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Serra: projeto “Breno 2026” já está no forno, apura blog

Por Nill Júnior

Exclusivo

O que o blog já havia sinalizado começou a ganhar forma.

Aliados da prefeita de Serra Talhada Márcia Conrado, do PT, começam movimentar a política e colocar o nome do seu esposo Breno Araújo para uma futura disputa de vaga na ALEPE.

Breno é visto nos bastidores como a opção para um contraponto ao Deputado Estadual Luciano Duque,  que vai tentar a reeleição e tem como questão de honra ser majoritário em sua cidade.

Como um nome “importado” teria dificuldade de ser trabalhado contra alguém da terra, o nome de Breno, dada a reeleição de Márcia com quase 28 mil votos é dado como solução ideal. As articulações, apurou o blog, começaram e teriam a bênção da própria Márcia.

Tido como bom articulador, querido no meio político e atuando sem ofuscar a esposa prefeita, Breno ja é tratado como virtual candidato.

Quanto a Sebastião Oliveira, que espera o apoio do grupo, aliados consideram que a cota já teria sido atingida quando indicou o pesado Faeca Melo para vice na chapa. Essa posição é isolada, passada por um porta-voz governista com reservas ao blog.

Claro, publicamente a prefeita não sinaliza nenhuma movimentação. Mas os sinais apurados pelo blog indicam que já existe um trabalho de aliados a favor do nome de Breno Araújo para ser candidato a Deputado nas eleições de 2026. Resumindo, o projeto já está no forno…

Outras Notícias

Atentado em Brasília gera debate sobre radicalização política no plenário da Alepe

O atentado ocorrido na noite de quarta (13) na Praça dos Três Poderes, em Brasília, repercutiu na reunião plenária da Alepe desta quinta (14). Durante os debates, os deputados João Paulo (PT) e Renato Antunes (PL) divergiram sobre as causas e implicações do episódio, iniciado nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão do […]

O atentado ocorrido na noite de quarta (13) na Praça dos Três Poderes, em Brasília, repercutiu na reunião plenária da Alepe desta quinta (14). Durante os debates, os deputados João Paulo (PT) e Renato Antunes (PL) divergiram sobre as causas e implicações do episódio, iniciado nas proximidades do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) de autorizar o cultivo de cannabis para fins medicinais no Brasil também foi tema de pronunciamento.

‘Terrorismo’

Durante o Pequeno Expediente, João Paulo afirmou que o caso revela os perigos da radicalização da direita no Brasil. O episódio ficou marcado pela detonação de explosivos e a morte do autor, o ex-candidato a vereador pelo PL de Rio do Sul (SC), Francisco Wanderley Luiz. O petista ainda comparou o atentado ao ataques de 8 de janeiro de 2023. 

“O atentado mostra que a concessão de anistia aos radicais do 8 de janeiro, como querem alguns setores do Congresso, é um perigo para a democracia e demonstra capitulação diante do terrorismo”, avaliou. Para o petista, o fato é resultado de “um ambiente de radicalização” que vem sendo instigado pelo bolsonarismo nos últimos anos. 

‘Ato isolado’

Renato Antunes classificou o pronunciamento de João Paulo como “delírio”. Segundo o deputado, o ocorrido na Praça dos Três Poderes foi um “ato isolado de um “maluco”. O parlamentar usou eventos ocorridos na Ditadura Militar, como o atentado no Aeroporto do Recife, em 1966, para afirmar que “o campo da esquerda é que entende de bombas”. Para Renato Antunes, não há relação entre as explosões de ontem e os ataques ocorridos em 8 de janeiro de 2023.

“O que a gente vê agora é completamente distinto do que aconteceu no 8 de janeiro”, afirmou. “Muitas pessoas devem, sim, responder por seus atos, por baderna, por depredar patrimônio público, mas não velhinhas e velhinhos, presos, como a gente vê até hoje, com condenações de 15, 16 anos, por estar com bola de gude na mão. Então, esperamos que essa fatalidade de ontem não seja injustamente colocada nas costas de quem aguarda de forma ansiosa pela manifestação da Justiça. Os presos políticos não podem pagar por um ato isolado”, prosseguiu.

Comentário diário vira conteúdo virtual na Cultura

O nosso comentário diário no programa Sertão Notícias, na Cultura FM, dos competentes Tony Alencar, Karen Diniz e Orlando Santos, ganhou o universo virtual. Todos os dias, é disponibilizado na plataforma virtual do programa. Claro, nada supera a força do rádio, presente na ampla maioria dos lares brasileiros. Pesquisa Kantar mostra que quase nove em […]

O nosso comentário diário no programa Sertão Notícias, na Cultura FM, dos competentes Tony Alencar, Karen Diniz e Orlando Santos, ganhou o universo virtual.

Todos os dias, é disponibilizado na plataforma virtual do programa. Claro, nada supera a força do rádio, presente na ampla maioria dos lares brasileiros. Pesquisa Kantar mostra que quase nove em cada dez pernambucanos escuta rádio diariamente.

Mas a importante iniciativa gera o conteúdo em formato podcast para quem não pôde nos acompanhar no horário do programa. É um plus que a emissora de forma muito inteligente oferece.

No comentário de ontem, analisei a  notícia do meu blog da chapa praticamente fechada pelo governador Paulo Câmara com Danilo Cabral candidato a governador, Teresa Leitão candidata a vice e André de Paula concorrendo ao Senado. O governador já está chamando aliados para comunicar a decisão. O furo do blog, assinado por André Luiz, repercutiu ontem.

Ouça clicando aqui e indo para a página da Cultura.

 

 

Coutinho vê centro “excluído” e “chapa só de esquerda” como “falha grande”

Deputado pede bom senso para que aliados estejam confortáveis na aliança Por Renata Bezerra de Melo/Folha de Pernambuco Um dia após o deputado federal Danilo Cabral ser lançado candidato ao Governo do Estado em ato marcado pelo protagonismo do PSB e do PT em detrimento dos demais partidos da Frente Popular, o que saltou aos […]

Deputado pede bom senso para que aliados estejam confortáveis na aliança

Por Renata Bezerra de Melo/Folha de Pernambuco

Um dia após o deputado federal Danilo Cabral ser lançado candidato ao Governo do Estado em ato marcado pelo protagonismo do PSB e do PT em detrimento dos demais partidos da Frente Popular, o que saltou aos olhos dos aliados, o deputado federal Augusto Coutinho, presidente do Solidariedade em Pernambuco, à coluna, externa “preocupação”.

Com esse movimento, de conferir relevo diferenciado ao PSB e ao PT nessa construção, avalia ele, “os demais partidos de centro ficaram excluídos”.

A análise, explica o parlamentar, tem origem em reflexão do quadro eleitoral sobre a qual ele vem se debruçando. “O encaminhamento se resumiu ao PT e ao PSB e os demais partidos ficaram excluídos”, enfatiza, alertando para o seguinte: “Há de prevalecer o bom senso para que se tenha todo mundo confortável para enfrentar uma eleição que pode ser muito difícil”.

Com a cabeça de chapa resolvida e após lançar Danilo, o desafio do PSB, agora, é decidir o nome que vai ocupar a vaga do Senado. O detalhe é que o PT já bateu o pé e não abre mão do espaço, alega legitimidade e nem cogita estar na vice.

Aos petistas, o governador Paulo Câmara deu março como deadline. O deputado federal Carlos Veras, um dos cotados para concorrer à Casa Alta, também tem afirmado que a equação deve ser fechada “até a primeira quinzena de março”. Com os partidos de centro, no entanto, o assunto ainda não foi à pauta.

“Não houve essa conversa ainda”, declara Coutinho. “Estou preocupado com a chapa. Da forma que está sendo colocado, é uma aliança de esquerda. E os outros integrantes que não são da esquerda?”, indaga. E realça: “A discussão está entre o PT e o PSB. E os demais partidos? É muito desconfortável para quem participa dessa aliança”.

O que Augusto Coutinho toma a iniciativa de verbalizar já vinha ecoando em conversas reservadas nos bastidores. À coluna, uma fonte já havia relatado algumas interrogações que vêm sendo dirigidas silenciosamente ao PSB: “Qual a visão do PSB? É de estreitar palanque ou de ampliar? Se for de ampliar, os integrantes da aliança do centro têm chance de estarem na majoritária”. Na mesma linha, Augusto adverte: “Se querem, se pretendem fazer uma chapa só de esquerda, vai se estreitar muito o palanque e isso pode ser uma falha grande!”.

Catorze cidades do Pajeú não registraram assassinato em abril, diz SDS

Depois de anunciar a queda no número de assassinatos no primeiro trimestre deste ano, a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou que a redução no Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) continua. Em abril deste ano, o Estado completou 17 meses consecutivos de queda em assassinatos – foram 309 homicídios contra 355 do abril anterior, […]

Tuparetama está entre as cidades sem registros de homicídios no mês de abril

Depois de anunciar a queda no número de assassinatos no primeiro trimestre deste ano, a Secretaria de Defesa Social de Pernambuco informou que a redução no Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs) continua.

Em abril deste ano, o Estado completou 17 meses consecutivos de queda em assassinatos – foram 309 homicídios contra 355 do abril anterior, uma diminuição de 13%.

Além disso, 92 municípios pernambucanos, entre eles Brejinho , Calumbi, Carnaíba, Flores, Iguaraci, Ingazeira, Itapetim, Quixaba, Santa Cruz da Baixa Verde, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Triunfo e Tuparetama, não registraram nenhuma morte em seu território.

Petrobras perde ação trabalhista de R$ 15 bilhões no Tribunal Superior do Trabalho

Por 13 votos a 12, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu há pouco que funcionários da Petrobras têm direito ao pagamento de adicionais salariais que foram definidos em um acordo coletivo assinado em 2007. O impacto da decisão nos cofres da empresa é de aproximadamente R$ 15 bilhões e beneficia cerca de 50 mil funcionários. […]

Por 13 votos a 12, o Tribunal Superior do Trabalho (TST) decidiu há pouco que funcionários da Petrobras têm direito ao pagamento de adicionais salariais que foram definidos em um acordo coletivo assinado em 2007.

O impacto da decisão nos cofres da empresa é de aproximadamente R$ 15 bilhões e beneficia cerca de 50 mil funcionários. A questão deverá afetar cerca de 7 mil processos que tratam do assunto em todo o país. Cabe recurso contra a decisão ao próprio tribunal e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ação trabalhista, os trabalhadores pediram a manutenção do cálculo usado para adicionais sobre o salário, conforme o acordo coletivo.

A Petrobras informou em nota publicada no site da estatal que “não há impactos financeiros e econômicos imediatos para a companhia, que aguardará a publicação proferida hoje para avaliar seu inteiro teor e tomar as medidas judiciais cabíveis em prol dos seus interesses e de seus investidores”.

Segundo a nota, “fatos julgados relevantes sobre o tema” serão divulgados posteriormente ao mercado e à imprensa.