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Serra Talhada supera um milhão de atendimentos e conquista Prêmio Cidade Saudável

Por André Luis

O Município de Serra Talhada superou a marca de um milhão de atendimentos registrados na Plataforma Cidade Saudável, ferramenta de gestão em saúde utilizada pelos Agentes Comunitários de Saúde (ACS), Agentes de Endemias (ACE) e demais equipes da Atenção Primária. 

Dividida em Cidade Saudável ACS, Cidade Saudável Endemias, Cidade Saudável Prontuário, Cidade Saudável Vacinação e Cidade Saudável Central de Marcação, a plataforma possibilita agilidade nos processos de atendimento para a Atenção Primária, mapeamento e análise de informações, qualidade no tratamento dos dados, controle completo da operação, assertividade na tomada de decisões estratégicas e melhor direcionamento de recursos financeiros. 

A ferramenta possui requisitos de inteligência, que auxiliam os profissionais no trabalho de campo, consolidando dados e gerando indicadores de acompanhamento e de alerta. O sistema possui todos os formulários utilizados pelos agentes, eliminando o uso de papel. 

Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) e de Combate a Endemias (ACE) coletam os dados através de um moderno sistema instalado em tablets. Os dados são coletados offline, sincronizados e disponibilizados para a gestão através de mapas e relatórios.

“Superamos a meta de mais de um milhão de atendimentos registrados na Plataforma Cidade Saudável, uma ferramenta fundamental para obtermos maior agilidade e produtividade no atendimento prestado à população, que é fruto de muito trabalho, empenho e dedicação de nossas equipes, agentes de saúde, agentes de endemias e de todos os profissionais que atuam na Atenção Básica”, destacou a secretária de Saúde, Lisbeth Rosa Lima.

Outras Notícias

Conservatório Pernambucano de Música promove fim de semana de clássicos no FIG 2018

Programação terá pré-estreia de espetáculo em homenagem a Dorival Caymmi, parcerias inéditas e dois concertos da Orquestra de Câmara de Pernambuco Um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros, o baiano Dorival Caymmi faleceu há uma década. Para homenagear a trajetória do pai, Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o […]

Programação terá pré-estreia de espetáculo em homenagem a Dorival Caymmi, parcerias inéditas e dois concertos da Orquestra de Câmara de Pernambuco

Um dos mais importantes compositores e cantores brasileiros, o baiano Dorival Caymmi faleceu há uma década. Para homenagear a trajetória do pai, Danilo Caymmi, em parceria com o diretor musical Flávio Mendes e o ator Nilson Raman, concebeu o espetáculo dramático-musical 10 Anos Sem Dorival Caymmi, cuja pré-estreia nacional acontece sábado, dentro da programação organizada pelo Conservatório Pernambucano de Música para o 28º Festival de Inverno de Garanhuns.

Mais do que levar canções ao público, Danilo contará histórias que permeiam as mais famosas obras de Dorival, a exemplo de O Que é Que a Baiana Tem? e Marina. O início da carreira na capital baiana e a posterior chegada ao Rio de Janeiro serão algumas das passagens relembradas, assim como as amizades, vida familiar e parcerias que cultivou.

O espetáculo é construído com base em uma sequência narrativa, especialidade do ator Nilson Raman, idealizador e mestre de cerimônias de espetáculos sobre Edith Piaf e Frank Sinatra, dentre outros. Já a pesquisa de texto e a direção musical ficaram por conta do músico Flávio Mendes, parceiro veterano de Danilo e Nilson.

Após a pré-estreia promovida pelo Conservatório, o espetáculo tem estreia prevista para o mês de setembro, em Salvador, onde nasceu Dorival.

Mais espetáculos

Além de Danilo Caymmi e banda, o CPM levará à Catedral de Santo Antônio dois belos concertos da Orquestra de Câmara de Pernambuco, regida pelo maestro José Renato Accioly. O primeiro acontece na sexta-feira (20), às 16h, com participação inédita da pianista Maria Clara Fernandes, ex-aluna do Conservatório.

Logo depois, às 21h, se apresentam juntos o grupo SaGRAMA, também oriundo do Conservatório, e o bandolinista Hamilton de Holanda, executando canções próprias e de outros grandes, como Pixinguinha, Sivuca e Geraldo Vandré. Haverá também um pot-pourri de Luiz Gonzaga.

No sábado, após a pré-estreia de 10 Anos Sem Dorival Caymmi, Ná Ozzetti, Patrícia Bastos e Dante Ozzetti apresentam um trabalho inédito como trio, a partir de composições do compositor, violonista, arranjados e produtor musical Dante e seus parceiros. Será a primeira vez que os músicos se reúnem para um show exclusivamente criado para o formato violão e vozes.

Já a segunda aparição do maestro José Renato e companhia será no domingo (22), com mais uma edição de Musicais, sucesso de público no FIG 2017. Nele, a Orquestra executará trechos de musicais famosos, a exemplo de A Bela Adormecida, O Mágico de OZ e O Rei Leão. “Todo o repertório será novo, abrangendo várias peças. Vamos repetir apenas trechos de O Fantasma da Ópera, que fizemos no ano passado, em função do sucesso”, destrincha o maestro.

Encerrando o primeiro final de semana de shows estará a soprano Carmen Monarcha, brasileira de fama internacional e parceira do maestro André Rieu na sua Johann Strauss Orchestra. Carmen levará à Cidade das Flores o recital Canções que Minha Mãe Me Ensinou, em companhia do pianista Daniel Gonçalves, integrante do Opera Studio do Theatro Municipal de São Paulo.

Programação CPM no FIG 2018:

20/7 (Sexta-feira)

16h – Orquestra de Câmara de Pernambuco

Solista: Maria Clara Fernandes

Regência: José Renato Accioly

21h – SaGRAMA e Hamilton de Holanda

21/7 (Sábado)

16h – Show 10 Anos Sem Caymmi

Danilo Caymmi (Voz e flauta)

Flávio Mendes (Violão)

Itamar Assiere (Piano)

Paulo Vicente (Bateria)

José Luiz Maia (Baixo)

Nilson Raman (Mestre de cerimônias)

Participação especial: Carmen Monarcha

21h – Ná Ozzeti, Dante Ozzeti e Patrícia Bastos

22/7 (Domingo)

16h – Orquestra de Câmara de Pernambuco, Coro de Câmara do Conservatório Pernambucano de Música e Grupo Vocal Liberi apresentam o show Musicais

Solistas: Gleyce Melo, Monica Muniz, Madson de Paula, Ciel Santos, Marcio Mênner, Catarina Rosa, Bianca Vieira e David Mitchel

Regência: José Renato Accioly

21h – Carmen Monarcha (Soprano)

Daniel Gonçalves (Piano)

23/7 – Segunda-feira

16h – Badi Assad, Lívia Matos e Claudinho Araújo com o show Volta ao Mundo em 80 Artistas

21h – Mônica Salmaso (voz) e Marco Pereira violão)

27/7 (Sexta-feira)

21h – Pianorquestra com o show Linha do Tempo

28/7 (Sábado)

16h – Francis Hime, Olívia Hime e Orquestra de Câmara de Pernambuco

Regência: José Renato Accioly

21h – Lívia Nestrovski (voz) e Fred Ferreira (guitarra)

Serviço:

Conservatório Pernambucano de Música no Festival de Inverno de Garanhuns 2018 – Dias 19, 20, 21, 22, 23, 27 e 28 de julho, na Catedral de Santo Antônio (Garanhuns). Gratuito. Informações: (81) 3183-3411 e www.conservatorio.pe.gov.br.

Sócio da Belcher admite que Barros agendou reunião, mas nega favorecimento

O empresário Emanuel Catori, sócio da empresa Belcher, admitiu nesta terça-feira (24) que participou de uma reunião agendada pelo líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), no Ministério da Saúde.  Ele reconheceu ainda que no dia do encontro, em 15 de abril, a Belcher já havia assinado um termo de confidencialidade com a […]

O empresário Emanuel Catori, sócio da empresa Belcher, admitiu nesta terça-feira (24) que participou de uma reunião agendada pelo líder do governo na Câmara, deputado Ricardo Barros (PP-PR), no Ministério da Saúde. 

Ele reconheceu ainda que no dia do encontro, em 15 de abril, a Belcher já havia assinado um termo de confidencialidade com a farmacêutica chinesa CanSino para a venda da vacina Convidecia no Brasil. Apesar disso, Catori negou que tenha negociado a venda do imunizante com o ministro Marcelo Queiroga.

Questionado pelo relator da comissão, senador Renan Calheiros (MDB-AL), o empresário disse que tentou vender ao governo federal o antiviral Favipiravir. Ele afirmou que não poderia ter negociado a venda da Convidecia porque ainda não contava com a carta de autorização da CanSino. O documento só teria sido emitido quatro dias depois do encontro intermediado por Ricardo Barros no Ministério da Saúde.

— Eu tive apenas dois ou três minutos. Falei apenas do medicamento antiviral Favipiravir — disse.

Renan contestou a declaração do empresário. Para o relator da CPI, há “uma contradição muito grande” no depoimento de Emanuel Catori e “um envolvimento muito sério” do líder do governo na Câmara na negociação de vacinas.

— É a repetição do modus operandi na aquisição de vacinas pelo governo federal. Recusou contatos com a Pfizer e com o Butantan, enquanto priorizou atravessadores com Belcher, Davati e Ricardo Barros. Enquanto brasileiros morriam e continuam a morrer. O senhor tenta passar a ideia de que, no encontro com Ricardo Barros, não poderia ter tratado da questão, uma vez que a CanSino não havia credenciado a Belcher. Mas não é verdade. Já havia uma carta de confidencialidade — afirmou.

O representante da Belcher admitiu conhecer o advogado Flávio Pansieri. Sócio do genro de Ricardo Barros até março deste ano, Pansieri participou de uma reunião na Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa) sobre o uso emergencial do imunizante Convidecia. Apesar disso, Catori negou que o deputado paranaense tenha atuado como “facilitador político” para a compra da CanSino.

— O deputado Ricardo Barros não fez gestões com órgãos neste sentido. Não há vínculo comercial ou societário direto ou indireto da Belcher ou seus sócios com o parlamentar. Ele não iria receber valores pelo sucesso da negociação da Convidecia. A Belcher não o procurou nas tratativas com vacinas. Participação zero. Em nenhum momento ele me ajudou em nada sobre a vacina — afirmou.

O senador Renan Calheiros perguntou por que a vacina da CanSino era 70% mais cara do que o imunizante da farmacêutica Jansen, que também é aplicado em dose única. Segundo o empresário, isso se deve ao modelo de importação contratado pelo Ministério da Saúde. Enquanto a Jansen foi comprada pelo sistema CIF, em que frete e seguro são pagos pelos fornecedores, a Convidecia seria adquirida pelo sistema FOB, em que essas despesas já estão embutidas no valor final.

— Isso envolve logística, envolve frete. Por precisar manter uma temperatura de dois a oito graus, é um frete extremamente caro. Por isso tem toda essa diferença de valores — afirmou.

Catori presta depoimento amparado por um habeas corpus concedido pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Com a possibilidade de permanecer em silêncio sobre temas que o incriminem, o empresário se recusou a responder, por exemplo, quanto a Belcher receberia de comissão pela venda de 60 milhões de doses do imunizante ao governo brasileiro.

Catori apresentou à CPI um cronograma com datas que envolvem a representação da CanSino pela Belcher. De acordo com o empresário, a farmacêutica chinesa estabeleceu uma carta de autorização para a brasileira no dia 19 de abril. Em 27 de maio, a Belcher solicitou uma carta de intenção de compra junto ao Ministério da Saúde. O documento foi expedido pela pasta apenas uma semana depois, no dia 4 de junho. A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) estranhou a rapidez do processo.

— A carta de intenção foi emitida em apenas oito dias. Por quê? A Pfizer levou vários meses, quase um ano. É muita rapidez. Um tratamento muito diferenciado em relação à empresa. Houve uma agilidade na emissão de carta de intenção, mesmo se tratando de uma vacina 77% mais cara do que outra de dose única. Foi tudo muito rápido. Houve agilidade para tudo — disse Eliziane.

O senador Humberto Costa (PT-PE) reforçou a suspeita de que a Belcher tenha sido privilegiada pelo deputado Ricardo Barros, que foi ministro da Saúde entre 2016 e 2018, na gestão do presidente Michel Temer.

— Vossa senhoria [Emanuel Catori] vai dizer que não tem nada a ver, que caiu do céu. Que o Ministério da Saúde descobriu que sua empresa estava habilitada para isso. A CanSino, lá na China, ouviu dizer que tinha uma empresa lá em Maringá para ser representante no Brasil. É difícil a gente acreditar nessas coisas, que não teria havido algum tipo de ajuda e que isso não teria sido feito pelo senhor Ricardo Barros. Esse argumento não se sustenta. Houve aqui, sim, tráfico de influência e advocacia administrativa — disse.

Hang e Wizard

O sócio da Belcher reconheceu ainda que participou de um encontro com os empresários Luciano Hang e Carlos Wizard. Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, eles teriam atuado para a compra de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19 pelo governo.

Catori disse ter sido procurado pelos empresários entre fevereiro e março deste ano para intermediar a compra de doses da vacina CoronaVac, produzida pelo laboratório SinoVac. 

Segundo ele, o imunizante seria doado ao Sistema Único de Saúde (SUS). No dia 17 de março, Catori, Hand e Wizard participaram de uma live sobre o assunto. Mas o representante da Belcher negou que os empresários tenham participado da negociação do imunizante da CanSino.

— Aventou-se a possibilidade de aquisição de 9 milhões de doses prontas da CoronaVac. Essas doses seriam adquiridas e doadas sem fins comerciais. Após a vacinação dos grupos prioritários, 50% iriam para colaboradores das empresas envolvidas na ação. Não há qualquer relação da Convidecia com os empresários. Não houve interferência com a interface institucional realizada pela Belcher junto ao Ministério da Saúde sobre a Convidecia. Também não há relação societária formal ou informal entre os empresários e a Belcher ou qualquer de suas empresas — afirmou.

A Belcher foi representante da CanSino entre 19 de abril e 10 de junho de 2021. Após a emissão da carta de intenção pelo Ministério da Saúde, a farmacêutica chinesa revogou unilateralmente as credenciais da Belcher alegando razões de compliance. Em 28 de junho, a Anvisa encerrou o processo em que a Belcher pedia a autorização emergencial do imunizante em razão do descredenciamento legal da empresa.

O senador Jorginho Mello (PL-SC) lembrou que a Belcher não chegou a vender vacinas ao governo federal.

— É mais uma negociação que não aconteceu. É um barulhão danado — disse. As informações são da Agência Senado.

Nascem gêmeos de Michelli Martins

Por André Luis E finalmente chegou o grande dia! Nasceram na manhã desta terça-feira (10.03), no Hospital Regional Emília Câmara, Áylla e Nícolas, filhos da comunicadora Micheli Martins e de Danilo Marques Feitosa. Pesando 3,450 kg e medindo 52cm, Nícolas nasceu às 11h08. Já Áylla nasceu um minuto depois, às 11h09, com 2,530kg e 48cm. […]

Por André Luis

E finalmente chegou o grande dia! Nasceram na manhã desta terça-feira (10.03), no Hospital Regional Emília Câmara, Áylla e Nícolas, filhos da comunicadora Micheli Martins e de Danilo Marques Feitosa.

Pesando 3,450 kg e medindo 52cm, Nícolas nasceu às 11h08. Já Áylla nasceu um minuto depois, às 11h09, com 2,530kg e 48cm. A mãe e bebês passam bem.

“Chegaram com muita saúde. Obrigada aos amigos por tanta energia positiva e orações. Ao senhor Jesus, gratidão, gratidão e gratidão”, publicou Micheli Martins no stories de seu Instagram.

Segundo informações de Danilo, os três devem receber alta na tarde desta quarta-feira (11), ou na manhã da quinta (12).

Danilo relatou ainda que tudo transcorreu bem. “Micheli estava nos acalmando o tempo todo. Foi tudo tranquilo”.

Ele disse ainda que “depois de tantas pessoas com tanto carinho por tudo, seria covardia não partilhar essa felicidade”, se referindo a permissão que pedimos para publicar a foto dos bebês.

Mensagens falsas prometem ressarcimento de descontos a aposentados

Governo orienta a não acessar links enviados por e-mail ou rede social Golpistas estão aproveitando as investigações feitas pela Operação Sem Desconto para prejudicar ainda mais aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o Ministério da Previdência Social, há relatos de pessoas recebendo mensagens por diversos meios, prometendo ressarcimento dos descontos […]

Governo orienta a não acessar links enviados por e-mail ou rede social

Golpistas estão aproveitando as investigações feitas pela Operação Sem Desconto para prejudicar ainda mais aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o Ministério da Previdência Social, há relatos de pessoas recebendo mensagens por diversos meios, prometendo ressarcimento dos descontos ilegais feitos pelas entidades investigadas pela Polícia Federal e pela Controladoria Geral da União.

O alerta divulgado nesta sexta-feira (25) pelo ministério orienta as pessoas a não acessarem “link enviado por e-mail, aplicativo de mensagem, ou outro meio, informando sobre ressarcimento de descontos de mensalidades associativas”.

A denúncia foi feita por segurados que estariam sendo abordados por “golpistas com a oferta de agilizar o recebimento dos atrasados descontados pelo INSS”, acrescentou.

Devolução

Segundo a pasta, os valores descontados no mês de abril ficarão retidos e serão devolvidos na folha de maio, que vai de 26 de maio a 6 de junho.

“O ressarcimento dos valores relativos a mensalidades não reconhecidas pelos beneficiários, descontados antes de abril deste ano, serão avaliados por um grupo da Advocacia Geral da União, que estudará a melhor forma de devolver o dinheiro”, diz a nota.

Como os descontos foram suspensos, os segurados não precisam solicitar o cancelamento. Também não é necessário ir até uma agência do INSS.

Operação Sem Desconto

A Operação Sem Desconto foi deflagrada na quarta-feira (23), com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS.

Estão sendo apuradas irregularidades cometidas por organizações da sociedade civil que cobravam, sem autorização de pensionistas, uma “mensalidade associativa”. Só entre 2019 e 2024, a movimentação total ficou em cerca de R$ 6,3 bilhões.

A mensalidade associativa é uma contribuição que aposentados, pensionistas ou pessoas de uma determinada categoria profissional pagam, periodicamente, para fazer parte de uma associação, sindicato ou entidade de classe sem fins lucrativos que represente os interesses de seus membros do Regime Geral da Previdência Social (RGPS). As informações são da Agência Brasil.

Eleições 2024: uma observação pessoal do cenário eleitoral em Arcoverde

Por Djnaldo Galindo* Se existem algumas verdades nas próximas eleições de Arcoverde, dentre elas está a que novamente será uma eleição dura e fortemente polarizada. E desta feita como um elemento totalmente novo, o peso da máquina tão estimado e hipervalorizado, uma vez se concretizando a candidatura do atual prefeito, será quase nulo. Como um […]

Por Djnaldo Galindo*

Se existem algumas verdades nas próximas eleições de Arcoverde, dentre elas está a que novamente será uma eleição dura e fortemente polarizada. E desta feita como um elemento totalmente novo, o peso da máquina tão estimado e hipervalorizado, uma vez se concretizando a candidatura do atual prefeito, será quase nulo.

Como um observador que tem lado, sobre a minha visão pesará sempre a sombra da parcialidade, mas, isso não me incomoda, afinal “parcialidade” é apenas um objetivo utópico e que mesmo com uso dos rigores do método científico, nas Ciências da Humanidade os fatos históricos serão quase sempre uma mera abstração do observador.

Ciente dessa humilde constatação, posso afirmar que até dezembro do ano passado, com um cenário de um prefeito sem chance de reeleição, irrelevante como apoiador e com o pouco eleitorado que lhe restara formando uma maior interseção com o eleitorado de Madalena, tínhamos um cenário de Zeca como franco favorito, pois, muito embora venha de sucessivas derrotas, dispõe de um eleitorado fortemente cristalizado.

Sabendo disso e a partir de um leque de alianças com quatro vereadores de mandato, claramente tentou empurrar Madalena para o isolamento, o que para seu azar não logrou êxito.

Dispondo de grande capilaridade social e capital político, a nossa ex-prefeita foi a campo e – não tenho medo de errar – conseguiu não apenas frustar a tentativa de isolamento político e muito mais que isso, já conseguiu reverter completamente a situação e agora é ela a favorita.

Assim como não se perdem várias eleições por uma única razão, não se vence várias senão evitando-os, além da obra do acaso de nos fazer contar com elementos que não estavam no nosso controle.

Digo isso porque é perceptível nesse cenário de uma governadora desgastada prematuramente e um presidente buscando acertar o ponto da comunicação, colocando as eleições municipais nas cidades pólos um status diferente, além de que a nossa próxima disputa será não entre aqueles que querem reeleger Madalena ou Zeca, mas, ao contrário, daqueles que querem evitar uma reeleição de um dos dois.

Nessa perspectiva conta muito o movimento a ser tomado ao que existe do eleitorado atual prefeito, pequeno, mas importante numa eleição apertada. E em nosso ver isso também favorece Dona Madalena. Nas eleições municipais em cidades do nosso perfil, tão importante quando liderar as intenções de votos é importante dispor de uma eleição crível, não a toa o grosso do marketing de Zeca é sendimentado nessa premissa. Ele sabe que o histórico pesa.

Dona Madalena, vindo numa crescente que salta aos olhos, reacendeu o moral da sua base e assim que esse crescimento vir a público através de pesquisas minimamente idôneas, será de uma força incapaz de segurar. Aguardemos as próximas pesquisas.

*Djnaldo Galindo é formato em História pela AESA e graduando em Ciências Políticas pela Uninter.