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Serra Talhada é pioneira na adesão à campanha “Eles por Elas”, da ONU

Por Nill Júnior

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Serra Talhada ganhou reconhecimento  por ser o primeiro município brasileiro a aderir à campanha ONU Mulheres: Eles por Elas (He for She). Recentemente, a Prefeitura recebeu o prêmio concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco e pela secretaria da Mulher de Pernambuco, de Prefeitura Amiga da Mulher.

O Município também sedia um dos dois polos, em todo Brasil, participantes do projeto Mulheres Seguras, da Confederação Nacional de Municípios em parceria com a União Europeia.

O Prefeito Luciano Duque foi convidado para ser o primeiro prefeito a aderir à campanha. “A adesão pioneira se deve ao trabalho que o município vem realizando no fortalecimento das políticas voltadas para a mulher”, comemorou em nota da Assessoria de Comunicação.

A Campanha da ONU Mulheres é um movimento de solidariedade que visa envolver novos agentes na luta contra todas as formas de discriminação, no enfrentamento à violência contra a mulher, na defesa da igualdade de gênero e pelos direitos humanos das mulheres.

Outras Notícias

Agência do Trabalho divulga 139 vagas para o Sertão

Por Juliana Lima A Agência do Trabalho de Pernambuco divulgou 134 vagas de empregos disponíveis para o Sertão nesta terça-feira (25).  As vagas estão distribuídas entre as agências das cidades de Arcoverde (1), Araripina (5), Petrolina (92), Salgueiro (7) e Serra Talhada (34). Entre as vagas há apenas uma para pessoa com deficiência para o […]

Por Juliana Lima

A Agência do Trabalho de Pernambuco divulgou 134 vagas de empregos disponíveis para o Sertão nesta terça-feira (25). 

As vagas estão distribuídas entre as agências das cidades de Arcoverde (1), Araripina (5), Petrolina (92), Salgueiro (7) e Serra Talhada (34). Entre as vagas há apenas uma para pessoa com deficiência para o cargo de repositor de mercadorias em Petrolina. 

Confira as vagas:

Petrolina: Ajudante de obras (4), Analista administrativo (1), Analista de recursos humanos (1), Assistente administrativo (1), Atendente de farmácia – balconista (2), Auxiliar de armazenamento (1), Auxiliar administrativo (1), Auxiliar de cozinha (1), Auxiliar de limpeza (2), Carpinteiro de obras (2), Cortador de roupas (1), Cozinheiro de restaurante (1), Cumim (1), Desenhista industrial gráfico (1), Farmacêutico (1), Funileiro de automóveis (1), Gerente administrativo (com CNH há no mínimo 6 meses) (1), Marceneiro (4), Mecânico de ar-condicionado e refrigeração (1), Montador de móveis de madeira (1), Operador de caixa (1), Pedreiro (24), Pintor de automóveis (1), Técnico de edificações (1),Técnico em laboratório de farmácia (1), Técnico em segurança do trabalho (1), Vendedor de consórcio (10), Vendedor interno (6) e Vendedor pracista (17). Vaga para pessoa com deficiência: Repositor de mercadorias (1).

Arcoverde: Auxiliar de pessoal (1). 

Araripina: Entregador de bebidas (ajudante de caminhão) (2), Gerente de produção (1), Gesseiro plaqueiro (1) e Mecânico de motor a diesel (1).

Salgueiro: Eletricista (1), Mecânico (1), Mecânico de Máquinas Pesadas (manutenção) (1), Padeiro confeiteiro (boleiro) (1), Soldador (1), Técnico de Manutenção Elétrica (1), Técnico Mecânico (1).

Serra Talhada: Ajudante de carga e descarga (1), Assistente administrativo (1), Carpinteiro (6), Cozinheiro industrial (1), Fiscal de prevenção de perdas (1), Motorista de caminhão (2), Pedreiro (10), Servente de obras (10), Técnico em segurança do trabalho (1) e Técnico mecânico (1). 

Em teste, vacina do Paraná tem resposta superior à da Astrazeneca

Governo estadual assinou contrato com a universidade federal para financiar o imunizante desenvolvido em Curitiba Rádio Brasil de Fato Uma vacina paranaense contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade Federal do Paraná. Este foi o tema do Quarta Sindical desta semana que recebeu o reitor da UFPR, Professor Ricardo Marcelo Fonseca, e o professor, pesquisador e […]

Governo estadual assinou contrato com a universidade federal para financiar o imunizante desenvolvido em Curitiba

Rádio Brasil de Fato

Uma vacina paranaense contra a Covid-19 desenvolvida pela Universidade Federal do Paraná. Este foi o tema do Quarta Sindical desta semana que recebeu o reitor da UFPR, Professor Ricardo Marcelo Fonseca, e o professor, pesquisador e Coordenador do Comitê de Combate à Covid da instituição, Emanuel Maltempi de Souza. Eles explicaram como está o desenvolvimento do imunizante contra o Sars-CoV-2 e também anunciaram que o Governo do Paraná ajudará financeiramente. 

O professor e pesquisador Emanuel Maltempi de Souza explicou que, nestas primeiras fases, os resultados estão surpreendendo de forma positiva. “Quando foi injetada em camundongos tivemos uma surpresa: a resposta foi fenomenal, maior que o nível da AstraZeneca/Oxford induziu em camundongo no mesmo estágio de desenvolvimento”, explicou. 

Segundo ele, a tecnologia utilizada é diferente das vacinas mais conhecidas no mercado. “A nossa vacina usa nanopartículas, material não vivo, completamente internet. A AstraZeneca/Oxford usa adenovírus, a Coronovac usa o próprio vírus inativado e a Pfizer usa RNA mensageiro. São plataformas tecnológicas diferentes. A vantagem da nossa é que é simples de ser produzida, todos os insumos são produzidos no Brasil, então é mais barata”, explicou o professor, que também explicou que a produção dos insumos são nacionais. 

Fase de testes

A vacina da UFPR está ainda no início das fases de testes. Segundo o professor, será necessário ainda avançar nas pesquisas com animais e depois in vitro, para então seguir para as próximas fases. São três ou quatro etapas ainda para chegar nas fases clínicas 1, 2 e 3, última etapa antes de solicitar a autorização para uso humano. A estimativa é que daqui um ano ela fique pronta.  

Além disso, outras pesquisas, como no campo dos testes para identificação de casos positivos, estão em andamento. “No litoral um professor fez uma pesquisa com um teste novo que a aplicação em massa está sendo negociada com o Governo do Paraná com uma tecnologia fácil e barata. Vai ser necessária, inclusive, para o controle no pós-pandemia. Já esta vacina pode ser adaptada para outras situações, como dengue e chikungunya, por exemplo. Precisamos ter plataformas de produção de vacinas de forma permanente. É para agora, mas também é para o futuro”, projetou. 

Financiamento 

Ricardo Marcelo reiterou que é preciso parcerias para o desenvolvimento de uma vacina. “ É um orgulho para a população paranaense ter uma vacina produzida aqui. Mas, não existe no mundo uma universidade que faça sozinha uma vacina. Mesmo a Universidade de Oxford, uma das mais importantes do mundo, ela teve articulação com o laboratório da Astrazeneca. Por isso, é importante ter parcerias.”

O reitor  revelou, em primeira mão, que a UFPR assinou um convênio com o Governo do Paraná ,via SETI, Fundação Araucária e o Tecpar para obter recursos e estrutura  para avançar na atual fase de pesquisa da vacina.

“Mas vamos precisar de muito mais. A hora que vencermos as etapas da fase pré-clínica antes de pedirmos autorização da fase clínica para a Anvisa. São quatro a seis meses para chegarmos ao ponto de pedir autorização de fase clínica. Neste ponto o estado foi parceiro. Mas vamos precisar de muitos outros. Quando chegar nas outras fases fica muito mais pesado. A fase 3, clínica, pode chegar a custar de R$ 30 a R$ 50 milhões”, alertou.

Ricardo Marcelo Fonseca reforçou a importância da universidade neste momento. “Tem gente que diz que os professores não querem trabalhar. Tem gente que diz que a Universidade pública está parada.  As pesquisas não pararam e no que diz respeito à pandemia, a mesma coisa. No Hospital de Clínicas o número de leitos para atender pacientes com Covid não parou de crescer, seja UTI ou enfermaria. É um dos fronts principais de combate pela vida. É o mais hospital público e que está com o maior número de leitos atendendo a covid”, exemplificou.

Internauta Repórter: não é hora de restringir bares em Afogados?

As semanas epidemiológicas que se seguiram após a abertura dos bares mostram um comportamento diferente nas cidades que seguiram a norma do estado e àquelas que vetaram a reabertura. Claro que os números não refletem uma certeza matemática, mas dão um indicativo. Leitores do blog estão questionando a manutenção da abertura dos bares e o […]

As semanas epidemiológicas que se seguiram após a abertura dos bares mostram um comportamento diferente nas cidades que seguiram a norma do estado e àquelas que vetaram a reabertura. Claro que os números não refletem uma certeza matemática, mas dão um indicativo.

Leitores do blog estão questionando a manutenção da abertura dos bares e o receio de que isso tenha um impacto negativo nos números. Hoje no Debate das Dez, o Secretário de Saúde Arthur Amorim e o Chefe da Vigilância Totonho Veira admitiram muita dificuldade para fiscalizar esses estabelecimentos pela dificuldade de cumprir os protocolos.

Um deles atentou para a curva de crescimento entre cidades que restringiram bares, como São José do Egito e Afogados, que vem tentado com a liberação e fiscalização.   Dia 10 de agosto, quando os bares começaram a reabrir na região, Afogados tinha 237 casos confirmados, com 191 recuperados e sete óbitos. São José do Egito, 304 casos, com 252 curados e dois óbitos.

Em 18 de agosto,  São José determinou o fechamento dos bares novamente Àquela altura, Afogados da Ingazeira tinha 330 casos, com 251 recuperados e sete óbitos. São José do Egito, 367 casos, com 329 recuperados e dois óbitos.

Os últimos boletins mostraram uma evolução em  Afogados que passou São José do Egito. No boletim de ontem (7), Afogados chegou a 552 casos confirmados, com 410 recuperados e dez óbitos. São José do Egito ficou com 475 casos confirmados, com 423 curados e seis óbitos.

Hoje na Rádio Pajeú, o Secretário de Saúde Arthur Amorim mostrou preocupação com o aumento no número de casos na faixa etária de 30 a 39 anos. Um detalhe importante a ser considerado na análise: Afogados da Ingazeira tem afirmado que tem testado mais nos últimos dias.

Feriadão pode dar boom nos casos: preocupa ainda nas nossas cidades o impacto que pode ter o feriadão. Muitos atestam que nos próximos quinze dias teremos um rebote no número de casos, fruto das aglomerações do feriado.

Em Serra Talhada, uma vaquejada no fim de semana gerou as imagens que viralizaram nas últimas horas. Nada foi coibido. E o vírus vadiando…

MPPE abre inquérito para investigar suposta perseguição política em São José do Belmonte

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de São José do Belmonte, instaurou um inquérito civil para apurar uma denúncia de suposta perseguição política no município. A portaria de abertura foi publicada nesta segunda-feira (12), no Diário Oficial do MPPE. De acordo com o procedimento nº 01712.000.102/2024, assinado pelo promotor […]

O Ministério Público de Pernambuco (MPPE), por meio da Promotoria de Justiça de São José do Belmonte, instaurou um inquérito civil para apurar uma denúncia de suposta perseguição política no município. A portaria de abertura foi publicada nesta segunda-feira (12), no Diário Oficial do MPPE.

De acordo com o procedimento nº 01712.000.102/2024, assinado pelo promotor de Justiça Jairo José de Alencar Santos, a medida tem como objetivo apurar elementos relacionados a possíveis práticas de assédio ou retaliação de cunho político dentro da gestão municipal.

A investigação está fundamentada em dispositivos da Constituição Federal, da Constituição Estadual, da Lei da Ação Civil Pública (Lei nº 7.347/1985), da Lei Orgânica Nacional do Ministério Público (Lei nº 8.625/1993), além da Resolução nº 03/2019 do Conselho Superior do Ministério Público.

Como primeiras providências, o promotor determinou:

Notificação das partes envolvidas, que terão 30 dias para apresentar eventuais manifestações contrárias aos fundamentos da gestão municipal citados no procedimento. Os interessados poderão juntar documentos e indicar provas que julguem pertinentes.

Transcrição de áudios já anexados ao inquérito, considerados relevantes para o caso. Os trechos deverão ser indicados com a marcação exata dos tempos das falas.

A portaria também determina o envio do documento ao Centro de Apoio Operacional (CAOP) correspondente, à Secretaria Geral do MPPE, ao Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) e à Corregedoria Geral do Ministério Público (CGMP), conforme os trâmites legais.

A identidade dos investigados e dos denunciantes não foi divulgada, em respeito ao sigilo que rege a fase inicial das investigações. As informações são do Causos & Causas.

Camaragibe: MP arquiva processo contra Demóstenes Meira, diz site

O processo referente ao áudio divulgado pelo prefeito então afastado Demóstenes Meira foi arquivado em 19 de Setembro de 2019 pela Procuradoria-Geral de Justiça. A informação é do site Camaragibe Agora. O áudio citado no processo tratava da convocação de todos os cargos comissionados para participar do ‘Bloco Carnavalesco Canário Baleado’’ para prestigiar a apresentação […]

Foto: Reprodução/TV Globo

O processo referente ao áudio divulgado pelo prefeito então afastado Demóstenes Meira foi arquivado em 19 de Setembro de 2019 pela Procuradoria-Geral de Justiça. A informação é do site Camaragibe Agora.

O áudio citado no processo tratava da convocação de todos os cargos comissionados para participar do ‘Bloco Carnavalesco Canário Baleado’’ para prestigiar a apresentação musical da sua noiva e Secretária de Assistência Social do Município, Tatiana Dantas da Silva.

De acordo com o Processo que foi enviado a equipe do Camaragibe Agora, apesar das alegações, o Ministério Público não obteve lastros probatório suficiente para dar continuidade as investigações pelo fato de Meira ter respondido às notificações e prestado os esclarecimentos que lhe foram feitos pelo Ministério Público, inexistindo prova de pagamento feito com recurso público ao bloco carnavalesco e nem aos artistas que nele se apresentaram, sendo as despesas comprovadamente custeadas diretamente pelo próprio bloco.

“O presidente do bloco requereu junto à Prefeitura, Polícia Militar e Bombeiros o apoio logístico e de segurança para que não existisse problemas durante a apresentação, inexistindo comprovação de efeito constrangimento praticado pelo prefeito para que os servidores comparecessem ao evento”.

No final do processo o relator José Anchieta Félix da Silva determina o arquivamento requerido pelo Ministério Público.