Serra: prefeitura realiza audiência para construir plano de ação 2018-2021
Por Nill Júnior
Vai ser realizada no próximo dia 29 de setembro, em Serra Talhada, às 08h, na Escola Municipal Manoel Pereira Neto (Neto Pereirinha), no Alto Bom Jesus, a Audiência Pública Governo Participativo para apresentação e discussão de propostas e diretrizes para a construção do PPA – Plano Plurianual referente ao quadriênio 2018/2021.
Com o tema “Construindo juntos a cidade que a gente quer”, a audiência será aberta a todas as representações da sociedade civil, garantindo a participação cidadã na elaboração do Plano, documento que norteará o governo municipal pelos próximos quatro anos, segundo nota ao blog. Após a realização da audiência e elaboração das propostas, o Projeto de Lei do PPA será enviado para a Câmara Municipal de Vereadores.
“A sociedade vai poder contribuir na construção do PPA e debater com o governo municipal quais as prioridades para os próximos quatro anos nas áreas da gestão pública. Quanto maior a participação popular no processo, maiores serão os benefícios para o município”, garantiu o prefeito Luciano Duque.
A Prefeitura de Serra Talhada lançou um hotsite através do qual a população pode realizar suas inscrições e apresentar propostas para a audiência pública. O endereço é www.governoparticipativo.serratalhada.pe.gov.br.
Para participar basta preencher o cadastramento e contribuir com propostas para diversas áreas: Infraestrutura, Serviços Públicos e Mobilidade; Desenvolvimento Econômico, Cultura e Turismo; Governo, Transparência e Participação Popular; Agricultura, Recursos Hídricos e Meio Ambiente; Cidadania; Saúde; Educação.
Em 2023 foram 97 casos positivos de dengue e 7 de chikungunya na regional de saúde. Não foram registrados casos de zika vírus. Por Juliana Lima A X Gerência Regional de Saúde soma três casos confirmados e 22 casos suspeitos de dengue neste início de 2024. A informação foi confirmada pelo coordenador regional de Vigilância em […]
Em 2023 foram 97 casos positivos de dengue e 7 de chikungunya na regional de saúde. Não foram registrados casos de zika vírus.
Por Juliana Lima
A X Gerência Regional de Saúde soma três casos confirmados e 22 casos suspeitos de dengue neste início de 2024. A informação foi confirmada pelo coordenador regional de Vigilância em Saúde, Luiz Henrique Alexandre dos Santos, no Debate das Dez desta quarta-feira (24) na Rádio Pajeú.
Os três casos confirmados da doença são no município de Afogados da Ingazeira. Os 22 casos suspeitos são nos municípios de Afogados (6), Brejinho (1), Carnaíba (2) e São José do Egito (13). Não há casos suspeitos e nem confirmados de zika vírus e chikungunya na região.
Em relação ao ano de 2023, foram 597 casos prováveis de dengue na regional de saúde, sendo 500 suspeitos e 97 confirmados. Os maiores números de casos positivos foram registrados em São José do Egito (39), Carnaíba (23) e Afogados da Ingazeira (22), seguidos de Brejinho (6), Itapetim (2), Tabira (2), Tuparetama (2) e Santa Terezinha (1).
Registraram casos prováveis de dengue os municípios de São José do Egito (139), Afogados da Ingazeira (127), Carnaíba (79), Iguaracy (41), Brejinho (32), Tuparetama (22), Tabira (13), Solidão (14), Quixaba (12), Santa Terezinha (10), Itapetim (9) e Ingazeira (2).
Registraram casos positivos de chikungunya em 2023 os municípios de Iguaracy (3), Ingazeira (1), Itapetim (1) e Tabira (2). Casos suspeitos: Afogados (4), Brejinho (1), Carnaíba (4), Quixaba (3), São José do Egito (1), Solidão (2), Tuparetama (1), Tabira (1) e Iguaracy (2).
O debate recebeu ainda Socorro Borborema, apoiadora de Vigilância em Saúde da X Geres, e Aline Rodrigues, diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Afogados da Ingazeira.
Uol A juíza Daniela Barbosa, da comarca de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, mandou suspender o WhatsApp no Brasil na noite de segunda-feira (18). As operadoras teriam sido avisadas nesta terça para iniciar o bloqueio. Essa seria a terceira suspensão do aplicativo no país por não cumprir ordens judiciais: as outras duas foram […]
A juíza Daniela Barbosa, da comarca de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, mandou suspender o WhatsApp no Brasil na noite de segunda-feira (18). As operadoras teriam sido avisadas nesta terça para iniciar o bloqueio. Essa seria a terceira suspensão do aplicativo no país por não cumprir ordens judiciais: as outras duas foram em dezembro de 2015 e maio de 2016. O bloqueio duraria até que a empresa cumpra as determinações da Justiça.
O pedido é para que o serviço intercepte mensagens de envolvidos em crimes na região, mas, após três notificações, o Facebook não atendeu aos pedidos, diz a decisão. Então, a juíza pede que o aplicativo desvie mensagens antes da criptografia ou então desenvolva tecnologia para quebrar a criptografia. A multa para o Facebook pelo não cumprimento é de 50 mil por dia.
“O Juízo requer, apenas, a desabilitação da chave de criptografia, com a interceptação do fluxo de dados, com o desvio em tempo real em uma das formas sugeridas pelo MP, além do encaminhamento das mensagens já recebidas pelo usuário e ainda não criptografadas, ou seja, as mensagens trocadas deverão ser desviadas em tempo real (na forma que se dá com a interceptação de conversações telefônicas), antes de implementada a criptografia”.
A juíza diz que o serviço demonstra “total desprezo pelas leis brasileiras”. Já o WhatsApp alega que não pode cumprir as determinações por limitações técnicas. Em abril, o serviço instaurou a criptografia de “ponta a ponta”, e diz que não tem acesso às mensagens antes da criptografia.
Dez municípios da região estão com o número de casos ativos zerados Por André Luis De acordo com os boletins epidemiológicos da Covid-19 dos municípios do Sertão do Pajeú divulgados nesta quarta-feira (15.09), nas últimas 24h, foi notificado um novo caso positivo, dois casos recuperados e nenhum novo óbito. Nesta quarta-feira, 12 cidades não registraram novos […]
Dez municípios da região estão com o número de casos ativos zerados
Por André Luis
De acordo com os boletins epidemiológicos da Covid-19 dos municípios do Sertão do Pajeú divulgados nesta quarta-feira (15.09), nas últimas 24h, foi notificado um novo caso positivo, doiscasos recuperados e nenhum novo óbito.
Nesta quarta-feira, 12 cidades não registraram novos casos da doença. São elas: Brejinho, Calumbi, Carnaíba, Iguaracy, Ingazeira, Santa Cruz da Baixa Verde, São José do Egito, Serra Talhada, Solidão, Triunfo, Tabira e Tuparetama.
Flores, Itapetim, Quixaba e Santa Terezinha não divulgaram boletim epidemiológico. Apenas Afogados da Ingazeira registrou um novo caso da doença.
Agora o Sertão do Pajeú conta com 33.213 casos confirmados, 32.532 recuperados (97,94%), 652 óbitos e 29 casos ativos da doença.
Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú nas últimas 24 horas:
Afogados da Ingazeira registrou 1 novo caso positivo e 1 caso recuperado. O município conta com 5.463 casos confirmados, 5.389 recuperados, 72 óbitos e 2 casos ativos da doença.
Brejinho não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 759 casos confirmados, 736 recuperados, 21 óbitos e 1 caso ativo.
Calumbi não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 737 casos confirmados, 732 recuperados, 5 óbitos e nenhum caso ativo da doença.
Carnaíba não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 2.221 casos confirmados, 2.182 recuperados, 36 óbitos e 3 casos ativos da doença.
Flores não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 1.083 casos confirmados, 1.044 recuperados, 39 óbitos e nenhum caso ativo.
Iguaracy não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 834 casos confirmados, 807 recuperados, 27 óbitos e nenhum caso ativo da doença.
Ingazeira não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 462 casos confirmados, 455 recuperados, 7 óbitos e nenhum caso ativo.
Itapetim não divulgou boletim epidemiológico. O município conta com 1.468 casos confirmados, 1.431 recuperados, 33 óbitos e 4 casos ativos.
Quixaba não divulgou boletim epidemiológico. O município conta com 518 casos confirmados, 503 recuperados, 15 óbitos e nenhum caso ativo.
Santa Cruz da Baixa Verde não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 643 casos confirmados, 623 recuperados, 20 óbitos e nenhum caso ativo.
Santa Terezinha não divulgou boletim epidemiológico. O município conta com 1.052 casos confirmados, 1.016 recuperados, 29 óbitos e 7 casos ativos.
São José do Egito registrou 1 caso recuperado. O município conta com 2.563 casos confirmados, 2.505 recuperados, 57 óbitos e 1 caso ativo.
Serra Talhada registrou 1 caso recuperado. O município conta com 10.231 casos confirmados, 10.040 recuperados, 185 óbitos e 6 casos ativos da doença.
Solidão não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 680 casos confirmados, 677 recuperados, 3 óbitos e nenhum caso ativo.
Tabira não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 2.930 casos confirmados, 2.882 recuperados, 48 óbitos e nenhum caso ativo.
Triunfo registrou 2 casos recuperados. O município conta com 968 casos confirmados, 934 recuperados, 28 óbitos e 6 casos ativos.
Tuparetama não registrou alterações no boletim epidemiológico. O município conta com 601 casos confirmados, 574 recuperados, 27 óbitos e nenhum caso ativo da doença.
Nota também atribui às fake news a responsabilidade por causar insegurança em muitos pais sobre os riscos de vacinar seus filhos. O Observatório Covid-19 Fiocruz divulgou, nesta quarta-feira (16/3), a Nota Técnica Diferenciais De Cobertura Vacinal Segundo Grupos Etários No Brasil. O documento, ao destacar que o nível de cobertura vacinal contra a Covid-19 não […]
Nota também atribui às fake news a responsabilidade por causar insegurança em muitos pais sobre os riscos de vacinar seus filhos.
O Observatório Covid-19 Fiocruz divulgou, nesta quarta-feira (16/3), a Nota Técnica Diferenciais De Cobertura Vacinal Segundo Grupos Etários No Brasil.
O documento, ao destacar que o nível de cobertura vacinal contra a Covid-19 não é homogêneo entre os grupos etários no país, aponta que na atual fase o principal desafio é a vacinação das crianças de 5 a 11 anos – grupo que hoje representa 9,5% da população brasileira.
Os dados consideram o período entre o início da vacinação na Semana Epidemiológica (SE) 03/2021, iniciada em 17 de janeiro, e na SE 10/2022, encerrada em 12 de março.
O estudo observa que a vacinação contra a Covid-19 no Brasil, prestes a completar 14 meses desde seu início, passou por fases distintas na evolução temporal de aplicação das doses e foi marcada por ciclos de expansão.
Ainda atribui às fake news a responsabilidade por causar insegurança em muitos pais sobre os riscos de vacinar seus filhos.
A Nota Técnica ressalta ainda que o nível de cobertura vacinal é uma importante informação para tornar mais eficientes as estratégias de busca ativa e orientações sobre a aplicação de doses específicas.
A análise mostra, por exemplo, que os grupos com idades entre 12 e 49 anos são os únicos que não têm cobertura de primeira dose acima de 90%; a população de adultos entre 40 e 44 anos possui a menor cobertura dentre os adultos; as idades abaixo de 29 anos são as únicas com cobertura vacinal de esquema completo abaixo de 80% para a segunda dose/dose única.
Já o grupo etário entre 35 e 49 anos é o que possui menor cobertura de primeira dose e o de faixa etária de 12 a 17 anos possui cobertura de segunda dose muito menor que o restante dos grupos.
Mesmo com ritmo de ganho em velocidade crescente da dose de reforço, nenhum grupo etário alcançou, até o momento, o patamar de 80% de vacinados com essa dose – mesmo os idosos, que foram os primeiros elegíveis à aplicação.
“As internações em leitos clínicos, leitos de UTI e óbitos hospitalares têm cada vez mais concentrado exatamente entre os idosos mais longevos. Desta forma, idosos que não mantém esquema com reforço em dia estão em situação particularmente perigosa, mesmo com o arrefecimento da incidência e mortalidade na população como um todo”, alertam os pesquisadores.
Ainda, apesar da expectativa sobre o rebaixamento do status de pandemia a endemia por parte da OMS, os cientistas orientam que é preciso cautela na tomada de decisões pelos gestores, especialmente na flexibilização do uso de máscaras e relaxamento do distanciamento físico.
Chamam a atenção que a recente alta da Covid-19 em países da Europa e da Ásia deve ser encarada como um alerta para que o Brasil não cometa os mesmos erros.
“Não é razoável pensar que se trata de uma escolha, entre vacinar ou usar máscaras, ou entre usar máscaras ou estar exclusivamente em ambientes abertos. Todos os recursos disponíveis para impedir a circulação do vírus devem ser tomados de forma concomitante. Portanto, estimular o aumento da cobertura vacinal não exclui as demais estratégias de proteção, sejam individuais ou coletivas”, afirmam.
Da Itapuama FM No comentário das 12h desta quinta-feira (30/07), o jornalista Nill Júnior analisa os impactos das mudanças climáticas globais e do fenômeno El Niño, alertando para a falta de ações preventivas e de políticas públicas efetivas no combate ao desequilíbrio ambiental. Nill Júnior destaca a contradição entre a gravidade dos fatos e a […]
No comentário das 12h desta quinta-feira (30/07), o jornalista Nill Júnior analisa os impactos das mudanças climáticas globais e do fenômeno El Niño, alertando para a falta de ações preventivas e de políticas públicas efetivas no combate ao desequilíbrio ambiental.
Nill Júnior destaca a contradição entre a gravidade dos fatos e a omissão dos governos em diferentes esferas:
Enquanto grandes potências globais como os Estados Unidos seguem apostando em combustíveis fósseis e exploração de petróleo em detrimento das energias renováveis, países como a China avançam na construção de grandes parques de energia solar para tentar reduzir os impactos.
Em vez de destinar recursos para a prevenção de catástrofes naturais, governos estaduais promovem cortes orçamentários como o caso de Minas Gerais e priorizam investimentos em grandes eventos festivos, que frequentemente consomem mais verba do que os planos de prevenção e mitigação de danos.
Na região, rios como o Moxotó e o Pajeú sofrem com a degradação e o crescimento urbano desordenado, cobertos por esgoto. O jornalista aponta que rios poderiam ser perenizados com o devido tratamento dos efluentes e destaca o papel vital das adutoras (como as do Oeste, Agreste e Pajeú) para evitar o colapso no abastecimento de água.
O desmatamento desenfreado avança sem o devido combate por parte do IBAMA e das polícias ambientais. Nos municípios, faltam secretarias de Meio Ambiente com orçamento próprio, limitando-se a diretorias para acomodação política. Além disso, a maioria das cidades descumpre os prazos do Novo Marco do Saneamento Básico.
Para o jornalista, enquanto o debate ficar apenas no discurso e faltarem ações efetivas para conter o desmatamento, promover a arborização urbana e garantir o saneamento, a sociedade continuará pagando um preço alto diante do aumento das temperaturas, do derretimento das geleiras e da elevação dos oceanos.
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