste na gasolina e no diesel vendidos às distribuidoras.  Os novos preços passam a valer neste sábado (18). No […]

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, defendeu nesta sexta-feira (17) a criação de uma conta de estabilização de preços para controlar o aumento dos combustíveis.

Ele divulgou nota à Imprensa após a Petrobras anunciar mais um reajuste na gasolina e no diesel vendidos às distribuidoras. 

Os novos preços passam a valer neste sábado (18). No texto, Pacheco também lembra que o Senado aprovou várias propostas para enfrentar o problema.

Leia a seguir, a íntegra da nota:

Se a situação dos preços dos combustíveis está saindo do controle, o Governo deve aceitar dividir os enormes lucros da Petrobras com a população, por meio de uma conta de estabilização de preços em momentos de crise. 

Afinal, é inexistente a dicotomia Petrobras e Governo, pois a União é a acionista majoritária da estatal e sua diretoria indicada pelo Governo. Além disso, medidas semelhantes estão sendo adotadas por outros países em favor de sua economia e de sua população.

O Senado aprovou inúmeras matérias legislativas que estavam ao seu alcance e agora espera medidas rápidas e efetivas por parte da Petrobras e de sua controladora, a União. Já que o governo é contra discutir a política de preços da empresa e interferir na sua governança, a conta de estabilização é uma alternativa a ser considerada.

Rodrigo Pacheco (PSD-MG) – Presidente do Senado.