Serra: Secretária Social divulga resultado final do processo seletivo 2014.2
Por Nill Júnior
A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social de Serra Talhada, divulgou nesta sexta-feira (27) o resultado final do processo seletivo 2014.2.
Segue abaixo a relação dos aprovados:
Assistente Social
Maria do Socorro Souza Lima – 1º Lugar – 65 Pontos – APROVADA E CLASSIFICADA
Edilene Lopes de Pádua – 2º Lugar – 62 Pontos ´APROVADA E CLASSIFICADA
Joselite Maria Marinho de Sá Jurubeba – 3º Lugar – 62 Pontos – APROVADA
Educador Social
Ana Paula Castro da Silva – 1º Lugar – 90 Pontos – APROVADA E CLASSIFICADA
FraNcisca Maria Soares de Lima – 2º Lugar – 80 Pontos – APROVADA E CLASSIFICADA
Maristela de Omena Ioledo – 3º Lugar – 80 Pontos – APROVADA E CLASSIFICADA
Haway Ferreir de Oliveira Silva – 4º Lugar – 70 Pontos – APROVADA
Viviane Cavalcante de Souza Alves – 5º Lugar – 64 Pontos – APROVADA
Luiz Maria BriTo Peixoto Lima – 6º Lugar – 60 Pontos – APROVADA
Oficineiro (opção 03)
Rogério Pereira de Souza – 1º Lugar – 62 Pontos – APROVADO E CLASSIFICADO
Técnico Social
Wennyo André Carvalho de Lima – 1º Lugar – 84 Pontos – APROVADO E CLASSIFICADO
Motorista
Danilo de Souza Silva – 1º Lugar – 68 Pontos – APROVADO E CLASSIFICADO
Adelmo Dhanilo Cordeiro Constantino – 2º Lugar – 64 Pontos – APROVADO E CLASSIFICADO
Edmilson Inácio da Silva – 3º Lugar – 60 Pontos – APROVADO E CLASSIFICADO
Auxiliar de Serviços Gerais – CAUD
Salete Valdevino da Silva Oliveira – 1º Lugar – 60 Pontos – APROVADA E CLASSIFICADA
Nas funções de: Psicopedagogo, Pedagogo, Oficineiro (opção 01), Oficineiro (opção 02), Auxiliar de Cuidador e Pintor, não houve aprovados e classificados.
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, em parceria com o SEBRAE, promove nesta sexta (06), a primeira edição do “Fomenta Afogados”. O evento tem por objetivo aproximar os órgãos públicos existentes no município, em todas as esferas de governo, dos pequenos negócios e dos empreendedores de Afogados da Ingazeira. “Será uma oportunidade de promover rodadas […]
A Prefeitura de Afogados da Ingazeira, em parceria com o SEBRAE, promove nesta sexta (06), a primeira edição do “Fomenta Afogados”. O evento tem por objetivo aproximar os órgãos públicos existentes no município, em todas as esferas de governo, dos pequenos negócios e dos empreendedores de Afogados da Ingazeira.
“Será uma oportunidade de promover rodadas de negócios entre os gestores responsáveis pelas compras governamentais dos que produzem em pequena escala, mas não sabem como vender para os governos”, destacou o Prefeito de Afogados, José Patriota.
Além da Prefeitura de Afogados, participarão representantes dos setores de compras da CIRETRAN, GERES, GRE, IFPE, COMPESA, dentre outros órgãos públicos instalados no município. Foram distribuídos convites para os empreendedores locais. A participação no evento é aberta a todos os interessados, independente de terem recebido ou não o convite formal.
A abertura será no auditório da Câmara de Vereadores de Afogados. Na parte da manhã, o público será dividido em dois grupos: gestor público e fornecedor, e participarão de atividades em separado.
Os gestores públicos, até 13, participarão, no auditório da câmara, de uma capacitação para compreender as alterações na legislação que regula as compras públicas, especificamente no tocante às licitações exclusivas, cotizadas e as subcontratações direcionadas aos microempreendedores individuais.
Já os fornecedores, nesse mesmo horário, só que no auditório da Secretaria Municipal de Assistência Social, participam de atividades relacionadas às oportunidades de negócios nas compras governamentais e os benefícios da Lei Complementar nº 123/06 para o empreendedorismo local.
Nesse mesmo local, das 14 às 18h, os organizadores promoverão uma rodada de negócios entre os gestores públicos e os fornecedores presentes. Desde a inauguração da sala do empreendedor, em Agosto, a Prefeitura tem intensificado, em parceria com o SEBRAE, o trabalho de formalização dos microempreendedores e dos pequenos negócios, fortalecendo a atividade no município e buscando incentivar o seu desenvolvimento através das compras governamentais.
Jornal do Commercio Sinônimo tanto de transtornos quanto de bonança, as chuvas continuaram fortes em Pernambuco no fim de semana, principalmente no Sertão. No último sábado, em Arcoverde, a 256 km do Recife, três horas de precipitação foram suficientes para alagar as ruas do Centro. Segundo o jornalista Nill Júnior (foto), a Avenida Antônio Japiassú, […]
Sinônimo tanto de transtornos quanto de bonança, as chuvas continuaram fortes em Pernambuco no fim de semana, principalmente no Sertão. No último sábado, em Arcoverde, a 256 km do Recife, três horas de precipitação foram suficientes para alagar as ruas do Centro.
Segundo o jornalista Nill Júnior (foto), a Avenida Antônio Japiassú, a principal da cidade, ficou toda alagada. O estádio Áureo Bradley também foi tomado pelas águas, ameaçando de cancelamento o jogo entre Flamengo de Arcoverde e América, pelo Campeonato Pernambucano, que acabou sendo realizado na tarde de ontem.
A mesma chuva que trouxe contratempos ao Centro de Arcoverde também é considerada um alento. “O reservatório de Brotas, que abastece Afogados da Ingazeira e Tabira, está com 40% da capacidade e o açude Cachoeira II, que abastece Serra Talhada, saiu do volume morto e chegou a quase 20% da capacidade total”, afirma Nill Júnior.
O comerciante Ailson Gomes, de Floresta, a 433 km do Recife, também comemora a chegada da chuva, não importa a quantidade. “Este final de semana deu uma maneirada, mas tem chovido muito forte aqui na região. Coisa que não se via há pelo menos uma década.” O comerciante conta que o Rio Pajeú subiu de nível no sábado e atraiu a atenção dos moradores. Ailson diz ainda que na fazenda Caraíbas, a 18 km da sede do município, de propriedade do pai dele, o açude principal recebeu água da chuva pela primeira vez em dez anos. “Muitas vezes tivemos que comprar caminhão-pipa para nosso consumo e o da criação.” Ailson e o pai criam gado, bode e ovelhas, que agora, podem beber água diretamente do açude. “Uma riqueza”, conclui.
O monitoramento feito pela Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) mostrou que no fim de semana choveu moderadamente em todo o Estado, mas com pontos de forte precipitação. Na Região Metropolitana do Recife, Tamandaré, com 117 mm, e Ipojuca, com 60 mm, tiveram as maiores chuvas, principalmente no sábado. Paulista registrou um acumulado de 49 mm e Olinda, de 34 mm. No Agreste, Buíque, com 63 mm, Saloá, 62 mm, Caetés, com 55 mm, e Cachoeirinha, com 48 mm, receberam mais chuvas. No Sertão, as precipitações foram intensas quinta e sexta-feira, mas diminuíram no fim de semana. Ibimirim, com 62 mm, Floresta 127 mm, Cabrobó 26 mm e Serra Talhada com 31 mm, foram os destaques. Nesses números a Apac ainda não havia contabilizado os dados de Arcoverde.
Segundo Roni Guedes, meteorologista da Apac, o período mais chuvoso do Agreste começa agora em março e só então os grandes reservatórios da região, como Jucazinho, que continua em colapso, podem ser beneficiados. “A previsão para os próximos três meses é de chuvas acima da média em todo o Estado de Pernambuco, com exceção do Sertão do São Francisco, onde a previsão é de precipitações dentro da média.” Dos 109 principais reservatórios de água do Estado, 38 apresentam acumulação acima de 50%. A Compesa foi procurada, mas ainda não tinha números atualizados dos principais reservatórios depois das chuvas do fim de semana.
O médico Nena Magalhães (PTB) confirmou o apoio ao prefeito e candidato a reeleição Luciano Duque, do PT. A informação foi confirmada ao Caderno 1. “Fiquei sem opção e tive que abandonar o projeto de concorrer à prefeitura. Diante do tratamento que recebi das oposições, vi que o melhor caminho era marchar junto com Luciano […]
O médico Nena Magalhães (PTB) confirmou o apoio ao prefeito e candidato a reeleição Luciano Duque, do PT. A informação foi confirmada ao Caderno 1.
“Fiquei sem opção e tive que abandonar o projeto de concorrer à prefeitura. Diante do tratamento que recebi das oposições, vi que o melhor caminho era marchar junto com Luciano Duque”, disse, acrescentando que o apoio era a Duque individualmente e não à legenda.
O anuncio será oficializado ainda nesta quarta-feira (3) em um encontro de Duque com seus pré-candidatos a vereadores, do qual estará fazendo parte. “Daí vamos para sua casa (do prefeito) onde faremos o anúncio oficial“, informou.
Correspondente da Globo Leonardo Monteiro recebeu soco no estômago e foi empurrado. g1 Ao fim da cúpula do G20, enquanto outros governantes davam entrevistas coletivas, o presidente Jair Bolsonaro saiu para encontrar apoiadores perto da embaixada brasileira, no centro de Roma. O presidente tratou de forma hostil os jornalistas. E os seguranças que estavam ao […]
Correspondente da Globo Leonardo Monteiro recebeu soco no estômago e foi empurrado.
g1
Ao fim da cúpula do G20, enquanto outros governantes davam entrevistas coletivas, o presidente Jair Bolsonaro saiu para encontrar apoiadores perto da embaixada brasileira, no centro de Roma. O presidente tratou de forma hostil os jornalistas. E os seguranças que estavam ao redor dele usaram violência contra quem tentou fazer perguntas.
Ao perguntar o motivo de o presidente não ter participado de alguns eventos do G20 com outros líderes, o correspondente da Globo, Leonardo Monteiro, recebeu um soco no estômago e foi empurrado com violência por um segurança.
A imagem não mostra o momento do soco, por causa da confusão. Antes, o presidente havia sido hostil com o trabalho do repórter.
Leonardo: “Presidente, presidente. O cara tá empurrando, gente. Presidente, por que o senhor não foi de manhã no encontro do G20?”
Bolsonaro: “É a Globo? Você não tem vergonha na cara…”
Leonardo: “Oi, presidente, por que o senhor não foi de manhã nos eventos do G20?”
Bolsonaro: “Vocês não têm vergonha na cara, rapaz.”
Leonardo foi empurrado.
Leonardo: “Ei, ei, ei… o que é isso, tá maluco?”
O repórter Jamil Chade, do UOL, filmou a violência contra os colegas para tentar identificar o agressor, mas o segurança o empurrou, o agarrou pelo braço para torcê-lo, e levou o celular. Instantes depois, o segurança jogou o aparelho num canto da rua. A imagem congela apontando para o céu, com o celular no chão.
Após as agressões, o segurança foi embora e seguiu em direção ao presidente. Não é possível saber se Bolsonaro assistiu às agressões, nem identificar se os agressores eram policiais ou seguranças particulares.
Mais cedo, seguranças e policiais italianos já haviam agido com truculência contra a repórter Ana Estela de Sousa Pinto, do jornal “Folha de S.Paulo”. Um agente que não quis se identificar empurrou a jornalista e disse que ela deveria se afastar do local, que é público. Depois, ela foi empurrada outras três vezes.
E antes mesmo de Bolsonaro chegar à embaixada, uma assistente da Globo que esperava para gravar imagens do presidente foi intimidada e denunciada como “infiltrada” por apoiadores dele. Um jornalista da BBC a socorreu, e ela se afastou dos manifestantes.
Nós pedimos esclarecimentos da embaixada do Brasil em Roma, mas ainda não tivemos resposta.
O jornal “Folha de S.Paulo” divulgou a seguinte nota sobre o ocorrido: “a Folha repudia as agressões sofridas pela repórter Ana Estela de Sousa Pinto e outros jornalistas em Roma, mais um inaceitável ataque da Presidência Jair Bolsonaro à imprensa profissional.”
A Associação Nacional de Jornais (ANJ) também divulgou nota em que diz que “repudia com veemência e indignação as agressões sofridas por jornalistas brasileiros na cobertura das atividades do presidente Jair Bolsonaro em Roma. A violência contra os jornalistas, na tentativa de impedir seu trabalho, é consequência direta da postura do próprio presidente, que estimula com atos e palavras a intolerância diante da atividade jornalística. É lamentável e inadmissível que o presidente e seus agentes de segurança se voltem contra o trabalho dos jornalistas, cuja missão é informar aos cidadãos. A agressão verbal e a truculência física não impedirão o jornalismo brasileiro de prosseguir no seu trabalho. A ANJ espera que os atos de violência cometidos contra os jornalistas sejam apurados e os culpados, punidos. A impunidade nesse e em outros episódios é sinal de escalada autoritária.”
A Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) disse, em nota, que “repudia mais esse ataque à imprensa envolvendo a maior autoridade do país. Ao não condenar atos violentos de seus seguranças e apoiadores a jornalistas que tão somente estão cumprindo seu dever de informar, o presidente da República incentiva mais ataques do gênero, em uma escalada perigosa e que pode se revelar fatal. Atacar o mensageiro é uma prática recorrente do governo Bolsonaro que, assim como qualquer outra administração, está sujeito ao escrutínio público. É dever da imprensa informar à sociedade atos do poder público, incluindo viagens do presidente no exercício do mandato. E a sociedade, por meio do art 5º da Constituição, inciso XIV, tem o direito do acesso à informação garantido.”
Folhapress – O entregador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, mais um delator da Operação Lava Jato, afirmou em depoimento aos investigadores que fez uma entrega de R$ 300 mil em Maceió que era destinada ao senador Fernando Collor (PTB-AL). O relato de Rocha, que trabalhava para o doleiro Alberto Youssef, corrobora a delação premiada […]
Folhapress – O entregador de valores Carlos Alexandre de Souza Rocha, mais um delator da Operação Lava Jato, afirmou em depoimento aos investigadores que fez uma entrega de R$ 300 mil em Maceió que era destinada ao senador Fernando Collor (PTB-AL). O relato de Rocha, que trabalhava para o doleiro Alberto Youssef, corrobora a delação premiada de Rafael Ângulo, também funcionário de Youssef que detalhou entregas para Collor.
Rocha contou que, a pedido do doleiro, transportou R$ 300 mil em trinta pacotes de notas de R$ 100 por avião, indo de Navegantes (SC) para Campinas (SP) e de Campinas para Maceió. Lá, encontrou em um hotel justamente Rafael Ângulo, que faria a entrega do dinheiro. Segundo Rocha, além dele havia mais duas pessoas que foram lá transportar valores, o que levou à conclusão de que o total da entrega era R$ 900 mil, valor que teria sido confirmado por Rafael Ângulo.
Rocha afirmou, porém, que só ficou sabendo posteriormente que se tratava de Collor o destinatário.
“Quando chegou de volta ao escritório de Alberto Youssef situado na rua Renato Paes de Barros, no Itaim Bibi, em São Paulo, ele comentou com o declarante que tinha recebido uma reclamação porque Rafael Ângulo Lopez tinha chamado Fernando Collor de Mello de ‘velho e gordo’; que então o declarante disse a Alberto Youssef: “Ah, então o dinheiro de Maceió foi para Collor!”; que Alberto Youssef confirmou: ‘Foi’”, diz o depoimento.
O delator também disse que entregou três vezes dinheiro na empresa Companhia Águas de Itapema, do ex-ministro de Collor Pedro Paulo Leoni Ramos, em valores de cerca de R$ 380 mil cada. Sobre Leoni Ramos, afirmou ainda que o viu em visita à casa de Youssef em São Paulo depois que o doleiro saiu do hospital em razão de uma cirurgia.
Collor e Leoni Ramos já foram denunciados pela Procuradoria Geral da República ao Supremo Tribunal Federal sob acusação de envolvimento com o esquema de corrupção.
Em sua defesa, Collor tem negado o recebimento de propina da Petrobras. Em nota divulgada anteriormente, ele também já criticou os depoimentos de delação premiada de Youssef e sustentou que não o conhece nem manteve qualquer tipo de relação com o doleiro. Já Leoni Ramos, em nota divulgada anteriormente, “nega e repudia categoricamente que tenha recebido ou intermediado valores ou contratos”.
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