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Serrita: vereador nega envolvimento com impeachment de prefeito

Por Nill Júnior

O vereador Saulo de Zé de Pedro negou que esteja envolvido na articulação do impeachment do prefeito Aleudo Benedito, de Serrita.

O parlamentar ainda acusa o jurídico do prefeito de criar e divulgar a narrativa de golpe. O parlamentar é filho da vice-prefeita, Sônia Maria Martins de Souza, que rompeu recentemente com o prefeito.

“É falsa a informação. Como é de conhecimento de todos, a câmara de Vereadores de Serrita, recebeu em dezembro de 2022, antes do recesso, uma denúncia contra o preeito”.

Ele destacou ainda que a denúncia não foi anônima, e negou que tenha articulado junto a quem a fez a iniciativa. “Portanto fica provado que o denunciante não sou eu. Não consta em nenhuma linha o meu nome na denúncia”, concluiu.

Outras Notícias

Prefeitura de Tabira abandonou o campo, denunciam vereadores

Por Anchieta Santos Durante a sessão de ontem os vereadores Djalma das Almofadas, Sebastião Ribeiro e Aldo Santana centraram fogo no que alegam ser um abandono do campo pela administração Sebastião Dias. Ribeiro denunciou a falta de roço das estradas rurais. Djalma e Aldo fizeram referência ao investimento total de apenas R$ 127 mil reais […]

Camara-de-TabiraPor Anchieta Santos

Durante a sessão de ontem os vereadores Djalma das Almofadas, Sebastião Ribeiro e Aldo Santana centraram fogo no que alegam ser um abandono do campo pela administração Sebastião Dias.

Ribeiro denunciou a falta de roço das estradas rurais. Djalma e Aldo fizeram referência ao investimento total de apenas R$ 127 mil reais na Agricultura em 2014.

Ao mesmo tempo os parlamentares cobraram explicações para os gastos da Secretaria de Administração que teriam somando R$ 13,5 milhões nos 12 meses de 2104.

Djalma voltou a reafirmar que do total de R$ 40 milhões apresentados como despesa global da gestão no ano que passou, R$ 10,6 milhões constam nas contas da saúde cujo Secretário de Saúde ainda precisa justificar.

Mário Viana explica posicionamento em relação às eleições 2018

Prezado Nill Júnior, Em virtude de especulações recentes sobre meu posicionamento acerca do processo eleitoral no próximo ano, gostaria de reiterar o que já informei em entrevista recente ao radialista Anchieta Santos, no   programa Cidade Alerta. Naquela oportunidade, ao informar sobre as emendas que foram conseguidas pela oposição de Ingazeira deixei claro que o grupo […]

Prezado Nill Júnior,

Em virtude de especulações recentes sobre meu posicionamento acerca do processo eleitoral no próximo ano, gostaria de reiterar o que já informei em entrevista recente ao radialista Anchieta Santos, no   programa Cidade Alerta.

Naquela oportunidade, ao informar sobre as emendas que foram conseguidas pela oposição de Ingazeira deixei claro que o grupo iria definir se continuaria apoiando o deputado Federal Ricardo Teobaldo, tendo em vista a necessidade de ouvir, os filiados do partido, os vereadores  e as lideranças. Falei também que iria prevalecer a decisão do grupo e não apenas a minha. Como ficou claro em momento algum afirmei que não iriamos mais votar em Ricardo, e sim que iriamos avaliar essa possibilidade.

Na mesma entrevista expliquei que devido ao deputado estadual, Silvio Costa Filho ter definido sua candidatura para a Câmara Federal em 2018,  precisávamos  de um representante na Assembleia Legislativa. Sendo assim  em comum acordo com o grupo decidimos apoiar o  deputado e presidente do PTB estadual, José Humberto, que prontamente atendeu a nossa reivindicação e colocou uma emenda para a compra de uma ambulância com o objetivo de melhorar a saúde de Ingazeira.

Quanto ao cenário nacional, fui perguntado quem  iriamos apoiar para presidente, e deixei clara a minha posição de votar no ex-presidente Lula caso ele fosse candidato, como forma de reconhecimento por tudo que ele fez pelo país e principalmente por Ingazeira. Sei que essa decisão pode contrariar alguns, porém continuo firme em defesa da democracia, respeitando os que pensam em contrário.

Quero ressaltar que em momento algum houve contradição em minhas palavras. Talvez não tenha havido uma avaliação melhor no conteúdo da entrevista, antes de publicar algo que ficou mais do que claro para todos que ouviram no dia que falei. Coloco também a disposição

Mário Viana Filho

Presidente do PTB da Ingazeira

Com show de Calcinha Preta, decreto do governo do estado é desrespeitado em Afogados

Por Anchieta Santos Em 7 de dezembro o Governo de Pernambuco, após análise do Gabinete de Enfrentamento à Covid-19, anunciou a proibição de shows, festas e similares, com ou sem cobrança de ingresso, independente do número de participantes.  O decreto do Governo de Pernambuco é letra-morta em Afogados da Ingazeira, pelo menos para alguns estabelecimentos.  […]

Por Anchieta Santos

Em 7 de dezembro o Governo de Pernambuco, após análise do Gabinete de Enfrentamento à Covid-19, anunciou a proibição de shows, festas e similares, com ou sem cobrança de ingresso, independente do número de participantes. 

O decreto do Governo de Pernambuco é letra-morta em Afogados da Ingazeira, pelo menos para alguns estabelecimentos. 

Um exemplo é a festa, outra vez, travestida de Live da Chácara Vitória. A denúncia foi feita por ouvintes do Programa Rádio Vivo da Pajeú FM, na manhã desta segunda-feira (21). 

Os ouvintes denunciam que no último sábado dia 19/12 a festa teve show em dose dupla, com a Banda Calcinha Preta e a Cantora Samya Maia, ex-vocalista da Banda Magníficos. Ontem, domingo 20, mais festa na Chácara Vitória com a cantora Samya Maia. 

Certamente a Covid também está em festa em Afogados da Ingazeira. Mesmo com os organizadores falando em respeito aos protocolos de saúde, os ouvintes questionam: como existe respeito se o Decreto do Governo do estado diz que: é proibido shows, festas e similares, com ou sem cobrança de ingresso, independente do número de participantes. 

Com a palavra, o Ministério Público e a Vigilância Sanitária do município, a não ser que a lei seja apenas para alguns.

Meio ambiente: Ingazeira e Tuparetama na dianteira do desmatamento na região

Informação foi passada pelo coordenador da Diaconia e membro do grupo Fé e Política, Afonso Cavalcanti. Por André Luis Segundo estimativas do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens e Satélites (Lapis), ligado à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 12,85% do semiárido brasileiro enfrenta o processo de desertificação. Ou seja, considerando uma área total de […]

Informação foi passada pelo coordenador da Diaconia e membro do grupo Fé e Política, Afonso Cavalcanti.

Por André Luis

Segundo estimativas do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens e Satélites (Lapis), ligado à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), 12,85% do semiárido brasileiro enfrenta o processo de desertificação. Ou seja, considerando uma área total de 982.563,3 km² dessa região, 126.336 km² estão se transformando em deserto – conforme monitoramento realizado entre 2013 e 2017 e divulgado no início de julho.

Partindo desse dado alarmante, o coordenador da ONG Diaconia, Afonso Cavalcanti, que também é membro do Grupo Fé e Política Dom Francisco, da Diocese de Afogados da Ingazeira, que luta contra o desmatamento ilegal no Pajeú, falou nesta segunda-feira (16) durante o programa A Tarde é Sua da Rádio Pajeú FM, sobre os encaminhamentos da última reunião com o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, José Bertotti, que aconteceu no dia 11 de agosto.

Afonso disse que o secretário foi muito receptivo e que a equipe da Secretaria teve uma impressão positiva da atividade realizada pelo grupo. “A princípio – eu fiquei com essa impressão,  eles achavam que era um movimento sem muita qualidade, mais reivindicativo do que propositivo, eles saíram surpresos com a quantidade de informações que temos sobre o problema e como a gente está organizado no sentido de incidir sobre o problema, ou seja, não é uma reivindicação atoa, temos dados muito consistentes do que está acontecendo e pretendemos que as incidências sejam consequentes. Nossa iniciativa de conversar com ele foi no sentido de trazer ações mais concretas do que a gente pretende fazer com essas informações” relatou.

Cavalcanti informou que algumas medidas foram anunciadas pelo secretário José Bertotti, mas que não no sentido de combater ainda o desmatamento. Também disse que o secretário pediu um prazo até outubro para começar a dar andamento em algumas ações efetivas.

Afonso ainda informou que fizeram denúncias com relação ao comércio ilegal do Documento de Origem Florestal (DOF) – instituído pela Portaria n° 253, de 18 de agosto de 2006, do Ministério do Meio Ambiente (MMA), constitui licença obrigatória para o transporte e armazenamento de produtos florestais de origem nativa, inclusive o carvão vegetal nativo, contendo as informações sobre a procedência desses produtos, nos termos do art. 36 da Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012 (Lei de Proteção da Vegetação Nativa).

“Nós apuramos isso, existe no Ministério Público aqui de Afogados da Ingazeira estudos de investigação policial que demonstram que a nossa denúncia é verdadeira e a gente pediu para que ele entrasse em contato com MP para ter acesso a esse documento”, informou Afonso.

Segundo Afonso, José Bertotti ficou de acessar através da Inteligência da Polícia o documento do MP. Outra denúncia feita pelo grupo e que o secretário também ficou de analisar, segundo Afonso, foi com relação aos Planos de Manejo Florestal do Território. “ É preciso ver se esses planos estão atualizados, porque tem um limite de corte, mesmo em uma área manejada autorizado pelo órgão competente que é o CPRH. Tem um limite e se esgota o estoque de lenha daquele lugar tem que parar com o corte”, informou.

Ainda segundo Afonso, foram propostas algumas coisas mais práticas, mas que eles relutaram um pouco. Uma delas seria treinar a Polícia Militar para que fizessem barreiras e aprendessem a identificar o tipo de vegetação transportada nos caminhões. “Essa atividade que seria a mais consequente para combater o desmatamento, eles não apontaram como saída”, lamentou.

Ele disse achar estranho que uma autoridade constituída deixa de exercer a sua função constitucional mesmo sendo esclarecida e recebendo denúncias. “O que eu posso deduzir é o que? Como a indústria do estado usa lenha como matriz energética é como se dissesse assim: deixa passar o caminhão de lenha se não para a fábrica de tijolo para. Então parece que é um jogo de interesses que gera o protecionismo do infrator, que é o que destrói o meio ambiente pra vender lenha barata pra essa indústria funcionar”, disse Afonso.

“Pernambuco tem duas áreas em processo de desertificação que é Cabrobó e alguns trechos da região do Araripe. O Pajeú não está enquadrado nas áreas passiveis de desertificação, nas que já foram catalogadas e que foram identificadas. tem áreas com potencial para a desertificação”, informou Afonso.

Cavalcanti informou ainda que Tuparetama e Ingazeira são áreas que quase não tem mais vegetação para derrubar. “Por incrível que pareça a indústria do desmatamento do Pajeú está nesses dois lugares, os maiores desmatadores, as estruturas de estoque e carregamento de lenha, os donos de caminhões, de equipes de motosserra, esses dois municípios já foram praticamente devastados”, informou.

Afonso criticou o fato de que Pernambuco é um estado muito avançado em termos de elaboração de políticas e propostas, como por exemplo o Plano de Convivência com o Semiárido e Plano de Combate à Desertificação, mas que não consegue colocar em prática nenhum dos dois

“Agente tem a coragem e boa vontade de desenvolver toda uma ação pra denunciar essa história do desmatamento com números, dados, com orientações concretas e não somos considerados pelo órgão ambiental no sentido de coibir um vetor da desertificação não é nem a desertificação, a gente está querendo evitar que áreas se tornem propensas a desertificação. O vetor é o desmatamento, nós que estamos tentando controlar esse vetor não somos nem considerados… Então nem tem uma política concreta, tem um plano mas não tem a política e não tem medidas que diminuam essa velocidade como as áreas estão tendendo a desertificar”, desabafou Afonso.

Vale lembrar aos críticos de plantão que o debate em torno da pauta ambientalista não é partidária, nem ideológica é comum à toda a humanidade, pois o homem necessita viver em harmonia com o meio ambiente para que não tornemos esse mundo inabitável para as gerações futuras.

Raquel Lyra comanda nova reunião do Juntos pela Segurança

A governadora Raquel Lyra liderou mais uma reunião do Juntos pela Segurança para acompanhar os dados de segurança do Estado e executar as ações necessárias para a redução da violência. No encontro, que aconteceu nesta segunda-feira (11), na sede da Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, no Recife, foram debatidas as condutas já realizadas […]

A governadora Raquel Lyra liderou mais uma reunião do Juntos pela Segurança para acompanhar os dados de segurança do Estado e executar as ações necessárias para a redução da violência. No encontro, que aconteceu nesta segunda-feira (11), na sede da Secretaria de Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Regional, no Recife, foram debatidas as condutas já realizadas para a redução da criminalidade com o objetivo de reforçar as decisões e atuar para intensificá-las.

“Estamos em constante diagnóstico com toda a equipe do Governo para acompanhar os índices de criminalidade no Estado e trabalhar conjuntamente para reduzi-los. Essa é uma rotina importante para que a gente possa melhorar a paz social a todos os pernambucanos”, destacou a governadora Raquel Lyra.

A reunião foi acompanhada por instituições presentes no Estado, que já participaram de outros encontros, a fim de aprofundar as necessidades das ações.

“Foi mais uma reunião sob a liderança da governadora Raquel Lyra. Tivemos a participação de representantes de instituições, além dos órgãos do Governo, para discutir as ações do Juntos pela Segurança, definir prioridades, dar encaminhamentos a diversas ações que precisam ser feitas e monitorar as decisões que foram tomadas em reuniões passadas”, explicou o secretário de Defesa Social, Alessandro Carvalho.

Estiveram na reunião o deputado estadual Joel da Harpa, representando a Assembleia Legislativa de Pernambuco; o desembargador Mauro Alencar de Barros, do Tribunal de Justiça; o procurador-geral de Justiça do Ministério Público de Pernambuco, Marcos Carvalho; e o defensor público-geral, Henrique Seixas. Também participaram os secretários Fabrício Marques (Planejamento, Gestão e Desenvolvimento Econômico), Amanda Aires (Desenvolvimento Profissional e Empreendedorismo), Fernando Holanda (Assessoria Especial), Simone Nunes (Desenvolvimento Urbano e Habitação), além de representantes de instituições e órgãos de segurança do Estado.