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Serra Talhada: divulgada programação da Festa de Setembro

Por André Luis

A tradicional Festa de Setembro de Serra Talhada chega à sua 234ª edição, mantendo-se como o principal evento cultural do Sertão do Pajeú. Promovida pela Prefeitura Municipal, por meio da Fundação de Cultura, os festejos serão realizados entre os dias 29 de agosto e 8 de setembro.

A festa, que movimenta a economia local e atrai milhares de turistas, terá dois polos de atrações e contará com onze dias de programação diversificada. O Polo Nacional, situado na Lagoa Maria Timóteo, promete grandes apresentações entre os dias 4 e 7 de setembro, sempre a partir das 21h30.

Entre os destaques confirmados estão nomes como Xand Avião, Zé Vaqueiro, Nattan, Tarcísio do Acordeon e João Gomes. Além das atrações musicais, o público poderá optar por assistir aos shows de áreas exclusivas, com camarotes.

Paralelamente, o Polo Cultural, montado na Praça Sérgio Magalhães, também oferecerá uma extensa programação com estilos variados, que vão do forró ao samba, passando pelo rock e atrações religiosas.

As apresentações no Polo Cultural começarão no dia 29 de agosto e seguirão até o encerramento da festa, no dia 8 de setembro, sempre a partir das 21h.

A festa também impacta diretamente a economia de Serra Talhada. Comerciantes, hoteleiros e prestadores de serviço já estão se preparando para o aumento da demanda, com a expectativa de que a ocupação da rede hoteleira alcance 95% durante o evento.

Barraqueiros e vendedores ambulantes também se mostram otimistas, acreditando em um período de grande movimentação financeira.

Para garantir a segurança e o bem-estar dos visitantes, a festa contará com o apoio da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e de uma equipe de segurança privada. Agentes de saúde também estarão presentes para oferecer suporte durante todo o evento.

Programação 234ª Festa de Nossa Senhora da Penha:

Polo Cultural (Praça Sérgio Magalhães)

29 de agosto: Padre Alessandro Campos;

30 de agosto: Walkyria Santos, Henrique Brandão, Boteco dos Amigos, Grupo de Dança Beatriz Simões;

31 de agosto: Altemar Dutra Jr, Assisão, Bruna Magalhães, Grupo de Xaxado Cabras de Lampião;

1º de setembro: Trio Sygnus + Ministério Bem Aventurados, Wiliam Sanfona, Grupo de Dança Folhas Outonais;

2 de setembro: Banda Vizzu, Lila, Grupo Gilvan Santos;

3 de setembro: 6Sambar, Dal Ribeiro – Grupo Intimidade, Andreds – Samba do Rasta e convidados, Grupo Mistura Pernambucana;

4 de setembro: Revolta Social, Belatrix, Petrônio e as Criaturas;

5 de setembro: Filarmônica In Concert, Fabíola Leite, Cia Tindolelê, Grupo de Xaxado Cangaceiros de Vila Bela;

6 de setembro: Ray di Serra, Pajeuzeiros, Grupo de Xaxado Zabelê;

7 de setembro (Pós desfile): Túlio Duarte, Cleitinho e Minininho;

7 de setembro (À noite): Winny Lima, Forrozão Mil;

8 de setembro: Ministério Luz Celeste, Ministério Amigos pela Fé, Ministério Consagrados a Maria, Heidy Lima.

Polo Nacional (Lagoa Maria Timóteo)

4 de setembro: Xand Avião, Zé Vaqueiro, Heitor Costa, Filipe Filho;

5 de setembro: Nattan, Tarcísio do Acordeon, Jonas Esticado, Ítala e Brenda;

6 de setembro: João Gomes, Felipe Amorim, Raphaela Santos, Kennedy Brasil;

7 de setembro: Henrique e Juliano, Manin Vaqueiro, Michel Brocador, Leya.

Outras Notícias

Bolsa Família garante maior votação proporcional para Dilma no Sertão

do JC Online Por pouco, Pernambuco não deu a Dilma Rousseff (PT) a maior votação proporcional do País. A cidade de Carnaubeira da Penha, no Sertão, registrou 93,34% dos votos válidos para a petista, contra 6,66% de Aécio Neves (PSDB). No primeiro turno, Dilma recebeu 84,47% dos sufrágios da cidade, contra 13% de Marina Silva […]

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do JC Online

Por pouco, Pernambuco não deu a Dilma Rousseff (PT) a maior votação proporcional do País. A cidade de Carnaubeira da Penha, no Sertão, registrou 93,34% dos votos válidos para a petista, contra 6,66% de Aécio Neves (PSDB). No primeiro turno, Dilma recebeu 84,47% dos sufrágios da cidade, contra 13% de Marina Silva (PSB) e 2,11% de Aécio. O município que registrou a maior vitória proporcional para a presidente reeleita foi Belágua, na região leste do Estado.

O prefeito de Carnaubeira da Penha, Simão Lopes Gonçalves (PSB) atribui a ampla vitória de Dilma na cidade ao Bolsa Família. Segundo ele, cerca de 4,8 mil famílias na cidade recebem o benefício. Ainda de acordo com o prefeito, 80% da população vive na área rural.

“O voto aqui foi espontâneo das pessoas que recebem o Bolsa Família. Não tem como mudar com o pessoal que recebe essa esmola”, disse o prefeito. O chefe do Executivo da cidade de 11,7 mil habitantes (segundo Censo IBGE de 2010) é do mesmo partido do governador eleito, Paulo Câmara, que no segundo turno declarou apoio a Aécio Neves.

O prefeito disse, ainda, que fez campanha para o candidato tucano na cidade. “A gente começa a conversar, faz um porta a porta, mas eles dizem que contra Dilma não votam. Aí cria uma barreira”, acrescentou Gonçalves. O prefeito considerou o resultado do primeiro turno uma votação “forte” para Marina Silva diante do cenário.

Entre os eleitores de Dilma, está o cadastrador do Bolsa Família Jeová Leandro Freire, 24 anos. “Ela é reconhecida na cidade por trazer o Bolsa Família. Na Zona Rural, tem muita gente que recebe. Se não fosse por isso, ficava bem ruim a situação das pessoas”, disse.

A aposentada Maria Eugênia Nunes, 63 anos, declarou que votou em Aécio Neves. “Simpatizo com ele, por isso votei”, afirmou. Ela disse, ainda, que o clima de ampla vitória de Dilma já era sentido. “O povo daqui é muito pobre. Espalharam a notícia de que se Dilma não ganhasse, ia acabar o Bolsa Família. Muita gente acreditou”, completou.

Além de Carnaubeira da Penha, Dilma obteve mais de 90% dos votos válidos nas cidades de Betânia (92,11%), Moreilândia (91,21%), Quixaba (90,53%) e Caetés (90,55%). Em Sirinhaém, onde Aécio esteve na campanha do segundo turno, a petista alcançou 60,98% dos sufrágios e o tucano, 39,02%.

Época: relatório do Coaf mostra movimentações milionárias nas contas de Lula, Palocci, Pimentel e Erenice

Há duas semanas, analistas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mais conhecido pela sigla Coaf, terminaram o trabalho mais difícil que já fizeram. O Coaf, subordinado oficialmente aoMinistério da Fazenda, é a agência do governo responsável por combater a lavagem de dinheiro no Brasil. Reúne, analisa e compartilha com o Ministério Público e a […]

revista-epoca-edicao-908-o-dinheiro-suspeito-materiaHá duas semanas, analistas do Conselho de Controle de Atividades Financeiras, mais conhecido pela sigla Coaf, terminaram o trabalho mais difícil que já fizeram. O Coaf, subordinado oficialmente aoMinistério da Fazenda, é a agência do governo responsável por combater a lavagem de dinheiro no Brasil.

Reúne, analisa e compartilha com o Ministério Público e a Polícia Federal informações sobre operações financeiras com suspeita de irregularidades. Naquela sexta-feira, dia 23 de outubro, os analistas do Coaf entregavam à chefia o Relatório de Inteligência Financeira 18.340.

Em 32 páginas, eles apresentaram o que lhes foi pedido: todas as transações bancárias, com indícios de irregularidades, envolvendo, entre outros, os quatro principais chefes petistas sob investigação da PF, do Ministério Público e do Congresso.

Eis o quarteto que estrela o relatório: Luiz Inácio Lula da Silva, ex-presidente da República, líder máximo do PT e hoje lobista; Antonio Palocci, ministro da Casa Civil no primeiro mandato de Dilma Rousseff, operador da campanha presidencial de 2010 e hoje lobista;Erenice Guerra, ministra da Casa Civil no segundo mandato de Lula, amiga de Dilma e hoje lobista; e, por fim, Fernando Pimentel, ministro na primeira gestão Dilma, também operador da campanha presidencial de 2010, hoje governador de Minas Gerais.

O Relatório 18.340, ao qual ÉPOCA teve acesso, foi enviado à CPI do BNDES. As informações contidas nele ajudarão, também, investigadores da Receita, da PF e do MP a avançar nas apurações dos esquemas multimilionários descobertos nas três operações que sacodem o Brasil: Lava Jato, Acrônimo e Zelotes. Essas investigações, aparentemente díspares entre si, têm muito em comum. Envolvem políticos da aliança que governa o país e grandes empresários.

No caso da CPI do BNDES, os parlamentares investigam as suspeitas de que os líderes petistas tenham se locupletado com as operações de financiamento do banco, sobretudo as que beneficiaram o cartel de empreiteiras do petrolão.

Ao todo, foram examinadas as contas bancárias e as aplicações financeiras de 103 pessoas e 188 empresas ligadas ao quarteto petista. As operações somam – prepare-se – quase meio bilhão de reais. Somente as transações envolvendo os quatro petistas representam cerca de R$ 300 milhões. Palocci, por exemplo, movimentou na conta-corrente de sua empresa de consultoria a quantia de R$ 185 milhões.

Trata-se da maior devassa já realizada nas contas de pessoas que passaram pelo governo do PT. Há indícios de diversas irregularidades. Vão de transações financeiras incompatíveis com o patrimônio a saques em espécie, passando pela resistência em informar o motivo de uma grande operação e a incapacidade de comprovar a origem legal dos recursos.

Tribunal abre concurso para substituir vaga deixada por Moro

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargador Thompson Flores, abriu nesta segunda-feira (7) edital para escolha do magistrado que vai substituir o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, no comando da 13ª Vara Federal em Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava Jato. Com a saída de Moro para ocupar […]

O presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, desembargador Thompson Flores, abriu nesta segunda-feira (7) edital para escolha do magistrado que vai substituir o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, no comando da 13ª Vara Federal em Curitiba, responsável pelos processos da Operação Lava Jato.

Com a saída de Moro para ocupar o cargo de ministro no governo do presidente Jair Bolsonaro, a 13ª Vara passou a ser comandada pela juíza substituta Gabriela Hardt, que deve continuar interinamente no cargo pelo menos até 30 de abril.

Seleção

De acordo com o edital, os magistrados interessados em ocupar a vaga de juiz titular devem se inscrever até o dia 21 de janeiro na página eletrônica do concurso interno.

Qualquer juiz federal titular interessado que atue não só no Paraná, mas também em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul pode participar do concurso. Os três estados estão sob a supervisão do TRF4, com sede em Porto Alegre.

A preferência pela vaga se dá pelo critério de antiguidade. O TRF4 possui sob sua jurisdição atualmente 233 juízes federais, dos quais oito ingressaram em 1994, sendo os mais antigos e, portanto, com preferência caso se interessem em assumir a Lava Jato.

A escolha do novo titular da 13ª Vara é feita pelo Conselho de Administração do TRF4, após análise dos candidatos.

Operação Lava Jato ameaça contratos de quase US$ 16 bi da Odebrecht no exterior

A crescente onda de rejeição vivida pela Odebrecht no mercado internacional põe em risco contratos de quase US$ 16 bilhões em projetos conquistados nos últimos anos. Até setembro de 2016, dois terços da carteira de obras da empreiteira tinham origem lá fora, em países como Venezuela, Angola e Panamá. Juntos, esses três países tinham mais […]

A crescente onda de rejeição vivida pela Odebrecht no mercado internacional põe em risco contratos de quase US$ 16 bilhões em projetos conquistados nos últimos anos.

Até setembro de 2016, dois terços da carteira de obras da empreiteira tinham origem lá fora, em países como Venezuela, Angola e Panamá. Juntos, esses três países tinham mais obras contratadas com a empresa do que o Brasil.

Embora esteja presente no exterior desde a década de 1970, a política de expansão da Odebrecht para além das fronteiras brasileiras ganhou força nos anos 2000, com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) à internacionalização das construtoras. Além disso, nessa época, a empresa já era reconhecida pelo alto poder financeiro e know-how – leia-se certificações – para construir quase todo tipo de obra o que colocava a brasileira um degrau acima dos demais concorrentes.

Mas, com a Operação Lava Jato, os contratos no mercado externo começam a se perder. Desde que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ) divulgou os dados sobre pagamento de propina da Odebrecht em cada país, a participação que antes era comemorada virou foco de turbulência e preocupação. Alguns países já ameaçaram expulsar a empresa de seus territórios e cancelaram contratos bilionários, como foi o caso do Gasoduto Sul Peruano e a concessão para construir 528 km de estrada na Colômbia.

As decisões têm efeito duplo para a empreiteira e para o grupo. Além de perder a concessão, que representa um contrato de longo prazo para administrar um ativo, a empresa também perde a obra, que rende bilhões de dólares de receita para ela. No caso do gasoduto, no Peru, a construção do projeto representava 10% da carteira de obras da empresa, afirma o analista da agência de classificação de risco Fitch Ratings, Alexandre Garcia. O mesmo deve ocorrer com a rodovia na Colômbia, já que a concessão garantia contrato de construção de mais de 500 km de estrada.

A revolta no exterior tem ocorrido simultaneamente à tentativa de fechamento de acordos de leniência da empresa com os ministérios públicos locais. A esperança é que, com os acordos e a definição das multas, a empresa mantenha outros contratos importantes. Até agora, há pré-contratos firmados com Panamá, República Dominicana, Peru e Colômbia. Os demais países ainda estão em fase preliminar e há aqueles que nem têm interesse de iniciar algum processo de delação.

Por ora, a empresa está proibida de participar de novas licitações em três países: Panamá, Peru e Equador. Nada garante, no entanto, que outras nações façam embargos semelhantes até que a poeira comece a baixar. Nos Estados Unidos, embora não haja denúncia de pagamento de propina, a ação do DoJ exigiu um acordo e estabelecimento de multa. A empresa toca obras de modernização no Aeroporto Internacional de Miami, de uma rodovia no Texas e construções na Louisiana.

Liquidez. A situação no exterior é bastante desconfortável, uma vez que a construtora tem ajudado a bancar a liquidez do grupo. Segundo relatório da Fitch Ratings, entre setembro de 2015 e setembro de 2016, a empreiteira teve de fazer aporte de US$ 350 milhões na controladora por causa das dificuldades para captar recursos no mercado.

A empresa está queimando caixa e não tem conseguido repor o portfólio. Outro fato preocupante é que, além de perder contratos por causa do pagamento de propina, a qualidade da carteira tem se deteriorado. Os melhores projetos estão sendo concluídos e o que tem ficado no portfólio está parado ou em ritmo muito lento.

A Fitch Ratings estima que 42% da carteira da Odebrecht levaria, em média, 19 anos para ser concluída considerando o ritmo atual. Há casos piores, no entanto. Na Venezuela, que detém 24% da carteira da companhia, a empresa poderia levar de 15 a 50 anos para concluir as obras – em outras palavras, isso significa redução de receita.

Alexandre Garcia, da agência de rating, afirma que, além de todos os problemas por causa do escândalo de corrupção, a empresa tem enfrentado situações adversas no exterior que têm interferido n as obras. Uma delas é a queda no preço do petróleo que afeta clientes importantes. “Esse fator prejudica o fluxo de obras em andamento e de novos projetos, como na Venezuela”, diz o analista. Segundo ele, se o cenário não melhorar, a carteira de obras pode cair dos atuais US$ 21 bilhões para algo em torno de US$ 9 bilhões.

Retorno
Em nota, a empresa afirma acreditar que conseguirá manter os contratos e estar livre para conquistar novos projetos assim que consiga firmar acordos de leniência nos países. “Os acordos também facilitarão a obtenção de empréstimos para execução das obras. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Previsão se confirma e a chuva cai nas cidades do sertão

A previsão da meteorologia se confirmou e a chuva caiu na tarde/noite desta segunda-feira (25) nos sertões do Pajeú, Araripe e Moxotó. Em Afogados da Ingazeira foram registrados 5,5mm; choveu ainda em Tabira, Serra Talhada, Triunfo, Quixaba, Carnaíba – 22mm, Iguaracy, Solidão, Tuparetama, Betânia, Custódia, Santa Terezinha, São José do Egito, Flores, Iguaracy, Floresta e […]

A previsão da meteorologia se confirmou e a chuva caiu na tarde/noite desta segunda-feira (25) nos sertões do Pajeú, Araripe e Moxotó.

Em Afogados da Ingazeira foram registrados 5,5mm; choveu ainda em Tabira, Serra Talhada, Triunfo, Quixaba, Carnaíba – 22mm, Iguaracy, Solidão, Tuparetama, Betânia, Custódia, Santa Terezinha, São José do Egito, Flores, Iguaracy, Floresta e Ouricuri.

Chuva também no distrito de Jabitacá e em povoados como Carapuça, Queimada Grande, Pelo Sinal, Borborema, Pintada, Itã e Serra Branca – 30mm.

Nas cidades do Pajeú, destaque para Serra Talhada onde a chuva tirou todas as rádios do ar. Já em Floresta os ventos e as chuvas arrancaram a cobertura de um posto de gasolina.

Ouvintes do programa Rádio Vivo da Rádio Pajeú FM anunciaram hoje cedo ao comunicador Anchieta Santos, ocorrência de chuvas em áreas rurais como Riacho Fundo, Cajazeiras, Pé de Ladeira, Portázio, Rosário, Travessão, Manoel Soares, Agrestina, Cachoeira do Cancão, Favela, Covoadas, Santo Antonio, Capim de Planta 15mm, Caiçara, Riacho da Onça, Curral Velho, Santiago, Boqueirao, Poço de Pedra, Inveja, Serrote Verde, Lajedo, Pedra d’água, Gangorra, Baixio de Carapuça, Pereiros, Alto Vermelho, Barreiros, Poço da Volta, Jabitacá, Mato Grosso, Alça de Peia, Riacho do Meio de água Branca com 12mm, Mussambê, Marcela, Vaca Morta, Boqueirão, Cajazeira dos Marques, Pelo Sinal, Poço Redondo, Curral Velho, Encruzilhada 27mm, Cabelo, Riacho do Peixe, Jiquirí e Caldeirão Dantas, Lajedo e Barra.

A previsão da meteorologia para esta terça feira já está se confirmando, pois, a manhã desta terça-feira (26) no Pajeú já começou com chuva em Afogados e cidades da região.