Serra: oposição diverge quando o assunto é a gestão Duque
Por Nill Júnior
A troca de declarações tendo como pano de fundo a administração de Luciano Duque em Serra Talhada é só um exemplo simples de como será complexo o desafio de unir o grupo das lideranças que fazem oposição a Luciano Duque, que, mesmo enfrento dificuldades e pressões, podse ser beneficiado pelo jogo de egos de alguns nomes do palanque adversário.
O capítulo da vez começou com uma declaração do pré-candidato Waldemar Oliveira, irmão de Sebastião Oliveira, Secretário de Transportes, que tirou das costas de Duque parte do peso das dificuldades gerenciais na Capital do Xaxado. Para o advogado, a culpa é do PT em nível nacional e do governo Dilma.
Outro pré-candidato, o doutor Francisco Anselmo, conhecido por Dr. Nena disse entender a crise que toma o país, mas divergiu de Oliveira ao afirmar que, apesar disso, há problemas caracterítsticos da gestão Duque, que poderiam ser enfrentados.
“Mesmo diante do caótico quadro da saúde, em que estamos vivendo, ele em um bairro da periferia prometeu instalar um mini-hospital. Como?” – reclamou ao Caderno 1.
Já o ex-prefeito Carlos Evandro lamentou a declaração do advogado Waldemar. Neste governo não estamos vendo nada ser feito”, criticou Carlos.
O Presidente do Cimpajeú e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, e o prefeito de Solidão, Djalma Alves, ambos do PSB, são os convidados do Debate das Dez desta segunda-feira. Eles falam de combate à Covid-19, ações nos municípios, da recente agenda de Paulo Câmara na região, dos sete meses de governo e muitos outros temas […]
O Presidente do Cimpajeú e prefeito de Ingazeira, Luciano Torres, e o prefeito de Solidão, Djalma Alves, ambos do PSB, são os convidados do Debate das Dez desta segunda-feira.
Eles falam de combate à Covid-19, ações nos municípios, da recente agenda de Paulo Câmara na região, dos sete meses de governo e muitos outros temas na pauta. Luciano e Djalma também respondem perguntas de blogueiros da região e dos ouvintes.
O Debate vai ao ar às 10h na Rádio Pajeú, dentro do programa Manhã Total. Você pode ouvir e fazer perguntas sintonizando FM 99,3 e ligando para (87) 3838-1213, pela Internet no www.radiopajeu.com.br ou no WhattsApp (87) 9-9956-1213.
Ainda pode ouvir o debate em celulares com Android, pelo aplicativo da emissora disponível no Google Play. Basta procurar Pajeu e baixá-lo. Ainda em aplicativos como radios.net ou Tunein Rádio.
Concorrência desleal com produtores clandestinos, burocracia para regularizar as fábricas e altos custos de produção. Esses são os principais problemas enfrentados pelos produtores de queijo e laticínios do Estado, segundo o deputado Eduíno Brito, do PHS. Ele se reuniu com representantes do segmento na última sexta (13), em Sanharó, no Agreste Central. A cidade possui […]
Concorrência desleal com produtores clandestinos, burocracia para regularizar as fábricas e altos custos de produção. Esses são os principais problemas enfrentados pelos produtores de queijo e laticínios do Estado, segundo o deputado Eduíno Brito, do PHS. Ele se reuniu com representantes do segmento na última sexta (13), em Sanharó, no Agreste Central. A cidade possui uma das maiores bacias leiteiras do Estado, com produção de 70 mil litros por dia.
Eduíno Brito afirmou que os produtores também se queixaram da falta de fiscalização de rótulos falsificados e da escassez de água para a produção. Eles ressaltaram que os estoques de laticínios estão cheios, já que eles não conseguem competir com o preço da produção irregular. Os empresários reclamaram, ainda, da ausência de mão de obra qualificada para atuar no setor.
Entre as propostas apresentadas pelo parlamentar, está a criação de cooperativas de fabricantes, a concessão de incentivos ao produtor e a realização de cursos para capacitar os trabalhadores. Ele fez um apelo ao Governo, pedindo atenção para o segmento e defendendo a interiorização do desenvolvimento econômico. Os deputados João Eudes, do PRP, e Professor Lupércio, do Solidariedade, fizeram apartes em apoio ao pronunciamento de Eduíno. (J.G.).
A Prefeitura de Sertânia efetuou, nesta quarta-feira (30), o pagamento dos salários dos servidores municipais, referente ao mês de outubro. Ao todo, foram injetados cerca de R$ 6 milhões na economia local. A prefeita Pollyana Abreu (PSD) deu a notícia em sua rede social. Ela destacou a importância de manter o compromisso com o funcionalismo […]
A Prefeitura de Sertânia efetuou, nesta quarta-feira (30), o pagamento dos salários dos servidores municipais, referente ao mês de outubro. Ao todo, foram injetados cerca de R$ 6 milhões na economia local.
A prefeita Pollyana Abreu (PSD) deu a notícia em sua rede social.
Ela destacou a importância de manter o compromisso com o funcionalismo público e com o equilíbrio financeiro da administração.
“O salário já está na conta dos servidores sertanienses! São cerca de R$ 6 milhões investidos no município”, afirmou.
Corporativismo mata Mesmo com a ineficácia de medicamentos usados no chamado ‘tratamento precoce’ contra a Covid-19, o Conselho Federal de Medicina não vai rever o aval dado aos médicos para a utilização dos fármacos. O parecer de abril do ano passado dá autonomia aos médicos brasileiros para prescreverem os remédios. Os ‘kits covids incluem cloroquina, […]
Mesmo com a ineficácia de medicamentos usados no chamado ‘tratamento precoce’ contra a Covid-19, o Conselho Federal de Medicina não vai rever o aval dado aos médicos para a utilização dos fármacos.
O parecer de abril do ano passado dá autonomia aos médicos brasileiros para prescreverem os remédios. Os ‘kits covids incluem cloroquina, azitromicina e ivermectina.
O uso desse tipo de tratamento foi desaconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
Para variar, o corporativismo do CRM e dos conselhos estaduais só pioram o cenário de uma pandemia descontrolada e ajudam a matar.
Essa semana, cinco pacientes morreram, incluindo um bebê prematuro, depois que a médica Michelle Chechter ministrar nebulização de cloroquina na maternidade Instituto da Mulher Dona Lindu, de Manaus. E não vai acontecer nada com a profissional, muito menos com os outros que pregam ou usam o tratamento. No máximo perder um dos vínculos, nada que atrapalhe seu padrão de vida. Vivêssemos em um país que tratasse a questão com seriedade, já teriam perdido seus registros e estariam impedidos de clinicar. Em casos tão graves, deveriam responder criminalmente.
Lá no ano passado, o periódico científico The Lancet publicou divulgou estudo que acompanhou 100 mil pacientes em todo o mundo e que apontou não apenas a ineficácia da cloroquina para combater a Covid-19, mas também o risco de ataque cardíaco nos pacientes, com aumento da mortalidade. A Organização Mundial de Saúde decidiu suspender os testes com o remédio e não mais o recomenda.
Mas no Brasil a guerra política e ideológica nos coloca até entre os que defendem (que seriam de direita) e o questionam (esquerda). Salvar vidas não deveria ter rótulo ideológico. Mas Bolsonaro já disse que “quem é de direita usa cloroquina e quem é de esquerda, tubaína”. Viramos chacota na boca do primeiro-ministro francês, Jean Castex, ao anunciar que o governo iria suspender os voos entre os dois países pelo uso do medicamento. É só mais um componente que nos coloca na liderança do número de mortes no mundo atualmente.
E o barco da ignorância segue matando. Enquanto os bons médicos, aparentemente a maioria, estão no limite da exaustão salvando vidas, o protecionismo dos conselhos deixam os menos preparados e afetados pela ideologia recorrendo a tratamentos não recomendados pela ciência como no caso de Manaus. E vão usar o lava mãos do CFM para continuar assim.
Certa vez, um médico do Sertão foi acusado de reiteradas vezes prescrever medicamentos para seus pacientes com uma grafia tão ruim que a Rádio Pajeú resolveu denunciá-lo ao CRM. Tudo provado, documentado, atestado. Pacientes atendidos por ele chegaram a tomar a medicação errada porque o farmacêutico confundiu, tão ruim era a letra. O Conselho criou caminhos para, ao contrário do que a ética indicava, não puní-lo.
Primeiro, afirmando que a denúncia não deveria partir do veículo de comunicação e sim de pessoa física. Pois o jornalista que escreve esta Coluna fez pessoalmente a denúncia, com áudios de pessoas lesadas, prints e registros das receitas. Depois de dois anos, saiu a resposta. O CRM não determinou, apenas recomendou a melhoria da grafia. E arquivou a denúncia.
Por fim, aos médicos que buscam salvar vidas alinhados à ciência, nosso muito obrigado. Assim como tudo hoje em questão, a história saberá reconhecer e julgar.
No bolso de quem
O vice-prefeito de São José do Egito, Eclérinston Ramos, reclamou da relação de gastos entre a suaccidade e Afogados da Ingazeira. “Se um paciente tiver Covid em Afogados, vai pro Hospital Regional. Aqui, os custos são assumidos pela prefeitura”. Ele diz que o município discute maior suporte do estado.
Sem EPIs
Um leitor da Coluna denuncia que a usina de asfalto de Tabira depois de três meses parada, finalmente começou a tapar buracos em frente ao hospital. Mas flagrou equipes de short, sandálias, roupas inadequadas, sem luvas ou EPI. Uma vergonha.
Não adianta
O Deputado Sebastião Oliveira disse que não adianta querer peitar a imprensa, diante do fato de que sua absolvição na PF e TCU no caso da BR 101 não teve o mesmo destaque do início das investigações nos grandes veículos. “É uma luta inglória”, disse.
Amigos para sempre
O prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, disse que o episódio do “entra não entra” na adoção de medidas mais duras com Márcia Conrado, de Serra Talhada, foi superado. “Temos temas importantes a tratar pela região “. Disse já ter dialogado com a gestora depois do imbróglio. Melhor assim.
E agora?
A se levar em conta os primeiros dados, as medidas restritivas por cinco dias nos treze municípios de Pajeú e Moxotó reduziram o número de casos de Covid-19. Os dados mais detalhados devem ser divulgados esta semana. Vai ter político principalmente entre quem não aderiu torcendo o nariz pra comentar.
Próximas furadas
Dos prefeitos ainda não vacinados no Pajeú, devem levar a primeira agulhada por ordem Sávio Torres (64 anos), Djalma da Padaria (61 anos), Luciano Bonfim (58 anos) Zeinha Torres, Irlando Parabólicas e Marconi Santana (54 anos), Adelmo Moura e Delson Lustosa (53 anos). Joelson (50 anos), Sandrinho Palmeira (42 anos) e Márcia Conrado (35 anos) estão no rabo da gata.
Memória
O ex-prefeito Luciano Duque fez uma homenagem ao pai de Márcia Conrado, Isivaldo Conrado, na sua rede social. Lembrou que ainda como vice conversava com o então vereador sobre política. “Pude ver esse mesmo retrato sob seu olhar orgulhoso”, mostrando foto da gestora ainda mais jovem. Isivaldo foi covardemente assassinado em 09 de maio de 2011, há quase dez anos. A mãe de Márcia e viúva de Isivaldo, Alice Conrado, é vereadora.
Frase da semana: “é uma batalha política, mas também pessoal, para limpar o nome da minha família”.
Do ex-presidente Lula em encontro após o STF decidir por anular suas condenações na Lava Jato. Para uns, sincero, para outros, ator vitimizado.
por Anchieta Santos Conforme anunciou o Prefeito Jose Patriota, aconteceu nesta sexta (14) em Afogados da Ingazeira o encontro para discutir o pagamento do Garantia Safra 2013/2014. Em reunião que envolveu a representação dos municípios com IPA, IBGE, INMET, foi oficializado que municípios como Tabira, São Jose do Egito, Iguaraci e outros tiveram as suas […]
Conforme anunciou o Prefeito Jose Patriota, aconteceu nesta sexta (14) em Afogados da Ingazeira o encontro para discutir o pagamento do Garantia Safra 2013/2014.
Em reunião que envolveu a representação dos municípios com IPA, IBGE, INMET, foi oficializado que municípios como Tabira, São Jose do Egito, Iguaraci e outros tiveram as suas perdas superiores a 50% e assim estão com o pagamento do Programa assegurado.
Por outro lado municípios como Afogados da Ingazeira, Santa Terezinha, Brejinho, Santa Cruz da Baixa Verde, Triunfo serão ainda reavaliados.
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