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Notícias

Serra Talhada, Arcoverde e Itapetim confirmam novos casos de covid-19

Por André Luis

A Secretaria de Saúde de Serra Talhada informa que foram registrados 24 novos casos positivos de Covid-19 nas últimas 24h, totalizando 3.393 casos confirmados. São 8 pacientes do sexo masculino e 16 do sexo feminino, com idades entre 1 e 87 anos.

O número de casos suspeitos subiu para 80 e o de casos descartados subiu para 14.791. 

Quanto à evolução dos casos confirmados, são 3.108 pacientes recuperados, 222 em tratamento domiciliar, 13 em leitos de internamento e 50 óbitos. Em relação aos profissionais de saúde  são 119 recuperados e 3 em tratamento.

O boletim epidemiológico fica com 3.393 casos confirmados, 3.108 recuperados, 235 em recuperação, 80 casos suspeitos, 14.791 descartados e 50 óbitos.

A Secretaria de Saúde de Arcoverde informa nesta quarta-feira (02.09), que foram confirmados mais 8 casos de Covid-19 e 5 curados. 

O boletim diário, portanto, fica com 430 suspeitos, 2.340 descartados, 1.168 confirmados, 43 óbitos, e 913 recuperados.

Vale lembrar, que dentro dos 1.168 confirmados, estão contabilizados os 43 óbitos e 913 curados. No total, a cidade tem 4 pacientes em UTI e 11 em enfermaria.

No Hospital Regional Ruy de Barros Correia, há 3 pacientes de Arcoverde na UTI e 4 na enfermaria. No Hospital de Campanha há 7 internados. No Hospital Memorial Arcoverde há 1 paciente na UTI.

Nas barreiras sanitárias das entradas da cidade, foram abordados 1.238 carros de fora.

Nas últimas 24 horas, a Secretaria de Saúde de Itapetim, confirmou através do teste rápido, um novo caso positivo para a covid-19. Paciente apresenta quadro de saúde estável e permanece em isolamento domiciliar. Houve, ainda, o registro de quatro curas clinicas.

Segundo o boletim epidemiológico o município conta agora com: 123 casos confirmados, 102 recuperados e 6 óbitos.

Outras Notícias

Brejo da Madre de Deus: Justiça Eleitoral cassa mandato de vereador do PSL

Ismar Batista de Aguiar também ficou inelegível e pagará multa de 15 mil UFIRs A 54ª Zona Eleitoral de Brejo da Madre de Deus, em resposta à ação de investigação judicial eleitoral proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), determinou a cassação do diploma, assim como declarou inelegível, o vereador Ismar Batista Aguiar (PSL) por captação […]

Ismar Batista de Aguiar também ficou inelegível e pagará multa de 15 mil UFIRs

A 54ª Zona Eleitoral de Brejo da Madre de Deus, em resposta à ação de investigação judicial eleitoral proposta pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), determinou a cassação do diploma, assim como declarou inelegível, o vereador Ismar Batista Aguiar (PSL) por captação ilícita de sufrágio e abuso do poder econômico ocorridos durante a eleição municipal de 2020. 

De acordo com as evidências coletadas pelo MPE, em 6 de novembro de 2020, Ismar visitou Ingrite de Souza Silva com o intuito de fazer campanha eleitoral, mas praticou compra de votos na ocasião. 

Em determinado momento, ele colocou a mão no bolso da calça e retirou, ao que tudo indica, uma certa quantia em dinheiro e a entregou nas mãos da eleitora com o fim de obter o seu voto. Como prova, o MPE anexou ao processo um vídeo que comprova a oferta em dinheiro. 

Na gravação, Ismar afirma que daria R$ 100 a cada membro da família de Ingrite em troca de votos. 

“Pode-se conceituar o abuso de poder econômico gerador da incidência do dispositivo legal como a transmutação do voto em instrumento de comércio. Ou seja, é a compra, direta ou indiretamente, da liberdade de escolha dos eleitores, violando-se, desta forma, a normalidade e a legitimidade do processo eleitoral”, salientou o promotor eleitoral da 54ª Zona, Antônio Rolemberg, autor da ação de investigação judicial eleitoral. 

“O candidato resolve utilizar-se do poder econômico como principal via de convencimento dos eleitores, transbordando da viabilização normal de uma campanha eleitoral e cooptando o eleitorado com vantagens (ou promessas de vantagens) econômicas de ocasião (como uma cesta básica, uma certa quantia em dinheiro, a promessa de um emprego etc.), com isso caracterizando o abuso. Agindo assim, o candidato menospreza o papel e o poder do voto como instrumento de cidadania em sua plenitude, levando o eleitor necessitado a alienar a sua liberdade de escolha e o seu poder de influir na formação de seu Governo”, pontuou o promotor eleitoral. 

“Assistindo-se à gravação se evidencia que Ismar, expressamente, pede apoio político aos três segundos do vídeo e, logo após, pergunta quantos votos são, informando que dará R$ 100,00 a cada um. Ademais, a gravação audiovisual não é a única prova acostada aos autos. Há também degravação do vídeo, bem como audiência instaurada pelo Parquet, decorrente de Procedimento Preparatório Eleitoral. Nesse sentido, analisando o conjunto probatório dos autos e todas as circunstâncias do caso assistem razão aos autores quando imputam a Ismar Batista Aguiar a conduta de abuso de poder econômico, assim como também quando atribui a prática de captação ilícita de sufrágio”, concluiu o juiz eleitoral Altino Conceição da Silva. 

Ao vereador cassado também foi imposta a multa individual de 15 mil UFIRs. 

“Eu só queria vender café com tapioca pra sustentar a família”

Se dizendo perseguido por empresários no entorno da PE 320 e secretário municipal, vendedor de tapioca com café estava sendo expulso do local. Solidariedade está mudando sua vida. João de Lima Vasconcelos diz que  sem oportunidade,  resolveu botar um ponto onde vende café,  tapioca e sanduíches na margem da PE 320, em frente ao Posto […]

Se dizendo perseguido por empresários no entorno da PE 320 e secretário municipal, vendedor de tapioca com café estava sendo expulso do local. Solidariedade está mudando sua vida.

João de Lima Vasconcelos diz que  sem oportunidade,  resolveu botar um ponto onde vende café,  tapioca e sanduíches na margem da PE 320, em frente ao Posto Alves, uma das unidades do proprietário Cleonácio Alves. E ao lado da empresa e futuro loteamento do empresário Alexandre Brito.

No entorno há bares, restaurantes e uma revenda de veículos.  Alguns viajantes param para tomar um café com tapioca do João. Na quarta,  um caldinho de mocotó. “Não tenho do que reclamar do movimento.  Já errei na vida, não quero errar mais. Quero trabalhar. Não tinha oportunidade”. Com 24 anos, é casado e trata a filha da companheira como um pai.

“Fiz um empréstimo de quase 3 mil com banco e outro amigo. Tenho que pagar para passar pra outra vida”.

Ele relata que toda a pressão partiu dos empresários Alexandre e Cleonácio. “Primeiro Cleonácio mandou cortar as árvores que davam sombra pra mim e clientes. Depois jogou a responsabilidade para Alexandre Brito. Aí Alexandre disse que meu ponto atrapalhava o loteamento dele”.

A partir daí,  João disse que passou a ser ainda mais forçado a deixar a margem da PE, tecnicamente de responsabilidade do DER. “Eu cheguei a dizer a ele que ia fazer o possível para buscar minhas melhoras. Ele disse: a melhora é você nem vir mais aqui”. Conta que passou a ser filmado pelo empresário e depois,  cobrado por uma dona de bar e restaurante cujo imóvel seria do empresário.

Por fim, foi intimidado pelo Secretário de Agricultura,  Rivelton Santos. “Acho que ele veio a mando desse pessoal que não me quer aqui. Em vez de me ajudar, disse que eu tinha que sair de todo jeito. Que ia mandar recolher tudo. Expliquei que aquele pedaço é estadual e Rivelton disse: o que eu disser, tá dito”.

O Secretário disse que mesmo sem formalizar,  “por sua responsabilidade”, ofereceu um espaço perto do Curral do Gado. João explicou que tem dificuldade de se locomover para local mais distante por um problema no joelho. Rivelton revela que “estão enchendo o saco dele” em um vídeo que circula nas redes. E que irá com a polícia da próxima vez. Fica claro que há pressão externa já que falta ordenamento de ambulantes na cidade. Fiscalizar com esse rigor é exceção,  não regra.

A ameaças geraram solidariedade: hoje um grupo de afogadenses articulados através de uma rede social foram dar um abraço no João.

O empresário Adilson Queiroz, o Galeguinho do Motel, arrumou um espaço para ele proximo a Edvaldo Veiculos e Igreja Verbo da Vida. Ainda uma cesta básica mensal por dois anos. De outro empresário,  ganhou massa de tapioca e nem sabe, vai ganhar uma nova barraca. “Eu não dormi ontem com a história dele. Uma coisa tão simples de resolver “, disse o empresário emocionado.

Ibirajuba: Izalta tem 63% e Celso Onofre, 31%, diz Múltipla

A prefeita e candidata à reeleição,  Maria Izalda lidera as intenções de voto em Ibirajuba,  no Agreste. Na pesquisa estimulada, em que são apresentados os nomes dos candidatos ao eleitorado,  a tucana tem 63% das intenções de voto,  contra 31% do candidato oposicionista Celso Onofre,  do Republicanos. Disseram votar branco ou nulo 2%. Indecisos ou […]

A prefeita e candidata à reeleição,  Maria Izalda lidera as intenções de voto em Ibirajuba,  no Agreste.

Na pesquisa estimulada, em que são apresentados os nomes dos candidatos ao eleitorado,  a tucana tem 63% das intenções de voto,  contra 31% do candidato oposicionista Celso Onofre,  do Republicanos.

Disseram votar branco ou nulo 2%. Indecisos ou os que não opinaram são 4%.

Na pesquisa espontânea,  onde as opções de voto não são apresentadas,  dada a consolidação do voto a menos de uma semana do pleito, Izalta tem 59% e Celso Onofre,  30%.

Os que disseram votar branco ou nulo foram 2%. Indecisos ou os que não opinaram,  9%.

Rejeição

O candidato do Republicanos,  Celso Onofre,  lidera quando a pergunta foi sobre em quem o eleitor não votaria de jeito nenhum, chegando a 55%.

A rejeição de Izalta é de 29%. Rejeitam todos, 3%. Não rejeitam nenhum,  11%. Não opinaram 2%.

Gestão Izalta aprovada por 65%

Quando a população de Ibirajuba é chamada a classificar a gestão Izalta,  65% dizem aprovar a gestão contra 32% que desaprovam. Não opinaram 3%.

Quando a população é convidada a classificar a gestão,  28% dizem que é ótima,  28% afirmam ser boa, 17% a avaliam como regular,  6% disseram ser ruim e 19% classificam como péssima. Não opinaram 2%.

Dados da pesquisa 

A pesquisa tem o número de identificação – PE – 03052/2024. Contratada pelo blog, foi realizada dia 25 de setembro com 220 entrevistas.

O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro para mais ou menos de 6,6%.

Fonte pública para realização da pesquisa: Censo 2010/2022 e TSE (Agosto/24).

Morte professor por Covid abalou Serra e Calumbi

O prefeito de Calumbi, Erivaldo José da Silva,  o Joelson, concedeu entrevista neste sábado (26) ao Programa do Farol, na TV FAROL no YouTube, para lamentar o falecimento do professor Cristiano Vitoriano da Silva, 45 anos, vítima da Covid-19. Ele estava hospitalizado em Serra Talhada, mas veio a óbito em Recife. O professor tinha três filhos e também deixa […]

O prefeito de Calumbi, Erivaldo José da Silva,  o Joelson, concedeu entrevista neste sábado (26) ao Programa do Farol, na TV FAROL no YouTube, para lamentar o falecimento do professor Cristiano Vitoriano da Silva, 45 anos, vítima da Covid-19.

Ele estava hospitalizado em Serra Talhada, mas veio a óbito em Recife. O professor tinha três filhos e também deixa esposa. Segundo o gestor, apesar dele ensinar em Calumbi, o docente morava na Capital do Xaxado.

“Eu não sei se Cristiano vai ser contabilizado aqui ou em Serra Talhada. Ele é daqui, natural de Calumbi, professor da ativa aqui, mas ele reside há muitos anos em Serra Talhada, foi diretor da maior escola aqui, deu aula em Roças Velhas. E assim, é uma sensação muito ruim, um cara com 45 anos…”

“Um cara novo e a gente estava na expectativa que ele iria sair dessa. Cristiano foi um cara que contribuiu e muito com o nosso município”, disse Joelson.

O gestor também alertou: “A gente tem casos de pessoas que já foram contaminadas e que testou positivo novamente. A gente pede as pessoas que tenham compreensão, que pessoas que estejam contaminadas, isso não é brincadeira. Acabamos de perder um companheiro, jovem e forte, o Cristiano, e pode ser amanhã alguém de sua família e você só vai sentir isso quando você perder alguém de sua família”.
Serra Talhada: MPF requer cumprimento de sentença que condenou ex-prefeito Carlos Evandro

Ex-prefeito teve os direitos políticos cassados e não poderá se candidatar a cargos eletivos por cinco anos. Não cabe mais qualquer recurso da condenação. Primeira mão O Ministério Público Federal (MPF) em Serra Talhada (PE) requereu à Justiça Federal o cumprimento da sentença que condenou o ex-prefeito do município Carlos Evandro de Meneses por improbidade […]

Ex-prefeito teve os direitos políticos cassados e não poderá se candidatar a cargos eletivos por cinco anos.

Não cabe mais qualquer recurso da condenação.

Primeira mão

O Ministério Público Federal (MPF) em Serra Talhada (PE) requereu à Justiça Federal o cumprimento da sentença que condenou o ex-prefeito do município Carlos Evandro de Meneses por improbidade administrativa. 

Ele cometeu irregularidades na gestão de verba federal proveniente da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), em 2005, que resultaram em enriquecimento ilícito, dano ao patrimônio público e ofensa aos princípios da administração pública. O caso é de responsabilidade do procurador da República André Estima.

Com o cumprimento da sentença, o ex-prefeito fica impedido de se candidatar a cargos eletivos, já que uma das sanções impostas pela Justiça foi a cassação dos direitos políticos por cinco anos. A decisão judicial transitou em julgado em 15 de junho deste ano, conforme certidão do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5). Assim, não cabe mais qualquer recurso da condenação.

Carlos Evandro foi condenado também ao ressarcimento integral do dano causado, no valor atualizado de R$ 288 mil, pagamento de multa, perda de função pública que estiver exercendo e proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais ou creditícios por cinco anos. 

O Tribunal de Contas da União (TCU) já havia condenado administrativamente Carlos Evandro pelas irregularidades na gestão do convênio com a Codevasf.

Irregularidades – A verba federal era destinada à recuperação de estradas e de barragens destruídas pelas chuvas. Apesar de firmado na gestão municipal anterior, os recursos do convênio somente foram creditados à época em que Carlos Evandro era prefeito. Ele esteve à frente da gestão em Serra Talhada entre 2005 e 2012.

O ex-prefeito contratou empresa para execução do serviço após o vencimento do convênio entre o município e a Codevasf, mesmo tendo sido comunicado pela companhia sobre a necessidade de devolução dos recursos. Também não fez a prestação de contas da destinação da verba.

As obras foram executadas com máquinas do Instituto de Pesquisa Agropecuária de Pernambuco (IPA) e do Departamento de Estradas de Rodagem de Pernambuco (DER/PE). Foi constatada ainda a emissão de cheques nominais à empresa contratada e à própria prefeitura, sacados na boca do caixa sem qualquer comprovação de regularidade.