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Serra: Prefeitura diz estar pronta para assumir iluminação pública em junho

Por Nill Júnior

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Agora está confirmado. A Prefeitura Municipal de Serra Talhada, assim como todas no Estado, vai assumir a iluminação pública do município a partir do dia 22 de junho.

O acordo foi assinado pelos prefeitos de Pernambuco e a Celpe, na manhã de ontem (22), na sede da Amupe, em Recife.

Segundo o acordo firmado entre Celpe, Aneel, Ministério Público e a Amupe, que representa todos os municípios de Pernambuco, a Celpe vai realizar todos os procedimentos necessários para corrigir as irregularidades, como a recuperação de todo acervo de cada município, de acordo com as normas, para então, repassar, de fato, a iluminação pública para os municípios.

O município de Serra Talhada diz em nota já estar preparado para assumir a iluminação pública. “Toda a equipe já está sendo treinada e capacitada para trabalhar e um veículo já está totalmente adequado para a atividade”, diz em nota.

Outras Notícias

Na disputa de blocos políticos, ganham as famílias carentes de Afogados da Ingazeira

Por André Luis Após seis dias de muita folia, Afogados da Ingazeira encerra o seu carnaval com a marca de uma festa verdadeiramente popular e democrática como deve ser. Com uma programação para todos os tipos de gostos, o carnaval dos Tabaqueiros, se consolida como o maior carnaval da região do Pajeú. De blocos tradicionais, […]

Por André Luis

Após seis dias de muita folia, Afogados da Ingazeira encerra o seu carnaval com a marca de uma festa verdadeiramente popular e democrática como deve ser. Com uma programação para todos os tipos de gostos, o carnaval dos Tabaqueiros, se consolida como o maior carnaval da região do Pajeú.

De blocos tradicionais, como Leão do Norte e Asa no Frevo. A blocos mais novos, como, Cozinhando o Galo, Quero a “Véa” e Uz Aglutinados. Passando pela volta em grande estilo do bloco O Bicho e pela irreverência das virgens até a alegria contagiante das crianças no bloco Uni-duni-tê. A festa foi pura alegria e paz.

No carnaval de Afogados os blocos de torcidas de futebol convivem em harmonia: Cazá, Cazá, A cobra vai subir e Bando de Loucos, emprestaram a suas paixões para alegrar a festa do povo.

Os tradicionais, Futebol das Virgens e o Mela-Mela, esbanjaram alegria. Enquanto o bloco do Povão, no polo do Nascente foi o ponto de encontro dos jovens.

A Onda, com seu carnaval mais voltado para o público jovem, mais uma vez trouxe atrações de nível nacional para a cidade. O Jegue Elétrico levou toda a sua irreverência para a ladeira do gosto do padre e os Grilados animou a festa na Décio Amaral com muito frevo.

E ainda teve: Bloco Giza Simões, Bloco do Sal, Bloco Gava Folia, Bloco da Vila Pitombeira, Bloco Enchendo e Derramando, Bloco Nem com uma flor, Bloco A turma da Mônica, dentre outros tantos.

A Orquestra Show Frevo – grande homenageada do carnaval, pareceu maior ainda do que já é. Esteve em todos os cantos da cidade e até fora do município, numa verdadeira maratona. Levantaram a bandeira do ritmo carnavalesco mais pernambucano que existe, o Frevo.

Já os blocos de viés político, Tô na Folia, comandado pelo ex-prefeito e pré-candidato, Totonho Valdares, em seu vigésimo ano de folia e o recém-nascido, Bora Pra Frente, formado por simpatizantes do possível pré-candidato da base governista, Alessandro Palmeira, arrastaram multidões pelas ruas da cidade. Com muito respeito, os dois levaram muita alegria e solidariedade para o povo.

Neste sentido, independentemente de quem arrastou mais foliões para as ruas de Afogados, ganham as famílias carentes, que receberão os alimentos que foram trocados por abadás de um ou de outro bloco e até, por que não, dos dois.

Como eu disse na segunda-feira (24), durante a minha participação no programa A Tarde é Sua, da Rádio Pajeú FM, o carnaval é a festa do povo e a política não tem o direito de interferir, impedindo o folião de participar de um ou outro bloco, como se isso já representasse o apoio político.

Aécio Neves cancela toda a sua agenda após anuncio da morte de Eduardo Campos

do G1 O candidato a Presidência da República Aécio Neves (PSDB) cancelou a agenda que teria no Rio Grande do Norte nesta quarta-feira (13) após tomar conhecimento da queda do avião em que estava o presidenciável Eduardo Campos (PSB). O jatinho caiu em Santos no início da tarde desta quarta e Eduardo Campos morreu. “Estou […]

eduardo_aecio

do G1

O candidato a Presidência da República Aécio Neves (PSDB) cancelou a agenda que teria no Rio Grande do Norte nesta quarta-feira (13) após tomar conhecimento da queda do avião em que estava o presidenciável Eduardo Campos (PSB). O jatinho caiu em Santos no início da tarde desta quarta e Eduardo Campos morreu.

“Estou absolutamente perplexo com a notícia do acidente com o voo de Eduardo Campos e estou cancelando todas as agendas”, disse Aécio Neves ao desembarcar em Natal por volta das 12h30.

“Estamos aguardando informações oficiais. Esperando e rezando para que as notícias sejam positivas”, disse Aécio, que no momento da declaração não sabia da morte de Campos.

Aécio iria visitar a fábrica da Guararapes, em Extremoz, na região metropolitana de Natal, e faria uma caminhada no bairro do Alecrim, na Zona Leste da capital. O candidato desembarcou no Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, falou com a imprensa e embarcou com destino a São Paulo.

Confederação Nacional dos Municípios vai contra aumento a professores

Entidade orientou governos locais a ignorarem reajuste do pelo governo federal A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) orientou os prefeitos a não concederem reajuste de 33,24% no piso salarial de professores da educação básica. Em nota divulgada ontem, a entidade alertou para possível “difícil situação fiscal” das cidades com o aumento e afirmou que “o […]

Entidade orientou governos locais a ignorarem reajuste do pelo governo federal

A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) orientou os prefeitos a não concederem reajuste de 33,24% no piso salarial de professores da educação básica. Em nota divulgada ontem, a entidade alertou para possível “difícil situação fiscal” das cidades com o aumento e afirmou que “o Brasil caminha para jogar a educação pelo ralo”.

No final da tarde de quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro (PL) determinou ao ministro Milton Ribeiro (Educação) a “missão” de conceder o reajuste máximo para o piso salarial de professores, conforme estabelece a Lei do Piso do Magistério (11.738/2008). Ontem, Bolsonaro oficializou a medida em seu perfil no Twitter.

A CNM calcula que os aumentos custarão a Estados e municípios em torno de R$ 30 bilhões neste ano. Para o governo federal, conforme apurou o Poder 360, o valor seria de R$ 3,8 bilhões em 2022. A ideia do presidente é “cortar esse valor de outros ministérios”, segundo disse a seus ministros que acompanham o tema.

A CNM falou em “insegurança jurídica” no reajuste anunciado por Bolsonaro. De acordo com e entidade, o critério usado pelo governo federal perdeu validade com aprovação, no fim de 2021, do novo Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação).

Esse entendimento, afirmou a CNM, “foi confirmado pelo próprio Ministério da Educação, no dia 14 de janeiro, com base em parecer jurídico da Advocacia-Geral da União (AGU)”.

“Afinal, o que deve ser de fato levado em consideração: parecer da AGU, Nota de Esclarecimento do MEC ou Twitter do presidente da República?”, questionou a entidade.

“Ao colocar em primeiro lugar uma disputa eleitoral, o Brasil caminha para jogar a educação pelo ralo. A CNM lamenta que recorrentemente ambições políticas se sobressaiam aos interesses e ao desenvolvimento do país”.

A CNM recomendou que os prefeitos corrijam o piso salarial com base em média do INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) dos 12 meses anteriores ao reajuste. Essa é a mesma métrica usada para a correção do valor do salário mínimo. Em 2021, o índice foi de 10,16%.

A entidade pediu que essa regra seja usada até que “novas informações sejam fornecidas” pelo governo federal.

Debate dos candidatos a vice é mais quente, mas termina com gesto de paz

O debate com os candidatos a vice-prefeito de Afogados da Ingazeira foi alguns graus mais aquecido que o dos candidatos à prefeitura. Por uma hora e meia, Daniel Valadares e Edson Henrique debateram propostas e também se revezaram entre críticas e defesas da atual gestão. Edson apresentou questionamentos sobre servidores que deveriam estar a serviço […]

O debate com os candidatos a vice-prefeito de Afogados da Ingazeira foi alguns graus mais aquecido que o dos candidatos à prefeitura.

Por uma hora e meia, Daniel Valadares e Edson Henrique debateram propostas e também se revezaram entre críticas e defesas da atual gestão.

Edson apresentou questionamentos sobre servidores que deveriam estar a serviço pleno do município, mas, ou acumulam funções, citando Danilo Gonçalves, que acumularia função na Ouvidoria e no IFPE, e o Tenente Coronel Julierme. “Recebe R$ 4 mil para cuidar do trânsito e está lá fora com a militância”, questionou.

Em defesa, Daniel acusou Edson de baixar o nível e promover fake news, afirmando que a gestão Sandrinho não tem nenhuma condenação e sim, todas as contas aprovadas, além do respeito à legalidade.

No debate da iluminação pública, Daniel citou o projeto Terreiro Iluminado. Edson acusou faltar atenção ao campo e cobrança da iluminação públca na zona rural. Daniel disse ser problema da Neoenergia e citou o pai de Edson, Zé Negão, que também aprovou a CIP.  Sobre a Guarda, Edson Henrique , questionou a extinção e Daniel voltou a falar em concurso público.

Um dos momentos mais quentes foi quando Daniel disse que processaria Edson Henrique pelo mesmo motivo que o pai, Zé Negão, foi condenado, ao imputar a Valadares o suposto devolvimento de recursos públicos ao erário por determinação de órgão de controle.

Em outro momento, Edson acusou a gestão de cair em indicadores importantes. Sobre a Escola Dom Mota, chegou a dizer que ela foi entregue com 78% concluída. Daniel Valadares disse ser uma inverdade.

Os pais estiveram sendo invocados vez ou outra. Edson Henrique disse que Totonho Valadares estaria inelegível por ter o nome na lista do TCU. Daniel disse que a lista não garante necessariamente inelegibilidade, defendendo o pai.

Do lado de fora, o clima foi um pouco mais tenso que nos debates anteriores, dada a proximidade das militâncias, apesar do trabalho da Guarda Municipal e da segurança privada. Entre os candidatos, ao final, apesar de o ambiente não repetir plenamente o Sandrinho x Danilo, eles se cumprimentaram e se abraçaram, num gesto democrático. Assista aqui na íntegra como foi:

 

Defesa pede que Bolsonaro cumpra pena integralmente em regime domiciliar

A comentarista de política da GloboNews, Julia Duailibi, divulgou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para que ele possa cumprir, em caráter humanitário, toda a pena imposta pela condenação por tentativa de golpe de Estado em prisão domiciliar, com monitoramento […]

A comentarista de política da GloboNews, Julia Duailibi, divulgou que a defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), um pedido para que ele possa cumprir, em caráter humanitário, toda a pena imposta pela condenação por tentativa de golpe de Estado em prisão domiciliar, com monitoramento eletrônico.

De acordo com Julia, os advogados também solicitaram autorização para que Bolsonaro deixe a residência apenas para tratamentos médicos. Ainda segundo o que apurou a jornalista, a defesa argumentou que enviar o ex-presidente para um presídio representaria “risco concreto e imediato à integridade física e à própria vida”, citando a situação da Papuda como “precária”.

A defesa afirmou, segundo Julia, que Bolsonaro apresenta “saúde profundamente debilitada”, listando infecções pulmonares, esofagite, gastrite, câncer de pele e consequências do atentado de 2018, além de crises recorrentes de soluço. Para os advogados, “um mal grave ou súbito não é uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’”.

No pedido, os defensores usaram como referência uma decisão já tomada por Moraes no caso do ex-presidente Fernando Collor, autorizado a cumprir pena em casa — em uma cobertura em Maceió — após condenação por corrupção.

Situação atual do processo

Julia lembrou que Bolsonaro foi condenado em setembro a 27 anos e três meses de prisão, mas ainda não começou a cumprir a pena porque ainda há possibilidade de recursos. O primeiro recurso, um embargo de declaração, já foi rejeitado pelo STF. A defesa tem até domingo (23) para apresentar um novo embargo.

Segundo a comentarista da GloboNews, Moraes pode entender que um eventual novo recurso tem apenas caráter protelatório e declarar o processo encerrado, o que obrigaria o início imediato do cumprimento da pena.

Atualmente, Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto, mas não em razão da condenação. Ele cumpre a medida de forma provisória por decisão de Moraes, que considerou que o ex-presidente descumpriu determinações judiciais e tentou obstruir o andamento do processo que resultou na condenação por tentativa de golpe.